Archive | março, 2017

Quanto você acha que vai custar o Akira da JBC?

20 mar

Foram anos de enrolação até a Kodansha permitir que a JBC publicasse o Ghost in the Shell, e o resultado é que o negócio está evaporando das livrarias e lojas especializadas mesmo com o preço alto. Falando em valor elevado, a JBC tem tomado de assalto (sem trocadilho) as livrarias com lançamentos na faixa de 65 reais, como foi o caso do artbook de Lost Canvas e do kanzenban dos Cavs (por sorte o preço é justificado pelo Hot Stamp).

E hoje a JBC anunciou que o databook da Vigilante do Amanhã (lançado como caça-níquel para o novo filme) virá com 160 páginas coloridas e custando 79 reais (uau). Agora que viu que se compra coisa cara nesse mercado que não para de dar certo, abriu-se a porteira dos lançamentos que necessitam de empréstimo no banco.

Bem, um outro mangá que promete vir com um preço alto é o Akira, que foi anunciado anos atrás junto de Ghost in the Shell. A JBC tem feito uma edição minuciosa com aprovação cheia de critérios dos donos dos direitos, e até agora apenas sabemos que o formato será grande parecido com aquele formato americano que vemos em algumas livrarias.

Considerando que Akira será maior que Ghost in the Shell, tanto em dimensões quanto em volumes, qual será o preço da edição brasileira de Akira? Imagino que seja mais que o valor do Ghost in the Shell. Como gosto de colocar fogo no parquinho, decidi criar uma nova seção no Mais de Oito Mil para debates econômicos.

A proposta é simples: quanto vocês acham que vai custar o Akira da JBC? É só colocar a suposição do valor aí nos comentários e torcer para acertar.  E já vou começar dando o meu chute de valor. Euzinha arrisco dizer que Akira vai custar R$99,90. Ao vencedor do bolão… bem, não vai ter prêmio algum, mas tem coisa melhor do que poder falar “eu sabia!”?.

Presidente da Toei diz que seus filhos não curtem Cavaleiros (e a Rede Brasil não mostrou isso)

15 mar

Além de exibir animes dois animes dos anos 80 como se fosse algo muito importante, a Rede Brasil também tem feito periodicamente uma grande ode otaka aos animes em um dos principais horários da casa, o Em Revista. Nesse programa enfeitado com fotos do portfólio do apresentador Evê Sobral, eles sempre reúnem a nata das celebridades otacas do Burajiru e representantes de sites. Ontem, por exemplo, tinha Cassius Medauar, Marcelo Del Greco, o dono do Site dos Cavs e muitos outros aproveitando a boca livre feita por permuta (você pode relembrar a primeira festa clicando aqui).

Um dos convidados da noite, no entanto, chamou a atenção: nada menos que Endo Masayuki, o presidente da Toei Animation! Em vez de aproveitarem para pedir o impeachment do homem devido aos crimes de responsabilidade que atendem pelo nome de Dragon Ball Super e Digimon Tri, todo mundo ficou é tietando o homem. E foi numa pergunta feita a ele que aconteceu um pequeno mico.

Evê Sobral perguntou a Masayuki se a família preferia Dragon Ball ou Cavaleiros do Zodíaco. O presidente respondeu que é casado e tem dois filhos, e que os dois gostam das animações da Toei. Quanto à preferência, eis a resposta:

Até aí tudo bem, né? É esperado que o presidente da Toei ao ser perguntado sobre qual anime da empresa os filhos mais curtem ficaria tão em cima do muro quanto os jornalistas brasileiros no caso do plágio do IGN Brasil. Só que, na verdade, ELE NÃO FALOU ISSO QUE APARECEU NA LEGENDA.

Por intervenção de Kami-Sama, Masayuki estava respondendo à entrevista em INGLÊS, então meus anos de CNA me ajudaram a ver que ele falou ISSO:

Não se sabe se foi um erro de tradução básico da Rede Brasil ou se eles deram uma amenizada para valorizar o carro-chefe da emissora, mas vocês podem ver o vídeo aqui (é aos 8 minutos). É um fato engraçado e mostra que a série não tem apelo mesmo na Grande Nação Japonesa, sendo produzido ainda só para agradar o mercado internacional.

