Anime Friends apareceu no Jornal Nacional, o jornal mais assistido do Burajiru!!!

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E aí, minna-san! Euzinha tô aqui de volta em mais uma matéria exaltando as qualidades do Anime Friends, esse evento maravilhoso que será coberto pela primeira vez no Mais de Oito Mil. Para tanto, deixei de lado o jornalismo kodomo e agora sou uma jornalista respeitável, mostrando apenas os lados positivos pra conseguir minha boquinha. Mas vamos falar do evento e não do meu lado vendida.

O Anime Friends começou nessa sexta-feira (10) em São Pauro e já de cara conseguiu chamar a atenção da imprensa não-especializada (pfff). Como se não bastasse ter uma matéria exibida no horário mais valorizado do SPTV 2ª Edição (apresentado pelo Tramontina-jichan), o Anime Friends apareceu no JORNAL NACIONAL entre uma matéria de crise e outra sobre o fim da pororoca. Vamos ver se foi uma matéria bem embasada ou se apenas mais uma edição da tradicional vergonha alheia televisionada que os otakus sempre participam?

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Imagina a cara da família brasileira quando liga a TV e dá de cara com Fábio, o rapaz de nome muito bonito que está na cabeça da matéria sobre Anime Friends arrumando o cabelo e exibindo as coxas em rede nacional. Ele está de cosplay de League of Legends, um jogo eletrônico que é a coqueluche dos jovens (já usei todas as palavras clichês de matérias sobre coisas nerds?).

Completamente por fora do mundo dos joguinhos que as mães não entendem que não dá pra pausar, a repórter perguntou por que Fábio se identifica com um personagem que é um vilão.

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RISOS que ele apenas colocou rótulo de vilão para qualquer protagonista de mangá shonen, mas tudo bem. O importante é que ele serviu de artifício para a repórter Michelle Barros falasse sobre o mundo dos animes, mangás e dessas bizarrices japonesas. E sorte que ela estava de costas, porque Fábio aproveitou os minutos de fama para performar algo que deveria ser uma série de golpes de LoL, mas acabou sendo uma dança de acasalamento dos otakus encalhados.

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Mas logo ela foi transportada para o Anime Friends, aquela realidade paralela em que as pessoas de bem são substituídas por otakus, onde é comum andar com cara de retardado e principalmente pagar uma fortuna por um pastel com pouco recheio. Aliás, considerando que é o Anime Friends, fiquei meio assustada com três elementos dessa foto a seguir:

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Elemento 1: Não é o autoproclamado maior evento da América Latina? Cadê aquele mundaréu de gente andando feito um zumbi com suas mochilas cheio de penduricalhos barulhentos?

Elemento 2: Estamos em DOIS MIL E QUINZE e ainda tem gente fazendo cosplay de Frozen.

Elemento 3: Nenhum de vocês percebeu que Junior Fonseca da Newpop fez uma cameo em horário nobre como uma forma de promover a publicação do 17º spin-off de Madoka Magica, dessa vez sobre uma repórter da Globo que assina um contrato com o Kyubei disfarçado de Ali Kamel.

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Mas vamos voltar à cobertura, pois rolaram uns depoimentos maravilhosos e delusionais, como o dessa moça que ficou encantada com os cosplayers e explicou o motivo:

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Minha filha, personagem sair da ficção e estar com você é uma coisa que tem outro nomezinho. Essa galera no máximo tá no nível de uma festa a fantasia que estipularam um limite de 30 reais para que não aparecesse um vencedor de WCS humilhando os outros convidados.

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Esse moço estava realmente narrando a invasão de humanos num RPG de mesa ou se os participantes acreditam ser goblins de verdade e viram a equipe da Globo como ameaça? Ficou no ar.

E claro que a cota de vergonha alheia dos otakus não estaria completa se não tivesse uma placa de abraços grátis, que foi julgada apenas pelo olhar da repórter:

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Não percam a cobertura completa do Anime Friends aqui no Mais de Oito Mil.

Dragon Ball Super #01 – O grande vilão que atende pelo nome de “Filler”

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E aí minna, como cês tão? Sábado é dia de balada, certo? Errado, isso é programa apenas das pessoas que têm vida sexual ativa, otaku fica em casa vendo a transmissão de Dragon Ball Super em algum streamming. Se você passou os últimos meses soterrado por desculpas que a Nintendo inventa para não colocar chat de voz em seus jogo e não faz a menor ideia do que seja Dragon Ball Super, eu explico: Toriyama precisa pagar seu condomínio e autorizou a produção de uma série nova que se passa logo após a luta com o Buu (e antes dos últimos capítulos de DBZ) e que finge que o Dragon Ball GT nunca existiu. Se isso é promissor ou não, vamos ver um resumão do primeiro capítulo!

