Nobuhiro Watsuki envia mensagem subliminar de ódio ao Burajiru

22 mai kenshin-caipirinha

Nunca entendi por que eventos de animes do Burajiru nunca traziam artistas de renome lá fora. Anime Friends investiu em cantores de karaokê decadentes, Animecon uma vez trouxe o dublador japa descartado do Seiya e a coreana do Tarot Café da Newpop visitou a gente. Mas cadê os grandes nomes? Cadê um Akira Toriyama, um Takehiko Inoue, uma Naoko Takeuchi? Daqui a pouco vai ter até um meet & greet com essa blogueira gorda.

Mas a Fundação Japão com a Comix e a JBC tão aí para mudar isso e vão trazer Nobuhiro Watsuki, o autor de Samurai X. Depois de mandar sua esposa para reconhecimento da região, agora é a vez do criador do Kenshin vir aqui e ser bombardeado por perguntas do tipo “já tomou caipirinha?” e “como se sente sabendo que o público brasileiro adora seu mangá?”.

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Para comemorar, o autor mandou uma ilustração exclusiva, mas o que a gente viu na verdade foi a maior ofensa que o público brasileiro poderia receber desse tão conceituado autor. Observe as mensagens subliminares que descobrimos abaixo e que atestam o quanto ele se acha superior apenas por morar na Grande Nação Japonesa:

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Só pra começar, ele ~supostamente~ escreveu “Viva Brasil”. Você acredita nisso? Pois eu não! Nosso idioma é o português, é é uma falta de educação tremenda escrever mensagem na língua deles. E se aí estiver escrito “Vai se foder, seus trouxas”? Quem me garante isso? O Google Tradutor que não, né fofos.

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Observe a ordem das bandeiras. Seguindo a linha de leitura ocidental, podemos interpretar que “você pode até começar no Burajiru, mas você vai querer acabar é no Japão”, como se nosso país fosse apenas transitório.

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Além de comparar nossa nação com uma lesma (ou seja, atrasados), repare quantos ramos tem atrás do bichinho: OITO. Claro que é uma referência ao número de gols na partida Brasil x Alemanha, que fez com que o Nihon e sua nação de admiradores de Oliver Tsubasa rissem da nossa cara.

Mas o pior ainda está por vir. Já sabendo que a mensagem iria ser compartilhada pela editora JBC, o Watsuki tratou de nos ofender com uma mensagem bem escondida, visível apenas com a ampliação que fizemos numa máquina de xérox.

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Que vergonha, meu Kami-Sama, que vergonha.

coluna da ba-chan – a panini odea nós otakus

17 mai

konthebest

ohayo gosaimasu minna san. aqui eh a ba chan a prima da mara que ta de volta prar criticar coisas imrpotarnte do mundo dos otakus.

ontme a panini anunciou num evento de naturo que ia republicar naruto pela terceira vez. aqui esta o link

http://www.jbox.com.br/2015/05/16/panini-anuncia-naruto-gold-edition/

(naum vou coloca o link do chunan pq eles sao pagos pela panini q eu to sabendo)

AFF NE PANINI. como ela tem coragem de aproveitar um evento de naruto pra anunicar manga de naruto ao inves de otra coisa? a gente la trcendo pra ser republicacao de luxo de sucessos q nem dgrayman e claymore. MAIS NAO! vai ser naruto d novo.

soh pq naruto vende mais ela precisa relançar? e nos otakus ficamos como? eu jah comprei os 71 voolumes do normal e as 60 do poket, agora vou ser obrigada a comprarr esse nvo tb? AFF PANINI. MEU DINHEIRO N DA EM ARVORE!

a pnainia tem mto a aprender c/ a jbc. essasim respeita nos otakus cm relançamentos q a gnte pediu q nem reiarte e helsing.

d novo: AFF PANINI

Zetman e a linda história do consumidor que tem memória de peixe dourado

12 mai zetman-capa

E aí, minna, como vão vocês? Hoje estamos aqui no Mais de Oito Mil para mais uma rodada de “reclamando da JBC”, o nosso quadro favorito aqui no blog. Mas você se engana se pensa que será alguma coisa gratuita do tipo “que bosta foi esse mistério da capa de Chobits se ela tá igual a primeira?”, e sim algo pertinente.

