Mais uma Otaka no Rola ou Enrola #01: Conheça Haru, a nova solteira

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Entre uma reclamação nos comentários do Jbox pedindo que alguma editora publique Jojo e outra otakice, você deve ter pensado “o que está faltando para o Mais de Oito Mil ser relevante como era em 2011?”. É uma briga com dublador? É a derrubada de algum salvador dos games? Não, a resposta é muito mais simples: o Rola ou Enrola. Em algum momento do passado deixamos nossa aparente intelectualidade de lado e nos jogamos de cabeça na cobertura televisiva de um quadro de namoros fake promissor do programa da Eliana, a musa dos otakus (epíteto ganhado após ter atraído uma quantidade absurda de malucos aficionados pelo gênero).

Caso você não lembre, durante 5 semanas houve uma participante do quadro Rola ou Enrola chamada Vivian Otaka (mentira, esse é o nome que eu dei pra ela) que deixou um vazio muito grande em nossos kokoros. Mas a saudade, assim como promessas da Conrad, é algo que devemos deixar para trás, e isso porque a Eliana apresentou ontem a mais nova competidora do programa: Haru. Mas e se essa Haru for uma fraude como a Bárbara Nerd (fiz investigação, lembra)? Precisamos de um atestado que Haru é verdadeiramente uma otaka, como podemos providenciar isso?

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NÃO PRECISAMOS DE MAIS PROVAS! Apenas uma otaka teria tanto desprendimento e tão falta de vergonha em rede nacional. Haru foi aceita por mim do Mais de Oito Mil como a sucessora narutal de Vivian Otaka e podemos ressuscitar uma das seções com mais audiência e menos ofensas da história deste blog. RODA A VINHETA, KARESHI!!!

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Já tô melhor pra criar variações de nomes que o Video Quest, né? Haru terminou seu vídeo de apresentação dizendo que vai dar um Hadouken em caras grosseirões que bebem e fumam. Minha filha, esse programa é conhecido por levar apenas os modeletes mais boçais que estão mais interessados em levar o cachê sem precisar daquelas gincanas do Programa Silvio Santos, então é bom que você leve um bom estoque de meia lua e soco porque você VAI PRECISAR!

Caso você seja uma daquelas pessoas que se considera superior por ver desenho japonês no lugar de programas brasileiros, duas coisas: 1- pare de ser trouxa 2- o Rola ou Enrola é tipo um The Voice da paquera, no qual o macho entra numa esteira, tem um minuto para fazer uma apresentação e as cinco garotas fazem perguntas de duplo sentido. Caso role interesse, elas viram a placa dizendo que o querem. Se mais de uma fizer isso, o cara escolhe qual moça quer.

Sendo assim, Haru já deve ter pensado em casa “eu preciso de algum diferencial” enquanto via seus pôsteres de Dragon Ball Z que vinham na Ultra Jovem. E qual seria esse diferencial? Seria fazer um Pronatec, ler um Kakfa? Claro que não, a melhor saída é…

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IR COM UM COSPLAY DE SAKURA. Em momento algum do programa a Eliana demonstrou desconforto, mas a gente sabe que ela DETESTA Sakura. Para entender isso, precisamos voltar para 2000, quando o Cartoon Network exibiu Sakura e Sailor Moon R e as séries começaram a fazer sucesso. Como a Globo tinha mais grana, levou o anime da caçadora de cartas. Já a Record pegou Sailor Moon e obrigou a Eliana a fazer ISSO:

Eu também ficaria puta se me botassem vestida de Lady Gaga pilotando uma nave espacial para promover um anime ruim de garotas que defendiam a terra com roupa de marinheira. Enfim… Haru estava um pouco apagadinha durante o programa, até porque a produção caprichou no nível de bizarrice dos rapazes e nem dava para competir com isso.

Como esse post já foi classificado na sua mente na categoria “textão do face”, agora vou transformá-lo em lista do Buzzfeed pra você continuar me lendo. Vamos ver os 07 machos constrangedores do programa dessa semana??? IKIMASU!