No capítulo anterior, Goku e Vegeta lutaram contra Majin Buu e venceram graças a técnicas incríveis, um caô do Mr Satan e uma animação preguiçosa que disfarçava a falta de quadros de animação nas lutas com a desculpa de “eles são muito rápidos e você otaku não consegue vê-los”. Agora a Terra está em paz novamente, o que é uma deixa incrível para a Toei realizar o que sabe fazer de melhor:

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ISSO MESMO, FILLERS JÁ NO PRIMEIRO CAPÍTULO. Chichi mandou Goku trabalhar pra juntar uma grana, afinal mudaram as regras da aposentadoria e agora eles precisam de mais tempo de contribuição. Goku agora trabalha no campo porque, né… o que tem de terra no mundo que o pessoal podia carpir em vez de falar merda no Facebook não tá no mangá.

Aposto que algum fã mais chato de Dragon Ball vai perguntar como é que Goku sabe dirigir esse trator se nem ao menos habilitação ele tem (é só lembrar do filler da carteira de motorista), mas a Toei foi esperta ao usar um furo ainda maior para que distrair os otakus. Afinal, quem vai se preocupar com a habilidade de Goku no volante quando…

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… O ESTÚDIO ME BOTA UMA CRIANÇA PRA DIRIGIR O BAGULHO??? Na verdade, eu não entendi por que o Goku não usou as mãos mesmo para arar a terra, mas vai saber… A partir daí, o capítulo começa a se desenrolar em tramas muito interessantíssimas, como:

– Whis e Bills brincando de MasterChef:

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– Mr Satan lidando com os repórteres do Ego:

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– Gohan comprando um livro de colorir mandalas:

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Mas cadê a luta? Cadê a emoção? A Toei deixou isso para Goten e Trunks nesse primeiro capítulo, que foram atrás de um perfume para a Videl e tiveram que enfrentar uma cobra gigante que repetia quadros de animação:

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E a gente achando que o ápice dos inimigos sem noção de Dragon Ball era liderado pelo Chicote de Dragon Ball GT. No final do capítulo, Goku consegue um dinheiro graças ao Mr Satan e todo mundo fica feliz, menos os Kaioshins que sentem que mais uma estrela misteriosamente desapareceu do universo:

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Ou seja, isso quer dizer que o próximo capítulo vai mostrar finalmente a história nova e quem é o vilão? A resposta é… CLARO QUE NÃO pois o próximo capítulo é um filler do Vegeta viajando com a família. Já podemos eleger o Filler como o maior vilão de Dragon Ball Super? Hai ou com certeza?

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Aliás, se a Toei quiser uma sugestão pra filler, eles podiam fazer um episódio explicando como que o Kuririn diminuiu de uma saga pra outra sem que rolasse um salto no tempo…

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10 atrações incríveis que justificam os 240 reais do ingresso do Anime Friends

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O mês de julho chegou e com ele vem as férias escolares, o frio impiedoso e o tradicional Anime Friends, o evento que rola há mais de uma década no meio do ano e que leva milhares de otakus que ficam apenas andando pelos corredores com uma expressão cadavérica e com uma mochila cheia de penduricalhos barulhentos. Este ano, por causa da Dilma, do dólar e dos problemas de saúde de Susan Miller, a Yamato deu uma aumentadinha de leve no preço do ingresso: no atual lote, você vai gastar 240 reais (esse é o preço da meia-entrada já) para se divertir nos 6 dias de evento (compostos de dois finais de semana). Bons tempos que você conseguia ir num evento de anime com o preço de uma coxinha mordida e um chá gelado, né?

Mas não pense que fiz esse post para chochar o evento! Estamos tão carentes de coisas no mundo tokuanimangático que euzinha decidi ajudar a Yamato DE GRAÇA e oferecer meus serviços para incentivar os leitores do Mais de Oito Mil a tirarem os Cloth Myths do Miro de Escorpião do bolso e desembolsarem os 240 reais. Para justificar o investimento, selecionei as 10 melhores atrações do evento, aquelas que você olha e pensa “por essas eu pagaria o preço de um jogo de PS4”. IKIMASU?

anime-bingo-small10. Anime Bingo

Quando vamos numa quermesse, qual é a nossa atividade favorita depois da comida típica? Claro que é comprar uma cartelinha de bingo, um palito de dente e ficar com um grito de “bingo!” entalado na garganta enquanto tua sogra leva aquele kit de tapaué com um pinguim de porcelana. Agora imagina tudo isso dentro de um evento de anime! Sensacional, né? É o Anime Friends resgatando a tradição lúdica das festas juninas num ambiente moderno e arrojado.

09. Chapéu Seletor

Quantas vezes você não acordou pensando “nossa, qual será a minha casa na escola de magia e bruxaria de Hogwarts?”. Em vez de gastar uma fortuna e ir até Orlando no parque oficial do Harry Potter ou então ter uma experiência pobre fazendo uma conta no Pottermore, que tal juntar o melhor dos dois mundos e gastar uma fortuna para ter uma experiência pobre no Anime Friends? Ai, desculpa, era pra incentivar as pessoas, mas fica difícil de defender com essa atração, colega.