Confesso que fiquei meio surpresa quando a JBC anunciou que Zetman já está pronto pra ser lançado, porque estava achando que a editora tava encarnando o espírito da Newpop de só anunciar, mas ao mesmo tempo fiquei apreensiva sobre algo que eu já imaginava. E, com as informações sobre o lançamento, já posso reclamar de uma coisinha:

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“Mas Mara, sua gorda com dupla identidade, você vai reclamar do preço elevadíssimo? O Cassius-Sama já explicou que é por causa da crise do país e todos os gastos extras.”

Não, não vou reclamar do preço. Acredito que virá com qualidade, o negócio tem tem mais páginas que o normal e sabemos que cada contrato é um contrato, por isso não se deve tabelar preço dos mangás. Meu problema é com outra coisa nessa imagem (e não é o nome do Masakazu Katsura, que é mestre em fazer os romances mais medíocres da história da Shonen Jump): MENSAL. Sim, novamente vou criticar isso.

Em várias ocasiões, Cassius Medauar disse que a JBC não trabalha com mangás bimestrais, ao contrário da Panini. Se duvida, o Google-kun me ajudou a achar isso:

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Um dos motivos que ele já alegou em palestras realizadas em eventos decadentes ou não é que o mangá precisa aparecer nas bancas sempre, como um hábito, para que o leitor não esqueça do título. Ou seja, títulos bimestrais e trimestrais, em teoria, não funcionam. De certa forma eu concordo com ele, mas essa lógica esbarra em problemas financeiros.

Na época que ele editava mangás na Conrad, os títulos eram meio tankos e variavam de mensais e quinzenais. Mas isso funcionava porque o preço era bem mais acessível que hoje em dia (acredite, houve um tempo que um mangá da JBC custava 2,90 e um da Conrad 3,90… tudo bem que numa qualidade pior que o character design de Sailor Moon Crystal). Agora tudo é publicado em tanko (podemos falar isso porque Super Onze já morreu), então a proporção e o preço é diferente.

Antigamente um Dragon Ball era quinzenal, com 100 páginas a cada quinzena. Ou seja, em um mês dava um Tanko. Um Evangelion era mensal, com 100 páginas a cada mês. Totalizando um tanko completo bimestralmente. Pensando dessa forma, não parece meio absurdo um lançamento como Zetman ter quase 300 páginas e ser lançado mensalmente a um preço ligeiramente salgado (devido à qualidade)?

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Quando a JBC lançou Death Note Black Edition custando 40 reais e eu reclamei, muita gente veio me chamar de gorda mal-amada porque era lançamento para livraria, e ela fica lá o tempo que quiser até o cidadão ter dinheiro para comprar. Mas o que dizer de Zetman, que será lançado em bancas? Com as tiragens baixas de mangás hoje em dia, quando sai um volume você é obrigado a correr e comprar, porque dali um mês ele esgota e é vendido na Comix pelo preço de uma casa popular.

Acreditar que mangá bimestral não funciona aqui não seria um pensamento meio antiquado? A Panini mesmo tem lançado grandes títulos nessa periodicidade e não parece próxima de falir (até porque ela é dona do código de dinheiro infinito para a compra de novos títulos). Não estou falando de transformar tudo em bimestral e quebrar a JBC, mas pensar um pouco melhor.

Essa pressa em lançar as coisas só faz com que os mangás cheguem à edição japonesa num piscar de olhos, como The Seven Deadly Sins que tem pouco mais de um ano de publicação na JBC e já vai entrar em hiato. E se você acha que brasileiro não tem memória para esperar dois meses por um mangá, espera ver quando precisar esperar três ou quatro para alcançar um volume japonês que é feito na periodicidade chamada “será lançado quando ficar pronto”.

