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JBC anuncia To Love-Ru e finalmente entendi o que é o selo Ink

28 ago INFO-CAPA

Mais uma sexta-feira chegou e com ela a nossa vontade de querer morrer porque a vida sexual tá uma merda e meu videogame não recebe um jogo decente desde o inverno de 1964. Além disso, é o dia que precede o fim de semana e também é o dia de ver o mais novo Henshin Online, aquele simpático canal de conversa de Cássius “Bacanudo” Medauar com os leitores da JBC em que ele apenas requenta velhas respostas porque, né… a gente sabe que leitor de mangá tem aquela pequena dificuldade cognitiva de assimilar explicações.

Enfim, IKIMASU ver se o gerente enlouqueceu e soltou mais anúncio hoje?

Eu conheço muito bem os meus leitores, então eu sei que você nem se deu ao trabalho de clicar no play, então vou dar um resumão das coisas. Basicamente, eles anunciaram a publicação de To Love-Ru e um outro mangá japa aí que nunca ouvi falar e não vou me dar ao trabalho, ambos pelo selo Ink.

Com isso, muitos leitores continuaram questionando o que é o tal selo Ink. Como a JBC está ocupada anunciando mais títulos que o mercado comporta, eu fiz um lindo infográfico explicando O QUE É O SELO INK DA JBC, afinal infográficos são o terceiro pilar do didatismo na internet, ao lado das listas e dos GIFs animados.

IKIMASU ver a explicação do que é o selo INK??

INFO-INK

De nada, JBC.

UOL aceita que errou e tira matéria de cosplayers do ar

26 ago cosplayers-vs-uol-capa

Deu no Uol:

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Que sorte que o Uol não deixa no ar matérias com informações incorretas, não é mesmo? E melhor ainda que eles sempre tiram do ar deduções equivocadas.

(Agradecimentos aos leitores Vlad e Danilo)

MC Mayara solta Kamehameha com a vagina em novo clipe

25 ago mayara-bandida-capa

Vocês ficam tão preocupados com TOCs da Shonen Jump e quadros intermediários de animes que acabam deixando de lado coisas maravilhosas que somente o Burajiru pode oferecer, como papel ruim nos mangás lançados e o funk. MC Mayara é uma grande filósofa contemporânea que desenvolveu a teoria da Branca de Neve, uma música que mostra a efemeridade dos relacionamentos amorosos em tempos de pós modernidade e aponta para um futuro de poliamor. Afinal, por que só ter um se eu posso ter sete?

Ontem lançaram o novo clipe de MC Mayara, a continuação do clássico “Ai Como Eu Tô Bandida” dessa vez com o intitulado “Ai Como Eu Tô Bandida dois” (talvez inspirada na originalidade do nome Ring Ni Kakero 2? Fica a dica de pauta, saite dos Cavs!). No clipe, ela encarna uma super-vilã que sai andando pela cidade com duas trans finíssimas cometendo crimes enquanto transforma todo mundo que se coloca contra ela em esmeraldas do caos roxas com futum. Em seu caminho, vários super-heróis surgem, e a quebra paradigmática é que na verdade eles são membros da sociedade conservadora brasileira:

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E qual é o grande poder dessa super-vilã brasileira? Simples, ela solta um kamehameha de sua vagina que acaba com todo o preconceito, é como se educação de qualidade fosse representada artisticamente por um raio que sai de uma buceta. No subtexto, ela quer dizer que apenas a libertação sexual e a defesa dos direitos das mulheres é capaz de destruir os alicerces de toda a sociedade machista. Mas se tudo isso foi muito papo de oprimido pra você homem cis e hétero, pelo menos todo mundo pode se divertir com os periclitantes GIFs animados de MC Mayara acabando com o patriarcado com sua vagina superpoderosa:

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Cada país tem os tokusatsu que merece, e fico muito honrada que somos representados por Bambuluá e pela MC Mayara. Para ver o clipe inteiro, é só clicar aí. E agradecimentos ao leitor Rafhael Victor pela pauta.