01. Iago, o gago (graças-a-deus, segundo ele) que mostrou como gosta de dormir usando um manequim nem um pouco assustador:

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02. Rogério, o rapaz que achou que conquistaria mulheres dizendo que sofre de prisão de ventre:

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03. Wotson, o lutador de nunchaku que só coloquei na categoria de constrangimento porque ele quis pegar a Haru, e não eu (bonus track: a cara da Eliana):

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04. Vinícius, que fez um desfile de modelos de papelão:

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05. O gladiador romano que ativou o novo recurso do Rola ou Enrola, o GUNDAM BOMBEIRO PARA APAGAR O FOGO DA GALERA:

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06. Jonathan com cosplay de humano saindo da traqueia de um lobo mau:

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07. Daniel, o alemão que entende tanto do idioma pátrio quanto a Newpop:

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No final do programa, Haru ficou com o Wotson e na próxima semana veremos como foi o primeiro encontro deles. Se ela curtir, ela nem volta ao Rola ou Enrola. Enquanto isso, nas redes sociais, o povo tentou maaaais uma vez fazer com que o blogueiro Nintakun tivesse seu momento de fama na internet levantando a tag #NintakunNaEliana para os TTs (como se fama na internet garantisse dinheiro e sexo, vide um viado careca aí que enche o saco twittando sobre novelas).

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Minna, vamos parar de bancar a JBC e requentar coisas antigas? Vlw flw! Até semana que vem!

Nobuhiro Watsuki envia mensagem subliminar de ódio ao Burajiru

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Nunca entendi por que eventos de animes do Burajiru nunca traziam artistas de renome lá fora. Anime Friends investiu em cantores de karaokê decadentes, Animecon uma vez trouxe o dublador japa descartado do Seiya e a coreana do Tarot Café da Newpop visitou a gente. Mas cadê os grandes nomes? Cadê um Akira Toriyama, um Takehiko Inoue, uma Naoko Takeuchi? Daqui a pouco vai ter até um meet & greet com essa blogueira gorda.

Mas a Fundação Japão com a Comix e a JBC tão aí para mudar isso e vão trazer Nobuhiro Watsuki, o autor de Samurai X. Depois de mandar sua esposa para reconhecimento da região, agora é a vez do criador do Kenshin vir aqui e ser bombardeado por perguntas do tipo “já tomou caipirinha?” e “como se sente sabendo que o público brasileiro adora seu mangá?”.

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Para comemorar, o autor mandou uma ilustração exclusiva, mas o que a gente viu na verdade foi a maior ofensa que o público brasileiro poderia receber desse tão conceituado autor. Observe as mensagens subliminares que descobrimos abaixo e que atestam o quanto ele se acha superior apenas por morar na Grande Nação Japonesa:

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Só pra começar, ele ~supostamente~ escreveu “Viva Brasil”. Você acredita nisso? Pois eu não! Nosso idioma é o português, é é uma falta de educação tremenda escrever mensagem na língua deles. E se aí estiver escrito “Vai se foder, seus trouxas”? Quem me garante isso? O Google Tradutor que não, né fofos.

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Observe a ordem das bandeiras. Seguindo a linha de leitura ocidental, podemos interpretar que “você pode até começar no Burajiru, mas você vai querer acabar é no Japão”, como se nosso país fosse apenas transitório.

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Além de comparar nossa nação com uma lesma (ou seja, atrasados), repare quantos ramos tem atrás do bichinho: OITO. Claro que é uma referência ao número de gols na partida Brasil x Alemanha, que fez com que o Nihon e sua nação de admiradores de Oliver Tsubasa rissem da nossa cara.

Mas o pior ainda está por vir. Já sabendo que a mensagem iria ser compartilhada pela editora JBC, o Watsuki tratou de nos ofender com uma mensagem bem escondida, visível apenas com a ampliação que fizemos numa máquina de xérox.

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Que vergonha, meu Kami-Sama, que vergonha.

coluna da ba-chan – a panini odea nós otakus

17 mai

konthebest

ohayo gosaimasu minna san. aqui eh a ba chan a prima da mara que ta de volta prar criticar coisas imrpotarnte do mundo dos otakus.

ontme a panini anunciou num evento de naturo que ia republicar naruto pela terceira vez. aqui esta o link

http://www.jbox.com.br/2015/05/16/panini-anuncia-naruto-gold-edition/

(naum vou coloca o link do chunan pq eles sao pagos pela panini q eu to sabendo)

AFF NE PANINI. como ela tem coragem de aproveitar um evento de naruto pra anunicar manga de naruto ao inves de otra coisa? a gente la trcendo pra ser republicacao de luxo de sucessos q nem dgrayman e claymore. MAIS NAO! vai ser naruto d novo.