***

Ao contrário do que alguns governadores fazem com a imprensa, aqui é um espaço democrático e adoraríamos a manifestação de alguém da JBC. Pode ser tanto nos comentários quanto por meio de indireta no Twitter. Kissus estrelados!

MdOM Repórter: Conheça a churrascaria (!!!) do Kamen Rider Black

5 mai churrascaria-do-kamen-rider-capa

Oyasuminasai (me deixem com meu japonês, ok?). Quem fala é a blogueira Mara, vestida de Glória Maria e sentada em meu computador do milhão cuja última prestação acabou de ser quitada. O motivo? Inaugurar a mais nova seção do Mais de Oito Mil (que provavelmente será esquecida depois desta postagem, assim como tantas outras do menu lateral).

Caso vocês não tenham ficado sabendo, o Anime Friends deu mais um passo em direção ao culto das subcelebridades ao anunciar a presença de Tetsuo Kurata na próxima edição do evento. Quem ele é? Nada menos que Issamu Minami, o protagonista das séries Kamen Rider Black e Kamen Rider Black RX. Ao ler o release sobre o ator/cantor/lutador, me surpreendi com o que ele faz hoje em dia. Será que vive cercado de luxo por ter sido uma grande estrela dos tokusats…NÃO (a frase é tão absurda que até interrompi antes). Atualmente ele é gerente de uma CHURRASCARIA lá na Grande Nação Japonesa.

Como queremos saber mais sobre isso, enviamos nossa equipe para o paraíso dos otakus e… até parece, não tenho dinheiro nem para pegar o metrô até a Liba… bem, pegamos as fotos que encontramos num blog de fãs (!!!) do Tetsuo e vamos analisar minuciosamente. IKIMASU!!!

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Essa é a fachada do local, toda na temática velho oeste. Assim como as tiragens das primeiras edições de mangá no Burajiru, ela é compacta porque não dá pra bancar ter algo muito maior.

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Ativei o filtro MdOMgram para descobrir o que os frequentadores deste restaurante pensavam enquanto saboreavam uma picanha cortada na espada por um garçom vestido de Kamen Rider (nem lembro mais se o Kamen Rider tinha espada).

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Não sei se fico mais impressionada com o assustador macaco de pelúcia ocupando um espaço no restaurante ou se é com esse japinha ultra-desfrutável, mesmo com um chapéu que o aproxima mais do Michel Teló que de um texano.

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Uma fantástica coleção de chefes apaches, inclusive um bem mal feito que parece um oriental apoiado em uma mesa.

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E agora moveram a estátua para outro canto do restaurante. Se eu fosse dona disso aí eu tirava, assusta a clientela.

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Num dos cantos da churrascaria há uma dobra dimensional que nos transporta para um local no qual o Kamen Rider é o ditador e todos adoramos a ele.

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Foto recente do ator do Kamen Rider, e só tenho a dizer que invejo muito essa genética dos orientais.

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Na parede fica o menu da churrascaria. O leitor médio da blogosfera não sabe nem ao menos ler uma entrelinha em português, imagina em japonês. Por isso, tive o trabalho de traduzir tudo isso no paint:

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Agora sim.

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E esse é um dos pratos: um bifão de aparência pavorosa dormindo em cima de um nori com o símbolo do Kamen Rider escrito em mostarda. E você aí reclamando do sabor da carne do Giraffas.

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E esse GIF animado eu coloquei mesmo só porque falamos de churrasco, não tem nada a ver com o Kamen Rider.

Afinal, por que tem gente que ainda vai em evento de anime?

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Semana passada publiquei aqui no Mais de Oito Mil (no Coisas de Novela que não podia ser porque não escrevo mais lá, dã!) sobre a alta no preço do ingresso do Anime Friends, e muitos leitores apontaram que outros eventos também estão inflacionados (e outros falaram que é culpa do PT). Independente de custar 10 reais ou 60 reais, eu só queria saber o que leva uma pessoa a ir num evento de anime.