08. Brazilian Wrestling Federation

“Já sonhou em estar em um ringue de luta livre e participar de batalhas contra os mais variados lutadores?”. Isso poderia simplesmente ser um dia qualquer num fórum de anime ou nos comentários do Chuva de Nanquim, mas é a atração do AF que coloca um ringue de verdade e um monte de homem parrudo de collant fazendo coreografias marciais o dia inteiro. E ainda rola workshop para você também ser um homem parrudo de collant, imperdível! Se eu não te convenci ainda, tem esse vídeo WONDERFUL com os participantes se apresentando por Skype:

(Me sinto meio mal por ter achado esse Fukuji um pedaço de mal caminho)

07. K-Pop Cover Challenge

O que é melhor que um bando de coreano cantando umas músicas frenéticas cujas letras fazem ainda menos sentido que as das aberturas de anime? Um desafio com brasileiros cantando músicas frenéticas cujas letras fazem ainda menos sentido que as das aberturas de anime! Quem precisa dos grupos originais quando o Anime Friends pode proporcionar esse Superstar dos kpoperos?

ribbon-small06. Ribbon Fashion Contest

Quando li o nome dessa atração pensei que teria algo a ver com a Red Ribbon, mas me enganei. É apenas um campeonato que vai julgar qual é a melhor lolita! Quer dizer, acho que é isso, porque fiquei com medo de olhar muito pra foto e receber e-mails enfurecidos de praticantes dessa arte milenar exigindo que eu faça matérias de retratação explicando que o movimento vem desde o período Rococó do Xogunato.

05. Torneio de Jutsu

Qualquer descrição que eu faça vai estragar a genialidade dessa atração. É UM TORNEIO DE JUTSU, GALERA!

04. Bandas Brasileiras

Com o dólar alto, a melhor saída é convidar bandas brasileiras que tocam o maior número possível de openings de animes, e disso o Anime Friends estará cheio. Infelizmente não contaremos com a participação da banda favorita do Mais de Oito Mil, a The Kira Justice, mas tem lá um sem número de cantores que levarão a plateia ao delírio quando cantarem Pegasus Fantasy em português pela quinta vez no mesmo dia.

briga03. Palestras de Mangás

Se você vai ao Anime Friends pensando “nossa, eu quero ver atrações de pessoas importantes”, pode acompanhar as palestras das editoras de mangá. Elas são tipo as conferências da E3, só que sem a produção e sem a relevância. Cada editora terá sua própria palestra, então parece que não teremos um encontro cheio de climão no mesmo palco como rolou ano passado (e que esse ano foi substituído pelo BWF).

02. Youtubers

Se nos eventos de antigamente tínhamos editores de revistas de anime saindo na porrada no meio da palestra, dessa vez teremos seus sucessores conversando sobre os desafios de se manter um canal no YouTube sem que seja algo muito chato e sem graça (spoiler: não tem jeito). E por que isso é uma atração boa? Ah, porque eu vi um Youtuber gostosinho na lista, então já vale a grana.

01. PORCO NO ROLETE

A MELHOR ATRAÇÃO DE TODAS TINHA QUE FICAR PARA O FINAL DA MATÉRIA, TANTO QUE ESTOU AQUI HÁ UNS SEGUNDOS ESCREVENDO EM CAPS LOCK DE TANTA ANIMAÇÃO! Um belo dia eu estava no Anime Friends com uns tomodachis quando paramos na sala medieval. Vimos uma pequena massa amorfa e meu amigo perguntou:

– O que é isso?
– Um porco no rolete.

Um PORCO.NO.ROLETE.

Se prepara, Yamato, agora vai chover otaku no evento!

Guia “Afinal, o que querem as Otakas?” para arranjar namorada(o) – Parte 1

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Nesses dias eu estava na banca de jornal disfarçada com um daqueles óculos com bigode porque queria comprar um livro de colorir antiestresse. Infelizmente um leitor do Mais de Oito Mil me reconheceu e perguntou “Mara, bem que você podia fazer uma matéria no Mais de Oito Mil para ajudar seus leitores virgens a conseguirem uma namorada, né? Não aguento mais pornografia em 2D!”. Fiquei tão sensibilizada pelo drama do leitor que deixei de lado o livro de colorir e corri para a frente do meu computador para ressuscitar a seção Afinal, o que querem as Otakas?.