Viz Media pede um tempo para PlayTV, mas emissora já tem outro amante

13 mar

A situação dos animes na televisão brasileira está tão boa quanto a cola dos mangás mais caros da Panini. Depois da Rede Brasil anunciar uma reprise de Cavs e Dragon Ball Z “para se manter a tradição“, agora temos a notícia de que Naruto Shippuden e Bleach estão se despedindo da programação da PlayTV. IKIMASU ver a notícia que o site Infoanimation deu:

A informação mais surpreendente para a maioria de vocês é que Naruto Shippuden e Bleach estavam em exibição no Burajiru, afinal ninguém sabe da exibição desses animes e muito menos da existência da PlayTV (fora o pessoal que ainda deve achar que se trata um canal UHF que ocupa a frequência do Canal 21 de São Paulo). Mas essa história está muito mal contada, como assim o canal quer exibir mais coisa mas vai tirar do ar?

Pior que essa história é verdade. Segundo um site que não tem a dignidade de ter seu nome citado aqui no Mais de Oito Mil, a Viz Media está passando o licenciamento de suas séries na América Latina para outra empresa cuidar, então os contratos estão mais demorados que os habitual mesmo.

Bem, se a Viz gosta de perder dinheiro e dispensar um relacionamento que durou tantos anos, pelo menos a PlayTV já está em outra: anunciou que não vai desistir dos animes e até que logo estreia uma nova temporada de Yu-Gi-Oh!. É como diz aquele música clássica do Wesley Safadão: “Sabe aquele gelo que você me deu, Viz Media? Eu tô tomando ele na balada com o Yugi e o Kaiba.”

Por onde andam os anúncios da JBC? Um beijo, anúncios da JBC!

11 mar

Quem acompanha grupos de otakus em redes sociais está acostumado a boataria sem fundamentos espalhada por perfis com fotinhos de personagens de anime, e um dos papos que a gente mais escuta é que a JBC está falindo. O motivo para as pessoas imaginarem isso é bem simples, pois nos últimos meses a editora mudou a periodicidade de seus títulos e reduziu drasticamente a quantidade de coisa que tem colocado nas bancas. Claro que isso não quer dizer nada, mas temos observado que uma coisa está bem feia na JBC: a perspectiva de novos títulos.

Ontem, completamente de surpresa, Cassius Medauar surgiu no Henshin Online para falar de algo que não era a indefinição de Akira e Inuyasha: uma NOVIDADE JBC. Seria um anúncio de novo título? Uma nova republicação? Um CD Book de Cavaleiros dublado por Marcelo Del Greco? Infelizmente, o anúncio era só um databook de Ghost in the Shell feito pela Grande Nação Japonesa para aproveitar o hype do filme.

Vamos ser bem sinceros: quem se importa com databooks no Burajiru? A gente compra pra botar na estante e não ler. O texto pode estar em sânscrito que ninguém vai notar. E a decepção que foi esse anúncio fez surgir uma pergunta em mim: quando foi a última vez que a JBC anunciou algo? Fiz esse mega-elaborado infográfico com TODOS os anúncios da JBC de março de 2017 até abril do ano passado:

Percebam que, tirando republicações e material caça-níquel, o último mangá mesmo foi Blame cinco meses atrás. E antes dele foi My Hero Academia nada menos que seis meses antes. Em todo evento, a JBC sempre avisa que vai primeiro lançar os títulos que prometeu e ainda não lançou. O problema é que os anúncios feitos além de terem quase um ano de idade já não são exatamente os títulos maaaais empolgantes (quem aí tá vibrando por Sakura Wars e Samurai 7?).

Claro que ninguém aqui espera algo parecido com a Panini, que anuncia um mangá AAA da Shonen Jump cada vez que Beth Kodama dá um abraço em seus gatos (eu até já critiquei isso um tempo atrás), mas a JBC está num ponto não muito legal para quem espera novos mangás.

Fãs de Tokusatsu são zoados pela Globo em horário nobre

8 mar

Ontem toda a otakada da rede social Twitter estava compenetrada no começo da nova temporada do #ChefSensei (hashtag criada pelos otacos que querem ver o arrastadíssimo MasterChef e arranjaram uma desculpa irônica para acompanhar o programa sem julgamento), mesmo com a Globo exibindo algo que é do apreço do público: a eliminação do jornalista de games Pedro do Big Brother Brasil. Humilhada e perdendo audiência para a Band, a Globo arquitetou um plano diabólico para zoar toda a galera otaca através de uma esquete do programa humorístico Tá no Ar.