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Há muito tempo, os eventos de anime eram basicamente exibições públicas de vídeo. A galera comprava as fitas de Fansubs que enviavam por correio e exibia o conteúdo para meia dúzia de fãs daquelas coisas bizarras. Com o tempo isso foi crescendo e acabou que surgiram os grandes eventos de anime. As atrações na época eram basicamente conhecer animes novos nas salas de exibições, tirar fotos de cosplayers (poucas porque ninguém tinha câmera digital e o filme de 36 poses era um rim) e comprar os poucos mangás que eram lançados na época.

Estamos 20 anos depois e os eventos continuam tão amadores quanto antes, exceto na parte de cobrança dos preços. Temos locais pouco adequados (que variam de escolas sem infraestrutura a galpões abandonados, e não estou brincando) e uma total falta de atrações relevantes (que inclui o cantor do tema do personagem do spin-off da fanfic de Sakura ou a enésima palestra de dublador aparecido). Quer dizer, exceto pelos cosplayers que… olha só que coisa, também são parte do público.

Mas acho que o pior é quem ainda vai pra evento de anime para comprar mangá. Já ouvi muito relato de gente que vem de longe para esses eventos com objetivos humildes, como “ah, vim comprar um mangá porque minha coleção tá desfalcada” e eu ficava pensando “mas por que essa pessoa entrou num evento de preço caríssimo pra comprar um ou outro mangá? A conta não bate!”. Parece até que essas pessoas não sabem que existem outros meios de comprar mangás no mundo, como as comic shops, as lojas online ou até mesmo….

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OS SEBOS ONLINE!!! Tudo bem que a palavra “sebo” é meio pejorativa e eu mesma evito frequentá-los na vida real porque nunca encontro os mangás em bom estado e eu ainda passo 7 dias espirrando depois. No sebo virtual Capitão Onigiri você pode encontrar aquele volume perdido por um preço bem em conta (porque tem umas lojas oficiais aí que adoooram te enfiar uma faca no kokoro por um volume raro) e ele é entregue em sua humilde residência.

“Mas Mara, sua gorda capitalista, cê tá fazendo essa propaganda porque está sendo paga?”

Sim, claro, o capitalismo faz o mundo andar e, ao contrário dos otakus, não quero ficar pra sempre parada no começo dos anos 2000, mas não é só isso. Ajuda também que eu acredito na proposta da Capitão Onigiri e no atendimento mais pessoal, porque é como se eu estivesse comprando de um amigo (o que não deixa de ser verdade, afinal o dono é sim meu amigo e aviso aos leitores yaois: ele é bonito e está solteiro, invistam no Henrique, minna!).

A Capitão Onigiri nasceu pequena e, ao contrário do estado atual do nosso mercado de animes no Burajiru, tem crescido basicamente graças ao amor e esmero da pessoa por trás da loja (e também porque ele usa o marketing a seu favor ao contrário das editorCOF COF COF). É um sebo pequeno e artesanal? Sim, mas até aí o Jbox fica postando que tem episódio de Devil Lord Dante na Claro Vídeo como se isso fizesse o mercado se tornar algo grande.

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Então, se quiser dar uma olhadinha no que a Capitão Onigiri tem a oferecer, pode entrar na página do Facebook clicando aqui. Lá tem o catálogo dos produtos e vídeos com o Henrique falando sobre quadrinhos e outras dicas legais usando uma captação de imagem melhor que muita gente da imprensa especializada (pff).

Este é um post pago do Mais de Oito Mil, porque eu posso ser insuportável, mas não sou insubornável.

Anime Friends enfia uma faca no nosso kokoro e anuncia preço dos ingressos para 2015

30 abr facada-anime-friends

E aí, minna, como vão vocês? Depois do anúncio de Dragon Ball Super, ficamos achando que nada poderia ser pior para fechar o mês de abril para os otakus, certo? ERRADO! A Yamato anunciou no site oficial do Anime Friends o preço dos ingressos para a edição de 2015. Olha aí:

ingresso-af-2015

Antes dessa gorda continuar essa matéria, preciso fazer alguns avisos aos leitores:

1- Sim, o Anime Friends ainda existe.
2- Sim, ainda tem otaku que vai no Anime Friends.
3- Só tô mostrando o preço dos ingressos na porta porque representa a maioria do evento.
4- Enquanto em anos anteriores eles faziam o milagre da meia-entrada pra todo mundo, dessa vez esse milagre só funciona se você doar um quilo de alimento não perecível.
5- Nossa, o que seráááá que aconteceu para o AF desse ano ter menos dias que os outros, heeeeeim?

