Problematizando

Goblin Slayer, a cena de estupro e a demografia “shonen adultão”

Uma coisa que admiro (e odeio, ao mesmo tempo) nos animes e mangás é a divisão das histórias por demografias, ou seja, separando o público que elas são destinadas. Eles têm demografias muito claras, como mangás para crianças (kodomo), os mangás para jovens garotos (shonen) e os mangás para adultos (seinen), porém existe uma demografia aí no meio que não existe na teoria, apenas na prática: o SHONEN ADULTÃOEu explico o que seria isso.

Existe uma idade para o jovem rapaz que ele rejeita qualquer coisa que o faça parecer ter a idade que tem, então busca assiduamente ter “experiências de adulto”, consumir “produtos destinados a adultos”. Ou pelo menos o que ele ACHA que são produtos para adultos. Esse tipo de jovem, por exemplo, rejeita um My Hero Academia por ser “pra criança demais“, afinal tem uma vibe bem positiva e raras são as mortes. Para ter uma experiência mais adulta, ele busca séries com mais violência, sangue e temáticas que Horikoshi não seria nem louco de enfiar em seu mangá.

É aí que surge o conceito do shonen adultão. Nada mais é que um mangá tipicamente shonen, com estrutura de shonen, profundidade rasa de um shonen, mas cosplayado de mangá “seinen” por ter itens mais violentos que não veríamos num título da Shonen Jump. Um exemplo recente que descobri foi o de Tokyo Ghoul: ele é publicado numa revista seinen, mas nada mais é que um shonen com sanguinho para saciar esse tipo de jovem que não quer consumir mangás shonen apenas porque são “pra criança”.

(Não que adultos não consumam mangás “shonen adultão”, na verdade adulto costuma ter o discernimento para acompanhar até mangá shonen, ciente do que o título oferece e sem ter sua própria identidade violada por consumir algo de uma outra demografia.)

Agora que apresentei o conceito do Shonen Adultão, chegamos à esperada estreia da temporada de Outono 2018: Goblin Slayer. O polêmico anime que incomodou todo mundo fora do nicho adolescente punheteiro conta a história de um mundo de RPG no qual existe o personagem Goblin Slayer, que é um matador de goblins (no caso, a tradução do título). Ele é um homem aparentemente fodão porque está sempre com uma armadura total e falando frases curtas (outra característica clichê de ~personagem fodão~), vivendo aventuras repletas de violência gratuita e goblins sendo assassinados (novamente, a tradução do título). Um genuíno SHONEN ADULTÃO.

O primeiro episódio desse anime gerou uma baita controvérsia na internet por causa de desnecessárias cenas de estupro. Duas personagens femininas são violentamente estupradas por goblins logo nos primeiros minutos de anime, e temos cenas bem desnecessárias com os goblins segurando as vítimas numa pose digna de ensaio sensual de mau gosto e até o corpo delas balançando durante o ato perverso das criaturas fictícias. A cena é tão pesada que a Crunchyroll se viu obrigada a colocar um aviso nas redes sociais e no episódio.

Cheguei a ler um post bem medíocre na internet defendendo esse tipo de cena, dizendo que “goblins são criaturas cruéis, por isso elas fazem isso“, mas isso não parece fazer muito sentido. Beleza, vamos tomar essa frase como verdade e dizer que os goblins são criaturas vis, então pergunto por que tivemos cenas APENAS deles estuprando as duas mulheres do grupo que invadiu a caverna?

Além delas, havia um rapaz que teve seu corpo fatiado pelos mesmos goblins, mas isso o anime não mostrou. Deixou apenas subentendido. O Leonardo Kitsune do canal Video Quest fez uma análise ótima do primeiro episódio de Goblin Slayer (dê uma olhada aqui), e levantou essa questão: por que mostrar só as mulheres sofrendo? Por que não teve cena do homem sendo picotado? Por que os goblins não o estupraram também? Afinal ele tem cu que também poderia ser penetrado! Simples, porque é um SHONEN ADULTÃO.

O público do Shonen Adultão é o tipo de jovem que quer violência e sangue, mas não algo que ele possa ser a vítima (imagina colocar num shonen adultão um adolescente sendo fatiado ou estuprado, que horror!). A vítima de um estupro desnecessário e excessivamente gráfico tem que ser uma mulher, inclusive com momentos sem goblins para que virem GIFs animados na pastinha de putaria do cidadão.

Estupro é um ato horrível, e a forma como muitos produtos midiático usam apenas diminui o que ele significa no mundo real. Tornam isso algo “normal e corriqueiro”. Isso quer dizer que se trata de um tabu, e que eu estou insinuando que nunca devem ser usados em séries? Não falei isso, até porque existem usos que eu considero válido. Recentemente, por exemplo, a Globo lançou uma série direto para seu serviço de streaming chamada Assédio. Conta a história (real) do médico Roger Abdelmassih, condenado pelo estupro de dezenas de mulheres em sua clínica de fertilização.

Em Assédio, temos cenas de estupro até porque isso faz parte da história, mas a diferença é que eles não são fetichizáveis. Pelo contrário, causam aversão à pessoa que está assistindo à série. Logo no primeiro episódio há um take do corpo da vítima balançando durante o ato do estuprador assim como no episódio de Goblin Slayer, mas é feito de uma forma que não estimula uma punheta se estivesse em GIF animado num Tumblr de putaria. É uma cena que incomoda, é nojenta. E por isso mesmo é uma série muito boa (mas bem forte, tome cuidado se for assistir).

Não sei como acabar o texto, então direi apenas três frases soltas para você que chegou até aqui:

Goblin Slayer é um lixo.

Tem que acabar com o jovem consumidor de Shonen Adultão.

Uma série pode ser adulta sem precisar de sangue e estupro.

111 comentários em “Goblin Slayer, a cena de estupro e a demografia “shonen adultão”

  1. Sentia falta dos seus textos de “Problematização”, Mara. Mais um anime pra evitar, pelo que tô vendo aqui…
    E faço das palavras do João Paulo as minhas kkkk

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  2. Vi esse troço semana passada pra nunca mais.
    Sem falar que foi o pior primeiro episódio que vi essa temporada, até agora.

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  3. Sinceramente, essa cena (link abaixo, se o comentário permitir ou só coloque “Goblin Slayer rape” que dá no mesmo) me pareceu mais “leve” que a tonelada de cenas de um típico anime “Shonen Adultão”. Acho que o realmente chocou a autora do texto foi o realismo dessa cena em questão, que contrasta com o resto do capítulo, muito “bobo” para se levar a sério. Só isso. Ah, e essa cena é uma bost@, acredito, tanto quanto o anime me parece ser.

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  4. Primeiro de tudo, excelente post. Segundo, acompanho o mangá de Goblin Slayer e posso dizer que você está totalmente certa. Apesar de ficar um pouquinho melhor e mais interessante mais para frente, no fim continua sendo um mangá para se mostrar violência e sangue gratuitamente. E me lembro de no mangá ser pior ainda as cenas, mas não estou tão certo quanto a isso.

    Tensei shitara Slime Datta Ken também tem o mesmo estilo RPG e tals, mas não vi quase ninguém falando, por que? Porque não tem sangue e violência gratuita. Eu li poucos capítulos do mangá e posso dizer que já é muito mais interessante que Goblin Slayer.

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  5. Antes que alguém pense que estou defendendo x ou y, seria bom dar uma olhada na ótima análise desse cara, do intoxianime sobre o anime e a cena:

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  6. Sabe por que essa cena está no primeiro episódio? Pros mimizentos ficarem sinalizando suas virtudes e divulgarem a série. Funcionou, se não fosse vocês eu nem saberia que essa porra existe.

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  7. >Na ótima analise
    Com certeza não está defendendo.

    Como deixar um personagem fodão para compararem ao capitão nascimento de um modo fácil e raso:
    Faça os inimigos estuprarem as vitimas só para ele matar depois e todo mundo babar o ovo pra ele.