soh pq naruto vende mais ela precisa relançar? e nos otakus ficamos como? eu jah comprei os 71 voolumes do normal e as 60 do poket, agora vou ser obrigada a comprarr esse nvo tb? AFF PANINI. MEU DINHEIRO N DA EM ARVORE!

a pnainia tem mto a aprender c/ a jbc. essasim respeita nos otakus cm relançamentos q a gnte pediu q nem reiarte e helsing.

d novo: AFF PANINI

Zetman e a linda história do consumidor que tem memória de peixe dourado

12 mai zetman-capa

E aí, minna, como vão vocês? Hoje estamos aqui no Mais de Oito Mil para mais uma rodada de “reclamando da JBC”, o nosso quadro favorito aqui no blog. Mas você se engana se pensa que será alguma coisa gratuita do tipo “que bosta foi esse mistério da capa de Chobits se ela tá igual a primeira?”, e sim algo pertinente.

Confesso que fiquei meio surpresa quando a JBC anunciou que Zetman já está pronto pra ser lançado, porque estava achando que a editora tava encarnando o espírito da Newpop de só anunciar, mas ao mesmo tempo fiquei apreensiva sobre algo que eu já imaginava. E, com as informações sobre o lançamento, já posso reclamar de uma coisinha:

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“Mas Mara, sua gorda com dupla identidade, você vai reclamar do preço elevadíssimo? O Cassius-Sama já explicou que é por causa da crise do país e todos os gastos extras.”

Não, não vou reclamar do preço. Acredito que virá com qualidade, o negócio tem tem mais páginas que o normal e sabemos que cada contrato é um contrato, por isso não se deve tabelar preço dos mangás. Meu problema é com outra coisa nessa imagem (e não é o nome do Masakazu Katsura, que é mestre em fazer os romances mais medíocres da história da Shonen Jump): MENSAL. Sim, novamente vou criticar isso.

Em várias ocasiões, Cassius Medauar disse que a JBC não trabalha com mangás bimestrais, ao contrário da Panini. Se duvida, o Google-kun me ajudou a achar isso:

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Um dos motivos que ele já alegou em palestras realizadas em eventos decadentes ou não é que o mangá precisa aparecer nas bancas sempre, como um hábito, para que o leitor não esqueça do título. Ou seja, títulos bimestrais e trimestrais, em teoria, não funcionam. De certa forma eu concordo com ele, mas essa lógica esbarra em problemas financeiros.

Na época que ele editava mangás na Conrad, os títulos eram meio tankos e variavam de mensais e quinzenais. Mas isso funcionava porque o preço era bem mais acessível que hoje em dia (acredite, houve um tempo que um mangá da JBC custava 2,90 e um da Conrad 3,90… tudo bem que numa qualidade pior que o character design de Sailor Moon Crystal). Agora tudo é publicado em tanko (podemos falar isso porque Super Onze já morreu), então a proporção e o preço é diferente.

Antigamente um Dragon Ball era quinzenal, com 100 páginas a cada quinzena. Ou seja, em um mês dava um Tanko. Um Evangelion era mensal, com 100 páginas a cada mês. Totalizando um tanko completo bimestralmente. Pensando dessa forma, não parece meio absurdo um lançamento como Zetman ter quase 300 páginas e ser lançado mensalmente a um preço ligeiramente salgado (devido à qualidade)?

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Quando a JBC lançou Death Note Black Edition custando 40 reais e eu reclamei, muita gente veio me chamar de gorda mal-amada porque era lançamento para livraria, e ela fica lá o tempo que quiser até o cidadão ter dinheiro para comprar. Mas o que dizer de Zetman, que será lançado em bancas? Com as tiragens baixas de mangás hoje em dia, quando sai um volume você é obrigado a correr e comprar, porque dali um mês ele esgota e é vendido na Comix pelo preço de uma casa popular.

Acreditar que mangá bimestral não funciona aqui não seria um pensamento meio antiquado? A Panini mesmo tem lançado grandes títulos nessa periodicidade e não parece próxima de falir (até porque ela é dona do código de dinheiro infinito para a compra de novos títulos). Não estou falando de transformar tudo em bimestral e quebrar a JBC, mas pensar um pouco melhor.