Depois de esclarecer tudo isso… bem, não sobrou muito o que falar além de reclamar do absurdo que é o preço desse ingresso. Eles não permitem que cosplayers entrem com artefatos que pareçam facas, mas eles mesmos dão a facada no preço do bagulho (torcendo para ninguém notar que chupinhei essa piada do maravilhoso campo de comentários na página oficial do evento).

Falando em página oficial do evento, preciso mostrar o melhor comentário que encontrei lá:

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Não acho que cosplayers são maioria, mas concordo que eles são considerados atração principal, então vou favoritar esse print no meu coração (que não foi esfaqueado pois não frequento eventos há muito tempo). Me pergunto o que será que aconteceu para o preço do ingresso saltar tanto de um ano para o outro. Observem a tabela de preços do ano passado:

ingresso-af-2015-02

Na verdade, eu não entendo muito bem por que as pessoas ainda vão em evento de anime. Ao contrário de eventos profissionais como a Comic Con Experience, que é realizada em local de eventos, trouxe estandes de grandes empresas, atrações internacionais interessantes e toda uma estrutura invejável; o Anime Friends oferece apenas planejamento ruim, atrações decadentes, sala medieval com um suspeitíssimo porco no rolete, gente mal cheirosa circulando com plaquinhas pedindo abraço, produtos inflacionados e espaço para otaku ficar andando a esmo (às vezes nem isso).

Pensando bem, que ainda vai em evento de anime e mangá?

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Dragon Ball vai ganhar uma nova série e só quero gritar “PARE, TORIYAMA!!!”

28 abr dragon-ball-super-anuncio

Sabem o Anime News Network, aquele site gringo que serve como fonte para 99% dos sites da Imprensa Especializada (pfff) [menos para o Site dos Cavs, pois o ANN não deve dar o índice de audiência da nova série requentada de Cavaleiros do Zodíaco pra ele mendigar Ibope dos brasileiros]? Então, esse site soltou uma notícia bombástica hoje: Dragon Ball vai ganhar uma NOVA SÉRIE.

“Mas Mara, sua gorda que não consegue derrotar os androides no Dragon Ball Xenoverse, isso não quer dizer que você está pulando de alegria e causando abalos de magnitude 8 no seu perímetro?”

CLARO QUE NÃO! A notícia diz que a tal Dragon Ball Super vai se passar depois da saga do Buu, em um tempo no qual a Terra está em paz. Alguma coisa vai acontecer que fará os personagens saírem na porrada em uma trama menos convincente que as promessas da Yamato com a Mari Iijima. O roteiro tem o selo de aprovação do autor Akira Toriyama (que não vale muita coisa, pois ele aprovou Dragon Ball Evolution e os cafoníssimos Super Saiyajins de cabelo vermelho e azul).

E por quê devemos ficar assustados com a notícia? Bem, vocês se lembram a última vez que fizeram uma nova série de Dragon Ball que se passava depois da série original e que traria os personagens mais velhos em novos desafios? Pois é, tivemos o Dragon Ball GT, aquele comboio do inferno que não conseguimos nem dizer o que era pior. Na lista de coisas intragáveis da continuação tínhamos o foco maior no humor, inimigos com mais músculo que carisma, protagonistas afetados pela calvície, uma abertura brasileira abominável (mas que os otakus acham linda e romântica) e o maior ultraje da indústria do entretenimento: o bigode do Vegeta!

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Encerro essa matéria lembrando que os japoneses fizeram duas festas para Dragon Ball GT: uma quando a série foi anunciada e outra quando disseram que ia acabar.

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