Fãs reclamam de besteira, mas ninguém criticou a coisa MAIS BIZARRA do novo Super Sentai da Toei

7 Jan tokuku-mimimi-capa

Todo ano somos bombardeados com três dúvidas simples: 1- Quem será o convidado do próximo especial do Roberto Carlos? 2- Qual será o novo Super Sentai da Toei? e 3- Será que Hansel & Gretel da NewPOP sai esse ano?. Como a primeira e a terceira dúvida são as mais difíceis, posso pular direto para o sentai anual da Toei. Para quem não sabe porque prefere ficar longe desse universo dos Tokusatsu (pelo bem da sua sanidade), os Super Sentai são as séries que originam as temporadas de Power Rangers, e sempre são compostas por um bando de japa que luta contra monstros usando collant e soltando faíscas em vez de sangue porque… né… é um programa para crianças.

Isso deveria ser o conhecimento básico de um tokuku (maneira como eu chamo os otakus de tokusatsu), mas parece que a coisa não é bem assim. Foi só a Toei revelar que o próximo Super Sentai será temático de bichinhos que os fãs do Burajiru começaram seus textões inconformados com os uniformes e a aparência infantil da bagaça.

IKIMASU acompanhar esse mimimi morfenomenal? (dica do leitor Diego Hikaruon)

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Miga, para sua loka! Estamos em 2016, que tal começarmos a parar de querer que programas infantis tenham um apelo mais adulto se o bagulho é feito para vender brinquedo pra criança e faturar uma grana licenciando pra Saban? Acho incrível pessoas que falam “nossa, e se pegasse Pokémon e colocasse cenas de ação iradas, morte e drama psicológico???”, ignorando que poderia sair algo como… sei lá… aquela porcaria de roteiro de Digimon Tri.

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Qual o problema desse bagulho parecer um brinquedo? Tokukus, parem de tentar fazer com que a empresa mude a série só porque você não consegue aceitar que é possível um adulto ver um programa para crianças. Vocês precisam mesmo de visual dark apenas para legitimizar a idade de vocês?

(mano, e que comparação foi essa com os FILMES EM CG DA TOEI????)

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APENAS PARE, POR FAVOOOOOR!!! ACEITE QUE SUPER SENTAI É PROGRAMA INFANTIL E PRONTOOOO!!!!

Na verdade, o que mais me incomoda é que os fãs estão todos reclamando sobre os uniformes, sobre a aparência infantil e sobre a indústria de vender bonequinhos, mas ninguém se foca na coisa MAIS PERTURBADORA desse novo Sentai da Toei:

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MAS.QUE.PORRA.É.ESSA??? QUEM AUTORIZOU ESSA FURRYFICAÇÃO DOS POWER RANGERS????? Isso é pra economizar atores? Isso é para estimular uma nova categoria de fanfics eróticas?  A TOEI TÁ QUERENDO TRAUMATIZAR TODA UMA GERAÇÃO DE CRIANÇAS???? 

Mais de Oito Mil entrevista Junior Fonseca, dono da NewPOP Editora

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E aí, minna, como cês tão? Depois de um conturbado final de ano com direito a um grande keikaku, o Mais de Oito Mil está de volta em 2016 com muitas pautas novas pra eu dar aquela comentada. E mês de janeiro é mês de reflexão, então por que não ir atrás daquelas pessoas que tanto enchemos o saco durante 2015 para fazer algumas perguntinhas? Não, não estou falando das Gothic Lolitas do Esquenta porque elas vão começar aquele papo chato de que o movimento lolita começou no período rococó e blá blá blá, e sim quero trazer ao palco do Mais de Oito Mil o nosso querido Junior Fonseca, editor e dono da NewPOP.

Me encontrei com o Junior numa bela tarde outonal no topo do prédio do Banespa, aqui no Centro de São Paulo. Tomamos Mupy de maçã enquanto conversávamos sobre o atual mercado de mangás e como a NewPOP não é mais aquela editora que tanto impliquei no começo do blog. IKIMASU conferir o papo? Ela começa depois dessa imagem horrorosa feita no Photoshop nos primórdios do blog!

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Mais de Oito Mil: Você trabalha com otakus há algumas décadas, desde que escrevia para revistas informativas. Qual a diferença entre o público otaku que ia nos Animecons da vida no começo dos anos 2000 e a galerinha otaca dos eventos de hoje em dia? Qual público é o mais chato?

Junior Fonseca: Na verdade, o perfil do público não mudou tanto assim, o interesse em si é que mudou e a forma da galera se manter antenada nas obras também. Naquela época ainda tinha muita coisa passando na TV, DVDs e até mais eventos. Hoje em dia tudo é baseado na internet, antes nos eventos o grande destaque era dubladores, hoje em dia são os youtubers; naquela época as palestras relacionadas às editoras, ao mercado eram bem mais aguardadas, hoje como tudo está na internet, esse espaço se perdeu um pouco. Eu prefiro o público de agora, a galera está com mais opinião, mesmo às vezes ignorando algumas coisas importantes.