Essa pressa em lançar as coisas só faz com que os mangás cheguem à edição japonesa num piscar de olhos, como The Seven Deadly Sins que tem pouco mais de um ano de publicação na JBC e já vai entrar em hiato. E se você acha que brasileiro não tem memória para esperar dois meses por um mangá, espera ver quando precisar esperar três ou quatro para alcançar um volume japonês que é feito na periodicidade chamada “será lançado quando ficar pronto”.

***

Ao contrário do que alguns governadores fazem com a imprensa, aqui é um espaço democrático e adoraríamos a manifestação de alguém da JBC. Pode ser tanto nos comentários quanto por meio de indireta no Twitter. Kissus estrelados!

MdOM Repórter: Conheça a churrascaria (!!!) do Kamen Rider Black

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Oyasuminasai (me deixem com meu japonês, ok?). Quem fala é a blogueira Mara, vestida de Glória Maria e sentada em meu computador do milhão cuja última prestação acabou de ser quitada. O motivo? Inaugurar a mais nova seção do Mais de Oito Mil (que provavelmente será esquecida depois desta postagem, assim como tantas outras do menu lateral).

Caso vocês não tenham ficado sabendo, o Anime Friends deu mais um passo em direção ao culto das subcelebridades ao anunciar a presença de Tetsuo Kurata na próxima edição do evento. Quem ele é? Nada menos que Issamu Minami, o protagonista das séries Kamen Rider Black e Kamen Rider Black RX. Ao ler o release sobre o ator/cantor/lutador, me surpreendi com o que ele faz hoje em dia. Será que vive cercado de luxo por ter sido uma grande estrela dos tokusats…NÃO (a frase é tão absurda que até interrompi antes). Atualmente ele é gerente de uma CHURRASCARIA lá na Grande Nação Japonesa.

Como queremos saber mais sobre isso, enviamos nossa equipe para o paraíso dos otakus e… até parece, não tenho dinheiro nem para pegar o metrô até a Liba… bem, pegamos as fotos que encontramos num blog de fãs (!!!) do Tetsuo e vamos analisar minuciosamente. IKIMASU!!!

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Essa é a fachada do local, toda na temática velho oeste. Assim como as tiragens das primeiras edições de mangá no Burajiru, ela é compacta porque não dá pra bancar ter algo muito maior.

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Ativei o filtro MdOMgram para descobrir o que os frequentadores deste restaurante pensavam enquanto saboreavam uma picanha cortada na espada por um garçom vestido de Kamen Rider (nem lembro mais se o Kamen Rider tinha espada).

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Não sei se fico mais impressionada com o assustador macaco de pelúcia ocupando um espaço no restaurante ou se é com esse japinha ultra-desfrutável, mesmo com um chapéu que o aproxima mais do Michel Teló que de um texano.

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Uma fantástica coleção de chefes apaches, inclusive um bem mal feito que parece um oriental apoiado em uma mesa.

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E agora moveram a estátua para outro canto do restaurante. Se eu fosse dona disso aí eu tirava, assusta a clientela.

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Num dos cantos da churrascaria há uma dobra dimensional que nos transporta para um local no qual o Kamen Rider é o ditador e todos adoramos a ele.

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Foto recente do ator do Kamen Rider, e só tenho a dizer que invejo muito essa genética dos orientais.

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Na parede fica o menu da churrascaria. O leitor médio da blogosfera não sabe nem ao menos ler uma entrelinha em português, imagina em japonês. Por isso, tive o trabalho de traduzir tudo isso no paint:

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Agora sim.

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E esse é um dos pratos: um bifão de aparência pavorosa dormindo em cima de um nori com o símbolo do Kamen Rider escrito em mostarda. E você aí reclamando do sabor da carne do Giraffas.

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E esse GIF animado eu coloquei mesmo só porque falamos de churrasco, não tem nada a ver com o Kamen Rider.

Afinal, por que tem gente que ainda vai em evento de anime?

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Semana passada publiquei aqui no Mais de Oito Mil (no Coisas de Novela que não podia ser porque não escrevo mais lá, dã!) sobre a alta no preço do ingresso do Anime Friends, e muitos leitores apontaram que outros eventos também estão inflacionados (e outros falaram que é culpa do PT). Independente de custar 10 reais ou 60 reais, eu só queria saber o que leva uma pessoa a ir num evento de anime.