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  8. Quanto mimimi. Mulheres sendo estupadas e utilizado a seculos em outras midias se for em filmes de terror entao como o A Vinganca de Jeniffer que o negocio e bem hard. No mais quem nao gosta nao assista, simples.

    Ate parece que nao conhece o universo dos animes.

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  9. >em outras midias
    >A Vinganca de Jeniffer (ainda tem chances da pessoa ser velha)

    Esse é um que não entendeu o texto.
    E se o pessoal que gostou não tivesse babado tanto o ovo pra esse anime, teria passado despercebido.

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  10. Muito bom pra afastar os normies de ver o anime. Por favor não leiam Berserk se vocês não aguentam nem Globin Slayer.
    E a autora do post é completamente fora da realidade e pobre em análise.
    Goblins (Em Goblin Slayer) estupram mulheres humanas para procriação (por isso que não mataram a menina, mas como eu já disse pobre em análise) e descartam homens que não possuem utilidade alguma.
    Tem que acabar menininha histérica problematizando até o cu alheio. E por favor, parem de ver o anime mesmo.

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  11. A série The Handmaid’s Tale também utiliza estupro como ferramenta de crítica e desenvolvimento da história. Não em fetiche. É nojento. Dá repulsa.

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  12. Esse é um que não entendeu o texto.
    E se o pessoal que gostou não tivesse babado tanto o ovo pra esse anime, teria passado despercebido.

    Se conhecesse filmes de terror coo conheco e aida mais producoes de baixo orcamento sabe que existe um genero chamado rape revenge

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  13. E quem falou que não tinha que ter cena de estupro? Uma coisa é mostrar para nos fazer entender que isso é horrivel e outra mostrar graficamente como um fetiche para a pessoa que ver bater uma e depois bater outra quando chega o personagem fodão e mata todo mundo.

    ~~~Momento alborghetti~~~~

    PRESTA ATENÇÃO!!!

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  14. Agora tem que ter aula como uma cena de estupro deve ser?

    Voce ja assistiu algum filme de rape revenge principalmente de baixo orcamento ?

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  15. A discussão é muito boa, mas acho que a conclusão de “acabar com o jovem consumidor de shonen adultão” é muito ingênua. Não se culpabiliza o público. Da mesma forma que a culpa de programas de humor como A Praça É Nossa e Zorra Total (o antigo, não cheguei a ver o “novo”) terem baixíssimo nivel e serem machistas, homofóbicos etc não é do público. Para se parar a produção de material apelativo e misógino desse tipo, é preciso pressionar produtores, estúdios, canais de televisão e, especialmente, os anunciantes que bancam os canais. Fazer boicotes. Não vou dizer que o público é passivo e não tem sua responsabilidade, mas para mudá-lo é necessária uma transformação cultural que leva gerações para acontecer… (principalmente se o material continuar a ser ofertado)

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  16. Por favor. Lê o texto pausadamente.

    Primeiro: Esses “rape revenge” de baixo orçamento (principalmente dos anos 70 e 80), é nada mais que uma forma de exibir o fetiche da pessoa de uma forma legal. (Ok, fizemos de tudo com a moça, mas se ela se vingar no final, está tudo bem).

    Goblin Slayer é um rape revenge? Os goblins meteram no fiofó dele e ele vai se vingar no final?

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  17. >estupram mulheres humanas para procriação
    >descartam homens que não possuem utilidade alguma

    E ainda defendem dizendo “Mas é realista, eles não estupram somente mulheres pelo fetiche não”.

    Agora que me fez gostar menos ainda por esse motivo pífio. Parece desculpa de doujin de rape.

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  18. Oia, Sua posição ta certissima, mas Goblin Slayer é derivado de Light Novel, então não têm como ser “SHONEN ADULTÃO”, pois acredito que essas Demografias de revista de mangá não são usadas pra ligth novel e muito menos para anime,

    (OTACUEXPLAIN!!!!!!!!!!)

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  19. Lembro que li o primeiro capitulo do mangá há um bom tempo atrás, e é isso aí mesmo, inclusive eu vou além, é muito errado isso, muito mangá/anime faz isso de mostrar uma cena de estupro e simplesmente ignorar o estupro de fato! E isso não acontece só em mangás tão ruins quanto Goblin Slater; á “relativização” do estupro, tornar uma cena de tortura que supostamente deveria ser uma cena horrível simplesmente(até na trama da própria obra, onde supostamente é um acontecimento horrivel, se torna em algo que não adiciona em nada, na verdade estraga) se torna um momento de punheta que trata aquela a cena como não tão horrível e aterrorizante, ou só a torna não tudo isso (TODA a cena de estupro tem que ser horrível, não existe desculpa, certo? A menos que o protagonista seja o estuprador eu não vejo porque deveria ser qualquer coisa diferente disso.

    Bem, é isso aí, é uma coisa que vem me incimodando ao longo dos anos, sei lá se é uma questão cultural, não acho que seja, até pq pornozao de estupro é produzido no mundo inteiro (apesar de q daí é pornô né e não um gibizinho de ação)

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  20. Vou tentar ser rapaido no coment pq acho q n tem muito q falar.
    1° n sei como essa merda ganhou hype, tive o desprazer de ler uns caps de Goblin Slayer e achei uma merda. Narrativa fraca, usa de muita violência desnecessária pra tentar choca e o traço é fraco e parece q é tudo escrito por um adolescente revoltz. Na prarica é um mangá pra quem é doente da cabeça se masturba (pq só tendo um probleminha pra achar isso excitante).

    2° Essa merda de usar o estupro como maneira narrativa gratuita é uma merda. É um ato de violência, é algo terrível e n dá pra levar na boa. Mas merda ainda é quando usam esse ato narrativo de maneira como se fosse excitante, como a propria obra aborda, com poses gemidos e um certo glamour. N CARALHO!!! É a porra de um ato de violência, n é algo agradável.
    Questionaram outras obras como filmes de terror e afins q tem essas cenas, mas em parte essas cenas são feitas pra mostrar q é um ato hediondo, um crime, n há um foco fetichista onde parece até q a mulher ta curtindo e fazendo um sexo selvagem ao invés de sofrer um ato de violência. E quase sempre se mostra as consequências merdas desses atos.

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  21. Ja li e descordo da posicao. Ninguem e obrigado a ler ou curtir qualquer material com essa tematica ou que contenha esse tipo de cena que e perturbadora.

    Conforme disse anteriormente, outras midias apelaram pra esse tipo de coisa. E nem por isso o mundo caiu.

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  22. Se os pos modernos sao previsieis, que se pode fazer. Ironico como hoje se prega a censura sem ao menos se perceber.

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  23. Pessoas precisam entender a diferença entre violência em prol da narrativa e violência feita apenas para chocar e fazer as pessoas falarem sobre, assim como o kamen rider disse. É a velha história de não existe marketing ruim.

    Estou lendo A Garota Corvo, um livro que conta várias histórias envolvendo pedofilia, e tem várias descrições dos acontecimentos. Eles nunca são apresentados descritivos demais, apenas o minimo necessário para a gente ter uma noção do que está acontecendo no ato, mas sem deixar a cena extremamente desconfortável. Porque ele não é escrito para deixar o leitor excitado.

    E dava pra ter feito aquela cena do estupro de forma que fosse vista como algo sério e não material pra punheta, mas isso envolveria ter certa maturidade o que dá pra ver que o autor não tem.

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  24. Só um detalhe: O anime é exibido as 1:30 da manhã, não é para crianças assistirem esse anime, por mais que eu não tenha interesse nesse anime, não vou dizer “não assistam”.

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  25. Questionaram outras obras como filmes de terror e afins q tem essas cenas, mas em parte essas cenas são feitas pra mostrar q é um ato hediondo, um crime, n há um foco fetichista onde parece até q a mulher ta curtindo e fazendo um sexo selvagem ao invés de sofrer um ato de violência. E quase sempre se mostra as consequências merdas desses atos.

    Mas acontece os Goblins sao mortos pelo mocinho. Fim de papo.

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  26. Os goblins são heteros, por isso n estupraram o homem, o estupro como a violencia foram censurados.

