Archive | Mais de Oito Mil Investigations RSS feed for this section

Quanto custariam hoje os primeiros mangás publicados no Brasil?

22 mar valor-real-dos-mangas-capa

Não sei vocês, mas é um sofrimento muito grande chegar na banca e ver meus suados dinheirinhos indo embora quando compro aquela republicação requentada de um mangá meio tanko cuja edição original hoje se esfarela na minha mão. Olho aqueles preços acima dos 15 reais e penso “esse mundo está perdido, os mangás estão o olho da cara… bom mesmo era quando a JBC publicava coisas a 2,90, a Conrad a 3,90 e o brasileiro era feliz“. Embora numericamente seja uma crítica correta, será mesmo que aqueles 2,90 eram mais baratos que os preços atuais?

ISSO MESMO, MINNA. É HORA DE RESSUSCITAR A SEÇÃO MAIS PEDIDA POR TODOS OS LEITORES DESTE BLOG!!!!

maisdeoitomilinvestigations

Que saudade eu tava desse Vegeta investigador. Assim como a moral dos cosplayers nos programas matutinos, a nossa moeda atual foi sofrendo desvalorização com o tempo, então o que era 2,90 lá em 2001 não significa o mesmo atualmente (vamos lembrar que o salário mínimo começou valendo uns 60 reais). Para fazer o cálculo de transformar o valor do passado em quanto custaria hoje, vou usar como base o conversor de moeda do Acervo do Estadão.

Embora o método não seja válido para conversões oficiais, ele dá uma boa ideia de valores ao comparar o preço antigo ao valor do Estadão na época e fazer a conversão para os valores atuais. E como mangá também é algo impresso, tá tudo na mesma categoria então podemos assumir que os valores são semelhantes. Ah, também vou explicar que todos os valores de mangás meio-tanko serão multiplicados por DOIS, assim fica o equivalente a um tanko inteiro que é a forma como os mangás são publicados hoje no Burajiru.

IKIMASU então fazer umas contas e ver se os mangás estão mesmo caros hoje em dia?

valor-real-dos-mangas-01

Começamos com o Pokémon Quadrinhos publicado pela Conrad em 1999 aproveitando o anime e já começamos levando um tiro. Você acredita que esse mangá de 52 páginas custa OITO REAIS? E se fizermos as contas para transformar em um tanko equivalente ao original do Dengeki Pikachu, o valor vai para TRINTA E DOIS REAIS POR UM TANKO. Nossa economia era maravilhosa nos anos 90, não acham? Sorte que a internet discada impedia os otakus de xingarem muito no Twitter (que seria inventado sete anos depois).

valor-real-dos-mangas-02

MEU KAMI-SAMA DO CÉU, como assim duas edições meio-tanko de Dragon Ball da Conrad custariam atualmente mais de vinte reais? Agora faz até bastante sentido por que a Conrad teve a ideia de dividir os mangás em dois para aliviar os brasileiros. E pior: na época era quadrinho barato, porque os da Marvel e DC custavam quase o preço de uma casa própria!

valor-real-dos-mangas-03

A JBC entrou no mercado em 2001 lançando quatro mangás de uma vez: Sakura Card Captor, Samurai X, Guerreiras Mágicas de Rayearth e Video Girl Ai, todos com formato menor que o da Conrad e papel jornal (Rayearth era um pouco maior e um pouco mais caro pra ficar parecido com o original). Quem diria que aqueles 2,90 hoje em dia renderiam um tanko de quinze reais?

valor-real-dos-mangas-04

E quando a Conrad decidiu lançar Evangelion, ela fez um formato bacanudo, papel legal e páginas coloridas nas edições ímpares. Pena que o luxo foi agregado ao valor, porque se fosse uma versão tanko o Evangelion custaria salgados VINTE E UM REAIS hoje em dia.

valor-real-dos-mangas-05

A surpresa foi quando a Panini decidiu entrar no mercado de mangás lançando o sonífero e ultrashippado Gundam Wing num formato minúsculo que contribuiu para o aumento do grau de miopia em parte dos otakus de 2002. E o que dizer do valor? Bem, está compatível com os mangás de hoje, mas tinha uma qualidade sofrível…

valor-real-dos-mangas-06

O valor mais justo continuou sendo aplicado nos lançamentos seguintes da Panini, Éden e Peach Girl (ambos canceladíssimos pela editora, e o primeiro foi ressuscitado por Cassius Medauar na JBC). Mesmo assim… meio carinho um mangá de quase quinze conto em sentido ocidental né não?