MdOM: Em 2009 a Newpop anunciou Hansel & Gretel, uma releitura em mangá da história de João e Maria. Muitos anos se passaram, muita água rolou, o mangá brasileiro se tornou lenda urbana entre os fãs e piada recorrente no Mais de Oito Mil. O projeto se perdeu no caminho de migalhas?

JF: Nem fale, lançar esse mangá é uma questão de honra, até porque a obra está ficando linda e o Douglas tem um carinho e dedicação muito grande por ela. Infelizmente trabalhar com HQ nacional, produção nacional é mais complicado do que licenciar algo pronto. Mas uma hora sai, nem coloco mais datas.

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MdOM: Em 2011 a Newpop fez 15 anúncios de lançamentos para 2012 e não conseguiu cumprir a meta. Nesse último Newpop Day rolaram 19 anúncios que animaram o público e você afirmou que eles chegariam em 2016. Agora vai? Aconteceu alguma mudança na editora nesse tempo pra gente acreditar na promessa agora?

JF: Sim, em 2011 a editora era bem mais nova e nesse período foram surgindo oportunidades que não poderíamos deixar para depois, com isso, muita coisa foi sendo remanejada. Aconteceu que a editora vem evoluindo com o passar dos anos, aprendendo com seus erros e claro, com mais colaboradores. Além dos mais, muitas dessas séries são curtas. Acredito que a NewPOP seja uma das editoras mais transparentes do mercado, obviamente, na questão da comunicação com os leitores.

MdOM: Embora a Panini e a JBC estejam enfrentando alguns problemas com papel, você disse no último Newpop Day que a crise não afetou a tua editora. Qual foi a bruxaria que você fez para manter a qualidade acima da concorrência?

JF: Continuo usando o papel de sempre. É uma questão simples de escolha, ninguém compra papel no escuro.

MdOM: Qual o plano da Newpop para quando acabarem todos os licenciamentos possíveis de Madoka?

JF: Continuar lançando outras obras. A NewPOP não vive de Madoka ou de relançamentos. Se você analisar, mantemos sempre apenas uma série da franquia em nossa grade de lançamentos. Quando uma termina, aí começamos outra.

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MdOM: Nos últimos anos a Newpop deixou de ser uma editora que só lança títulos em eventos e passou a publicar também em outros meses do ano, mas ainda tem alguns problemas para manter a periodicidade dos seus títulos. A razão disso é a clássica desculpa da enrolação dos japoneses nas aprovações ou tem algum outro motivo?

JF: Há vários fatores, a questão de aprovação por parte dos japoneses é a principal. Mas como comentei no NewPOP Day, houve um erro de planejamento da editora que – durante os dois principais eventos do ano para este mercado (Anime Friends e Fest Comix) – fazia diversos lançamentos, muito deles, por serem séries regulares, nos forçavam a ter que encaixar uma quantidade de lançamentos maior do que nossa capacidade de produção e de funcionários permite.

MdOM: Se não estou enganada, em uma palestra você chegou a dizer que as pessoas estavam mais interessadas em comprar o mangá de No Game No Life que as novels que têm mais conteúdo. Você acha que isso é falta de informação sobre o que é uma light novel ou é apenas a preguiça tradicional do brasileiro de ler algo que tem mais caracteres que o livro da Kéfera? Ainda dá pra crescer o mercado de novels no Brasil?

JF: É um reflexo cultural do país, que não lê muitos livros. Além disso, acredito que a questão financeira também conta e o fato dos novels não serem vendidos em bancas (ou seja, possui um alcance menor). Mas, sim, o mercado de novels deve crescer, mas não acho que passará em vendas o de mangás.

MdOM: Obrigada pela entrevista, Junior. Poderia deixar para os leitores do Mais de Oito Mil uma mensagem ou uma dica para manter o visual tão jovial como o teu? Desde 2002 que te vejo em eventos e cê tá com a mesma cara!

JF: Agradeço a oportunidade e que continuem apoiando a NewPOP (aliás, a grafia correta é NewPOP, blz?). O segredo não tenho a menor ideia, trabalho com o que gosto, talvez seja isso.

Plantão Kira dos Mangás – Esquema de Pirataria de Mangás é desmantelado

29 Dez keikaku-capa

Desde o final de 2011 quando rolou o Plantão do Mineirinhooo eu estava louca pra reviver esse clima de confraternização e mutretagem financeira para cima dos otacos do Burajiru. Se você perdeu o último capítulo aqui do Mais de Oito Mil, um rapaz começou a imprimir mangás copiados de scanlations brasileiros e encaderna-los com qualidade. Em vez de alegar o bom e velho oportunismo e capitalismo selvagem, o Kira dos Mangás (apelido dado pelos leitores através desta MARAVILHOSA page do Facebook) dizia estar pirateando como forma de protesto, afinal Cassius Medauar, Beth Kodama e Júnior Fonseca nunca responderam seus emails com sugestões de títulos. Melhor impossível, né? E a história segue hoje com um desdobramento delicioso.