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  27. 1) Goblin Slayer é SEINEN
    2) Tem classificação indicativa proporcional a seu conteudo. (rating +17 profanity and violence)
    3) (SPOILER, VAI LER A PORRA DO MANGA.) Goblins se procriam com humanas, por que não existem Goblins femeas nesse mundo. Não se sabe de onde eles vieram. O protagonista odeia goblins justamente por terem estuprado sua irmã…
    4) Só por que “não precisa ter sangue para ser ‘anime adultão” não significa que não PODE ter sangue/estupro.
    5) GOBLINS SÃO COMO ANIMAIS. Animais fazem tudo para sobreviver/procriar/manter a espécie o que preferir. Estupre um homem, certeza que vai nascer um filho, po. Quer estupro de homem? Vai ler Berserk, mas já digo que não vai gostar tb.
    6) Hmm e ai, já assistiu Game of Thrones? Em eras medievais as mulheres não eram respeitadas, estupro é normal nessa época.
    7) É um lixo, por que demonstrou crueldade? Sinto lhe informar, mas isso só prova que o anime fez o que queria corretamente, que é gerar repugnação contra os goblins e mostrar o quão cruel eles são. Imagine que fossem criaturas normais de um jogo rpg, que só ficam parados atacando. Não tem o mesmo impacto.
    8) A Unica parte que gostei do seu site é a parte que diz “não leve muito a sério”
    Flw

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  28. Goblins são monstros semelhantes a animais, cruéis, contudo, seguem uma lógica, em Goblin Slayer eles são uma raça masculina e procuram qualquer fêmea para se reproduzir, em uma das cenas do anime o Goblin Slayer fala que se demorassem mais poderiam haver mais. Não faz sentido estuprar o garoto justamente porque ele não aumentaria o número deles, além disso, como citado, eles são cruéis mesmo, guardam rancor e só coisas ruins por toda sua vida, o objetivo deles é literalmente sofrer, Orc Bolg, o Goblin Slayer tem a posição de caladão justamente por causa de um trauma passado ao ver seus amigos e familiares sendo mortos e violados, mas a medida que a equipe que ele ganha vai aprofundando laços, eles conseguem ir mudando a personalidade dele, ele não é assim para ser fodão, se tu ver o personagem e der uma estudada tu vê logo que tem algo de errado com a cabeça dele.

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  29. Bem, cada um tem sua opinião, mas esse texto está totalmente errado, a autora baseou ele totalmente nos seus preconceitos pessoais, explicando por ponto o que está errado no texto:
    Goblin Slayer é um “shounen adultão”, a autora parte do pretexto que a obra é “um mangá tipicamente shonen, com estrutura de shonen, profundidade rasa de um shonen, mas cosplayado de mangá “seinen” “, que não se encaixa na obra, o que me faz pensar que quem escreveu esse texto nunca leu o mangá ou a LN. A estrutura shounen (Desafio, Dificuldade, Perseverança, Superação) não existe em Goblin Slayer, e sobre a “profundida rasa” é simplesmente o ponto da obra, ela foi feita para ser rasa, os personagens não tem nome são definidos pela classe/função deles, os inimigos também, são definidos pela raça/classe, (ou você que o roteirista da obra não tem capacidade cognitiva de inventar um nome qualquer), o mangá é simplesmente uma campanha de RPG, os personagens são definidos por seus respectivos esteriótipos de classe, os vilões também, a obra não se propõem a ser um “Senhor dos Anéis”. A graça da obra é a mesma que a de acompanhar uma partida de RPG, vê e imaginar como os “aventureiros” vão sair das situações difíceis, vê as interações que existem dentro daquele mundo e os mitos e lendas dele, coisas simples de RPG genérico, mas divertidas.
    E pela obra não ser complexa ela é um “shounenzão”? Claro que não, o mangá e a LN pelo menos não, nem toda obra “para adulto” tem que ser um “Evangelion”, assim como nem toda obra para adolescente é um “Boku no Hero” (não que isso seja demérito). Se fossemos seguir essa lógica, Game Of Thornes, Vikings, Dexter, Punisher são séries para adolescentes, melhor são séries para adolescentes adultões.
    Indo ao ponto da atora sobre “por que tivemos cenas APENAS deles estuprando as duas mulheres do grupo que invadiu a caverna?”, enquanto não mostrou os goblins estraçalhando o garoto ou estuprando ele, a autora chega a conclusão maluco sei lá de onde de que é porque o público tem medo do que ele possa ser vitima (obviamente, até porque ninguém que assiste Goblin Slayer joga ou jogou coisas como GTA e Bully, ou assiste filmes, séries e novelas não ficcionais como 13 Reasons Why, esse tipo de coisa que retratam perigos a quais qualquer um está exposto), mas esclarecendo o porque disso, a grande razão real para os goblins serem estupradores é que o autor quer construir um ódio e repulsão contra eles (assim como o Goblin Slayer sente, inclusive por isso ele é o único personagem com background de toda a obra), e esse sentimento não seria criado caso os goblins fossem assassinos sanguinários e cruéis, dá para pegar exemplos disso na ficção e na vida real, em Hunter x Hunter por exemplo, tem a Genei Ryodan que comete e cometeu vários massacres durante a obra, inclusive matando inocentes e estão sempre entre os personagens mais populares e amados pelo público,
    no livro do Drauzio Varella tem uma passagem onde ele diz que perguntou a um dos presidiários porque eles tratavam os estupradores tão mal, mas não davam o mesmo tratamento a assassinos, e o presidiário responde que “um assassino pode nunca mais matar, mas um estuprador nunca vai parar de estuprar, e a próxima vitima pode ser sua mãe, ou a minha irmã”, assassinato por mais brutal que seja, pode ser justificado, e embora nem todos concordem, alguns vão, agora estupro é injustificável.
    Por isso não temos tempo destinado ao assassinato brutal do garoto, que não foi estuprado porque na explicação interna da obra os goblins estupram porque são uma raça parasítica e precisam de fêmeas humanoides para se reproduzir.
    Sobre a obra tornar estupro normal e corriqueiro, esse argumento é tão válido quanto o que diz que jogos de tiro transformam crianças em assassinos sanguinários, se exposição corriqueira a qualquer tipo de violência causasse a normalização da mesma essa devia ser a geração mais violenta e psicopata de todas, e não a mais sensível.
    Essa série da Globo com certeza não foi feita para ninguém bater punheta, mas você que apostar que quando ela for totalmente disponível, os cortes com as cenas de estupro vão estar no Xvideos, culpa do roteirista? Não, isso é porque existe maluco para bater punheta para qualquer coisa.
    “Em Assédio, temos cenas de estupro até porque isso faz parte da história, mas a diferença é que eles não são fetichizáveis. Pelo contrário, causam aversão à pessoa que está assistindo à série.” Sim porque obviamente porque não tem nada que um homem fetiche mais uma garota mutilada e chorando sendo estuprada, realmente.
    Reclamar de violência excessiva ou desnecessária é válido, mas quando existem argumentos, nem a autora desse texto, nem mais ninguém que apareceu criticando esse excesso de violência em Goblin Slayer apresentou argumentos razoáveis, basicamente o anime tem estupro e é apara adolescente de 14 anos (não sei como chegaram nessa conclusão ou nessa idade), logo o estupro tá lá para punheta, e a historia acabou aí, e se você discordar é porque é “otaku punheteiro de 14 anos”.

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  30. “Eu mesmo
    14/10/2018 ÀS 03:25”

    Belo argumento, diferente da pessoa que escreveu esse post, eu não senti nenhum tipo de apelo sexual em nada do primeiro episódio, e como você disse, aquela cena foi parar ajudar a nos criar o ódio pelo goblins, assim como o protagonista sente por eles. Acho que não é a primeira série ou anime que vai mostrar um cenas de estupro tão fortes assim, acredito que Game of Thrones já teve(não lembro direito, posso estar falando merda), então, se você é sensibilizado por coisas como essa, apenas fique longe, o mundo não é apenas coisas bonitinhas como boku no hero, de superação e luta e perseverança, as vezes a realidade te bate tão forte que você não quer mais sair da cama.