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Você pode se perguntar quem sou eu para escrever um guia amoroso. Seria eu uma grande especialista no campo do amor após décadas de relacionamentos bem resolvidos? Ou então fiz muitas matérias optativas na faculdade de Psicologia das mais requintadas faculdades paulistanas? Sou uma ótima conselheira para meus amigos e pessoas próximas? A resposta para todas essas perguntas é um sonoro IIE (“não” na língua da cultura mais rica), mas é o que dizem: para ensinar um cachorro, você pelo menos tem que saber um pouco mais que ele. Ou seja, para ensinar um otaku a resolver sua vida amorosa é só eu já ter pelo menos segurado na mão de alguém.

Eu dividi o guia em vários tópicos importantes, e a primeira parte (que é essa matéria) se refere à apresentação virtual. Pois é, ao contrário da Panini e da JBC, você tem que se focar no marketing porque isso é muito importante. Inclusive a forma que você usa seu perfil nas redes sociais diz muito sobre a sua vida amorosa e sexual! Vamos começar com a lição mais importante para você otaku que nem sabe que os órgãos genitais não têm efeito de mosaico na vida real: VAMOS PARAR DE USAR FOTO DE ANIME?

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“Mas Mara, sua blogueira gorda que foi ver aquele flop do filme do DBZ, mas eu gosto de usar essa imagem do Shinji Ikari porque ele representa a minha dor intern…”

Parou, né? Se você usa foto de personagem de anime para representar algum pedaço da sua personalidade, você está se resumindo a complexidade de um ser humano a algumas características estereotipadas. Parece que falei bonito, mas a razão é mais simples: como você quer que a pessoa saiba que você é pegável se ela nem ao menos vê a sua cara? E é aí que chegamos na desculpa favorita dos otakus:

“Mas Mara, eu uso foto de anime porque eu sou feio =(“

Queridinho, feio é você cobrar 40 reais por um mangá. Feio é você lançar coisa em papel transparente. Feio é você encher de exclamações o seu texto!!!! Enfim, a sua rede social (seja ela o Facebook, o Twitter ou o G+) é como se fosse a capa de um mangá. Como você quer que a pessoa tenha interesse em comprar esse mangá e ficar pelada contigo se ela nem ao menos sabe o que se esconde por trás daquele personagem 2D?

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Agora… se você acha que tem muita espinha, um cabelo desgrenhado, aparelho na boca e um olho igual ao do Cerveró, você precisa se lembrar que estamos no século XXI e na época dos smartphones com câmera. Hoje em dia, você pode usar todos os truques do mundo para disfarçar virtualmente suas imperfeições. Tire um monte de foto tua até achar o ângulo e a iluminação que te valorize, que nem esses cosplayers que mendigam likes no Facebook.

Se mesmo assim você ficar feio, ainda tem o último recurso: o Instagram. Essa rede social permite que você use filtros nas suas fotos, e não tem como alguém ficar feio depois de usar um Valência. Duvida?

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Resolvido o problema, pare de usar fotos de anime no perfil. Aliás, vale a pena você investir num Instagram, e olha que nem precisa ficar postando todo dia uma foto no espelho do elevador porque ninguém merece isso, mas poste paisagens legais e intercale com fotos tuas. Só de fazer isso já acaba dando uma melhorada na sua autoestima, pois boa parte dos otakus sofre apenas por se achar feio. Só, por favor, não comece a usar o Instagram para parecer o virgem que só posta mangás que comprou, como é o caso desse exemplo aleatório que encontrei nessa rede social:

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Voltamos a qualquer momento com mais dicas para você desencalhar.

Análise: Dragon Ball Z – A Ressurreição da Fanfic Ruim

18 jun KUKKATSU-CAPA

(Pode ler que não tem spoiler)

E aí, minna! Para a matéria de hoje eu saí do conforto do meu quarto quentinho com meu travesseiro em tamanho real do Gendo Ikari pra ir às ruas acompanhar a estreia do novo filme de Dragon Ball Z aqui no Burajiru. Como ninguém estava comovido nas ruas, afinal nostalgia por Dragon Ball não é o mesmo que Copa, fui logo assistir à bagaça pra dar minhas opiniões sobre o longa. Vamos lembrar que essa é a primeira vez que DBZ será criticado no Mais de Oito Mil, então muitos de vocês imaginam que será uma análise de uma fã daquelas que tentava imitar a Videl nos exercícios de voo quando era mais nova, né?

ERRAAAADO! Pra começar, já aviso que o filme é uma bomba com o padrão Toei de qualidade. Sério, vocês esperavam algo de bom de uma empresa que fez Sailor Moon Crystal e Cavaleiros do Zodíaco Ômega? A história do filme é aquela coisa simples que só serve como justificativa para juntar um punhado de personagens para lutas rapidinhas: um general do exército do Freeza chamado Sorbet veio à terra e ressuscitou seu líder supremo (afinal, pra quê ser o atual dominante do universo quando você pode ressuscitar teu chefe que te humilha?). Freeza volta à vida e então pensa “eu vou aproveitar minha nova chance e ir caçar uns planetas aí bem longe da Terra” “preciso voltar à Terra e me vingar da pessoa que fez picadinho de mim”.