O Kira dos Mangás estava de boa imprimindo seus mangos quando sentiu um baque no seu keikaku (“plano ” na língua da Grande Nação Japonesa): o digníssimo blog Mais de Oito Mil, esse L da imprensa especializada (pff), denunciou suas atividades que vão de ignorar desde direitos autorais até o uso do português correto, e então foi bombardeado por questionamentos vindos de todos os cantos.

Por causa disso, Kira dos Mangás anunciou sua RETIRADA IMEDIATA do mercado de mangás, durando ainda menos que a editora Savana (lembra?). Para aqueles que o viam como um deus do novo Mundo dos Mangás, ele deixou em sua pagina oficial uma declaração de despedida que mirou na carta de Getúlio e acertou direto nas pérolas do ENEM (Gustavo Felipe, obrigado por ter me marcado nessa pérola).

IKIMASU ver a malemolência retórica do guerreiro protestante?

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COMEÇOU BEM A CARTA DE RENÚNCIA. Segundo o Kira dos Mangás, ele está saindo desse barco furado não porque os pais advogados devem ter avisado que sem direitos autorais você não pode nem vender sacolé do Saitama na praia do Recreio, e sim porque ele não tem tempo para se dedicar à arte da pirataria como forma de protesto. Mas o Kira dos Mangás não vai abandonar sua vida de justiceiro social, porque ele já plantou a sementinha para um novo e glorioso futuro:

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Sabe o que não é fácil? ESCREVER “FÁSCIO”!!!! Com certeza isso faz parte do keikaku dele para que pensemos que se trata de uma pessoa semialfabetizada e néscia, fazendo com que os grandes editores desse Burajiru aliviem um pouco a perseguição implacável ao aproveitador. Mas é claro que a carta continua!!!!

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Assumindo que é o deus do novo mundo, praticamente um messias do mundo editorial, Kira dos Mangás anunciou sua saída e ainda diz que haverá sucessores que seguirão suas palavras e ideais. Tipo um Jesus Cristo, só que sem a completa deturpação de seus ideais de paz e felicidade. E no fim, num verdadeiro plot twist carpado, o Kira revela não temer o peso da justiça dos homens do Burajiru, afinal ele tem apenas DEZESSETE ANOS. Assim como Narak enviava os seus Insetos Venenosos do Narak para distrair Inuyasha e seus amigos, o Kira usou essa carta armadilha para que as pessoas passassem a discutir a redução da maioridade penal em vez de atentar ao fato que ele foi num crescente de matança do português nessa fase final que ficou até difícil entender o que tava rolando na carta.

Pois é, e assim encerrou a trama do Kira dos Mangás. O rapaz de 17 anos que criou um império alternativo de mangos (que foi inteiramente apagado porque… né… ~ele tá sem tempo~) e que viu seu keikaku sucumbir diante da ameaça do Processinho-kun. Ou então ele previu tudo isso no seu plano de 8 meses e ser descoberto pelo Mais de Oito Mil era uma PARTE DO SEU KEIKAKU!!!!!!

AFINAL, ELE TEM A PORRA DE UM KEIKAKU!!!

Pequenas Picaretagens, Grandes Negócios – Fã imprime mangás em português de forma caseira e vende pela net

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E aí, minna, tudo bem? Nesses trocentos anos de vida tokuanimangástica já vi muita coisa relacionada a pirataria: grupo de fãs dizendo que tinham os direitos de lançar DVD de Evangelion no Burajiru, empresa de grande porte que sustentava uma lojinha de DVDs usando vídeos de fansubs e até mesmo uma máfia dos sites de legendagem que enchiam o cu de dinheiro e que atacavam qualquer pessoa que fosse contra, mas confesso que essa novidade que vou contar neste post é algo que supera até a escola Mineirinhooo de picaretageeem: agora temos mangás físicos pirateados!!!!!!!

Confiram com carinho esse anúncio que me mandaram por inbox:

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Quando olhei, a primeira coisa que pensei é que alguém havia hackeado o sistema da Panini e roubado os arquivos digitais do novo lançamento, ou então que alguém distraiu a editora Beth Kodama com deliciosos Melona (não julgo, eu também seria seduzida por um sorvete desses) e que conseguiram usurpar provas de gráfica de One Punch-Man antes de chegar nas bancas. Mas não: o gênio pegou os mangás de scans, imprimiu numa gráfica e agora está vendendo ao mesmo preço que os mangás das editoras, só que com uma suposta qualidade melhor. IKIMASU ver a tal qualidade melhor?