    Pelo o que eu consegui entender, goblin slayer é ou possui elementos de dark fantasy, assim como berserk, mas posso novamente estar enganado. Espero que tenham entendido o texto, e gostaria de dizer que, toda forma de estupro é inaceitável, mas, o contexto do anime te faz gerar exatamente esse ódio, que goblins são criaturas podres, que devem ser mortas, apenas isso.

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  31. com certeza só jogo rpg em console. quem jogou rpg de mesa imerge pro anime. na real tu só quer ganhar visualização problematizando sobre algo que não tem o porque.

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  32. É como o pessoal aí tá dizendo. Não gostou? Não assiste. Quanto menos gente assistir, menos animes merdas como esse aí vão ser produzidos!

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  33. “Eu fui assistir um anime cheio de coisas que eu não gosto e agora estou nervosa. Como isso pôde ter acontecido comigo?” A postagem.

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  34. O mundo dos animes não é seu safespace, e o Japão muito menos se preocupa com as satisfações para dar ao veneno que é o feminismos e SJW que hoje destróem o mundo ocidental.

    Vai ter anime de estupro, assassinato, sadismo, tortura, e o que mais o autor quiser colocar.
    A arte é LIVRE, e se você não gosta do conteúdo, NÃO assista. Simples assim.
    Se você não gostou porque “ai é violento e me ofende”, melhor você tirar um pouco de gordura dessa sua banha porque o mundo não tá aqui pra te agradar.

    Abraços.

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  35. Ninguém está dizendo que não pode ter estupro em nenhuma forma de mídia. Se algo como estupro é importante para ambientar a sua obra, vai na fé amigão. O maior problema com Goblin Slayer é que o estupro é tratado como fetiche, e no mangá é ainda pior, são tomadas dignas de hentai onde os quadros são compostos basicamente pelas personagens, em muitos deles você praticamente não vê os Goblins. É tudo um grande material de punheta. É o tipo de coisa repulsiva pra adolescente (ou gente com capacidade mental de adolescente) metido a revoltadão. Dificilmente você vai precisar mostrar uma cena de estupro “on cam”, a maioria das pessoas já sabem o que está rolando ali, já sabem que é algo horrível.

    E na moral? Essa versão “wonderland” do Japão também não é o seu safeplace chapa. Você fala como se manjasse pra caralho do país, mas pelo jeito não sabe que eles sofrem com um dos piores problemas de estupro no mundo, é o país onde mulheres andam em trens separados por questões de segurança. Então se informe mais antes de vir cagar pelos dedos, que aceitar (normalizar) estupro em uma obra muito difundida e voltada para crianças de barba talvez não esteja ajudando a sociedade deles.

    E sim, arte é livre, mas também somos livres para criticá-la, as coisas não funcionam em uma via de mão única. Você é livre para fazer arte da forma que quiser, para escutar as palmas, mas também para aturar as críticas de quem não concorda com o seu tipo de arte.

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  36. O que me incomodou nesse anime é que o Goblin Slayer não tira a porra do capacete/armadura pra nada. Não dá pra ver o rosto dele. Não vou ver um anime onde o protagonista toma sopa usando capacete.

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  37. Sei lá. Não sei se a versão que vimos foi diferente, ou se a tela do meu pc estava escura, mas pra mim tanto a do moleque sendo esquartejado quanto o estupro estavam censurados(admito q a do menino estava mais), tanto que não vi o ato puro em si, já que estava bem escura a cena. Eu achei bem perturbador e nojento,que foi oq acreditei ser a intensão da cena, pra mim foi uma cena de horror e me deixou enjoada. Apesar de ter visto uns caras nojentos q sentiram tesão cm aquilo, eca…
    Os globins não estruparam o menino por motivos óbvios na minha opinião, sabe, o menino não ficaria grávido e não daria luz à cria deles. Eles sequestram meninas para que elas deem a luz a mais globins.
    Achei o tema interessante, já q jogo rpg de mesa. Então darei uma chance.
    Na verdade me interessei em ver exclusivamente prq minha banda favorita ficou responsável pela música de abertura. Se não fosse por isso nem sequer assistiria xD Como quero que eles tenham mais reconhecimento, quero que o anime tenha algum sucesso apenas para mais pessoas entrarem em contato cm a banda. Eles já lançaram a versão full da música no canal deles, o nome do grupo é Mili.

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  38. Vei, para de falar merda e lê o manga primeiro falou. O anime cortou um monte da história, e das cenas gráficas. Sua análise ta uma merda. Faz um trabalho melhor da proxima vez.

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  39. Mais um fresco que não pode ver nada diferente das cópias de Naruto (Boku no hero, etc..) nada de novo por aqui.

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  40. Meu Deus quanto choro esse textão, é raro lançar animes com essa pegada e quando tem é essa choradeira de “mundo certinho”. Entendi, é uma mulher que fez a crítica, agora faz sentido o mimimi. Se você nem mesmo tentou entender o contexto das cenas gores que tem logo de cara, só irei perder meu batendo tecla aqui… Aliás, eu nem estou defendendo o anime, ate pq não gostei do mangá tmb, só que achei muito choro pq você ficou chocada com a cena de estupro… Péssima review. Mas continue a evoluir!

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  41. A questão do estrupo eu até entendo eles podiam ter feito com o muleke também até por que como são goblins não acho que eles tem uma verdadeira preferência por mulher por que pra eles e meio que foda-se o sexo, mais enfim não sei se sou eu que não ligo se um anime tem violência demais se tem cenas de estrupo (tanto faz o sexo) por que enfim não passa de um anime por que essa mania de problematizar tudo.

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  42. É. Vejo que enquanto o mundo está sofrendo de abusos de menores, jovens e dentre outros crimes hediondos, a aqueles que se preocupam em ocupar seu tempo em algo que não é realidade achando que vão mudar alguma coisa… realmente a humanidade se supera a cada dia, e quem dera isso fosse benefico.

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  43. O cara usa as cenas de violência ou estupro como quiser ainda mais em um manga/anime agora vai censurar pq alguém vem cagar regra de como o autor deve escrever suas histórias ? Outra como diz um amigo meu que morou no Japão, lá os caras parece que só sentem prazer se a mulher tá sofrendo, só ver os filmes pornos japoneses, e sim existem pessoas que ficam excitadas com esse tipo de cena e uma grande maioria que acha nojento isso se chama fetiche. Aposto que nesse tipo de situação a autora do texto achou ruim mas no caso da exposição do Santander deve ter achado que foi censura.

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  44. Quer dizer q uma pessoa pode dizer q uma obra q possui 3 mangas diferentes derivados de goblin Slayer; é um dos mangas mais lidos nas streams de manga do Brasil e Espanha, é um lixo por causa de um capítulo??? Pelo amor de Deus o anime foi ate censurado, no mangá as cenas são piores, esse anime trata esses mundos de fantasia q só acontece Disney de maneira mais realista possível… Estupro é um tabu q merda heim… N pode ter uma cena de estupro q a glr vai pro face e twitter mostrar seu moralismo de merda, mas os goblins fazem isso com as mulheres por serem muito maus msm e pra procriarem… A cena dele matando os filhotes de goblins q seriam crianças ninguém fala… Mais uma coisa no mundo na África, e na Ásia grupos armados usam as mulheresnde escravas sexuais e ai n vejo alarde na internet, agr um anime censurado em várias partes mostrando monstros q estupram mulheres para sobreviver o pessoal chame de lixo e n vejam… Vtmc.

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  45. Para quem não sabe, a Mara é na verdade um homem se passando por mulher. Sim, tudo do site é escrito por um homem se passando por mulher, só o pessoal que acompanha o site a mais tempo pelo jeito sabe.