A tal esquete era uma simulação de tokusatsu feita com o único intuito de fazer chacota da gloriosa arte de se fazer seriados Super Sentai. A Globo aproveitou que no passado não teve nenhum Super Sentai para chamar de seu e ainda amargou baixa audiência com o tokustasu brasileiro Bambuluá para destilar seu rancos exibindo um vídeo repleto de rancor e inveja desses grandes programas japoneses.

Os tokukus (os otakus de tokusatsu), que naturalmente já são pessoas de idade avançada que acreditam na possível exibição de séries infantis japonesas em horário nobre e legendadas na Globo, com certeza vibraram achando que era uma homenagem, mas deu para ver que a Globo usou características falsas para humilhar o gênero da Grande Nação Japonesa.

Por exemplo, quem disse que seriados de tokusatsu trazem personagens adultos com cabelo cafona fingindo serem mais novos do que são?

Ou então que seriados tokusatsu trazem fantasias ridículas, como foi o caso de Andrea Beltrão vestida de barata com tentáculos?

E quem disse que tokusatus trazem elementos como prédios de papelão que soltam gelo seco quando destruídos…

…frases de efeito piegas

efeitos especiais ruins

…ou mesmo o roteiro simplori…ok, a Globo realmente pegou todas as características de um tokusatsu, retiro o que eu disse.

Vocês podem ver o vídeo aqui no site do Tá no Ar.

JBC facilita acesso a mangá tirando ele das bancas

7 mar

A crise está pegando todo mundo, né minna, e cada editora vai arranjando formas de economia. A Alto Astral, por exemplo, economiza papel cortando capítulos dos mangás dela que ela julgou não tão bons assim. Mas a crise também afeta empresas maiores, e a JBC soltou um comunicado hoje que corrige certas decisões estratégicas da empresa.

O comunicado foi enviado a toda a Imprensa Especializada (pff)… quer dizer, eu não recebi nada, por isso vou roubar o texto do comunicado lá do Biblioteca Brasileira de Mangás. IKIMASU ler o que eles mandaram:

Segundo a JBC, o mangá deixará de ser distribuído para as bancas e ficará apenas nas livrarias e lojas especializadas igual Blame (que é do mesmo autor). Até aí normal, provavelmente eles devem ter percebido que o público do mangá estava na livraria, e por isso acharam melhor corrigir a rota originalmente traçada. Isso acontece com qualquer editora.

Só não entendi o texto que a JBC mandou para nós jornalistas da Imprensa Especializada (pff): como assim essa mudança vai facilitar os leitores encontrarem os volumes do mangá? Porque assim, dei uma busca por “Sidonia” em duas redes de livrarias e encontrei todos os volumes à venda, então as livrarias e lojas especializadas já estavam recebendo o produto antes da mudança. Você corta uma opção de compra (a banca) e diz no release que isso vai facilitar a vida do leitor? Então tá, né.

De qualquer forma, boa sorte à JBC na empreitada. Realmente não é todo mangá que funciona na banca e as livrarias são uma boa alternativa de compra.

Grupo extremista Anti-Digimon Adventure ataca sites de Digimon (HAHAHAHA)

6 mar

O mundo atual vem sendo devastado por extremismos, e convivemos com situações que fazem o livro do Apocalipse parecer a filial do Beto Carrero World. Por sorte temos o nosso mundo virtual, que é um local muito seguro de se ficar se você não ler a parte dos comentários dos portais de notícia. Quer dizer, ERA. Pois agora o mundo virtual vem sendo atacado por um grupo extremista conservador.

Segundo a notícia do site Geração Digimon (que produz bom conteúdo nas redes sociais, principalmente porque não fica tentando pisar em outros animes), um grupo extremista vem atacando grupos de Digimon na rede social Facebook.

Seria uma facção do Anonymous? Pessoas com barbas e inspiradas na ditadura de Ash na Fanfic Distópica? Não, esse grupo conservador se declarou contra a primeira temporada de Digimon, mais especificamente contra as pessoas que curtem essa temporada. IKIMASU ver imagens?

DEIXA EU VER SE A OTAKA AQUI ENTENDEU! O grupelho extremista está revoltado porque há um grupo maior de pessoas que curte a primeira temporada que as demais, afinal os fãs verdadeiros de Digimon precisam curtir até a temporada dos aplicativos?

