Guia “Afinal, o que querem as Otakas?” para arranjar namorada(o) – Parte 1

28 jun chichi-namoro-capa

Nesses dias eu estava na banca de jornal disfarçada com um daqueles óculos com bigode porque queria comprar um livro de colorir antiestresse. Infelizmente um leitor do Mais de Oito Mil me reconheceu e perguntou “Mara, bem que você podia fazer uma matéria no Mais de Oito Mil para ajudar seus leitores virgens a conseguirem uma namorada, né? Não aguento mais pornografia em 2D!”. Fiquei tão sensibilizada pelo drama do leitor que deixei de lado o livro de colorir e corri para a frente do meu computador para ressuscitar a seção Afinal, o que querem as Otakas?.

otakas

Você pode se perguntar quem sou eu para escrever um guia amoroso. Seria eu uma grande especialista no campo do amor após décadas de relacionamentos bem resolvidos? Ou então fiz muitas matérias optativas na faculdade de Psicologia das mais requintadas faculdades paulistanas? Sou uma ótima conselheira para meus amigos e pessoas próximas? A resposta para todas essas perguntas é um sonoro IIE (“não” na língua da cultura mais rica), mas é o que dizem: para ensinar um cachorro, você pelo menos tem que saber um pouco mais que ele. Ou seja, para ensinar um otaku a resolver sua vida amorosa é só eu já ter pelo menos segurado na mão de alguém.

Eu dividi o guia em vários tópicos importantes, e a primeira parte (que é essa matéria) se refere à apresentação virtual. Pois é, ao contrário da Panini e da JBC, você tem que se focar no marketing porque isso é muito importante. Inclusive a forma que você usa seu perfil nas redes sociais diz muito sobre a sua vida amorosa e sexual! Vamos começar com a lição mais importante para você otaku que nem sabe que os órgãos genitais não têm efeito de mosaico na vida real: VAMOS PARAR DE USAR FOTO DE ANIME?

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“Mas Mara, sua blogueira gorda que foi ver aquele flop do filme do DBZ, mas eu gosto de usar essa imagem do Shinji Ikari porque ele representa a minha dor intern…”

Parou, né? Se você usa foto de personagem de anime para representar algum pedaço da sua personalidade, você está se resumindo a complexidade de um ser humano a algumas características estereotipadas. Parece que falei bonito, mas a razão é mais simples: como você quer que a pessoa saiba que você é pegável se ela nem ao menos vê a sua cara? E é aí que chegamos na desculpa favorita dos otakus:

“Mas Mara, eu uso foto de anime porque eu sou feio =(“

Queridinho, feio é você cobrar 40 reais por um mangá. Feio é você lançar coisa em papel transparente. Feio é você encher de exclamações o seu texto!!!! Enfim, a sua rede social (seja ela o Facebook, o Twitter ou o G+) é como se fosse a capa de um mangá. Como você quer que a pessoa tenha interesse em comprar esse mangá e ficar pelada contigo se ela nem ao menos sabe o que se esconde por trás daquele personagem 2D?

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Agora… se você acha que tem muita espinha, um cabelo desgrenhado, aparelho na boca e um olho igual ao do Cerveró, você precisa se lembrar que estamos no século XXI e na época dos smartphones com câmera. Hoje em dia, você pode usar todos os truques do mundo para disfarçar virtualmente suas imperfeições. Tire um monte de foto tua até achar o ângulo e a iluminação que te valorize, que nem esses cosplayers que mendigam likes no Facebook.

Se mesmo assim você ficar feio, ainda tem o último recurso: o Instagram. Essa rede social permite que você use filtros nas suas fotos, e não tem como alguém ficar feio depois de usar um Valência. Duvida?

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Resolvido o problema, pare de usar fotos de anime no perfil. Aliás, vale a pena você investir num Instagram, e olha que nem precisa ficar postando todo dia uma foto no espelho do elevador porque ninguém merece isso, mas poste paisagens legais e intercale com fotos tuas. Só de fazer isso já acaba dando uma melhorada na sua autoestima, pois boa parte dos otakus sofre apenas por se achar feio. Só, por favor, não comece a usar o Instagram para parecer o virgem que só posta mangás que comprou, como é o caso desse exemplo aleatório que encontrei nessa rede social:

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Voltamos a qualquer momento com mais dicas para você desencalhar.