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  46. Mano, primeiramente, o objetivo da cena é te deixar horrorizado. Se vc quer um anime de fantasia medieval fofinho, vai ver fairy tail. Goblin Slayer tem uma história muito boa, e surpresa, nao vai ser o unico estupro do anime, embora pelo que eu lembro do manga esse e o mais pesado.
    Porque os goblins nao estupraram o garoto? que argumento idiota, os goblins estupram garotas pra reproduzir, como dito no próprio anime, ele individualmente sao fracos, entao eles precisam de muitos numeros.
    A tematica do anime é pra ser pesada, O SHOUNEN ADULTÃO que voce tanto critica é escolha do autor seguir esse estilo, se você nao gosta, nao vem falar que e lixo, so fala que voce nao gosta. UMA DICA, a nossa era medieval não era AMIZADE AMIGOS E FLORES NAO, a obra tenta mostrar isso, que mundos medievais eram horriveis, cheios de morte e estupros, e goblin slayer nao mostra o estupro com a ideia de te deixar com tesão, e sim com a ideia de te chocar.
    Outra coisa, o protagonista não é fodão, ele só é inteligente e experiente, ele se machuca bastante inclusive, ele nao tem poderes, magia ou qualquer coisa do tipo.
    Então vem com uns argumentos melhores ai, pq os seus são mt nada a ver, falou falou, e não disse porra nenhuma

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  47. É engraçado notar as diferentes formas que a audiência percebe a obra que consome.
    Lá pra 1990 e tantos, o diretor de cinema Michael Haneke se sentia incomodado com o fato de que os filmes slashers não serviam seu propósito verdadeiro – para ele, eram praticamente material pornográfico (pessoas transavam enquanto eram assassinadas, sugestões sexuais, empalamentos) – ao invés de oferecerem um retrato fiel sobre a violência. Nessa lista se enquadram Sexta-feira 13, Hellraiser, Hora do Pesadelo, Halloween e afins.

    Haneke, se lançou um desafio pessoal: iria fazer um filme mais violento e pesado que todos os slashers, sem mostrar nenhuma cena explícita de violência.
    Em 1997, saiu Funny Games. É irônico como, mesmo que a intenção do diretor fosse a de fazer um filme sério, a primeira tomada já tem uma pegada sarcástica, com um Grindcore tocando ao fundo de uma simples viagem de família, em uma estrada pacífica.
    O filme, por mais que não mostrasse violência explícita nenhuma (com uma exceção), foi a pior experiência que já tive com um filme de terror que emulava características de um slasher. Eu terminei de assistir ao filme e fiquei verdadeiramente nauseado.
    A obra tem de tudo, passando pelo fetichismo da submissão feminina à vontade masculina e, nesta obra, acreditem, não é nem um pouco sensualizado.

    Para uma mente sã e que desenvolveu o sentimento da empatia, é óbvia a intenção de Haneke: chocar, fazer você se sentir mal de verdade. Para mim, não haveria uma pessoa na terra que enxergaria naquele filme um produto de entretenimento – no sentido de ver graça, ou de produzir excitação.

    Sabem qual é o irônico disso tudo? Haneke não conseguiu escapar da ideia e do conceito popular de que a violência exagerada, mesmo que escondida pelos enquadramentos e ângulos de câmera utilizados, é pornográfica.
    O título da obra no Brasil é “Violência Gratuita”.
    É isso. Simples assim. A crítica de Haneke, todo o pensamento construído por trás do filme, não é nada frente a determinados espectadores. Pra muita gente, é só um filme de violência gratuita.

    A verdade é que tem gente pra tudo, como já foi dito nos comentários aqui. Sempre vai haver quem fetichize uma cena de violência e de submissão (que é a definição do estupro) e Haneke dançou nas mãos desses caras. Enquanto eu fiquei enojado, teve quem achou Haneke genial e teve quem teve uma ereção ao ver a mãe da família ser humilhada.

    Porém, o pensamento de que os slashers não serviam seu propósito verdadeiro era uma concepção de Haneke, e não dos diretores dos tradicionais slashers e seu público cativo. Por consequência, se Haneke quisesse “problematizar” os slashers além do que fez, ele seria infeliz, visto que ele não poderia autoritariamente dizer o que é “desnecessário” ou “inútil” em um filme slasher. Caso o fizesse, para Haneke, nenhum filme slasher deveria sequer existir e, convenhamos, a quem cabe a decisão de que um filme, livro, desenho, anime ou outra obra devem ou não ser produzidos? Além dos seus produtores executivos, claro.

    Mas eles existiram e, desta onda, surgiram bons produtos, a exemplo do primeiro Hellraiser e do Massacre da Serra Elétrica.
    Os slashers vendiam. Havia o marketing de pessoas dizendo o quão grotesco eram, seja de forma positiva ou negativa e o público cresceu em massa.

    E é aqui que a autora do post falha. Para ela, Goblin Slayer não deveria existir por conter algo que a desagrada. As críticas são duras e desmensuradas, atacando o público por completo – não bastando a obra – de forma autoritária. Críticas recheadas de neologismos e meme-words. A retórica do “não pode ter porque eu não quero que tenha e quem gosta tem a mente de um punheteiro de 14 anos!” é absurda, mas, infelizmente, comum nos dias de hoje.
    Os comentários que seguem na discussão mostram o quão pouco a autora conhece o material que critica. Ela diz que o público do “shonen adultão” o consome porque não pode ser a vítima dos fatos apresentados, mas o protagonista é vítima de um trauma imposto pelo abuso de sua irmã e pela morte violenta de amigos. É a mesma crítica que existe em relação ao (SPOILER) estupro de Caska em Berserk – onde diz-se não haver necessidade ou construção narrativa, mas há. Só não da forma que públicos específicos querem.
    Ela diz que os goblins DEVERIAM (notem que é mandatório para ela) ter estuprado o rapaz para que o estupro das moças fizesse sentido, mas desconhece o fato de que os goblins usam as mulheres humanas como hospedeiras para procriação, coisa que homens não são.

    Como rodapé: me recordo também de um filme de Gaspar Noé: Irreversível. O filme é bom, sim. Mas o que o tornou famoso de verdade foi a cena de cerca de 10 minutos de estupro. A cena é horrível e não existe a glorificação do ato, mas ele está lá. Há quem busque o filme somente por conta desta cena e há quem assistiu somente a esta cena na obra inteira. Mas ele tem impacto narrativo. O estupro é o Leit-Motiv da obra e, em um paralelo, pode-se afirmar que o estupro mencionado em Berserk também serve como Leit-Motiv.

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  48. Tipos de pessoas feito a autora são os piores tipo de pessoas que existem. Mesmo depois de ser refutada ainda não admite que está errada…

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  49. Isso nem chega aos pés de Berserk
    Isso sim é shonen adulto.

    Para completar
    Tem o tipo de anime para cada um que goste ou não, mas isso não seguinifica que o anime é um lixo.

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  50. Outra coisa, eu nunca ouvi falar do termo “Shounen Adultão”, você criou um termo, de forma porca e sem argumentos, para servir de argumentos, você criou um argumento falso praticamente, agora, eu vou acreditar numa produtora de animes que sabe o que ta fazendo por ser uma empresa dessa área ao classificar como SEINEN, ou numa pessoa de argumento fraco que criou um termo do nada.
    E de novo, se você não gosta de animes nesse estilo, vai assistir Fairy Tail, Boku no Hero, Sword Art Online tem abuso então melhor não, enfim, animes felizinhos.

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  51. Essa situação é foda, pq, ao mesmo tempo que a Crunchyroll emita aviso com uma boa intenção, o próprio aviso dá visibilidade a essa obra. Eu, particularmente, sou maior de idade e, diante da matéria ali de cima e do aviso, passo bem longe do anime. Mas o adolescente ou criança vê o reboliço decorrido da discussão e se vê inclinado a ver a obra. Não tem problema nenhum em ver o desenho, tabus precisam ser trabalhados, porém o problema é que a gente tá falando de jovens sem senso crítico ou maturidade para lidar com esse tema. Acredito que é exatamente isso que o post aqui da #Peridot alerta. O adolescente comum não tem uma discussão prévia do que é estupro, violência de gênero e naturalização da barbárie. O desenho, aparenta, não ter nenhuma preocupação em abordar a situação decorrida na caverna por uma perspectiva pedagógica/informativa ou com um cuidado de não romantizar a situação. Nesse caso, o que parece é justamente isso. A cenas de violência são gratuitas, sem discussão previa nem nada, e isso pode desencadear uma naturalização do ato bárbaro em jovens que ainda não possuem senso crítico pra dizer “cara, que desenho babaca. Por que eles colocaram essas cenas gratuitas de violência contra personagens femininas?”.