Tradução: Eis todos os personagens que ganharam 30 segundos de cena de ação solo

Tradução: Eis todos os personagens que ganharam 30 segundos de cena de ação solo

Mas como Freeza vai derrotar Goku? Obviamente com uma saída que os roteiristas tiraram do cu: o vilão pensa “eu nunca treinei na vida porque sou foda, vai ver a saída é a meritocracia”, aí ele passa seis meses treinando antes de vir para a Terra com todos os funcionários que sobreviveram à explosão de Nameku-sei e ao filme do irmão do Coola. Cabe aos Guerreiros Z enfrentarem essa nova (e tediosa) ameaça. Cabe mesmo?

Como o próprio cartaz do filme já entrega (ou seja, não é spoiler), está faltando um pouquinho de gente nesse filme. Tudo bem, eu não tô pedindo que Yamcha e Chaos ganhem tempo em cena, mas a Terra conta com guerreiros fortes como Goten, Trunks e Majin Buu… e eles ficaram de fora. Usaram uma desculpa de “não trouxemos os meninos porque vai saber né” e pronto, é como se não existissem. Sem contar o pecado mortal de não colocar o Mister Satan no longa, né. Enfim, o grupo dos heróis que luta contra Freeza é composto por Piccolo, Gohan com roupa de ginástica, Mestre Kame (que teve um inexplicável upgrade de força), Tenshinhan, Kuririn e Jaco. Peraí… quem é esse cara? Sim, além de incluir no filme Bills e Whis (que vieram do filme anterior), a Toei enfiou o personagem principal do mais recente mangá do Toriyama, “Jaco the Galactic Patrolman”. Legal é que quem não acompanhou esse mangá fica perdido quando citam coisas da história e até uma irmã mais velha da Bulma, a Tights (rly, Toriyama?).

Qual a necessidade disso?

Qual a necessidade disso?

O problema do filme é que a galera não tem mais o que contar e ficam fazendo mágica pra surpreender a gente. Inventam evolução nova (e cafona) do Freeza, inventam um novo estágio do Super Saiyajin que supera qualquer outro estágio do Super Saiyajin (e que por sua vez superava qualquer outro estágio…). Na verdade, o problema é bem mais embaixo e está na forma como o Toriyama terminou a série. No final de Dragon Ball Z, Goku está tão forte e tem aliados tão poderosos que, para se fazer uma história, precisa de um antagonista tão incrível quanto ele. Mas a própria “mitologia da série” já torna tudo isso inverossímil, afinal ele derrotou o cara mais poderoso do universo, o robô mais poderoso criado pelo homem e a personificação da maldade. Provavelmente o Toriyama fez isso sem querer, mas o final de Dragon Ball só torna possível dois tipos de história subsequentes:

1- Colocar um vilão mais forte (a opção mais desafiadora, pois não vamos acreditar que exista alguém assim ainda. O Bills no filme passado já foi uma forçação de barra)
2- Colocar alguma limitação nos poderes do Goku e fazê-lo enfrentar pessoas mais fracas (que é o que aconteceu no nosso ~amado~ Dragon Ball GT)

A impressão que tive vendo o filme é que ele mais parece uma fanfic. Os personagens não estão agindo da forma que agiam na série (ou mesmo no último filme), a inclusão de novos poderes sem qualquer justificativa nos deixa com cara de WTF e um pequeno detalhe no final do filme dá a entender que o roteirista nem ao menos se deu ao trabalho de ler a série. E quer saber a pior parte? Dragon Ball Super vai seguir essa linha. Veja por sua conta e risco.

JBC, Panini e Newpop: como o leitor de mangá pode sobreviver à crise econômica?

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E aí, minna. Com esse título até parece que o Mais de Oito Mil abandonou o fino da cafonagem para se transformar em mais site que faz texto pedante na imprensa especializada (pff), né? Não se preocupem, não vim aqui fazer análise semanal de anime ruim cultuado porque cês sabem que não aguento nem 6 capítulos. Vou falar é da atual crise econômica do Burajiru e como ela afeta esses gibis japoneses que você compra.

Se você não é um otakinho sustentado pela okaasan, deve ter percebido que tudo está complicado no país. Falta água em muitos cantos, a energia elétrica está mais cara que o Vagabond da Nova Sampa e o dólar está mais instável e descontrolado que dublador com ego ferido. E claro que tudo isso afeta as editoras de mangá, que negociam com os japas reclamões de capas em dólar. Resultado: o preço dos mangás subiram.

Sinto te informar, leitor que usa avatar do Meliodas no Facebook para ninguém notar que tem 13 anos (de idade física e mental), mas o preço dos mangás sempre subiu. Os primeiros da Conrad custavam 3,90 e os da JBC saíam por 2,90, mas os tempos eram outros: o custo era mais barato para se produzir, era tudo meio tanko e vendia pra cacete por causa que tinha os animes passando na TV.