Análise: Dragon Ball Z – A Ressurreição da Fanfic Ruim

18 jun KUKKATSU-CAPA

(Pode ler que não tem spoiler)

E aí, minna! Para a matéria de hoje eu saí do conforto do meu quarto quentinho com meu travesseiro em tamanho real do Gendo Ikari pra ir às ruas acompanhar a estreia do novo filme de Dragon Ball Z aqui no Burajiru. Como ninguém estava comovido nas ruas, afinal nostalgia por Dragon Ball não é o mesmo que Copa, fui logo assistir à bagaça pra dar minhas opiniões sobre o longa. Vamos lembrar que essa é a primeira vez que DBZ será criticado no Mais de Oito Mil, então muitos de vocês imaginam que será uma análise de uma fã daquelas que tentava imitar a Videl nos exercícios de voo quando era mais nova, né?

ERRAAAADO! Pra começar, já aviso que o filme é uma bomba com o padrão Toei de qualidade. Sério, vocês esperavam algo de bom de uma empresa que fez Sailor Moon Crystal e Cavaleiros do Zodíaco Ômega? A história do filme é aquela coisa simples que só serve como justificativa para juntar um punhado de personagens para lutas rapidinhas: um general do exército do Freeza chamado Sorbet veio à terra e ressuscitou seu líder supremo (afinal, pra quê ser o atual dominante do universo quando você pode ressuscitar teu chefe que te humilha?). Freeza volta à vida e então pensa “eu vou aproveitar minha nova chance e ir caçar uns planetas aí bem longe da Terra” “preciso voltar à Terra e me vingar da pessoa que fez picadinho de mim”.

Tradução: Eis todos os personagens que ganharam 30 segundos de cena de ação solo

Tradução: Eis todos os personagens que ganharam 30 segundos de cena de ação solo

Mas como Freeza vai derrotar Goku? Obviamente com uma saída que os roteiristas tiraram do cu: o vilão pensa “eu nunca treinei na vida porque sou foda, vai ver a saída é a meritocracia”, aí ele passa seis meses treinando antes de vir para a Terra com todos os funcionários que sobreviveram à explosão de Nameku-sei e ao filme do irmão do Coola. Cabe aos Guerreiros Z enfrentarem essa nova (e tediosa) ameaça. Cabe mesmo?

Como o próprio cartaz do filme já entrega (ou seja, não é spoiler), está faltando um pouquinho de gente nesse filme. Tudo bem, eu não tô pedindo que Yamcha e Chaos ganhem tempo em cena, mas a Terra conta com guerreiros fortes como Goten, Trunks e Majin Buu… e eles ficaram de fora. Usaram uma desculpa de “não trouxemos os meninos porque vai saber né” e pronto, é como se não existissem. Sem contar o pecado mortal de não colocar o Mister Satan no longa, né. Enfim, o grupo dos heróis que luta contra Freeza é composto por Piccolo, Gohan com roupa de ginástica, Mestre Kame (que teve um inexplicável upgrade de força), Tenshinhan, Kuririn e Jaco. Peraí… quem é esse cara? Sim, além de incluir no filme Bills e Whis (que vieram do filme anterior), a Toei enfiou o personagem principal do mais recente mangá do Toriyama, “Jaco the Galactic Patrolman”. Legal é que quem não acompanhou esse mangá fica perdido quando citam coisas da história e até uma irmã mais velha da Bulma, a Tights (rly, Toriyama?).

Qual a necessidade disso?

Qual a necessidade disso?

O problema do filme é que a galera não tem mais o que contar e ficam fazendo mágica pra surpreender a gente. Inventam evolução nova (e cafona) do Freeza, inventam um novo estágio do Super Saiyajin que supera qualquer outro estágio do Super Saiyajin (e que por sua vez superava qualquer outro estágio…). Na verdade, o problema é bem mais embaixo e está na forma como o Toriyama terminou a série. No final de Dragon Ball Z, Goku está tão forte e tem aliados tão poderosos que, para se fazer uma história, precisa de um antagonista tão incrível quanto ele. Mas a própria “mitologia da série” já torna tudo isso inverossímil, afinal ele derrotou o cara mais poderoso do universo, o robô mais poderoso criado pelo homem e a personificação da maldade. Provavelmente o Toriyama fez isso sem querer, mas o final de Dragon Ball só torna possível dois tipos de história subsequentes:

1- Colocar um vilão mais forte (a opção mais desafiadora, pois não vamos acreditar que exista alguém assim ainda. O Bills no filme passado já foi uma forçação de barra)
2- Colocar alguma limitação nos poderes do Goku e fazê-lo enfrentar pessoas mais fracas (que é o que aconteceu no nosso ~amado~ Dragon Ball GT)

A impressão que tive vendo o filme é que ele mais parece uma fanfic. Os personagens não estão agindo da forma que agiam na série (ou mesmo no último filme), a inclusão de novos poderes sem qualquer justificativa nos deixa com cara de WTF e um pequeno detalhe no final do filme dá a entender que o roteirista nem ao menos se deu ao trabalho de ler a série. E quer saber a pior parte? Dragon Ball Super vai seguir essa linha. Veja por sua conta e risco.

JBC, Panini e Newpop: como o leitor de mangá pode sobreviver à crise econômica?

10 jun goku-capa

E aí, minna. Com esse título até parece que o Mais de Oito Mil abandonou o fino da cafonagem para se transformar em mais site que faz texto pedante na imprensa especializada (pff), né? Não se preocupem, não vim aqui fazer análise semanal de anime ruim cultuado porque cês sabem que não aguento nem 6 capítulos. Vou falar é da atual crise econômica do Burajiru e como ela afeta esses gibis japoneses que você compra.

Se você não é um otakinho sustentado pela okaasan, deve ter percebido que tudo está complicado no país. Falta água em muitos cantos, a energia elétrica está mais cara que o Vagabond da Nova Sampa e o dólar está mais instável e descontrolado que dublador com ego ferido. E claro que tudo isso afeta as editoras de mangá, que negociam com os japas reclamões de capas em dólar. Resultado: o preço dos mangás subiram.

Sinto te informar, leitor que usa avatar do Meliodas no Facebook para ninguém notar que tem 13 anos (de idade física e mental), mas o preço dos mangás sempre subiu. Os primeiros da Conrad custavam 3,90 e os da JBC saíam por 2,90, mas os tempos eram outros: o custo era mais barato para se produzir, era tudo meio tanko e vendia pra cacete por causa que tinha os animes passando na TV.

Com a recente crise econômica, surgida graças a escândalos políticos e muitos outros fatores que não manjo por ser de humanas, o que cada editora fez para garantir as publicações? Vamos ver uma por uma!

Newpop

O que esperar da editora que tem aquela periodicidade tão particular que tanto já implicamos no passado, não é mesmo? Bem, aparentemente a Newpop ligou o foda-se para periodicidade e lança as coisas quando ficam prontas, normalmente perto de eventos. Nesse caso não tem muito que falar: os mangás continuam com a mesma qualidade boa de antes, e sofreram um reajuste de cerca de dois reais. No fundo é uma economia, porque você deve ter comprado só um mangá de Madoka e está achando que até hoje tá saindo o mesmo volume quando na verdade é tudo spin-of.

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JBC

Em 2012 toda a imprensa especializada (pff) se juntou para crucificar a JBC. E por que eu tô falando na terceira pessoa como se euzinha não tivesse feito posts maravilhosos mostrando como Kobato saiu com uma gramatura tão ruim que era possível ver 3 páginas adiantes nas transparências?

Segundo um Henshin Online publicado em 8 de maio (caso você não saiba o que é isso, é um vídeo esporádico que assistimos para ver o cabelo do Cássius Medauar assumir formas diferentes a cada gravação… e para ouvir ele falando de formatos bacanudos), a JBC fez um pequeno reajuste de 1 real nos títulos em hiato. Já alguns mangás serão lançados em formatos que exploram o nosso bolso mesmo, como Zetman a salgados 17,90 do tamanho de Sailor Moon. E pela enésima vez: precisa lançar tanta coisa mensal assim?