    Diante de toda essa situação, eu vejo dois apontamentos. O primeiro é referente a classificação indicativa e o outro a abordagem de temas da sexualidade e gênero na educação básica.

    Sobre o primeiro, por mais que a classificação tenha o termo “indicativo” e “recomendado ” é de responsabilidade do distribuidor/veiculador fazer cumprir a classificação. No cinema, não é novidade para ninguém que a pessoa não entra em uma obra com classificação indicativa superior a sua idade (salvo presença dos responsáveis). Classificar as obras em destinadas ou não a uma idade é sim muito complexo. Não podemos generalizar todas as pessoas só considerando a idade (o q mais tem nessa terra é gente adulta com cabeça de 12 anos), porém essa classificação tem credibilidade. O sistema de indicar e, em alguns países, proibir um audiovisual baseado na idade é algo que acontece em MUITOS países do mundo. Existe, sim, diferenças na legislação de cada, mas o órgão estatal para classificar tá lá. Tal política tem um pouco de justificativa nas teorias modernas de aprendizagem. Piaget é um grande teórico da área e elencavam estágios cognitivos do humano pontuando a idade como um dos determinantes¹. Falado isso, acho que a obra encontra uma classificação de 16 ou 18. Não sou técnico para a determinar com precisão, mas há uma descrição das classificações no Wiki². Acho que a cena pode ser tanto observada como estupro (não explicito), situações sexuais complexas/de forte impacto, Violência de forte impacto. Agora, como fazer valer a classificação valer é foda. O Crunchyroll q precisa pegar esse pepino e tentar medidas.

    ¹ https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_cognitiva#Operat%C3%B3rio_formal
    ² https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_Classifica%C3%A7%C3%A3o_Indicativa_Brasileiro

    Sobre o segundo, já previsto a abordagem de temas da sexualidade na educação básica por meio dos Temas Transversais. Porém, existe um moralismo na sociedade que acredita que caso falemos sobre tais temas na aula o aluno vai automaticamente sair por aí praticando, ou, outra denuncia comum, se a gente nunca falar sobre esses temas com os adolescentes eles não serão contaminados com essas ideias vis. Sobre o primeiro moralismo, não quero nem falar nada (é o cumulo da batata). Sobre o segundo moralismo, “Pais! seu filho está vendo situações de estupro no desenho animado sem nenhum profissional da educação por perto para justamente abordar o assunto de forma correta, sem romantização ou naturalização”. Para evitar aqui ler umas doideiras, antecipo que aulas sobre sexualidade NÃO É aula sobre sexo. Segundo, existe um profissional que sabe quais temas são adequados para se trabalhar em cada idade. O ensino é um processo contínuo e ele vai se dar durante todos os anos de educação. Igual quando a gente vê sobre Leis de Newton no fundamental: O professor vai só trazer os princípios e não vai deduzir as formulas trazendo integral do cateto do caralho, coisa que o Newton fez quando defendeu sua teoria no passado.

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  52. só falou merda, mais pra frente até tem uma mulher que estupra o globin slayer pra curar ele.

    o que mais tem em globin slayer é cena gore, se não gostou, não veja, pq vai ter muito mais cena assim na serie.

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  53. desnecessário é subjetivo, mas como o blog é seu…

    só achei estranho você focar tanto na erotização da cena porque de H aquilo não teve nada.
    talvez essa seja também sua subjetividade falando, mas do jeito que você colocou parece que o intuito era excitar, o que não é verdade.

    e nós dois sabemos que a censura no Japão pega pesado com violência. por isso não foi mostrado o garoto sendo esquartejado, e não porque quebraria a “fantasia masculina”.
    até porque na própria série que você mencionou, Tokyo Ghoul, o protagonista é o que mais se * na primeira arca.
    sem falar que, de acordo com a história, não existe goblin fêmea. por isso estupram, para se reproduzir. além de serem vis, é claro. pra eles um homem não tem valor.

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  54. eu nao cheguei a assistir so pela capa. personagem que aparece fodao demais ja dava para ver se seria algo exagerado e derrepente vejo um youtuber com a capa do video mostrando o que parecia uma cena de estupro mas escrito censurado na frente e entao ja imaginei que teria esse tipo de coisa no anime e nessa hora eu desisti de ate cogitar ve-lo . concorco com o que voce disse esse anime é um lixo que da nojo, depois aparece na globo que os animes sao machistas e colocam senas de estupro de uma forma que faz parecer legal e tudo isso é culpa de um anime lixo !!!!

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  55. Enquanto vocês ficam problematizando desenho animado, tem mulheres de verdade sendo estupradas, e o estuprador doente nunca viu um anime na vida. Japonês me parece mais bem resolvido, sem essa hipocrisia chata do brasileiro. Enquanto ficar só no fetiche com estupro numa porcaria de desenho animado, sem encher o saco de ninguém, pra mim tá ótimo. Do jeito como a geração mimizenta coloca as coisas hoje em dia parece que assistiu uma vez, virou estuprador. Vamos acabar nos tornando a sociedade do Shimoneta. O pior é que a galera tá CANSADA de saber como as coisas funcionam no Japão, babam um ovo do caralho e depois vem encher o saco com mimimi. É ruim? Não assiste.

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  56. Guilherme, você fez bons e válidos apontamentos. Elevam a discussão.
    Mas eu discordo quando você escreve que o post da autora trata sobre o acesso de um adolescente ou criança ao conteúdo – que é um bom conteúdo para debate.

    Este não é o tema do post. Ela não critica o fácil acesso a conteúdos restrito para maiores. Critica o conteúdo em si e seu público, sem ter conhecimento do que está criticando. Veja bem:

    “Agora que apresentei o conceito do Shonen Adultão, chegamos à esperada estreia da temporada de Outono 2018: Goblin Slayer. O polêmico anime que incomodou todo mundo fora do nicho adolescente punheteiro.” – Aqui, ela desmerece o público do anime: é impossível você gostar da obra, a não ser que você seja um adolescente punheteiro, ou de corpo, ou de mente.

    “O público do Shonen Adultão é o tipo de jovem que quer violência e sangue, mas não algo que ele possa ser a vítima (imagina colocar num shonen adultão um adolescente sendo fatiado ou estuprado, que horror!). A vítima de um estupro desnecessário e excessivamente gráfico tem que ser uma mulher.” – Informação tirada, literalmente, do labirinto mental da autora. Pergunto-me que outras obras ela enquadra como “Shonen Adultão”. Levando em conta as similaridades, será que Berserk entra nessa categoria lendária? Caso positivo, não preciso nem lembrar o que acontece com Gatts, Griffith e o resto do Bando do Falcão.
    Eu nunca vi alguém renegar um anime por “não querer se colocar no lugar da vítima”.

    Ela encerra o texto afirmando não saber como encerrar, mas termina com afirmações vagas, censura e disputa por gosto:

    “Goblin Slayer é um lixo.” – Opinião.
    “Tem que acabar com o jovem consumidor de Shonen Adultão.” – Não sei nem como definir isso. Entendo que ela tomou o meme do pessoal do Choque de Cultura como base, mas pelo amor de Jeová.
    “Uma série pode ser adulta sem precisar de sangue e estupro.” – Sim, pode. Mas sangue e estupro fazem parte deste universo. Do mesmo jeito que sangue e estupro fazem parte dos universos de Game of Thrones, Oz, House of Cards, Irreversível, Sozinho Contra Todos, Westworld.

    O nome disso é bolha de realidade. A autora se trancafia nos blogs e contas de twitter que segue e, na concepção de realidade dela, apenas estas opiniões existem. As demais ou são inexpressivas ou são inválidas (opiniões de crianças ou adolescentes).