Vamos esquecer agora os meio tanko e partir pro tanko?

valor-real-dos-mangas-07

O primeiro tanko brasileiro foi lançado pela JBC, que cobrou exatamente o valor de dois meio tanko. Convertendo para nossa desvalorizada moeda de hoje, vemos que o preço era uma pequena faca perfurando nosso coração enquanto um Mokona faz um cameo no fundo.

valor-real-dos-mangas-08

Vamos para um dos primeiros tankos da Conrad (não foi o primeiro, mas é o que eu curto mais então XIU). A qualidade da edição e do papel se comparam ao que temos nos mangás de hoje, e coincidentemente o preço está quase igual também. Se Slam Dunk vier a ser republicado no Burajiru, capaz de sair até mais caro…

valor-real-dos-mangas-09

Já um dos primeiros tankos da Panini tem um preço bem próximo dos atuais. E a minha edição comprada na época também está impecável até hoje, ou seja, se você quiser sofrer lendo a saga do Arima o negócio não vai soltar página na tua mão.

E como seria um mangá de luxo?

valor-real-dos-mangas-10

Resumindo: nunca foi fácil ser otaku no Burajiru. E pelas contas, podemos até dizer que os mangás de hoje estão até um pouquinho mais baratos do que eram há dez anos. E se compararmos com os publicados no final dos anos 90, a gente tá é saindo no lucro.

No entanto, analisando os valores podemos ver que mangá sempre foi diversão para pessoas com melhores condições de valores aquisitivos. Mas aí já é outro problema.

Mais de Oito Mil Investigations: Afinal, o tal formato BIG da JBC vale a pena?

11 out EDEN-JBC-CAPA

O Mais de Oito Mil é um blog com o padrão Gangsta de transparência, então eu sempre mostro para vocês tudo que acontece aqui por trás e vou atrás de possíveis respostas. Então hoje é o dia de solucionar uma dúvida que está apertando o kokoro de muitos de vocês: quando é que vai sair o mangá de Jobs? afinal, o tal formato big que a JBC inventou de lançar Éden e agora Blade – A Lâmina do Imortal é realmente uma vantagem para o leitor? IKIMASU atrás disso agora ressuscitando a mais querida das nossas sessões do blog, aaaa…

maisdeoitomilinvestigations

Vamos começar contando que o formato big da JBC para lançamentos de mangás é tão original quanto o conceito por trás daquele quadrinho nacional Brasimon que era feito pelo Daniel HDR (quem nunca tem uma mancha no currículo que atire a pokébola). Assim como a tal “black edition” de Death Note, o formato BIG foi inventado pela VIZ Comics nos Estados Unidos. Para quem não sabe, ela é a detentora dos direitos ocidentais dos mangás da Shueisha entre outros, por isso nos nossos mangás vêm tudo escrito que foi a VIZ que descolou as fitas pras editoras.

E então, como são os mangás BIG da VIZ? Eu cheguei a ir atrás de um release da própria editora, mas a melhor explicação do que se trata eu encontrei no maior poço de sabedoria da Internet depois do Akinator: o Yahoo Respostas. Confira a explicação:

o-que-eh-big

Ao contrário dos vestibulares, não é obrigatório saber inglês para acessar o Mais de Oito Mil (mas é uma boa saber interpretação de texto, viu?), então vou resumir que uma edição BIG é uma compilação de vários volumes, geralmente 3, com algumas páginas a mais e um formato maior. Essas compilações são “caras”, mas custam mais barato que comprar cada um desses 3 mangás separadamente. Mas como não é muito bom acreditar no que vemos pela Internet, fui até o site da VIZ conferir os valores de capa das edições BIG de Dragon Ball. IKIMASU fazer as contas?

dragon-ball-big-preco

(Curiosidade: os mangás que a VIZ lançou no formato BIG são Dragon Ball, Dragon Ball Z, Fushigi Yuugi, Hot Gimmick, Inuyasha, Rurouni Kenshin e Vagabond. Façam um esforço e encontrem o mangá ruim que foi lançado nesse formatÉ CLARO QUE É INUYASHA, PQP QUE COISA RUIM)