Mas beleza, sabemos que esse grupo está causando o caos no mundo virtual e incomodando fãs de Digimon, mas qual o modus operandi? Imagino que um grupo articulado como esse tenha feito cursinho com Gennai e aprendeu a fazer maldades nas páginas de Facebook, com ofensas pesadas e a utilização de perfis falsos. Não é?

CLARO QUE NÃO!!! Eles logam com os perfis deles mesmos e usam uma retórica digna da quinta-série do ensino fundamental. É FOGO NO PARQUINHO, GENTE! CUIDADO COM O GRUPO EXTREMISTA ANTI-DIGIMON ADVENTURE!!!!

(Dica do leitor Everton)

Análise da 4ª parte de Digimon Tri (um pouco tri-atrasada)

5 mar

#Tri 14

O episódio começa com um flashback de dois digiescolhidos de muito tempo atrás enfrentando os vilões da primeira temporada. A única pista que temos de que se trata de muito tempo atrás é o filtro sépia do Windows Movie Maker e os diálogos que aparecem escritos depois como nos filmes mudos:

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Os Digiescolhidos estão de volta ao Digimundo após o reboot dado na terceira parte dos OVAs, então os Digimons não fazem ideia de quem são aquelas pessoas. Isso é um prato cheio para os roteiristas que amam um drama gratuito e situações resolvidas da forma mais demorada e ineficaz possível:

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Claro que nem tudo deu certo, porque a Digimon da Sora misteriosamente ganhou uma personalidade antipática depois do reboot, algo meio parecido com todo o elenco de Sailor Moon no remake da Toei:

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Após longas cenas de nostalgia com cada um dos Digiescolhidos passando um tempinho com seus amigos do passado (e que perderam a memória numa reviravolta absurda de roteiro), alguns arbustos em baixa definição começam a se mexer. Atrás do mato estava o causador de toda essa intriga, Meucumon:

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O grande causador do mal estava diante deles, chorando e procurando por sua amiga Mei. Os digiescolhidos então fizeram a coisa mais sensata possível: deixaram o bicho escapar, não foram atrás e passaram mais tempo tendo cenas nostálgicas para os fãs:

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E depois do nada todo mundo digivolveu. Bem isso mesmo, do nada.

#Tri 15

Assim como adolescentes que viram Meninas Malvadas e acham que aquilo é um comportamento aceitável depois de amadurecer, a Piyomon continua um pé-no-saco e ignorando Sora:

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Bem longe da felicidade plena dos digiescolhidos, Meucumon está sentado num bondinho chorando em posição fetal com saudade de Mei. Confesso que me identifiquei, principalmente pela vontade de chorar em transporte público:

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Enfia mais drama que cabe mais! Cansada de ser maltratada por Piyomon, temos a já esperada cena com os personagens sentados de costas para economizar em animação:

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Enquanto isso, no mundo real, o estagiário da Organização Secreta vai até a sala de sua chefe e começa a descobrir coisas bombásticas no computador dela:

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Falando em coisas bombásticas, no meio da reunião nostálgica mais uma pessoa do passado reaparece sem qualquer explicação: o vilão Mugendramon gritando palavras de ordem.

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E para quem não entendeu o flashback em sépia pouco sutil do episódio 14, a Toei DESENHOU para entendermos que a chefa da Organização Secreta era uma digiescolhida e está envolvida na trama do reboot:

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Depois do ataque do Mugendramon, todos os Digiescolhidos foram espalhados pelo Digimundo sem qualquer expliação, apenas para que enrolassem um pouco mais até a batalha decisiva no episódio 17. E adivinhem quem também foi ao Digimundo:

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A PERSONAGEM INÉDITA E CHATA-PRA-CARALHO

#Tri 16

O assistonto da Chefa da Organização Secreta recebe a visita de um Digimon que, para compensar o roteiro sem sentido, surge explicando detalhadamente o plano do vilão a respeito do reboot, do maléfico Yggdrasil que surgiu do nada e o que o Meucumon tem a ver com isso:

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Os Digiescolhidos continuam espalhados pelo Digimundo com seus Digimons acompanhados de outras pessoas, e aí acompanhamos todo mundo misteriosamente criando um grande e forte laço de amizade e companheirismo:

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Meucumon, que passou os últimos 3 episódios procurando desesperadamente por Mei, a encontrou finalmente. Isso quer dizer que eles se abraçaram e ficaram felizes, certo? ERRADO! A personalidade passiva-agressiva de Meucumon fez ela ficar putíssima com sua digiamiga:

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Mas o surto psicótico de Meucumon é interrompido por um ataque do Mugendramon e pelo surgimento do Imperador Digimon, que prontamente ataca Sora. Ela pede “não me machuque, Ken” e ele faz uma grande revelação:

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Mas que reviravolta descobrir que o grande vilão da série é o senhorzinho idoso que ajudou eles nas primeiras temporadas, que atendendo ao chamado de Yggdrasil convenceu os moleques a fazerem um reboot no servidor. MAS… QUE… PLANO… IMBECIL! Por sorte os Digiescolhidos conseguiram fugir do ataque de Gennai e Mugendramon, e foram para um local super estável e de fácil fuga:

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CLARO que Gennai achou eles rapidinho e CLARO que num barco eles ficaram à mercê do ataque de um Digimon aquático que eles ressuscitaram com o reboot e que eles haviam derrotado no passado. E CLARO que eles se separaram pra enfrentar esse pessoal, deixando Mei e Meucumon sozinhos no barco.

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#Tri 17

Gennai vai atrás dos Digiescolhidos aproveitando que seus Digimons não conseguem digivolver porque os laços de amizade foram rebootados. Por sorte Joe tentou lidar com o conflito com uma saída diplomática:

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Tai e Matt tentaram defender seus Digimons com seus corpos enquanto estavam na água, e acabaram sendo levados lá pro fundo do mar. Gabumon e Agumon foram salvar eles, e todo mundo pôde fazer um Plot Twist Carpado de digievoluções:

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Gennai então aproveitou que os fãs da série estavam hipnotizados por digievoluções e foi até o barco onde estava Mei e Meucumon para a cena mais perturbadora da série até o momento:

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Parabéns, Toei, uma insinuação de assédio sexual com uma menor de idade era bem o que estava faltando para Digimon. E enquanto isso, onde estavam os outros Digiescolhidos?

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Depois de derrotarem os inimigos, todo mundo está de boa quando…

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E assim terminou mais uma leva de episódios de Digimon Tri. Mas que bosta.

A saga da Fanfic Distópica entra no clímax e a reta final tá decepcionante

2 mar

Muitos colegas de Imprensa Especializada (pff) que apenas traduzem pautas do Anime News Network costumam noticiar bastante sobre mangás que entram no clímax, ou seja, o autor anunciou que o bagulho tá acabando. No entanto, nenhum desses sites noticiou o clímax da única história que realmente importa nessa Internet, que é a saga da publicação da fanfic distópica de Pokémon. Ash vs Red nos divertiu muito no último ano, mas agora o autor decidiu encerrar essa trama de barbas, advogadas rebeldes e muita, mas muita enrolação.

Depois de passar semanas sem qualquer atualização relevante nas páginas, na noite de ontem o fanfiqueiro aproveitou que eu estava distraída com Horizon Zero Dawn para anunciar o fim de sua trama. IKIMASU ver o comunicado:

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DEIXA EU VER SE A OTAKA AQUI ENTENDEU!! Primeiro ele anunciou que tinha os direitos, depois anunciou que estava atrás dos direitos, prometeu versão física pela Saraiva, pela Novo Conceito, desistiu do livro e anunciou jogo, desistiu do jogo e anunciou livro, surgiu do nada com uma advogada rebelde da Pokémon Company que sugeriu que ele lançasse o livro mesmo sem autorização e agora vai distribuir o negócio por email??? ISSO QUE É UMA REVIRAVOLTA DE 360º: ele girou, girou e acabou no ponto inicial da forma como deveria ter começado, lançando o negócio de graça.

Claro que ainda tem umas coisas a se questionar, como o fato de “por que não disponibiliza essa porra para download em vez de fazer coleta de emails?” (se bem que imagina o mailing que ele vai conseguir com isso) ou então “por que tem o logotipo da Saraiva na capa do livro se ela nem sabe desse negócio?“, mas prefiro focar em duas coisas que vi nos comentários:

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Ele assumiu que fez merda com o fandom de Pokémon O_O. E isso só não me choca mais que o próximo print.

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ASH VS RED ABANDONA PUBLICAÇÃO TRADICIONAL E INVESTE NO SELF-SERVICE LITERÁRIO, BAIXE E IMPRIMA VOCÊ MESMO NO CONFORTO DO SEU LAR!!!