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Há muito tempo, os eventos de anime eram basicamente exibições públicas de vídeo. A galera comprava as fitas de Fansubs que enviavam por correio e exibia o conteúdo para meia dúzia de fãs daquelas coisas bizarras. Com o tempo isso foi crescendo e acabou que surgiram os grandes eventos de anime. As atrações na época eram basicamente conhecer animes novos nas salas de exibições, tirar fotos de cosplayers (poucas porque ninguém tinha câmera digital e o filme de 36 poses era um rim) e comprar os poucos mangás que eram lançados na época.

Estamos 20 anos depois e os eventos continuam tão amadores quanto antes, exceto na parte de cobrança dos preços. Temos locais pouco adequados (que variam de escolas sem infraestrutura a galpões abandonados, e não estou brincando) e uma total falta de atrações relevantes (que inclui o cantor do tema do personagem do spin-off da fanfic de Sakura ou a enésima palestra de dublador aparecido). Quer dizer, exceto pelos cosplayers que… olha só que coisa, também são parte do público.

Mas acho que o pior é quem ainda vai pra evento de anime para comprar mangá. Já ouvi muito relato de gente que vem de longe para esses eventos com objetivos humildes, como “ah, vim comprar um mangá porque minha coleção tá desfalcada” e eu ficava pensando “mas por que essa pessoa entrou num evento de preço caríssimo pra comprar um ou outro mangá? A conta não bate!”. Parece até que essas pessoas não sabem que existem outros meios de comprar mangás no mundo, como as comic shops, as lojas online ou até mesmo….

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OS SEBOS ONLINE!!! Tudo bem que a palavra “sebo” é meio pejorativa e eu mesma evito frequentá-los na vida real porque nunca encontro os mangás em bom estado e eu ainda passo 7 dias espirrando depois. No sebo virtual Capitão Onigiri você pode encontrar aquele volume perdido por um preço bem em conta (porque tem umas lojas oficiais aí que adoooram te enfiar uma faca no kokoro por um volume raro) e ele é entregue em sua humilde residência.

“Mas Mara, sua gorda capitalista, cê tá fazendo essa propaganda porque está sendo paga?”

Sim, claro, o capitalismo faz o mundo andar e, ao contrário dos otakus, não quero ficar pra sempre parada no começo dos anos 2000, mas não é só isso. Ajuda também que eu acredito na proposta da Capitão Onigiri e no atendimento mais pessoal, porque é como se eu estivesse comprando de um amigo (o que não deixa de ser verdade, afinal o dono é sim meu amigo e aviso aos leitores yaois: ele é bonito e está solteiro, invistam no Henrique, minna!).

A Capitão Onigiri nasceu pequena e, ao contrário do estado atual do nosso mercado de animes no Burajiru, tem crescido basicamente graças ao amor e esmero da pessoa por trás da loja (e também porque ele usa o marketing a seu favor ao contrário das editorCOF COF COF). É um sebo pequeno e artesanal? Sim, mas até aí o Jbox fica postando que tem episódio de Devil Lord Dante na Claro Vídeo como se isso fizesse o mercado se tornar algo grande.

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Então, se quiser dar uma olhadinha no que a Capitão Onigiri tem a oferecer, pode entrar na página do Facebook clicando aqui. Lá tem o catálogo dos produtos e vídeos com o Henrique falando sobre quadrinhos e outras dicas legais usando uma captação de imagem melhor que muita gente da imprensa especializada (pff).

Este é um post pago do Mais de Oito Mil, porque eu posso ser insuportável, mas não sou insubornável.

Anime Friends enfia uma faca no nosso kokoro e anuncia preço dos ingressos para 2015

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E aí, minna, como vão vocês? Depois do anúncio de Dragon Ball Super, ficamos achando que nada poderia ser pior para fechar o mês de abril para os otakus, certo? ERRADO! A Yamato anunciou no site oficial do Anime Friends o preço dos ingressos para a edição de 2015. Olha aí:

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Antes dessa gorda continuar essa matéria, preciso fazer alguns avisos aos leitores:

1- Sim, o Anime Friends ainda existe.
2- Sim, ainda tem otaku que vai no Anime Friends.
3- Só tô mostrando o preço dos ingressos na porta porque representa a maioria do evento.
4- Enquanto em anos anteriores eles faziam o milagre da meia-entrada pra todo mundo, dessa vez esse milagre só funciona se você doar um quilo de alimento não perecível.
5- Nossa, o que seráááá que aconteceu para o AF desse ano ter menos dias que os outros, heeeeeim?