Embora julgar esse cara como um completo mau caráter seja uma estratégia muito comum aqui no Tribunal da Internet, acho que devíamos nos perguntar se ele é inocente antes, né? Às vezes é apenas um pobre imbecil que não tem o menor conhecimento do que significa direitos autorais, não é mesmo? Acontece nas melhores famílias, tipo as de um famoso político que comanda um canal de televisão especializado em exibir animes que ele baixou na Net.

Bem… pensei nessa hipótese do desconhecimento dos direitos, até ver ISSO:

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QUE MALEMOLÊNCIA ARGUMENTATIVA, MINNA!!!! Tive que me segurar para não sublinhar todas as frases maravilhosas que ele usou, indo desde a ameaça por ter pai e mãe advogados (logo devem estar acima da lei, da ordem e dos direitos autorais) até a revelação de que tudo isso é apenas um truque para chamar a atenção das editoras, que não responderam suas sugestões de títulos nem ao menos com uma resposta automática.

Mas, como eu disse, pode ser apenas que ele não sabe que existem editoras brasileiras que têm os direitos sobre determinadas obras, o que impossibilita que ele publique na sua gráfica particular. No entanto, essa hipótese também desaparece quando vemos ISSO:

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O que foi esse Ewerton revivendo o meme do quadro de namoro do Melhor do Brasil dizendo “hoje não, Faro” para a Beth Kodama e para os empresários da Panini que são os donos dos direitos de One Punch-Man?????? E para termos certeza que tudo isso não é uma interpretação equivocada deste verdadeiro Robin Hood dos mangos, confira ISSO:

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PUTA QUE PARIU, ELE TEM UM KEIKAKU!!! ELE TEM UM KEIKAKU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! (mil exclamações de Atena)

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Aguardo os próximos capítulos dessa incrível cruzada de Ewerton Gonçalo contra as editoras que não ouviram suas sugestões de títulos, e agora serão punidas com mangás de qualidade (afinal, pagar pelos direitos, pela tradução e todas as coisas é para os fracos). Será que no jikai do próximo episódio veremos a sombra do Processinho-Kun?

Os piores mangás que li em 2015

28 Dez

“Mas Mara, sua blogueira gorda de tanto comer chocotone com sorvete de maracujá, você prometeu que esse post entraria no ar anteontem! O que você estava fazendo que não cumpriu sua promessa?”

Talvez eu tenha ficado entretida assistindo à segunda temporada de Arrow na Netflix. E, convenhamos, não dá para pensar em escrever matérias quando temos ISSO passando na televisão:

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QUE HOMEM. Enfim, chegamos à segunda parte da matéria sobre as leituras mangazísticas do ano, lembrando que falo apenas das coisas publicadas no Burajiru. Se no post passado eu falei de quatro títulos que me surpreenderam positivamente, agora chegou a vez de falar de SEIS porcarias que as editoras imprimiram e botaram na banca. Vamos lá para mais um tradicional post do Mais de Oito Mil falando mal das coisas de forma parcial e cheia de picuinha?

6º- Feridas do mesmo desenhista de Another (JBC)

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Pensa numa história envolvendo dois adolescentes que têm uma história de dor, sofrimento e questões psicológicas que eles preferem tratar se retraindo em vez de indo numa terapia. Pois é, Feridas além de ter dois protagonistas chatos para cacete ainda apresenta uma história tosca, soluções improváveis e uma trama que se arrasta por um tanko de 200 páginas. Talvez faria sucesso se fosse publicado no auge do Emocore.

5º- Kill La Kill (Ink Comics)

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A estreia de Marcelo Del Greco no governo do selo Ink Comics foi tão bom quanto o governo de Dilma Rousseff nesse segundo mandato. Além de ter sido publicado naquela época que reclamávamos que o papel jornal estava soltando tinta e era meio transparente (bons tempos, porque hoje temos um offset que não solta tinta e tem mais transparência que a Lei de Acesso à Informação), Kill La Kill claramente é um mangá que não deveria ter existido. Sabe, o anime tava legal, não precisava tentar transformar a animação frenética num desenho estático e sem carisma.

4º- Ataque dos Titãs (Panini)

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Ataque dos Titãs tem uma história legal e empolgante. E por que está na lista de piores leituras? Porque o Hajime Isayama consegue ter um traço que mistura o pior dos fanzines do Burajiru com a falta de anatomia de Rob Liefeld e Masami Kurumada. De que adiante ter uma história legal se eu não consigo entender o que tá rolando? Ou então distinguir os personagens?