Com a recente crise econômica, surgida graças a escândalos políticos e muitos outros fatores que não manjo por ser de humanas, o que cada editora fez para garantir as publicações? Vamos ver uma por uma!

Newpop

O que esperar da editora que tem aquela periodicidade tão particular que tanto já implicamos no passado, não é mesmo? Bem, aparentemente a Newpop ligou o foda-se para periodicidade e lança as coisas quando ficam prontas, normalmente perto de eventos. Nesse caso não tem muito que falar: os mangás continuam com a mesma qualidade boa de antes, e sofreram um reajuste de cerca de dois reais. No fundo é uma economia, porque você deve ter comprado só um mangá de Madoka e está achando que até hoje tá saindo o mesmo volume quando na verdade é tudo spin-of.

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JBC

Em 2012 toda a imprensa especializada (pff) se juntou para crucificar a JBC. E por que eu tô falando na terceira pessoa como se euzinha não tivesse feito posts maravilhosos mostrando como Kobato saiu com uma gramatura tão ruim que era possível ver 3 páginas adiantes nas transparências?

Segundo um Henshin Online publicado em 8 de maio (caso você não saiba o que é isso, é um vídeo esporádico que assistimos para ver o cabelo do Cássius Medauar assumir formas diferentes a cada gravação… e para ouvir ele falando de formatos bacanudos), a JBC fez um pequeno reajuste de 1 real nos títulos em hiato. Já alguns mangás serão lançados em formatos que exploram o nosso bolso mesmo, como Zetman a salgados 17,90 do tamanho de Sailor Moon. E pela enésima vez: precisa lançar tanta coisa mensal assim?

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No entanto, a qualidade dos mangás da JBC deu uma caída de leve. Estou falando por experiência própria, pois ultimamente meus dedos têm ficado bem escuros após ler o mangá. Mas, nesse caso, pode ser culpa da gráfica que reduziu a qualidade da tinta, pode ser culpa do Cássius e até mesmo pode ser culpa do Kitsune, que fez com que todo mundo parasse de falar da crise para falar de seu novo corte de cabelo.

Panini

Agora que o assunto fica pesado. Panini é a maior editora de mangás aqui do Burajiru graças à competência e à maleta cheia de dinheiro infinito para comprar licença de todos os mangás que fazem sucesso (deixando coisas como um treco chamado “Feridas” para a JBC), mas é a editora que mais decepciona em campos como “papo com o consumidor”. tanto que os aumentos foram noticiados pelo site Liga HQ, e não pela própria.

Assim como no caso da JBC, a média de aumento foi de um real, exceto em alguns casos como de Viland Saga que aumentou dois reais. Como a maioria dos mangás é bimestral, o aumento não é tão exagerado. Mas o custo benefício… vixe…

Os mangás da Panini simplesmente despencaram em qualidade, chegando perto do que a JBC fez com Kobato e que citei no tópico anterior. O papel está com uma gramatura inferior e até mesmo a tinta tem soltado no dedo com mais facilidade (mesmo caso da JBC), transformado a leitura numa versão física de Splatoon.

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Conclusão

O que você, leitor de mangá antenado que acessa o Mais de Oito Mil, deve fazer para driblar essa crise que aumentou o preço dos mangás no Burajiru? A resposta é muito simples e nem ao menos preciso ser economista: compre menos ou trabalhe mais.

O que está acontecendo com a JBC e a Newpop?

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Oi, minna. Se você chegou achando que veria a segunda parte da otaka no Rola ou Enrola, sinto informar que até passar o dia lendo otaku pedindo republicação de Inuyasha parece algo mais divertido que assistir àquele quadro. Saudade de Vívian Otaka, aquela cujo constrangimento transbordava e afundava Eliana numa poça com seus piores momentos lidando com otakus. Mas estou aqui para falar de mercado editoral, e não sobre gente desesperada pra arranjar homem (ou seja, não estou falando de mim hoje).

Eu tenho sentido algo muito estranho em duas editoras do Burajiru, a JBC-chan e a Newpop-kun, e isso ficou bem claro em manifestações recentes nas redes sociais. IKIMASU ver o que deu hoje no Facebook da Newpop?

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Pera… tem algo estranho aí. É impressão minha ou a Newpop fez um comentário sensato para o público, insinuando que tem mó galera que pede coisa e depois não compra? E também é impressão minha que a Newpop disse que vai anunciar coisas no final do ano e durante o ano de 2016?

Mais estranho que isso, é ver o tweet do editor sem orelha da JBC:

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Deixa eu ver se a otaka aqui entendeu!

