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O que está acontecendo com a JBC e a Newpop?

1 jun fundo-newpop

Oi, minna. Se você chegou achando que veria a segunda parte da otaka no Rola ou Enrola, sinto informar que até passar o dia lendo otaku pedindo republicação de Inuyasha parece algo mais divertido que assistir àquele quadro. Saudade de Vívian Otaka, aquela cujo constrangimento transbordava e afundava Eliana numa poça com seus piores momentos lidando com otakus. Mas estou aqui para falar de mercado editoral, e não sobre gente desesperada pra arranjar homem (ou seja, não estou falando de mim hoje).

Eu tenho sentido algo muito estranho em duas editoras do Burajiru, a JBC-chan e a Newpop-kun, e isso ficou bem claro em manifestações recentes nas redes sociais. IKIMASU ver o que deu hoje no Facebook da Newpop?

newpop-sensata

Pera… tem algo estranho aí. É impressão minha ou a Newpop fez um comentário sensato para o público, insinuando que tem mó galera que pede coisa e depois não compra? E também é impressão minha que a Newpop disse que vai anunciar coisas no final do ano e durante o ano de 2016?

Mais estranho que isso, é ver o tweet do editor sem orelha da JBC:

jbc-louca

Deixa eu ver se a otaka aqui entendeu!

A Newpop, aquela editora que era desesperada e anunciava 20 títulos quase ao mesmo tempo e depois ficava enrolando anos até sair tudo, tem sido moderada com anúncios e a JBC, aquela editora que sempre foi mais sensata e ia anunciando as coisas aos poucos, tá com siricotico na bacurinha e já quer anunciar mais um título depois de tanta tranqueira coisa anunciada?

Não sei vocês, mas acho que já temos o blockbuster da temporada:

se-eu-fosse-a-jbc

Quem vai ser o Tony Ramos?

Afinal, por que tem gente que ainda vai em evento de anime?

4 mai af-publico

Semana passada publiquei aqui no Mais de Oito Mil (no Coisas de Novela que não podia ser porque não escrevo mais lá, dã!) sobre a alta no preço do ingresso do Anime Friends, e muitos leitores apontaram que outros eventos também estão inflacionados (e outros falaram que é culpa do PT). Independente de custar 10 reais ou 60 reais, eu só queria saber o que leva uma pessoa a ir num evento de anime.

animecon-muito-tempo-atras

Há muito tempo, os eventos de anime eram basicamente exibições públicas de vídeo. A galera comprava as fitas de Fansubs que enviavam por correio e exibia o conteúdo para meia dúzia de fãs daquelas coisas bizarras. Com o tempo isso foi crescendo e acabou que surgiram os grandes eventos de anime. As atrações na época eram basicamente conhecer animes novos nas salas de exibições, tirar fotos de cosplayers (poucas porque ninguém tinha câmera digital e o filme de 36 poses era um rim) e comprar os poucos mangás que eram lançados na época.

Estamos 20 anos depois e os eventos continuam tão amadores quanto antes, exceto na parte de cobrança dos preços. Temos locais pouco adequados (que variam de escolas sem infraestrutura a galpões abandonados, e não estou brincando) e uma total falta de atrações relevantes (que inclui o cantor do tema do personagem do spin-off da fanfic de Sakura ou a enésima palestra de dublador aparecido). Quer dizer, exceto pelos cosplayers que… olha só que coisa, também são parte do público.

Mas acho que o pior é quem ainda vai pra evento de anime para comprar mangá. Já ouvi muito relato de gente que vem de longe para esses eventos com objetivos humildes, como “ah, vim comprar um mangá porque minha coleção tá desfalcada” e eu ficava pensando “mas por que essa pessoa entrou num evento de preço caríssimo pra comprar um ou outro mangá? A conta não bate!”. Parece até que essas pessoas não sabem que existem outros meios de comprar mangás no mundo, como as comic shops, as lojas online ou até mesmo….

alerta-de-merchan

OS SEBOS ONLINE!!! Tudo bem que a palavra “sebo” é meio pejorativa e eu mesma evito frequentá-los na vida real porque nunca encontro os mangás em bom estado e eu ainda passo 7 dias espirrando depois. No sebo virtual Capitão Onigiri você pode encontrar aquele volume perdido por um preço bem em conta (porque tem umas lojas oficiais aí que adoooram te enfiar uma faca no kokoro por um volume raro) e ele é entregue em sua humilde residência.

“Mas Mara, sua gorda capitalista, cê tá fazendo essa propaganda porque está sendo paga?”

Sim, claro, o capitalismo faz o mundo andar e, ao contrário dos otakus, não quero ficar pra sempre parada no começo dos anos 2000, mas não é só isso. Ajuda também que eu acredito na proposta da Capitão Onigiri e no atendimento mais pessoal, porque é como se eu estivesse comprando de um amigo (o que não deixa de ser verdade, afinal o dono é sim meu amigo e aviso aos leitores yaois: ele é bonito e está solteiro, invistam no Henrique, minna!).