3º- Chobits (JBC)

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A primeira vez que li Chobits, lá pelos idos de 2002, eu não tinha gostado porque tinha achado babaca o draminha (e tava achando confusa a história) e porque o universo tinha sido usado por Alexandre Lancaster para fazer uma série de fanfics deliciosamente ruins. Dei uma nova chance com a republicação da JBC, e consegui odiar o mangá por motivos completamente inéditos. Chobits além de ter uma história rasa e boba, é tão ofensivo e machista que eu sentia vontade de fazer textão problematizando a cada página. Ele só não ficou numa posição maior aqui no ranking porque em questão de mangá machista nada ganha de…

2º The Seven Deadly Sins – Nanatsu no Taizai (JBC)

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De que adianta ter um traço muito bonito, personagens carismáticos, uma história interessante e seguir toda a cartilha dos shonens porradeiros se você estraga seu mangá com assedio às personagens femininas? Eu juro que tentei acompanhar isso, mas dropei The Seven Deadly Sins por não suportar mais as passadas de mão do Meliodas na Elizabeth (que não são nem engraçadas, não que isso justificasse) ou então nos closes ginecológicos de todas as personagens femininas, parecendo que o autor trabalhou antes como diretor de imagem do quadro da banheira do Domingo Legal. Em tempo: as passadas de mão do Meliodas NÃO são engraçadas e são sim caracterizadas como assédio. E isso é crime, tá?

1º Sailor Moon (JBC)

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Crime, aliás, também deveria ser alguém publicar na internet que o mangá de Sailor Moon é algo bom. Esqueça o anime e as personagens legais, Naoko Takeuchi ocupa páginas e mais páginas de offset com pirotecnia, golpes com nomes tirados do cu a todo momento e dramas perturbadores como o da protagonista que sente ciúmes da própria filha, quase uma Helena de Em Família só que com um texto ainda pior que o da novela. Se quiser fazer um favor para sua nostalgia dos anos 90/2000: prefira o anime ou o mangá da Sailor V.

Os melhores mangás que li em 2015

25 Dez melhores-2015

Natal é tempo de paz. Natal é tempo de amor. Natal é tempo de Dudunaweb ficar causando no Twitter tentando arranjar um kareshi para mim. E por causa desses clichês espalhados pelo mundo pela cultura menos pacífica e amorosa do mundo, a capitalista, estou aqui para fazer um post do Mais de Oito Mil evocando o respeito e a honestidade de nossa querida e não-cristã Grande Nação Japonesa. Passo o ano inteiro metendo o pau (no sentido figurado) em vários mangás, mas nunca falei o que eu li e que realmente gostei. Estão preparados? Pois aqui estão os quatro melhores mangás que li este ano e que foram publicados no Burajiru, tudo sem comentários ácidos e sem trolladas gratuitas à transparência da JBC. IKIMASU aos quatro títulos?

(Por que 4? Porque eu tirei 20th Century Boys da lista pelo simples motivo que essa reta final tá um belíssimo cocô)

4º Don Drácula (Newpop)

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Vou falar uma verdade que talvez você não goste: Osamu Tezuka é o Deus Supremo do Mangá sim, mas ele também já fez muita porcaria nessa carreira. Tem uns mangás que a gente olha e acha ruim, mas não pode criticar porque tem o selo Tezuka. Não é o caso de Don Drácula. Há muito tempo fiz um review do anime aqui no Mais de Oito Mil quando vários blogueiros da imprensa especializada (pff) fizeram um dia especial do autor, e confesso que não tinha curtido não. Já com o mangá foi bem diferente, em vários momentos me peguei rindo muito das piadas que o autor fazia. Fisicamente ele também está ótimo, porque qualidade a Newpop sabe fazer (só queria que ela tirasse aquelas porras de spoilers no começo dos volumes).

3º Sailor V (JBC)

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Eu quase não comprei o mangá de Sailor V porque estava já muito traumatizada com a baixíssima qualidade de Sailor Moon. Mas um dia eu tava esperando de trouxa um tomodachi que nunca chega na hora e pensei “por que comprá-lo, por que não comprá-lo” e comprei-o-o sem o menor interesse. E não é que esse mangá me surpreendeu? Cheguei até a ter uma certa simpatia pela xenófoba Naoko Takeuchi, autora dessa bagaça surrel. Sailor V parece uma grande paródia dos grandes heróis e do próprio mangá de Sailor Moon (embora parte do mangá tenha sido publicado antes do grande sucesso da autora), e a Sailor V é finíssima e deliciosa, melhor personagem. Dá até uma tristeza ver que ela foi eclipsadíssima pelos draminhas Malhação da Usagi no mangá principal.