A Newpop, aquela editora que era desesperada e anunciava 20 títulos quase ao mesmo tempo e depois ficava enrolando anos até sair tudo, tem sido moderada com anúncios e a JBC, aquela editora que sempre foi mais sensata e ia anunciando as coisas aos poucos, tá com siricotico na bacurinha e já quer anunciar mais um título depois de tanta tranqueira coisa anunciada?

Não sei vocês, mas acho que já temos o blockbuster da temporada:

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Quem vai ser o Tony Ramos?

Mais uma Otaka no Rola ou Enrola #01: Conheça Haru, a nova solteira

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Entre uma reclamação nos comentários do Jbox pedindo que alguma editora publique Jojo e outra otakice, você deve ter pensado “o que está faltando para o Mais de Oito Mil ser relevante como era em 2011?”. É uma briga com dublador? É a derrubada de algum salvador dos games? Não, a resposta é muito mais simples: o Rola ou Enrola. Em algum momento do passado deixamos nossa aparente intelectualidade de lado e nos jogamos de cabeça na cobertura televisiva de um quadro de namoros fake promissor do programa da Eliana, a musa dos otakus (epíteto ganhado após ter atraído uma quantidade absurda de malucos aficionados pelo gênero).

Caso você não lembre, durante 5 semanas houve uma participante do quadro Rola ou Enrola chamada Vivian Otaka (mentira, esse é o nome que eu dei pra ela) que deixou um vazio muito grande em nossos kokoros. Mas a saudade, assim como promessas da Conrad, é algo que devemos deixar para trás, e isso porque a Eliana apresentou ontem a mais nova competidora do programa: Haru. Mas e se essa Haru for uma fraude como a Bárbara Nerd (fiz investigação, lembra)? Precisamos de um atestado que Haru é verdadeiramente uma otaka, como podemos providenciar isso?

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NÃO PRECISAMOS DE MAIS PROVAS! Apenas uma otaka teria tanto desprendimento e tão falta de vergonha em rede nacional. Haru foi aceita por mim do Mais de Oito Mil como a sucessora narutal de Vivian Otaka e podemos ressuscitar uma das seções com mais audiência e menos ofensas da história deste blog. RODA A VINHETA, KARESHI!!!

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Já tô melhor pra criar variações de nomes que o Video Quest, né? Haru terminou seu vídeo de apresentação dizendo que vai dar um Hadouken em caras grosseirões que bebem e fumam. Minha filha, esse programa é conhecido por levar apenas os modeletes mais boçais que estão mais interessados em levar o cachê sem precisar daquelas gincanas do Programa Silvio Santos, então é bom que você leve um bom estoque de meia lua e soco porque você VAI PRECISAR!

Caso você seja uma daquelas pessoas que se considera superior por ver desenho japonês no lugar de programas brasileiros, duas coisas: 1- pare de ser trouxa 2- o Rola ou Enrola é tipo um The Voice da paquera, no qual o macho entra numa esteira, tem um minuto para fazer uma apresentação e as cinco garotas fazem perguntas de duplo sentido. Caso role interesse, elas viram a placa dizendo que o querem. Se mais de uma fizer isso, o cara escolhe qual moça quer.

Sendo assim, Haru já deve ter pensado em casa “eu preciso de algum diferencial” enquanto via seus pôsteres de Dragon Ball Z que vinham na Ultra Jovem. E qual seria esse diferencial? Seria fazer um Pronatec, ler um Kakfa? Claro que não, a melhor saída é…

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IR COM UM COSPLAY DE SAKURA. Em momento algum do programa a Eliana demonstrou desconforto, mas a gente sabe que ela DETESTA Sakura. Para entender isso, precisamos voltar para 2000, quando o Cartoon Network exibiu Sakura e Sailor Moon R e as séries começaram a fazer sucesso. Como a Globo tinha mais grana, levou o anime da caçadora de cartas. Já a Record pegou Sailor Moon e obrigou a Eliana a fazer ISSO:

Eu também ficaria puta se me botassem vestida de Lady Gaga pilotando uma nave espacial para promover um anime ruim de garotas que defendiam a terra com roupa de marinheira. Enfim… Haru estava um pouco apagadinha durante o programa, até porque a produção caprichou no nível de bizarrice dos rapazes e nem dava para competir com isso.

Como esse post já foi classificado na sua mente na categoria “textão do face”, agora vou transformá-lo em lista do Buzzfeed pra você continuar me lendo. Vamos ver os 07 machos constrangedores do programa dessa semana??? IKIMASU!