Depois de esclarecer tudo isso… bem, não sobrou muito o que falar além de reclamar do absurdo que é o preço desse ingresso. Eles não permitem que cosplayers entrem com artefatos que pareçam facas, mas eles mesmos dão a facada no preço do bagulho (torcendo para ninguém notar que chupinhei essa piada do maravilhoso campo de comentários na página oficial do evento).

Falando em página oficial do evento, preciso mostrar o melhor comentário que encontrei lá:

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Não acho que cosplayers são maioria, mas concordo que eles são considerados atração principal, então vou favoritar esse print no meu coração (que não foi esfaqueado pois não frequento eventos há muito tempo). Me pergunto o que será que aconteceu para o preço do ingresso saltar tanto de um ano para o outro. Observem a tabela de preços do ano passado:

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Na verdade, eu não entendo muito bem por que as pessoas ainda vão em evento de anime. Ao contrário de eventos profissionais como a Comic Con Experience, que é realizada em local de eventos, trouxe estandes de grandes empresas, atrações internacionais interessantes e toda uma estrutura invejável; o Anime Friends oferece apenas planejamento ruim, atrações decadentes, sala medieval com um suspeitíssimo porco no rolete, gente mal cheirosa circulando com plaquinhas pedindo abraço, produtos inflacionados e espaço para otaku ficar andando a esmo (às vezes nem isso).

Pensando bem, que ainda vai em evento de anime e mangá?

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Dragon Ball vai ganhar uma nova série e só quero gritar “PARE, TORIYAMA!!!”

28 abr dragon-ball-super-anuncio

Sabem o Anime News Network, aquele site gringo que serve como fonte para 99% dos sites da Imprensa Especializada (pfff) [menos para o Site dos Cavs, pois o ANN não deve dar o índice de audiência da nova série requentada de Cavaleiros do Zodíaco pra ele mendigar Ibope dos brasileiros]? Então, esse site soltou uma notícia bombástica hoje: Dragon Ball vai ganhar uma NOVA SÉRIE.

“Mas Mara, sua gorda que não consegue derrotar os androides no Dragon Ball Xenoverse, isso não quer dizer que você está pulando de alegria e causando abalos de magnitude 8 no seu perímetro?”

CLARO QUE NÃO! A notícia diz que a tal Dragon Ball Super vai se passar depois da saga do Buu, em um tempo no qual a Terra está em paz. Alguma coisa vai acontecer que fará os personagens saírem na porrada em uma trama menos convincente que as promessas da Yamato com a Mari Iijima. O roteiro tem o selo de aprovação do autor Akira Toriyama (que não vale muita coisa, pois ele aprovou Dragon Ball Evolution e os cafoníssimos Super Saiyajins de cabelo vermelho e azul).

E por quê devemos ficar assustados com a notícia? Bem, vocês se lembram a última vez que fizeram uma nova série de Dragon Ball que se passava depois da série original e que traria os personagens mais velhos em novos desafios? Pois é, tivemos o Dragon Ball GT, aquele comboio do inferno que não conseguimos nem dizer o que era pior. Na lista de coisas intragáveis da continuação tínhamos o foco maior no humor, inimigos com mais músculo que carisma, protagonistas afetados pela calvície, uma abertura brasileira abominável (mas que os otakus acham linda e romântica) e o maior ultraje da indústria do entretenimento: o bigode do Vegeta!

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Encerro essa matéria lembrando que os japoneses fizeram duas festas para Dragon Ball GT: uma quando a série foi anunciada e outra quando disseram que ia acabar.

Analisando Mangás Que Todo Mundo Curte e Não Faço Ideia do Porquê: Sailor Moon (Editora JBC)

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Desde que a Conrad achava que colocar nas bancas 30 páginas porcamente editadas de Pokémon era considerado “lançar mangá no Burajiru”, os otakus brasileiros sempre imploraram para o lançamento de Sailor Moon por aqui. E as editoras de mangás deviam travar uma guerra fria nos bastidores para conseguir os títulos: a Conrad oferecendo meio tankos com lombadas multicoloridas, a JBC prometendo referências de Chaves na tradução e a Panini com uma maleta cheia de dinheiro conquistada através de códigos parecidos com os de enriquecimento fácil no The Sims. Mesmo assim, Naoko sempre fez a Amy e falava “no no no” (ou “iie iie iie”, porque ela é da Grande Nação Japonesa).