    Veja bem, eu odeio quase toda a filmografia do Gaspar Noé. Pra mim não faz sentido uma cena de 10 minutos de estupro e, sinceramente, é uma cena que serve de material pra doente mental se masturbar sim. Passei muito tempo dizendo que é um filme desnecessário e que somente idiotas gostam dele.
    Foi esta postagem que me fez abrir os olhos e ver que eu estava errado.

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  57. Goblin Slayer, não é adaptado do Mangá, e sim da Light Novel, e não é um lixo, é pesado e poucos conseguem assistir, apressar disso, passa algo, “nunca deve substimar, ou julgar o livro pela capa”.

    Os Humanos nesse mundo da série substima e julga os Goblins como monstro fracos e fácies de lidar, porém o Goblin Slayer prova ao contrário, mostra que eles são Astutos e Aprendem rápidos, além de serem ignorantes ao Humanos e outros monstros, destruí as vilas e fazem bagunça e sequestram.

    E não foram duas estrupada, e foi uma, a outra foi morta com infeção na ferida causada pela faca com estrume dos Goblins e era tarde demais, a outra também achei errado que fizeram na cena (seria ter sido melhor mostrado o rosto da sacerdotisa ou teto da caverna), sobre a morte do homem, não seria agradável de ver, qualquer um seja homem ou mulher fraco(a), passaria mal.

    Bem, sua é sua.

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  58. Não defendo ou apoio, sou só um leitor, que tava esperando pelo anime entusiasmado…!

    e olhem o vídeo do marco de Intoxanime, eu no vejo seus vídeos mas teve bom argumento e falou sobre que todos ignoram e não fazem nada, se você gosta de “Game of Thornes ou GOT” reclame de estrupo lá ou do passado nas WW1 e WW2 e na guerra entre China-Japão, e não venha com isso de “É Passado ou Já acabou essa Guerras, ou algo não nasci nesse tempo, ou Algo: Passado não importa”, e muitos Animes são adaptados da Novel; Light Novel, e a própria a LN de GS é Seinen.

    Olhem o vídeo dele: https://youtu.be/-m0BbBc_pOA

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  59. não defendo esse tipo de coisa, mas pra que se matarem por algo assim?

    Briguem e se matem, pelas vítimas da realidade que sofrem e ficam traumadizada(o), não venham me ofender, mas o que têm importância é a realidade e onde vivemos o planeta terra, ser todo esse ódio fosse focados em ajudar as pessoas quem sofrem com isso, seria humanitário, Bem DIZENDO novamente EU NÃO DEFENDO ESSE TIPO DE COISA, E EU TAVA ESPERANDO POR GS, LI O MANGÁ E FIQUEI MUITO PUTO POR OS EVENTOS E PELAS CENAS DAR REPULSÃO, E POR QUÊ JULGA TODOS OS HOMEM POR COISAS, QUE OUTROS FAZEM? não venham me encher o saco!

    e Esse site bloqueia delete de comentários…. é de propósito isso.

    e denovo não venham encher meu saco, e AJUDEM AS VÍTIMAS REAIS (DA REALIDADE) QUE SOFREM COM ISSO E FICAM OU FICARAM COM SECULAS DO TRAUMA OCORRIDO NA HORA QUE SOFRERAM OS ABSURSOS, CADÊ AS PESSOAS NESTE TIPO DE SITUAÇÃO PRA AJUDAREM E DAR APOIOS? e denovo não defendo nada.

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  60. São materiais e comentários como estes que evidenciam a degeneração moral na qual estamos vivendo.
    Já está provada a associação da pornografia com a violência, daí existirem obras com o estupro envolvido em tais mídias e tantas justificativas pela liberdade da arte…..mas AINDA SOMOS HUMANOS.

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  61. A Discussão ate é interessante, mas o texto é tãaao pobre, tão pobre em argumentos, que ate desestimula o contra argumento. Lembro do caso de algum tempo atras que outra garota fez um textao sobre as cenas de estupro em Berserk, e levou uma surra nos comentários.

    Como diabos em UM episodio a autora do texto pode fazer todas essas afirmações? Eu ja peguei spoilers da historia, e fiquei sabendo por exemplo, que os Goblins geram filhos com humanas. Isso ja quebra a pergunta dela de pq o garoto tambem nao foi estuprado. Pq nao ha interesse algum! (Reparem como essa parece ser uma questão fundamental pra ela durante todo o texto, se fosse o homem o estuprado, geraria todo esse burburinho? O Problema é o estupro “gratuito” ou o gênero da vitima?) Infelizmente as mulheres são as maiores vitimas dessas ações, é isso que a historia nos conta. Em todas as obras que eu ja vi, o estupro sofrido por um homem cometido por outro homem é muito mais ligado a humilhação, o autor do crime quer que a vitima se sinta humilhada. Com mullheres, alem da natural humilhação decorrentes de um trauma desses, existe o doentio prazer que o criminoso sente. Por isso as expressões dos Goblins.

    E o outro ponto principal da autora do texto, a preocupação com a punheta allheia. Como ja falaram, o anime tem classificação etária. Se algum adulto assiste uma cena de estupro e sente prazer, ai o problema é outro, bem mais grave, e com a pessoa, não com a obra. Não importa a pose ou as expressões das pessoas da cena, se vc vê que é um estupro acha repulsivo. Simples! Entendo que adolescentes de 13 anos que amam animes podem sim se sentir atraídos, ate pq nessa fase tudo é motivo pra excitação, mas… nao deveriam estar vendo uma obra assim, visto que a classificação etaria ja os proibi.

    MUITO dificil fazer uma comparação com as cenas de estupro com a serie “Assédio” ou a premiada The Handmaid Tale, onde o estupro faz parte de um ritual macabro. Bem diferente dos tempos bestiais em que o anime se passa, em que GOT se passa, em que Vikings se passa.

    Uma pena que esse sistema de comentarios arcaicos impossibilitem um melhor dialogo com as pessoas que realmente tem bons argumentos, pq como falei, o tema é interessante. Queria ouvir mais da autora pra nao ficar com essa impressão de que é uma feminista nutella.

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  62. Quando um esquerdista chora pela existência desse anime, mais gosto dele. Continuem fazendo propaganda dessa maravilhosa arte.

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  63. Me explique a relação entre pessoas que não gostaram do anime, e pessoas alinhadas à esquerda no espectro político, por favor.

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  64. Na verdade Goblin Slayer é bom justamente porque faz chorar até as pelancas de gente tipo você. Espero que tenha mais de cem episódios, só pra ver babaca chorar.
    E não sou punheteiro, tenho uma vida sexual até bem satisfatória, mas se fosse, bem, era melhor do que dar o rabo.

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  65. Acho engraçado que essa galera medíocre fala em se preocupar com as vítimas reais se esquecendo que cenas como essas normalizam o ato e fazem surgir vítimas reais, então sim estamos mais preocupados com as vítimas reais do que vcs adolescentes revolts que fala JSW por ser medíocre e ama uma cena de estupro pq é um bosta.
    E essa de dar divulgação para série não bate pq eu sabia dela muito antes justamente por um amigo otakão punheteiro que ama esse tipo de coisa, aliás o light novel já tinha virado idolatrada por essa galera, vocês já sabiam dela ngm está divulgando algo novo pq fora da bolha dos adolescentes revolts todo mundo acha esse tipo de coisa uma merda.
    Se falou que não é punheteiro nas interwebs então é verdade haha sai punheteiro mentiroso.

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  66. Engraçado, sempre quem defende essas cenas é a mesma galera parece a milícia tetuda da Terra da Punheta, sempre a mesma galera nivelada por baixo defendendo as mesmas merdas e quando vê que a galera foda da bolha deles considera o que ele estão defendendo uma merda, eles começam a usar coisas como SJW e Normies para tentar criar na cabeça deles um lugar no mundo onde são queridos e sua opiniões são relevantes.

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  67. Então nem continue assistindo, por que só piora.
    Olha que o anime foi leve se comparado com o mangá.