Marcelo Campos fora do CdZ, animação ruim em Dragon Ball Super e por quê cês tão se importando com isso?

17 ago campos-dbsuper-capa

O Mais de Oito Mil ficou uns dias sem atualização porque eu estava muito ocupada com meus afazeres diários (que envolviam terminar de ver Hunter x Hunter e aprender a coreografia que vai tirar a Dilma da presidência), e nesse tempo aconteceram dois pequenos barracos que os otakus já ficaram NOOOSSA. Esse site inteiro é baseado em implicância e birra, então tudo isso seria uma colherada cheia de constrangimento que renderia muitos cliques, certo? Acontece que nenhum deles é minimamente relevante para ganhar um post de rebosteio aqui no Mais de Oito Mil e o motivo é muito simples: ambos são tão porcamente requentados quanto o Naruto Gold da Panini que não tem nada que vale o preço inflacionado! IKIMASU ver melhor as budegas!

Barraco nos bastidores da dublagem do jogo dos Cavs

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Segundo vários sites de notícias e fontes que vieram diretamente até mim (mas eu mantenho minhas fontes em segredo, tá David Denis Lobão?), Marcelo Campos não estará no novo jogo de Cavaleiros do Zodíaco dublando os míticos personagens Jabu de Unicórnio e Mu de Áries (sabe aquele cavaleiro de ouro que tem um tom de voz de narrador de documentário do Discovery? Um grande desafio de atuação pra um dublador). Os fãs estão consternados e temem que o jogo perca a identidade só porque o Marcelo Campos não emprestou a voz para personagens tão relevantes assim.

Sinto informar, mas briguinha envolvendo estúdio de dublagem, dublador e otaku burro a gente já teve aos montes. Lembram quando alguém teve a ideia de dublar Dragon Ball Kai num estúdio aí e meio mundo de dublador se recusou a botar os pés lá? O dublador do Goku chegou a pedir uma Genki-Dama para os fãs para que clamassem pela voz do Goku e no fim tudo foi resolvido pra nada (afinal, quem viu Dragon Ball Kai?).

Brigas de dubladores com estúdio sempre aconteceram, mas agora os dubladores podem usar os fãs babacas como estratégia de barganha. Não que seja o caso do Marcelo Campos (que realmente é um dublador bom, veja o Edward de FMA), mas isso já aconteceu muito por aqui inclusive com alguns dubladores estrelinhas cujo nome não podemos pronunciar por motivos de “egosearch”. Ou seja, barraco requentado e podemos ir para o próximo tópico.

Animação porca de Dragon Ball Super

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Segundo toda a imprensa especializada em sensacionalismo barato e especulação de especialistas em coisa alguma, a animação de Dragon Ball Super está uma porcaria porque alguns frames intermediários estão tão atraentes quanto o ensaio sensual proibido que fizemos com o Leonardo Kitsune e desistimos de publicar.

“Mas, Mara, sua blogueira gorda que já destruiu uma cadeira do seu antigo trabalho com o seu peso de elefanta, você tá protegendo Dragon Ball Super porque você é dragonballzeira otária”

A animação de Dragon Ball Super é porca? Sim, isso todos nós sabemos desde o primeiro capítulo, mas é sério que cês tão fazendo esse circo todo (tem gente até promovendo petição) para a Toei tomar vergonha na cara SÓ AGORA? A saga do Inferno de Cavaleiros (aquela feita em flash) estreou em 2005 e ninguém falou nada, a saga do Elíseos é de 2008 e foi a mesma coisa. Entre 2012 e 2014 rolaram ainda 97 episódios porquíssimos de Cavaleiros Ômega, 147 episódios malfeitos de Toriko, 26 de Sailor Moon Crystal e agora, DEZ ANOS DEPOIS, cês acham que a Toei tá fazendo merda e devia repensar seus conceitos? Por favor!