2º Beelzebub (Panini)

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Se tem duas coisas que eu não entendi até hoje foram o final do anime de Evangelion e o motivo de Beelzebub ser ignoradíssimo por todas as pessoas que compram mangá no Burajiru. Sério, considero uma alegria bimestral chegar na banca e encontrar um volume novo com as aventuras do Oga e do Beel. Beelzebub é muito engraçado, tem personagens muito carismáticos (embora eu nunca decore o nome deles porque troquei minha boa memória por um rim novo) e o autor faz umas lutas muito legais. E a versão brasileira ganha pontos porque tem bem menos daquele preciosismo de tradução que os outros mangás da Panini têm, é uma coisa bem mais coloquial (algo como o que deveríamos ver em Yu Yu Hakusho se eles não forçassem tanto as piadas na tradução brasileira). Mas nem tudo são chocotones com sorvete de maracujá, porque o autor tá há uns volumes enrolando pra começar algum arco longo e tá dando uma cansadinha, continuo esperançosa que vai continuar bem até o final.

1º Assassination Classroom (Panini)

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Quem é Naruto, One Piece ou Dragon Ball na fila do self service dos shonens da Shueisha quando Assassination Classroom está por perto? Por trás de uma premissa interessante e um traço não tão bom assim se esconde um protagonista que é impossível torcer contra (Koro-sensei é daquele tipo de personagem que não tem como odiar, é como o Sakuragi do Slam Dunk) e uma história que subverte totalmente tudo o que a Shonen Jump defendeu até hoje num mangá para meninos. Eu ainda vejo o mangá de uma forma ainda mais bonita, porque ele incentiva as pessoas a arriscarem uma profissão que anda muito desvalorizada, que é a de professor.

Essa foi a nossa matéria apenas falando bem dos títulos. Uma merda, né? Sorte que amanhã vamos ter mais uma no Mais de Oito Mil, dessa vez para falar tudo o que eu achei de mais lixoso nas minhas leituras do ano. Aí poderei tirar esse espírito natalino e vestir o espírito de porco característico desse blog!

Mesa Redonda Smash Bros: Panini x JBC x Newpop (e Nova Sampa) no Ressaca Friends

20 Dez ressaca-mesa-redonda-capa

Pela manhã acordei sem a menor vontade de viver, ou seja, era meu corpo reagindo naturalmente ao que o calendário indicava: era dia 20 de dezembro de 2015, o dia em que o Mais de Oito Mil marcaria presença no Ressaca Friends, evento organizado pela Yamato em uma faculdade que não comporta muito público em dia de chuva.

Tal qual João e Maria foram guiados até sua casa através de um caminho feito de migalhas de pão, euzinha me dirigi até o Ressaca Friends seguindo uma trilha feita de otacos de cabelos coloridos, pessoas cantando vergonhosamente canções de anime em ambientes públicos e camisetas de memes. Tudo isso por um único objetivo, acompanhar a mais recente edição da já tradicional mesa-redonda dos editores (igual essa aqui que rolou no Anime Friends). Realizado há poucos, anos esse bate papo com os editores virou uma bela partida de Smash Bros com direito a golpes baixos, rasteiras e coices gostosamente gratuitos. E o que podemos falar sobre os participantes da edição Ressaca nesse campeonato de porrada e indireta? IKIMASU VER OS COMPETIDORES que não foram anunciados pela Nintendo até o momento!!

Pra começar ela, a musa oriental dos mangos, a vencedora dos leilões da Shueisha, a Princesa Peach do mundo editorial se a princesa colocasse honoríficos preciosistas nas traduções, a representante da Panini:

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Agora ele, o homem, o mito, o funcionário que mais teve editoras de mangás na carteira de trabalho, o pintor de zebras, a cota de comentários machistas do evento, o representante da JBC e do misterioso selo Ink Comics:

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Chegou a vez dele, o garoto (embora talvez tenha mais de 50 anos), o empreendedor, o fã de Madoka, o ex-fanzineiro de Dragon Ball, o editor que se esquiva sempre das perguntas do Mais de Oito Mil, o intrépido dono da Newpop:

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E, por fim, ele, o editor que não temos muitas informações mas que parece gente boa e trampa na Nova Sampa:

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Bem, a mesa redonda em si foi bem morninha, exceto por algumas patadas entre os envolvidos. Como vocês podem ter notado na apresentação dos quatro duelistas, Cassius Medauar não estava presente e mandou o seu parceiro Del Greco, que representou a editora e também a posição de pessoa responsável por comentários inapropriados. Em um dos momentos, ao falar de Star Wars e ter sido corrigido pelo Douglas de Souza (que alertou que o certo agora era “lado sombrio” e não “lado negro” da força), Del Greco deu muita lenha para problematizar dizendo que não aceita “lado sombrio” e que colocou isso na tradução que fez do desenho e dane-se, ignorando que o termo “lado negro” é bem inadequado. Em outro momento, após uma espectadora agradecer um autógrafo que Junior Fonseca descolou, e Marcelão já soltou a piadona “pede pro Junior que ele dá kkkkkkk”, nos fazendo reviver aqueles humorísticos dos anos 90 que… bem… não eram engraçados.