A Capitão Onigiri nasceu pequena e, ao contrário do estado atual do nosso mercado de animes no Burajiru, tem crescido basicamente graças ao amor e esmero da pessoa por trás da loja (e também porque ele usa o marketing a seu favor ao contrário das editorCOF COF COF). É um sebo pequeno e artesanal? Sim, mas até aí o Jbox fica postando que tem episódio de Devil Lord Dante na Claro Vídeo como se isso fizesse o mercado se tornar algo grande.

sebo-capitao-onigiri

Então, se quiser dar uma olhadinha no que a Capitão Onigiri tem a oferecer, pode entrar na página do Facebook clicando aqui. Lá tem o catálogo dos produtos e vídeos com o Henrique falando sobre quadrinhos e outras dicas legais usando uma captação de imagem melhor que muita gente da imprensa especializada (pff).

Este é um post pago do Mais de Oito Mil, porque eu posso ser insuportável, mas não sou insubornável.

Dragon Ball vai ganhar uma nova série e só quero gritar “PARE, TORIYAMA!!!”

28 abr dragon-ball-super-anuncio

Sabem o Anime News Network, aquele site gringo que serve como fonte para 99% dos sites da Imprensa Especializada (pfff) [menos para o Site dos Cavs, pois o ANN não deve dar o índice de audiência da nova série requentada de Cavaleiros do Zodíaco pra ele mendigar Ibope dos brasileiros]? Então, esse site soltou uma notícia bombástica hoje: Dragon Ball vai ganhar uma NOVA SÉRIE.

“Mas Mara, sua gorda que não consegue derrotar os androides no Dragon Ball Xenoverse, isso não quer dizer que você está pulando de alegria e causando abalos de magnitude 8 no seu perímetro?”

CLARO QUE NÃO! A notícia diz que a tal Dragon Ball Super vai se passar depois da saga do Buu, em um tempo no qual a Terra está em paz. Alguma coisa vai acontecer que fará os personagens saírem na porrada em uma trama menos convincente que as promessas da Yamato com a Mari Iijima. O roteiro tem o selo de aprovação do autor Akira Toriyama (que não vale muita coisa, pois ele aprovou Dragon Ball Evolution e os cafoníssimos Super Saiyajins de cabelo vermelho e azul).

E por quê devemos ficar assustados com a notícia? Bem, vocês se lembram a última vez que fizeram uma nova série de Dragon Ball que se passava depois da série original e que traria os personagens mais velhos em novos desafios? Pois é, tivemos o Dragon Ball GT, aquele comboio do inferno que não conseguimos nem dizer o que era pior. Na lista de coisas intragáveis da continuação tínhamos o foco maior no humor, inimigos com mais músculo que carisma, protagonistas afetados pela calvície, uma abertura brasileira abominável (mas que os otakus acham linda e romântica) e o maior ultraje da indústria do entretenimento: o bigode do Vegeta!

vegeta-bigode

Encerro essa matéria lembrando que os japoneses fizeram duas festas para Dragon Ball GT: uma quando a série foi anunciada e outra quando disseram que ia acabar.

Vamos Pará, site dos Cavs?

19 abr CAVALEIROS-DO-PARA-capa

Desde o retorno do blog, percebi duas ausências: leitores que diziam se masturbar pensando na autora desse blog e uma zoada básica no Site dos Cavs, e uma dessas ausências será solucionada agora! Não, não iremos postar vídeo de pessoas se masturbando, e sim ZOAR O SITE DOS CAV!

Ao contrário do SOS Sailor Moon, o embaixador das exclamações sempre tem muita pauta, afinal ô anime que insiste em voltar. Mas mesmo eles não têm muito o que fazer, e postam umas notícias maravilhosas como essa:

CAVALEIROS-DO-PARA-01

DEIXA EU VER SE A OTAKA AQUI ENTENDEU.

O Sr. Cavs sempre teve a dúvida de qual estado veio Aldebaran, o único cavaleiro brasileiro dessa grande série. Aí ele achou um jogo de tabuleiro que a Shueisha licenciou e viu que tem uma setinha que saiu da região do estado do Pará, e isso quer dizer de forma oficial que Aldebaran tem os mesmos laços da Banda Calypso. Claro que não é um lugar aleatório que os designers escolheram, e sim uma informação oficial coletada com o próprio Kurumada e disponibilizada apenas num jogo de tabuleiro.

Esse post poderia ter acabado aqui e já seria muito vergonhoso. Mas, assim como Tite Kubo, o Site dos Cavs nunca sabe quando parar! Vamos ver o que deu essa semana:

CAVALEIROS-DO-PARA-02

Não restam mais dúvidas.

Por que não precisamos do Mais de Oito Mil?

1 abr vegeta-chorando-lagrimas-negras

vegeta-chorando-lagrimas-negras

Oi, minna, como vão vocês? Aqui é a Mara falando!

Afastando completamente os boatos que o viado careca ia pegar toda a relevância deste sítio e transformá-lo em um blog que comenta novelas (consegui uma prévia exclusiva), estou aqui para o já tradicional post de primeiro de abril apenas para manter o registro de que, ao contrário da Conrad, não estou morta.