(Fora que o Anikenkai fez o único texto sensato que vi a respeito desse assunto. Cê viu? O blog tem outras matérias que não ficam punhetando Genshiken)

E o que tiramos de tudo isso?

Que otaku se acostumou tanto com as republicações da JBC que agora tá republicando até barraco antigo como se fosse coisa nova. Seja menas, pfv.

Ancine vs Crunchyroll? (Round 1)

5 ago CRUNCHYROLL-ANCINE

Vou confessar que nunca fui muito adepta da Crunchyroll, principalmente porque na veze que tentei ver no meu computador ficava passando em loop infinito aquela propaganda do piriri do Floratil e eu acho aquilo muito perturbador. Mas depois que colocaram o app do serviço no Wii U, minha vida mudou e agora até estou fazendo algo que eu odeio e que é ver animes. No entanto, minha alegria pode acabar logo, e nem é porque a merda da bateria do Wii U acaba mais rápido que o meu salário: a Ancine está querendo aplicar nos serviços de streaming as mesmas regras da TV paga. O que esperar disso? Claro que uma bosta.

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(Estava com preguiça de fazer imagem então coloquei essa genericona do nosso vasto banco de imagens)

Para que você entenda: a TV paga, que sempre primou pela exibição de programas mal-legendados e por reprises infinitas do filme do Homem-Aranha, teve que se reformular e todos os canais foram obrigados a colocar conteúdo nacional. A intenção de estimular a produção nacional é ótima, mas no fim acabou que os canais a cabo compraram pacotes de filmes brasileiros manjadíssimos e reprisam eternamente no lugar do Homem-Aranha.

Enfim, com o aumento de assinantes na Netflix, claro que a Ancine inventou de querer se enfiar lá para aplicar as mesmas regras e tornar o “mercado mais justo”. Ou seja, podemos imaginar que eles vão obrigar serviços de streaming a colocar uma porcentagem de conteúdo nacional. Coincidentemente, hoje também saiu uma notícia no O Globo sobre a queda das assinaturas de TV paga e o anúncio da primeira série brasileira original na Netflix.

“Mas e o que eu tenho a ver com isso, Maracutaia? Eu só vejo One Piece e Soul of Gold na Crunchyroll!”

Então, lembra da lei que obrigava a colocar produtos nacionais em todos os canais? Ela complicou a vida de alguns como canais especializados em filmes clássicos (o TCM). O foco do canal é exibir filmes americanos anteriores à década de 70, como enfiar conteúdo nacional? Bem, o canal foi sendo desfigurado e hoje em dia passa até filme do Selton Mello.

Isso é o que imagino que pode acontecer com a Crunchyroll. Além do serviço ser sediado no Brasil, eles vão precisar colocar “animes brasileiros” pra cumprir uma cota. E como isso existe tanto quanto a noção da JBC de parar com anúncios em 2015, só temos duas saídas possíveis: ou o serviço vai embora do país ou enche a grade com vários desenhos nacionais apenas para ficar em dia com a regra da Ancine. Ou você acha que agora o anime do Holy Avenger vai vingar?

Só tenho uma dúvida sincera: beleza, na TV paga a gente é meio que obrigado a ver o que os canais passam… mas no caso do streaming quem é que vai me obrigar a ver conteúdo brasileiro?