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Douglas de Souza explicou que a Nova Sampa tava um pouco desaparecida nesses últimos meses porque tava botando ordem na casa, mas que estão adiantando os futuros títulos para que não role mais atrasos tipo os hiatos de Hunter x Hunter. Ele também anunciou um shoujo aí que tem um nome genérico em inglês e que vocês podem saber mais sobre ele nos outros sites, porque aqui falamos de BARRACOS.

E eles estiveram presentes, embora mais contidos. Queríamos algo tipo as discussões de natal entre o tio petista e o avô tucano que acontecem na minha família enquanto queremos apenas enfiar o peru na boca, mas rolou algo mais Dio brando. Talvez o maior constrangimento foi quando Marcelo Del Greco pegou o microfone para se gabar dos mil vezes mol lançamentos da JBC esse ano, que ter 30 e todos lançamentos era um sinal que o mercado de mangás está maravilhoso etc. Logo a seguir, Beth Kodama pegou o microfone e falou indiretamente que não rola pegar um monte de coisa e despejar na banca porque tem que pensar no público.

A seguir, uma representação gráfica desse momento:

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Aliás, Marcelinho deu de presente de natal aos leitores do Mais de Oito Mil uma explicação do que é o tal selo Ink. E a resposta é: ele é um selo moldado de acordo com os lançamentos. OUSEJE: NINGUÉM FAZ IDEIA DE QUE PORRA É ESSA!

Leonardo Kitsune, o mediador, tentou quebrar o protocolo e ser mais incisivo nas perguntas, mas visivelmente os participantes ficariam incomodados com isso. Portanto, era a vez das pessoas da plateia desestabilizarem os palestrantes com perguntas inquietas sobre transparência de papel, distribuição ineficiente, adaptações duvidosas e sobre quais cremes Junior Fonseca passa para ficar jovem daquele jeito. No entanto, todo mundo apenas perguntou se esse ou aquele título seria lançado, mesmo com o Kitsune avisando para o pessoal NÃO FAZER esse tipo de pergunta. Vamos torcer pro filhão dele o respeitar mais que o pessoal da plateia.

No final, Beth Kodama chamou a imprensa lá pra frente e falou:

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Como Marcelinho Del Greco não conseguiu autorização para fazer maaaaais um anúncio JBC, Beth nem se deu ao trabalho de fazer muito alarde e prometeu dois mangás de Black Rock Shooter. E assim acabou a palestra, e nós ficamos ávidos por sangue ou por um empate para ser definido numa partida sem itens na Final Destination. Fica pra próxima, né…

Pretty Cure chegou ao Brasil e tem a melhor pior dublagem de todas

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Um do problema do povo do Burajiru é que somos um país sem memória. As pessoas vão às ruas pedir intervenção militar, reelegem políticos historicamente corruptos e editores de mangás requentam estratégias de sucesso que não deram certo tempos atrás (cofcofSUPERONZEcofcof). E por que eu fiz toda essa introdução enrolativa e que existe apenas para dar alfinetadas gratuitas? Simples, porque a Netflix colocou no ar o anime Glitter Force.

Não, não se trata de um super sentai baseado no filme da Mariah Carrey, e sim da versão Sabanizada de Pretty Cure, um dos animes de maior sucesso entre as garotas da Grande Nação Japonesa que já têm discernimento pra perceber que Sailor Moon Crystal é uma merda. Com uma rotatividade de elenco semelhante a outro famoso anime do Burajiru, Malhação, Pretty Cure chegou aqui com décadas de atraso e uma versão dublada… bem… que ficou assim:

Explicação para você leitor que com certeza não clicou para ver o vídeo de apenas dois minutos (eu te conheço!): Glitter Force foi dublado em Miami, que é pra onde mandam animes que dispõe de poucos recur$os do dono da marca. O próprio nome do vídeo no YouTube é “Uma das piores dublagens atuais que eu já vi”, mas isso só mostra como o povo do Burajiru é desmemoriado.

Afinal, é bem injusto dar o prêmio Yayoi Aoba para Pretty Cure no Burajiru quando temos ESSE COMPETIDOR:

Blue Dragon é praticamente o papel de Gangsta das dublagens brasileiras.

Barraco! Novela da Globo copia desenhos de mangá nacional sem autorização

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Aos 45 do segundo tempo a Rede Globo tentou entrar na nossa votação de Barraco do Ano (tarde demais, o post com os vencedores do 3º Troféu Imprensa Especializada já saiu hoje mais cedo, pode ler clicando aqui)! Pois é, dois posts no mesmo dia, tá tipo quando seu kareshi tá disposto e faz du… ENFIM… Olha o que é que deu no Facebook do Studio Seasons:

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Como sou uma blogueira precavida e que só acredito vendo igual no bordão do Silvio Santos, vamos fazer agora o teste Tomé-Sama para saber se as autoras estão corretas em dizer que a Globo copiou os desenhos. Para meus leitores que não conseguem perceber coisas óbvias (tipo a JBC que não enxerga transparências), fiz um esquema visual com cores para facilitar a vida dos leitores:

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Já não basta a novela Além do Tempo e seus altos temporais serem uma cópia descarada da narrativa de reencarnações de Jojo, agora copiar desenho de artistas sem crédito é bem feio heim?