E por que eu estou enchendo esse texto com um nariz de cera maior que o do Usopp? Porque finalmente uma editora saiu vencedora no duelo e foi a JBC. Sob a edição do editor que não tem uma orelha e divulgação maciça de publicidade (algo raro até hoje), o mangá de Sailor Moon foi lançado em 2014 e terminou mês passado. Antes que a JBC coloque os spinoffs nas bancas, chegou a hora mais esperada do mundo na imprensa especializada (pff): VAI ROLAR ANÁLISE DO MANGÁ DE SAILOR MOON AQUI NO MAIS DE OITO MIL!!!!111umum

“Mas Mara, sua gorda que usa avatar de anime com mais de 20 anos nas costas, eu conheço seu blog há anos e sei que você vai implicar gratuitamente com Sailor Moon da mesma forma que implica com Cavaleiros!”

Se você pensou isso, queria te avisar que está ERRADO. Mesmo odiando Cavaleiros do Zodíaco, eu reconheço algumas coisas boas, como a premissa e a cartilha de clichês seguida pelo Kurumada. Os desenhos são ruins, os personagens são todos iguais e a história é apreciada apenas por pessoas com problemas cognitivos, mas tem seus méritos. Já o mangá de Sailor Moon eu estou procurando ainda algum mérito para enaltecer.

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Se busca encontrar algo parecido com o anime no mangá, é melhor tirar seu pégaso da chuva gerada por palavras aleatórias em inglês. A Naoko erra em tantos níveis que fica difícil achar por onde começar, mas vou tentar. O que esperamos de um mangá shoujo? Ou melhor, o que encontramos de bom em um Sakura Card Captors, por exemplo? Temos uma personagem carismática, ação, aventura e uma dose de romance. Todas essas características nós encontramos no anime de Sailor Moon, mas estão em falta no mangá.

Coloque uma coisa na cabeça: a Usagi do mangá não é carismática. Ela é CHATA! Ela é apenas uma personagem vazia, sem ambição e completamente submissa ao macho alfa da trama, o Mamoru. Ela é a heroína da história não porque ela tem virtude, e sim porque ela tá lá e pronto. Qualquer outra personagem de Sailor Moon tem mais carisma para ser a protagonista, e olha que estou incluindo até os corvos da Rei e os figurantes amigos do Mamoru da faculdade.

O mangá de Sailor Moon até tem ação, mas a nossa dificuldade é encontrar essa ação. Isso porque a Naoko desenha tão mal que nem ao menos encontramos as personagens no meio das páginas do mangá. Cenários, linhas de ação e personagens estão tão misturados que fico sem saber se é um mangá ou uma edição do Jardim Secreto para adultos estressados. Isso sem falar que a ideia de ação da Naoko se resume a colocar as personagens tirando poderes do cu e gritando nomes extensos de golpes (todos criados usando a técnica de se colocar várias palavras em inglês num saquinho e ir tirando aleatoriamente até formar um golpe estiloso).

sailor-moon-manga-critica-listaMas o maior problema é que a Naoko pegou uma fórmula e repetiu em TODO FUCKING ARCO. Tá, qualquer autor de shonen faz isso, mas só Naoko consegue repetir 5 vezes a mesma estratégia durante apenas 12 volumes. É sempre:

Aparecem sailors > aparecem as inimigas que querem o Cristal por sei lá o quê > essas sailors são amigas ou inimigas? > Sailor Moon e as outras matam todas as sidekicks do vilão > vilão derrota Sailor Moon > Sailor Moon tira um novo poder da buceta e derrota o vilão > todos comemoram

Outra coisa que eu não entendo é por que existem outras personagens, se nenhuma é minimamente desenvolvida. No anime todas têm personalidade e histórias próprias, então dá para gostar mais de uma que da outra, mas no mangá todas servem apenas para gastar páginas com transformações e golpes com nomes estranhos que serão usados apenas uma vez. O único capítulo que fugiu a essa regra foi aquele que a Minako estava se sentindo mal por ser a única que não tinha ganhado uma nova transformação e decidiu atacar sozinha.