Otakus reagem à dublagem brasileira de Nanatsu no Taizai

30 jul nanatsu-brasil

Vocês sabem por que o Mais de Oito Mil não tem atualizações diárias? Em meio aos motivos “eu tenho vida social” e “não estou disposta”, há a principal razão: “não acontece nada no mundo dos otakus”. Como é que vou falar sobre briga de autores de antologia nacional se as antologias nacionais fracassaram mais que o Vagabond da Nova Sampa? Como é que vou falar sobre a briga de ego dos dubladores se nem tem mais anime sendo dublad… PERAÍ! Isso é uma mentira, pois o Jbox nos surpreendeu novamente com uma notícia. Veja o que deu lá:

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Está ouvindo esse barulho bem distante? Não, não é a sua memória afetiva que começou a cantar Pegasus Fantasy, sou eu batendo palmas bem devagar para a alma santa que decidiu investir em um anime popular, recente, dublado e ainda por cima por streaming. Por mais que você ainda use seu nostalgismo de “essa molecada nunca soube o que é ver os cavaleiros chegando na casa de Leão e voltando desde o começo na Manchete”, vamos combinar que esse argumento é babaca e você é trouxa de usar dificuldades do mundo analógico como prova de superioridade. O streaming é coisa pra ficar e não adianta lamentar que você precisava ver o Band Kids se quisesse ver anime tranqueira tipo El Hazard e Bucky enquanto a galera novinha vê o que quer na hora que quer. Parabéns ao distribuidor que mandou dublar e provavelmente à Netflix pela possível aquisição. O mundo mudou bastante, e precisamos continuar evoluindo se quisermos ver esses desenhos japoneses.

Mas como eu disse, o mundo inteiro mudou e a maior prova disso é que ninguém mais lê blogs. Basta ver como o séquito de pessoas tietando a imprensa especializada (pfff) no Anime Friends conseguiu ser menor que o número de mangás cancelados da JBC. Molecada nem está lendo blog mais, então decidi terminar essa matéria como se fosse uma lista do Buzzfeed para ver se consigo mais visitas:

6 tipos de comentários que vemos em anúncios de dublagem em sites de anime

01. Sempre tem o otaku que não pode receber a mão e já quer o braço inteiro:

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02. E o otaku que já implica com a tradução brasileira desse idioma tão perfeito quanto o da Grande Nação Japonesa:

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03. Tem o otaku especialista em dublagem:

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04. Tem o redator bonitão do Jbox:

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05. Tem o otaku com bola de cristal que já prevê as coisas:

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06. E obviamente o otaku com comentários bairristas desnecessários:

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O que está acontecendo com a JBC e a Newpop?

1 jun fundo-newpop

Oi, minna. Se você chegou achando que veria a segunda parte da otaka no Rola ou Enrola, sinto informar que até passar o dia lendo otaku pedindo republicação de Inuyasha parece algo mais divertido que assistir àquele quadro. Saudade de Vívian Otaka, aquela cujo constrangimento transbordava e afundava Eliana numa poça com seus piores momentos lidando com otakus. Mas estou aqui para falar de mercado editoral, e não sobre gente desesperada pra arranjar homem (ou seja, não estou falando de mim hoje).

Eu tenho sentido algo muito estranho em duas editoras do Burajiru, a JBC-chan e a Newpop-kun, e isso ficou bem claro em manifestações recentes nas redes sociais. IKIMASU ver o que deu hoje no Facebook da Newpop?

newpop-sensata

Pera… tem algo estranho aí. É impressão minha ou a Newpop fez um comentário sensato para o público, insinuando que tem mó galera que pede coisa e depois não compra? E também é impressão minha que a Newpop disse que vai anunciar coisas no final do ano e durante o ano de 2016?

Mais estranho que isso, é ver o tweet do editor sem orelha da JBC:

jbc-louca

Deixa eu ver se a otaka aqui entendeu!

A Newpop, aquela editora que era desesperada e anunciava 20 títulos quase ao mesmo tempo e depois ficava enrolando anos até sair tudo, tem sido moderada com anúncios e a JBC, aquela editora que sempre foi mais sensata e ia anunciando as coisas aos poucos, tá com siricotico na bacurinha e já quer anunciar mais um título depois de tanta tranqueira coisa anunciada?

Não sei vocês, mas acho que já temos o blockbuster da temporada:

se-eu-fosse-a-jbc

Quem vai ser o Tony Ramos?