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No entanto, a qualidade dos mangás da JBC deu uma caída de leve. Estou falando por experiência própria, pois ultimamente meus dedos têm ficado bem escuros após ler o mangá. Mas, nesse caso, pode ser culpa da gráfica que reduziu a qualidade da tinta, pode ser culpa do Cássius e até mesmo pode ser culpa do Kitsune, que fez com que todo mundo parasse de falar da crise para falar de seu novo corte de cabelo.

Panini

Agora que o assunto fica pesado. Panini é a maior editora de mangás aqui do Burajiru graças à competência e à maleta cheia de dinheiro infinito para comprar licença de todos os mangás que fazem sucesso (deixando coisas como um treco chamado “Feridas” para a JBC), mas é a editora que mais decepciona em campos como “papo com o consumidor”. tanto que os aumentos foram noticiados pelo site Liga HQ, e não pela própria.

Assim como no caso da JBC, a média de aumento foi de um real, exceto em alguns casos como de Viland Saga que aumentou dois reais. Como a maioria dos mangás é bimestral, o aumento não é tão exagerado. Mas o custo benefício… vixe…

Os mangás da Panini simplesmente despencaram em qualidade, chegando perto do que a JBC fez com Kobato e que citei no tópico anterior. O papel está com uma gramatura inferior e até mesmo a tinta tem soltado no dedo com mais facilidade (mesmo caso da JBC), transformado a leitura numa versão física de Splatoon.

splatoon-tinta

Conclusão

O que você, leitor de mangá antenado que acessa o Mais de Oito Mil, deve fazer para driblar essa crise que aumentou o preço dos mangás no Burajiru? A resposta é muito simples e nem ao menos preciso ser economista: compre menos ou trabalhe mais.

O que está acontecendo com a JBC e a Newpop?

1 jun fundo-newpop

Oi, minna. Se você chegou achando que veria a segunda parte da otaka no Rola ou Enrola, sinto informar que até passar o dia lendo otaku pedindo republicação de Inuyasha parece algo mais divertido que assistir àquele quadro. Saudade de Vívian Otaka, aquela cujo constrangimento transbordava e afundava Eliana numa poça com seus piores momentos lidando com otakus. Mas estou aqui para falar de mercado editoral, e não sobre gente desesperada pra arranjar homem (ou seja, não estou falando de mim hoje).

Eu tenho sentido algo muito estranho em duas editoras do Burajiru, a JBC-chan e a Newpop-kun, e isso ficou bem claro em manifestações recentes nas redes sociais. IKIMASU ver o que deu hoje no Facebook da Newpop?

newpop-sensata

Pera… tem algo estranho aí. É impressão minha ou a Newpop fez um comentário sensato para o público, insinuando que tem mó galera que pede coisa e depois não compra? E também é impressão minha que a Newpop disse que vai anunciar coisas no final do ano e durante o ano de 2016?

Mais estranho que isso, é ver o tweet do editor sem orelha da JBC:

jbc-louca

Deixa eu ver se a otaka aqui entendeu!

A Newpop, aquela editora que era desesperada e anunciava 20 títulos quase ao mesmo tempo e depois ficava enrolando anos até sair tudo, tem sido moderada com anúncios e a JBC, aquela editora que sempre foi mais sensata e ia anunciando as coisas aos poucos, tá com siricotico na bacurinha e já quer anunciar mais um título depois de tanta tranqueira coisa anunciada?

Não sei vocês, mas acho que já temos o blockbuster da temporada:

se-eu-fosse-a-jbc

Quem vai ser o Tony Ramos?

Mais uma Otaka no Rola ou Enrola #01: Conheça Haru, a nova solteira

25 mai haru-rola-capa

Entre uma reclamação nos comentários do Jbox pedindo que alguma editora publique Jojo e outra otakice, você deve ter pensado “o que está faltando para o Mais de Oito Mil ser relevante como era em 2011?”. É uma briga com dublador? É a derrubada de algum salvador dos games? Não, a resposta é muito mais simples: o Rola ou Enrola. Em algum momento do passado deixamos nossa aparente intelectualidade de lado e nos jogamos de cabeça na cobertura televisiva de um quadro de namoros fake promissor do programa da Eliana, a musa dos otakus (epíteto ganhado após ter atraído uma quantidade absurda de malucos aficionados pelo gênero).