Muitos usam os comentários do Mais de Oito Mil para mandarem mensagens para esta blogueira, outros pedem o impeachment da Dilma e alguns ainda ajudam enviando pauta sempre que rola. Mas muita gente, seja no Twitter quanto aqui, ainda pede que o Mais de Oito Mil volte. Infelizmente, minna, tenho que contar que isso aqui não voltará mais. E sabe por quê? PORQUE VOCÊS NÃO PRECISAM MAIS DAQUI!

Ficou chocado com a conjectura? Por isso decidi fazer essa pequena listinha provando os motivos pelos quais o Mais de Oito Mil não tem mais função nesse país. (Ah, o texto está organizado em um formato meio Buzzfeed, pois parece que as pessoas só clicam assim agora)

Não precisamos do Mais de Oito Mil falando que o mercado nacional é uma piada porque o Jbox disse que o mercado está reaquecido, afinal a PlayTV (quem?) vai estrear o anime de cartinhas que foi sucesso em 2000 e exibirá o começo de Naruto Chupabem em pleno DOIS MIL E QUINZE:

reaquece-ae

Não precisamos do Mais de Oito Mil para mostrar barracos entre editoras porque as próprias editoras já fazem o barraco em suas palestras:

bota-a-culpa-na-otakada

Não precisamos do Mais de Oito Mil reclamando que as editoras não conversam com os sites:

cassius-cobra

Não precisamos do Mais de Oito Mil pra reclamar que a JBC só sabe requentar mangá porque agora ela requentou algo inédito:

marcelinho-que-saudade

Não precisamos do Mais de Oito Mil criticando dublagens ruins e adaptações porcas porque um famoso dublador já faz isso:

briggas-critica

Não precisamos do Mais de Oito Mil reclamando de adaptações forçadas em mangás da JBC porque agora a Panini nivelou o serviço:

pokemon-usurpadora

E não precisamos do Mais de Oito Mil reclamando que a NewPOP tinha prometido coisas desde a época que aqui funcionava porque eles finalmente…

…ah, o que foi, produção? Ah, Hansel & Gretel ainda tá na geladeira? Vixe…

A pessoa por trás da Mara

15 jul

mascara-vegeta

Desde que comecei o Mais de Oito Mil, havia prometido a mim mesmo que se alguém descobrisse a minha identidade eu não negaria. Pois bem, como algumas pessoas já acompanharam ontem, fui descoberto.

Não sou a Sandra Monte, o Leonardo Kitsune, a Deia Mii, o José Roberto Pereira (que Kami-Sama o tenha), Sérgio Peixoto, Tio Cloud, Dudu, Allena e nem nenhuma das dezenas de identidades que me deram nesses anos.

Meu nome é Fábio Garcia, tenho 28 anos, trabalho escrevendo besteiras e tenho até um Twitter. Comecei o Mais de Oito Mil porque senti vontade de fazer isso, e encerrei pelo mesmo motivo.

Não faço ideia de quem foi a pessoa responsável por ter descoberto, mas fica a ela os louros. E agora posso me sentir completo e encerrar de uma vez por todas esse blog que me deu tantas alegrias.

(embora o texto pareça mórbido, eu não vou morrer tão logo)

O Mais de Oito Mil está de volta!!!

1 abr

RETORNOMDOM

Depois de meses de ausência, o site que ninguém visita está de volta (não o site da Ação Magazine, estou falando do Mais de Oito Mil mesmo, minna).

Foram meses e meses de ausência, dezenas de teorias absurdas e até mesmo um fórum criado por gente desocupada tentando descobrir quem eu sou usando modernas estratégias de stalking que quase chegaram até mim (um beijo, seus lindo! Para quem não conheceu, o link para o fórum é esse).

Enquanto a otakusfera continua tão irrelevante e virgem a ponto de criar um dia apenas para colocarem suas fotos verdadeiras no Twitter, eu aproveitei a ausência para me aperfeiçoar na arte do escárnio e da utilização do paint (pagaram um pau para o meu Vegeta Roberto Carlos, né?) e finalmente estou de volta para mostrar como o mundo dos animes e mangás está tão fadado ao fracasso que a estreia de Sword Art Online e Madoka no Netflix, além daqueles animes requentadíssimos do Animax pela igualmente irrelevante PlayTV, foram os grandes destaques dos últimos meses.

(até porque nem deveria ser digna de nota aquela série de posts ~engraçadíssimos~ feitos pelo Genki Dama para zoar a notícia do Steve Jobs dado pela Keila Jimenez dos animes, o Dudu)

Mas o sekai é lindo e estamos aqui porque assunto é o que não falta. Tem mangá irrelevante sendo lançado pela JBC, tem filme desinteressante de Cavaleiros que terá a chance de flopar nos nossos cinemas e até mesmo a Focus Filmes preparando mais um box que ninguém pediu… é, retiro o que eu disse… assunto continua ausente.

Então, anotem aí na agendinha esse dia histórico que marca o retorno do Mais de Oito Mil: primeiro de abril.

=)

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