Afinal, por que tem gente que ainda vai em evento de anime?

4 mai af-publico

Semana passada publiquei aqui no Mais de Oito Mil (no Coisas de Novela que não podia ser porque não escrevo mais lá, dã!) sobre a alta no preço do ingresso do Anime Friends, e muitos leitores apontaram que outros eventos também estão inflacionados (e outros falaram que é culpa do PT). Independente de custar 10 reais ou 60 reais, eu só queria saber o que leva uma pessoa a ir num evento de anime.

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Há muito tempo, os eventos de anime eram basicamente exibições públicas de vídeo. A galera comprava as fitas de Fansubs que enviavam por correio e exibia o conteúdo para meia dúzia de fãs daquelas coisas bizarras. Com o tempo isso foi crescendo e acabou que surgiram os grandes eventos de anime. As atrações na época eram basicamente conhecer animes novos nas salas de exibições, tirar fotos de cosplayers (poucas porque ninguém tinha câmera digital e o filme de 36 poses era um rim) e comprar os poucos mangás que eram lançados na época.

Estamos 20 anos depois e os eventos continuam tão amadores quanto antes, exceto na parte de cobrança dos preços. Temos locais pouco adequados (que variam de escolas sem infraestrutura a galpões abandonados, e não estou brincando) e uma total falta de atrações relevantes (que inclui o cantor do tema do personagem do spin-off da fanfic de Sakura ou a enésima palestra de dublador aparecido). Quer dizer, exceto pelos cosplayers que… olha só que coisa, também são parte do público.

Mas acho que o pior é quem ainda vai pra evento de anime para comprar mangá. Já ouvi muito relato de gente que vem de longe para esses eventos com objetivos humildes, como “ah, vim comprar um mangá porque minha coleção tá desfalcada” e eu ficava pensando “mas por que essa pessoa entrou num evento de preço caríssimo pra comprar um ou outro mangá? A conta não bate!”. Parece até que essas pessoas não sabem que existem outros meios de comprar mangás no mundo, como as comic shops, as lojas online ou até mesmo….

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OS SEBOS ONLINE!!! Tudo bem que a palavra “sebo” é meio pejorativa e eu mesma evito frequentá-los na vida real porque nunca encontro os mangás em bom estado e eu ainda passo 7 dias espirrando depois. No sebo virtual Capitão Onigiri você pode encontrar aquele volume perdido por um preço bem em conta (porque tem umas lojas oficiais aí que adoooram te enfiar uma faca no kokoro por um volume raro) e ele é entregue em sua humilde residência.

“Mas Mara, sua gorda capitalista, cê tá fazendo essa propaganda porque está sendo paga?”

Sim, claro, o capitalismo faz o mundo andar e, ao contrário dos otakus, não quero ficar pra sempre parada no começo dos anos 2000, mas não é só isso. Ajuda também que eu acredito na proposta da Capitão Onigiri e no atendimento mais pessoal, porque é como se eu estivesse comprando de um amigo (o que não deixa de ser verdade, afinal o dono é sim meu amigo e aviso aos leitores yaois: ele é bonito e está solteiro, invistam no Henrique, minna!).

A Capitão Onigiri nasceu pequena e, ao contrário do estado atual do nosso mercado de animes no Burajiru, tem crescido basicamente graças ao amor e esmero da pessoa por trás da loja (e também porque ele usa o marketing a seu favor ao contrário das editorCOF COF COF). É um sebo pequeno e artesanal? Sim, mas até aí o Jbox fica postando que tem episódio de Devil Lord Dante na Claro Vídeo como se isso fizesse o mercado se tornar algo grande.

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Então, se quiser dar uma olhadinha no que a Capitão Onigiri tem a oferecer, pode entrar na página do Facebook clicando aqui. Lá tem o catálogo dos produtos e vídeos com o Henrique falando sobre quadrinhos e outras dicas legais usando uma captação de imagem melhor que muita gente da imprensa especializada (pff).