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Minha sensação ao terminar de ler esta bosta foi que fui feita de trouxa. Comprei o mangá esperando algo minimamente parecido quando eu via o anime na TV, e acabei comprando um produto muito inferior. Para quem vier falar que isso é nostalgia, gostaria de fazer uma pergunta sincera: você gostou MESMO dessa história corrida, mal desenvolvida, mal desenhada, cansativa e sem carisma ou apenas não quer pagar de estranho por não ter gostado de um mangá que todo mundo diz que gosta?

Nada contra a edição da JBC, mas eu que não vou ser feita de trouxa de novo e comprar o Short Stories e Sailor V… Nesse caso, vou apenas aceitar que o mangá de Sailor Moon era apenas uma justificativa para a Toei poder encher o cu de dinheiro fazendo um anime que, ao contrário do original, prestava.

Um Otaku no Rola ou Enrola: Como conquistar uma loirinha cantando Pegasus Fantasy

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Durante muito tempo cobri aqui no Mais de Oito Mil a trajetória amorosa de Vívian Otaka no melhor programa de namoros da televisão brasileira, o Rola ou Enrola (você pode clicar aí do lado na categoria “Uma Otaka no Rola ou Enrola” e vai entender o que disse). Mas eu achava que Vívian era o fundo desse grande poço que é o constrangimento otaku, mas fui surpreendida novamente quando um otaku apareceu no programa ao vivo e cantou Pegasus Fantasy.

Como a galerinha das primeiras impressões está ocupada em hangouts e nem ao menos sabe qual é o canal do SBT, resta a esta humilde blogueira do bumbum grande se sacrificar por todos nós e fazer uma análise minuciosa da participação de Henrique, o otaku que achou que conquistaria cinco gostosas usando o hino máximo da cafonice e da virgindade. Eu só digo uma coisa, minna, LÁGRIMAS VÃO ROLAR.

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Para quem chegou agora e não faz ideia de como é esse programa, eu tenho um resumo bem breve da coisa: cinco belas mulheres ficam sentadas em cadeiras enquanto vários homens, um a um, surgem numa esteira rolante e tentam agradá-las. Assim como àqueles restaurantes japoneses que o sushizinho anda por uma esteira, apenas uma poderá pegar a comida, e elas demonstram interesses através de placas.

Henrique, conhecido no meio otaku há meio século como Yatta (por favor nunca procurem esse clipe no YouTube, vai te poupar ver japas feios e seminus dançando em um vídeo mais pixelizado que jogo indie conceitual), foi o segundo participante do programa. Ele disse que é meio japa e meio árabe, por isso é meio kamizake. A seguir, a reação delas com a piada:

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Ele então anuncia que vai cantar uma música em japonês. A gente já poderia esperar uma desgraça mesmo se ele começasse a cantar “Ue o Muite arukou”, mas tudo sempre dá pra piorar e começou a tocar aqueles acordes que já me dão um calafrio de constrangimento. Era Pegasus Fantasy. E ele cantou TODA a abertura de Cavaleiros do Zodíaco.

Vou informar uma coisa para os leitores otakus que desejam perder a virgindade: há várias coisas que vocês podem fazer para atrair uma mulher sem que mostre que vocês já foram no Anime Friends. Você pode dizer que sabe escrever o nome dela em katakana, inventar umas palavras aleatórias e dizer que é um haiku… mas nunca, NUNCA, cante uma abertura de anime. Ainda mais porque, independente da música, a letra de uma música de anime faz tanto sentido quanto o último episódio de Evangelion.

Sabem qual é o pior? Ele EM MOMENTO ALGUM disse que se tratava da abertura de Cavaleiros, talvez na esperança que ele parecesse apenas excêntrico, e não otaku. Felizmente, ele foi desmascarado rapidamente pois não contava com a presença de outro nerd no palco:

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No fim do negócio, o nerd começou a ler os tweets que enviaram no domingo. Se vocês acham que eu sou maldosa, é porque não viram os telespectadores da Eliana, que comentaram a semelhança do moço com o Super Mario chinês. Eu achei muito grave isso, muito perverso. Até porque, em quase seis anos de Mais de Oito Mil, eu nunca ofendi o Super Mario de algo tão degradante.

Pobre Eliana. Você tira a apresentadora dos programas para otakus mas não tira os otakus de perto da apresentadora.

(Obrigada ao leitor @SpiderCuster que avisou desse momento, que pode ser visto aqui em vídeo)

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