Caso você não lembre, durante 5 semanas houve uma participante do quadro Rola ou Enrola chamada Vivian Otaka (mentira, esse é o nome que eu dei pra ela) que deixou um vazio muito grande em nossos kokoros. Mas a saudade, assim como promessas da Conrad, é algo que devemos deixar para trás, e isso porque a Eliana apresentou ontem a mais nova competidora do programa: Haru. Mas e se essa Haru for uma fraude como a Bárbara Nerd (fiz investigação, lembra)? Precisamos de um atestado que Haru é verdadeiramente uma otaka, como podemos providenciar isso?

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NÃO PRECISAMOS DE MAIS PROVAS! Apenas uma otaka teria tanto desprendimento e tão falta de vergonha em rede nacional. Haru foi aceita por mim do Mais de Oito Mil como a sucessora narutal de Vivian Otaka e podemos ressuscitar uma das seções com mais audiência e menos ofensas da história deste blog. RODA A VINHETA, KARESHI!!!

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Já tô melhor pra criar variações de nomes que o Video Quest, né? Haru terminou seu vídeo de apresentação dizendo que vai dar um Hadouken em caras grosseirões que bebem e fumam. Minha filha, esse programa é conhecido por levar apenas os modeletes mais boçais que estão mais interessados em levar o cachê sem precisar daquelas gincanas do Programa Silvio Santos, então é bom que você leve um bom estoque de meia lua e soco porque você VAI PRECISAR!

Caso você seja uma daquelas pessoas que se considera superior por ver desenho japonês no lugar de programas brasileiros, duas coisas: 1- pare de ser trouxa 2- o Rola ou Enrola é tipo um The Voice da paquera, no qual o macho entra numa esteira, tem um minuto para fazer uma apresentação e as cinco garotas fazem perguntas de duplo sentido. Caso role interesse, elas viram a placa dizendo que o querem. Se mais de uma fizer isso, o cara escolhe qual moça quer.

Sendo assim, Haru já deve ter pensado em casa “eu preciso de algum diferencial” enquanto via seus pôsteres de Dragon Ball Z que vinham na Ultra Jovem. E qual seria esse diferencial? Seria fazer um Pronatec, ler um Kakfa? Claro que não, a melhor saída é…

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IR COM UM COSPLAY DE SAKURA. Em momento algum do programa a Eliana demonstrou desconforto, mas a gente sabe que ela DETESTA Sakura. Para entender isso, precisamos voltar para 2000, quando o Cartoon Network exibiu Sakura e Sailor Moon R e as séries começaram a fazer sucesso. Como a Globo tinha mais grana, levou o anime da caçadora de cartas. Já a Record pegou Sailor Moon e obrigou a Eliana a fazer ISSO:

Eu também ficaria puta se me botassem vestida de Lady Gaga pilotando uma nave espacial para promover um anime ruim de garotas que defendiam a terra com roupa de marinheira. Enfim… Haru estava um pouco apagadinha durante o programa, até porque a produção caprichou no nível de bizarrice dos rapazes e nem dava para competir com isso.

Como esse post já foi classificado na sua mente na categoria “textão do face”, agora vou transformá-lo em lista do Buzzfeed pra você continuar me lendo. Vamos ver os 07 machos constrangedores do programa dessa semana??? IKIMASU!

01. Iago, o gago (graças-a-deus, segundo ele) que mostrou como gosta de dormir usando um manequim nem um pouco assustador:

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02. Rogério, o rapaz que achou que conquistaria mulheres dizendo que sofre de prisão de ventre:

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03. Wotson, o lutador de nunchaku que só coloquei na categoria de constrangimento porque ele quis pegar a Haru, e não eu (bonus track: a cara da Eliana):

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04. Vinícius, que fez um desfile de modelos de papelão:

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05. O gladiador romano que ativou o novo recurso do Rola ou Enrola, o GUNDAM BOMBEIRO PARA APAGAR O FOGO DA GALERA:

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06. Jonathan com cosplay de humano saindo da traqueia de um lobo mau:

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07. Daniel, o alemão que entende tanto do idioma pátrio quanto a Newpop:

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No final do programa, Haru ficou com o Wotson e na próxima semana veremos como foi o primeiro encontro deles. Se ela curtir, ela nem volta ao Rola ou Enrola. Enquanto isso, nas redes sociais, o povo tentou maaaais uma vez fazer com que o blogueiro Nintakun tivesse seu momento de fama na internet levantando a tag #NintakunNaEliana para os TTs (como se fama na internet garantisse dinheiro e sexo, vide um viado careca aí que enche o saco twittando sobre novelas).