01. Iago, o gago (graças-a-deus, segundo ele) que mostrou como gosta de dormir usando um manequim nem um pouco assustador:

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02. Rogério, o rapaz que achou que conquistaria mulheres dizendo que sofre de prisão de ventre:

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03. Wotson, o lutador de nunchaku que só coloquei na categoria de constrangimento porque ele quis pegar a Haru, e não eu (bonus track: a cara da Eliana):

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04. Vinícius, que fez um desfile de modelos de papelão:

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05. O gladiador romano que ativou o novo recurso do Rola ou Enrola, o GUNDAM BOMBEIRO PARA APAGAR O FOGO DA GALERA:

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06. Jonathan com cosplay de humano saindo da traqueia de um lobo mau:

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07. Daniel, o alemão que entende tanto do idioma pátrio quanto a Newpop:

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No final do programa, Haru ficou com o Wotson e na próxima semana veremos como foi o primeiro encontro deles. Se ela curtir, ela nem volta ao Rola ou Enrola. Enquanto isso, nas redes sociais, o povo tentou maaaais uma vez fazer com que o blogueiro Nintakun tivesse seu momento de fama na internet levantando a tag #NintakunNaEliana para os TTs (como se fama na internet garantisse dinheiro e sexo, vide um viado careca aí que enche o saco twittando sobre novelas).

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Minna, vamos parar de bancar a JBC e requentar coisas antigas? Vlw flw! Até semana que vem!

Nobuhiro Watsuki envia mensagem subliminar de ódio ao Burajiru

22 mai kenshin-caipirinha

Nunca entendi por que eventos de animes do Burajiru nunca traziam artistas de renome lá fora. Anime Friends investiu em cantores de karaokê decadentes, Animecon uma vez trouxe o dublador japa descartado do Seiya e a coreana do Tarot Café da Newpop visitou a gente. Mas cadê os grandes nomes? Cadê um Akira Toriyama, um Takehiko Inoue, uma Naoko Takeuchi? Daqui a pouco vai ter até um meet & greet com essa blogueira gorda.

Mas a Fundação Japão com a Comix e a JBC tão aí para mudar isso e vão trazer Nobuhiro Watsuki, o autor de Samurai X. Depois de mandar sua esposa para reconhecimento da região, agora é a vez do criador do Kenshin vir aqui e ser bombardeado por perguntas do tipo “já tomou caipirinha?” e “como se sente sabendo que o público brasileiro adora seu mangá?”.

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Para comemorar, o autor mandou uma ilustração exclusiva, mas o que a gente viu na verdade foi a maior ofensa que o público brasileiro poderia receber desse tão conceituado autor. Observe as mensagens subliminares que descobrimos abaixo e que atestam o quanto ele se acha superior apenas por morar na Grande Nação Japonesa:

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Só pra começar, ele ~supostamente~ escreveu “Viva Brasil”. Você acredita nisso? Pois eu não! Nosso idioma é o português, é é uma falta de educação tremenda escrever mensagem na língua deles. E se aí estiver escrito “Vai se foder, seus trouxas”? Quem me garante isso? O Google Tradutor que não, né fofos.

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Observe a ordem das bandeiras. Seguindo a linha de leitura ocidental, podemos interpretar que “você pode até começar no Burajiru, mas você vai querer acabar é no Japão”, como se nosso país fosse apenas transitório.

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Além de comparar nossa nação com uma lesma (ou seja, atrasados), repare quantos ramos tem atrás do bichinho: OITO. Claro que é uma referência ao número de gols na partida Brasil x Alemanha, que fez com que o Nihon e sua nação de admiradores de Oliver Tsubasa rissem da nossa cara.

Mas o pior ainda está por vir. Já sabendo que a mensagem iria ser compartilhada pela editora JBC, o Watsuki tratou de nos ofender com uma mensagem bem escondida, visível apenas com a ampliação que fizemos numa máquina de xérox.

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Que vergonha, meu Kami-Sama, que vergonha.

coluna da ba-chan – a panini odea nós otakus

17 mai

konthebest

ohayo gosaimasu minna san. aqui eh a ba chan a prima da mara que ta de volta prar criticar coisas imrpotarnte do mundo dos otakus.

ontme a panini anunciou num evento de naturo que ia republicar naruto pela terceira vez. aqui esta o link

http://www.jbox.com.br/2015/05/16/panini-anuncia-naruto-gold-edition/

(naum vou coloca o link do chunan pq eles sao pagos pela panini q eu to sabendo)

AFF NE PANINI. como ela tem coragem de aproveitar um evento de naruto pra anunicar manga de naruto ao inves de otra coisa? a gente la trcendo pra ser republicacao de luxo de sucessos q nem dgrayman e claymore. MAIS NAO! vai ser naruto d novo.

soh pq naruto vende mais ela precisa relançar? e nos otakus ficamos como? eu jah comprei os 71 voolumes do normal e as 60 do poket, agora vou ser obrigada a comprarr esse nvo tb? AFF PANINI. MEU DINHEIRO N DA EM ARVORE!

a pnainia tem mto a aprender c/ a jbc. essasim respeita nos otakus cm relançamentos q a gnte pediu q nem reiarte e helsing.

d novo: AFF PANINI

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