Este é um post pago do Mais de Oito Mil, porque eu posso ser insuportável, mas não sou insubornável.

Dragon Ball vai ganhar uma nova série e só quero gritar “PARE, TORIYAMA!!!”

28 abr dragon-ball-super-anuncio

Sabem o Anime News Network, aquele site gringo que serve como fonte para 99% dos sites da Imprensa Especializada (pfff) [menos para o Site dos Cavs, pois o ANN não deve dar o índice de audiência da nova série requentada de Cavaleiros do Zodíaco pra ele mendigar Ibope dos brasileiros]? Então, esse site soltou uma notícia bombástica hoje: Dragon Ball vai ganhar uma NOVA SÉRIE.

“Mas Mara, sua gorda que não consegue derrotar os androides no Dragon Ball Xenoverse, isso não quer dizer que você está pulando de alegria e causando abalos de magnitude 8 no seu perímetro?”

CLARO QUE NÃO! A notícia diz que a tal Dragon Ball Super vai se passar depois da saga do Buu, em um tempo no qual a Terra está em paz. Alguma coisa vai acontecer que fará os personagens saírem na porrada em uma trama menos convincente que as promessas da Yamato com a Mari Iijima. O roteiro tem o selo de aprovação do autor Akira Toriyama (que não vale muita coisa, pois ele aprovou Dragon Ball Evolution e os cafoníssimos Super Saiyajins de cabelo vermelho e azul).

E por quê devemos ficar assustados com a notícia? Bem, vocês se lembram a última vez que fizeram uma nova série de Dragon Ball que se passava depois da série original e que traria os personagens mais velhos em novos desafios? Pois é, tivemos o Dragon Ball GT, aquele comboio do inferno que não conseguimos nem dizer o que era pior. Na lista de coisas intragáveis da continuação tínhamos o foco maior no humor, inimigos com mais músculo que carisma, protagonistas afetados pela calvície, uma abertura brasileira abominável (mas que os otakus acham linda e romântica) e o maior ultraje da indústria do entretenimento: o bigode do Vegeta!

vegeta-bigode

Encerro essa matéria lembrando que os japoneses fizeram duas festas para Dragon Ball GT: uma quando a série foi anunciada e outra quando disseram que ia acabar.

Vamos Pará, site dos Cavs?

19 abr CAVALEIROS-DO-PARA-capa

Desde o retorno do blog, percebi duas ausências: leitores que diziam se masturbar pensando na autora desse blog e uma zoada básica no Site dos Cavs, e uma dessas ausências será solucionada agora! Não, não iremos postar vídeo de pessoas se masturbando, e sim ZOAR O SITE DOS CAV!

Ao contrário do SOS Sailor Moon, o embaixador das exclamações sempre tem muita pauta, afinal ô anime que insiste em voltar. Mas mesmo eles não têm muito o que fazer, e postam umas notícias maravilhosas como essa:

CAVALEIROS-DO-PARA-01

DEIXA EU VER SE A OTAKA AQUI ENTENDEU.

O Sr. Cavs sempre teve a dúvida de qual estado veio Aldebaran, o único cavaleiro brasileiro dessa grande série. Aí ele achou um jogo de tabuleiro que a Shueisha licenciou e viu que tem uma setinha que saiu da região do estado do Pará, e isso quer dizer de forma oficial que Aldebaran tem os mesmos laços da Banda Calypso. Claro que não é um lugar aleatório que os designers escolheram, e sim uma informação oficial coletada com o próprio Kurumada e disponibilizada apenas num jogo de tabuleiro.

Esse post poderia ter acabado aqui e já seria muito vergonhoso. Mas, assim como Tite Kubo, o Site dos Cavs nunca sabe quando parar! Vamos ver o que deu essa semana:

CAVALEIROS-DO-PARA-02

Não restam mais dúvidas.

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