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Minna, vamos parar de bancar a JBC e requentar coisas antigas? Vlw flw! Até semana que vem!

Nobuhiro Watsuki envia mensagem subliminar de ódio ao Burajiru

22 mai kenshin-caipirinha

Nunca entendi por que eventos de animes do Burajiru nunca traziam artistas de renome lá fora. Anime Friends investiu em cantores de karaokê decadentes, Animecon uma vez trouxe o dublador japa descartado do Seiya e a coreana do Tarot Café da Newpop visitou a gente. Mas cadê os grandes nomes? Cadê um Akira Toriyama, um Takehiko Inoue, uma Naoko Takeuchi? Daqui a pouco vai ter até um meet & greet com essa blogueira gorda.

Mas a Fundação Japão com a Comix e a JBC tão aí para mudar isso e vão trazer Nobuhiro Watsuki, o autor de Samurai X. Depois de mandar sua esposa para reconhecimento da região, agora é a vez do criador do Kenshin vir aqui e ser bombardeado por perguntas do tipo “já tomou caipirinha?” e “como se sente sabendo que o público brasileiro adora seu mangá?”.

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Para comemorar, o autor mandou uma ilustração exclusiva, mas o que a gente viu na verdade foi a maior ofensa que o público brasileiro poderia receber desse tão conceituado autor. Observe as mensagens subliminares que descobrimos abaixo e que atestam o quanto ele se acha superior apenas por morar na Grande Nação Japonesa:

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Só pra começar, ele ~supostamente~ escreveu “Viva Brasil”. Você acredita nisso? Pois eu não! Nosso idioma é o português, é é uma falta de educação tremenda escrever mensagem na língua deles. E se aí estiver escrito “Vai se foder, seus trouxas”? Quem me garante isso? O Google Tradutor que não, né fofos.

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Observe a ordem das bandeiras. Seguindo a linha de leitura ocidental, podemos interpretar que “você pode até começar no Burajiru, mas você vai querer acabar é no Japão”, como se nosso país fosse apenas transitório.

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Além de comparar nossa nação com uma lesma (ou seja, atrasados), repare quantos ramos tem atrás do bichinho: OITO. Claro que é uma referência ao número de gols na partida Brasil x Alemanha, que fez com que o Nihon e sua nação de admiradores de Oliver Tsubasa rissem da nossa cara.

Mas o pior ainda está por vir. Já sabendo que a mensagem iria ser compartilhada pela editora JBC, o Watsuki tratou de nos ofender com uma mensagem bem escondida, visível apenas com a ampliação que fizemos numa máquina de xérox.

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Que vergonha, meu Kami-Sama, que vergonha.

coluna da ba-chan – a panini odea nós otakus

17 mai

konthebest

ohayo gosaimasu minna san. aqui eh a ba chan a prima da mara que ta de volta prar criticar coisas imrpotarnte do mundo dos otakus.

ontme a panini anunciou num evento de naturo que ia republicar naruto pela terceira vez. aqui esta o link

http://www.jbox.com.br/2015/05/16/panini-anuncia-naruto-gold-edition/

(naum vou coloca o link do chunan pq eles sao pagos pela panini q eu to sabendo)

AFF NE PANINI. como ela tem coragem de aproveitar um evento de naruto pra anunicar manga de naruto ao inves de otra coisa? a gente la trcendo pra ser republicacao de luxo de sucessos q nem dgrayman e claymore. MAIS NAO! vai ser naruto d novo.

soh pq naruto vende mais ela precisa relançar? e nos otakus ficamos como? eu jah comprei os 71 voolumes do normal e as 60 do poket, agora vou ser obrigada a comprarr esse nvo tb? AFF PANINI. MEU DINHEIRO N DA EM ARVORE!

a pnainia tem mto a aprender c/ a jbc. essasim respeita nos otakus cm relançamentos q a gnte pediu q nem reiarte e helsing.

d novo: AFF PANINI

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