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  68. Lixo é esse seu textão inutil que não implica nada, julga um anime por uma maldita cena de estuprio que são raras no mangá e não demonstra sentido algum. O autor é um ignorante que não sabe ler e interpretar nada.

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  69. Esse texto mostra que você não leu o mangá nem e nem sabe julgar uma obra. Essa é uma maldita cena de ficção que foi utilizada pra estabelecer a natureza dos goblins. Cenas de estupro sçao raras no mangá, e você está julgando a obra inteira por causa disso. Se é fetishizada isso é SUA visão, não foi a ideia e nem a mensagem do atuor da obra. Você é um ignorante que não sabe interpretar a ideia da obra E que não se importa em ler o mangá. Vai se preocupar com estupro real ao invés de escrever lixo na internet.

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  70. A argumentação de que a cena em questão acarreta na normalização e na sugestão de estupro em vida real é vazia, tola e ultrapassada.
    É exatamente a mesma argumentação utilizada por bancadas evangélicas e corporativistas quando criticam os jogos virtuais, dizendo que geram a dessensibilização do público e, por consequência, na indiferença ou no próprio desejo de praticar atos violentos.

    Eu jogo GTA desde criança. Quantos carros eu já roubei, quantas pessoas eu já assassinei? 0.
    Joguei Jet Set Radio. Quantos grafitis e pichações eu fiz na minha vida? 0.
    Assistia a filmes do 007. Sou um espião americano? Não.
    Ouço uma música chamada “A Vulgar Picture”, da banda “Black Dahlia Murder” a música trata sobre necrofilia. Quantos cadáveres eu já violei? 0.
    Ouço “Dig Up Her Bones”, do Misfits. Quantos túmulos eu violei? 0.
    Ouço Rotting Christ. Quantos pentagramas e rituais satânicos eu fiz? 0.

    E então, qual é a solução que sugerem a autora e os comentaristas que a apoiam?
    Deve-se banir ou destruir todo o material de entretenimento, seja ele crítico ou cômico, documental ou ficcional, que não concordamos?

    Levantem a lista do que vocês consideram imoral, por favor. Quero ver se nos aproximaremos da obra Fahrenheit 451, de Ray Bradbury.

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  71. “Eu jogo GTA desde criança. Quantos carros eu já roubei, quantas pessoas eu já assassinei?”

    Se considerar que você não sai do quarto, mora com os pais e é virgem, claro que é 0.

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  72. @Purgante
    Falou o frequentador de blog sobre animes que argumenta na base da projeção.
    Fantástico.

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  73. Ooo meu Deeeeuuss, ms que geração pão com leite, ave maria. Agr fudeu mesmo, vai todo mundo virar estuprador só pq viu aquela cena, hm hm… não gostou não assiste, deixa de vitimismo

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  74. Se glamorizam o assassinato em diversas obras, por que não podem glamorizar o estupro, sendo que o primeiro é um crime muito mais terrível que o segundo?

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  75. Julga o anime inteiro só por causa daquela cena, chama um anime BOM de lixo sem necessidade nenhuma. Sou mulher, assisti aquela cena e não to nem ai, se influenciou nuttela ou não influenciou foda-se, o anime é bom e ponto

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  76. Muito bem Maroca vc conseguiu 100 comentários, como combinado, satisfeita(o)?
    eu ia pôr mais lenha na fogueira mas já tem ums dois posts a frente desse então deixa pra depois.
    E não esqueça o dinheiro do meu lanche viu?

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  77. Apo como sempre me decepcionando. Primeiro a bullshit do “callarts” e agora isso?

    Deixa eu repetir, tu pode gostar da cena, mas precisa tirar razão de quem se incomodou? Não tinha como a cena ser eficaz sem ser isultante? Bora trazer a discussão a tona, né?

    Se fosse algo que te atingisse pessoalmente tipo esteriotipar tua raça, crença ou nacionalidade, acharia maneiro reclamarem que é “mimimi” teu?

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  78. Tá todo mundo vendo essa molecada defendendo essa bosta e chamando de “arte”, mas que provavelmente deve ter achado o Queermuseu uma imoralidade lulopetista pabblovittariana sem tamanho.

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  79. Muito auê por uma LN genérica e modinha.
    Goblin Slayer vai ser que nem o Gangnam Style ou o Restart, vão hypar enquanto podem, daqui a três meses o pessoal vai esquecer que existe.

    Quando tem muita gente defendendo o bagulho, pode apostar. É bosta, precisa ficar forçando o fator edgy o tempo todo pra permanecer relevante e a única coisa boa é que isso não é aqueles isekai que se resumem a historinha boba de harém de elfa.

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  80. O texto da mara é um bom texto.
    Eu não concordo com esse texto ( e com ela) no que tange o goblin slayer, mas é uma boa reflexão pra se debater sobre o estupro, histórias de ficção, histórias da realidade, faixa etária, corpo feminino, machismo, etc, etc, etc.

    Agora, o Muro de Berlim da Hipocrisia de um monte de “comentaristas” aí de cima, não cai nem com C4 amarrado na bunda né?

    Tsc, tsc, tsc… Puta que pariu…

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  81. O pessoal bem não sabe que a motivação do autor é ganhar visualização. Não se tem muito a comentar, não gosta, não veja, é simples, existem leis e legislações para prevenir problemas. Só digo uma coisa, não é ver um anime que vai fazer a pessoa agir de forma errada, mas sim só se a pessoa já tiver problema na cabeça, coisa que se faz necessário um psicólogo ou psicanalista, e pessoas normais não devem ser punidas por isso, o que vocês querem fazer não diferem muito dos europeus querendo impedir a chegada de refugiados por causa de possíveis terroristas infiltrados. É só para reflexão, falou.

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  82. Olá Boa Tarde. Bem vamos lá:
    Quando se cria uma história ou mesmo algo para se fazer num anime, tem todo um contexto para se fazer diante daquele mundo ou mesmo das ocasiões que irão surgir. Uma delas é o caos ou mesmo das pessoas serem “vítimas” de monstros ou algo do tipo. E com isso de acordo com a maioria das histórias, monstros em geral são irracionais e não pensam de uma forma que possam dividir crianças, mulheres ou mesmo homens entre si, e sim que querem mais tacar o terror e ir sempre destruindo tudo que virem. Agora no caso de mostrar somente a cena de estupro e não dos homens ai sim achei meio sacana da parte deles, mas não impede do anime ter essas partes de violência ou mesmo já que o autor quis, que tivesse cenas deste tipo.

    Não estou afirmando e nunca disse que estupro é certo ou coisa parecida, só que neste mundo fantasioso os monstros não tem dissertamento do que é certo ou mesmo dividir mulher de homens, que se for jogar pela lógica é ÓBVIO que é errado, porém numa história fictícia onde monstros só querem destruir todos, deveria por momento ter cenas dos homens tbm serem mutilados e mostrar toda a violência, e não focar somente em um gênero somente.

    Não Assisti ao anime (ou vi a cena ainda), somente vi o que o autor(a) disse.

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  83. Bom, eu não diria que Goblin Slayer é um luxo, e acredito que isso não foi usado para transformar o estupro em um fetiche, pois alguém aqui é capaz de bater uma com aquela cena?!

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  84. Mas é minha opiniões em galera, e bom, eu errei a palavra em vez de “luxo” é *lixo*

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  85. isso aí é bem fácil de resolver:
    Não gostou? não assiste.
    …geração td tem q ter mimimi

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  86. pelo que entendi vc queria que o homem fosse estrupado também ‘.’ pois bem vou te responder por que ele não foi! ele não foi por que 1 os goblins não são viados 2 os goblins não gostam de homem eles gostam só de fatiar homens 3 as mulheres foram estrupada por que os goblins são uma misera disgraçada que merece os piores títulos de coisa. e você falo de punheta com uma clara relação que os punheteiros são um escoria pois eu digo que não eu duvido que você nunca bateu uma como qualquer um que critica o ato não fez. por que sites adultos fazem sucesso? por que todo mundo consome em uma certa parte da vida..
    então não critique um filme ótimo desse não ta ele e excelente apesar do que você fala ele e bom..

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