Os vencedores do 3º Troféu Imprensa Especializada (pff)

14 Dez trofeu-imprensa-capa

Tal qual Silvio Santos, que interrompia a votação da Casa dos Artistas na hora que bem queria para manipular na cara dura o resultado do reality, sem qualquer aviso prévio encerrei ontem as votações para o 3º Troféu Imprensa Especializada (pff). O motivo pra isso? Ah, daqui a pouco vai todo mundo só ficar falando de Star Wars, uva passa e comentários sobre namoradinhas, então decidi já revelar o resultado dessa premiação logo essa semana!

Em primeiro lugar agradeço aos MILHARES de votos de vocês, pois esse foi o Troféu Imprensa Especializada (pff) com mais participação do público. Em segundo lugar, queria explicar que os números que peguei das porcentagens foram os fornecidos pelo formulário do Google (que aparentemente é tão de humanas quanto eu, pois se você somar os números não dá 100% nem fodendo). IKIMASU para o resultado!

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Segundo mais da metade dos nossos leitores, o barraco do ano foi a batalha entre editoras que rolou no Anime Friends. Lembrando que a atração tem dado tão certo que ela já está confirmada para o próximo Ressaca Friends, pois ver editor se digladiando com anúncios é muito mais divertido que ver apresentação de cosplay.

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Essa foi acirrada, mas o mico editorial para os leitores do Mais de Oito Mil foi o selo Ink Comics. Aquele que foi anunciado como uma alternativa para a JBC lançar produtos diferentes de sua linha principal, mas que no fundo é apenas uma desculpa para recontratar o Marcelo Del Greco e publicar uns títulos ruins e/ou umas putarias da Jump.

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Com uma pinta na perna, uma roupa de Seu Madruga e uma interação impecável com um fundo verde, a apresentadora Angélica conseguiu pela primeira ver ser escolhida a waifu do ano segundo os leitores do blog, deixando pra trás a avulsa do Rola ou Enrola e a vilã de A Regra do Jogo.

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Que resultado inesperado! Contrariando o favoritismo absoluto de Leonardo Kitsune e minha torcida ferrenha por Jiback do Jbox, o Capitão Onigiri disparou a partir do meio da disputa e conseguiu levar o prêmio de blogueiro mais colírio. Procurado pelo blog, ele afirmou que está contente com a vitória e que está estudando propostas para posar nu na próxima Neo Tokyo (ela ainda existe? Pergunta sincera mesmo).

Epa, pera aí, quem apertou o start no controle 2????

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Pois é, o Judeu Ateu apareceu com esse corte atrevidamente ousado após a divulgação dos indicados, e o nosso corpo de jurados achou tão delicinha que decidi entregar a ele o prêmio de mister simpatia! Parabains!

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Já o programa mais vergonhoso do ano foi quando Regina Casé levou lolitas ao Esquenta. Aliás, cês sabiam que depois de um ano péssimo, o programa será cancelado e não volta ano que vem? Como diria a professora figurante de Sakura Card Captor: “não existem coincidências, apenas o inevitável”. Ou será que essa frase é da Yuko de XXXHolic? Ou eu vi num papel sorteado pelo periquito do Bom Dia & Cia? Não lembro….

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Se o ano não foi fácil para a Microsoft nos videogames com seu XBOX ONE sem apelo e com meia dúzia de jogos interessantes, pelo menos o editor de texto da empresa fez sucesso e ganhou como Editor do Ano!!!

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Mas não se preocupe, JBC, pelo menos vocês ganharam como Melhor Transparência! Ultraman, Orange e Gangsta impressos em papel vegetal garantiram que os leitores nem ligassem para os atrasos do envio do material de Akira e muito menos para a caralhada de títulos que a Panini deu aquela paralisada.

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PUTA QUE PARIU, COMO É QUE PELO TERCEIRO ANO CONSECUTIVO EU CONSIGO PERDER COMO PÁGINA DE HUMOR NA PREMIAÇÃO ORGANIZADA POR MIM MESMO??????? Isso é como se Os Dez Mandamentos ganhasse o prêmio de melhor novela no Melhores do Ano do Faustão, ou que Eduardo Cunha fosse cassado num processo que ele mesmo se julgou.

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E num ano de grandes requentamentos, os leitores acharam que o mais expressivo foi Dragon Ball Super. Aliás, não deve ter nada mais expressivo que aqueles desenhos bizarros que fizeram nas lutas contra o Bills, não é mesmo?

E esse foi o resultado do 3º Troféu Imprensa Especializada (pff). Voltaremos numa próxima ocasião!

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