Enfim, reparem que eu destaquei duas coisas com minha caneta cor-de-rosa: a edição BIG corresponde a TRÊS volumes de Dragon Ball, e custa 19,90 dólares (que convertendo para reais segundo a cotação de 11/10 dá o valor de uma cobertura na Avenida Paulista). O mesmo site informa que o valor de capa de cada volume Dragon Ball é de 9,99 dólares. Eu acho que até você de humanas deve ter percebido que a edição BIG da VIZ é no melhor estilo “leve 3 pague 2” não é mesmo?

Já a JBC decidiu usar o formato big com Éden, mangá que já tinha sido cancelado pela Panini após alguns volumes lançados. Com toda a pompa, a JBC revelou que a nova edição seria um compiladão de luxo de dois volumes originais custando 40 reais. E, para não mudar o regime de trabalho dos estagiários da JBC para a categoria “escravidão” e também não pesar no nosso bolso, decidiram que o lançamento seria bimestral. Claro que mesmo assim muita gente reclamou do preço, e Cassius Medauar deu uma daquelas indiretas no Twitter dizendo que…

//platform.twitter.com/widgets.js

…como se a possibilidade de se encontrar descontos fosse justificativa para deixar o preço final bem caro. Enfim, cês sabem quanto tá custando um mangá da JBC em offset? Vou pegar como base o Yu Yu Hakusho porque foi o primeiro que encontrei aqui na minha estante é um mangá de renome e qualidade: 15 reais. Ou seja, se eu comprasse dois volumes, pagaria 30 reais. Então, como é que a edição big da JBC consegue custar mais? Fora que… se o formato big da JBC é bimestral e equivale a dois volumes de Éden… é a mesma coisa que lançar o Éden num tanko mensal como a maioria dos lançamentos da JBC, só que com um preço 5 reais acima do normal em casa um!!!

“Mas Mara, sua blogueira que diz ter senso crítico mas que comprou Princesa Kilala, isso quer dizer que o tal formato big da JBC não vale a pena?”

A resposta é: depende. Para o leitor é um chute no saco pois você paga mais por um produto que nem é tão ~bacanudo~ assim no sentido gráfico do que se ele fosse lançado em formato tanko. Já para a JBC compensa pra caralho: nas várias palestras que aconteceram, Cassius Medauar e Marcelo del Greco (os editores da JBC e do Ink Comics) explicaram que geralmente a curva de vendas de um mangá despenca depois do primeiro volume, ou seja, as pessoas vão deixando de acompanhar com o tempo. Se a coleção de Éden tem menos volumes, quer dizer que a curva teoricamente vai cair menos, então é sucesso!

Resolvido o mistério, agora podemos partir para ma investiação muito mais difícil: AFINAL, O QUE É O SELO INK COMICS?

Mais de Oito Mil Investigations – Quantos otakus cabem em um Anime Friends?

4 jul

Estamos a poucos dias do Anime Friends, aquelas semanas em que todo o fluxo de otakus muda da linha azul do metrô para onde o AF será realizado. Esse ano, após a realização em diversos lugares bem sucedidos, ainda fica o medo se o novo local conseguirá comportar um evento desse tamanho.

Esse ano, o Anime Friends deve ser realizado no Campo de Marte, um grande aeroporto que (infelizmente) fica aqui no planeta Terra. O anúncio do local foi um avanço para o Anime Friends, pois nunca conseguiu encontrar um local com tanta magnitude para comportar centenas de milhares de pessoas sem banho.

Acionei o meu helicóptero pessoal, o “Pual Prateado”, e tirei uma foto aérea do local imenso do evento.

IKIMASU!!!

mapaaf201301

PELAS RUGAS DE KAMI-SAMA! QUE LUGAR ENORME!!!

Mas será que tudo isso vai ser de Anime Friends? Para resolver esse mistério, vamos ressuscitar a seção mais desaparecida desde o Hetalia da Newpop:

maisdeoitomilinvestigations

Lágrimas negras de emoção.

Em primeiro lugar, usei minha equipe de inteligência (aka Kareshi) para me arranjar um mapa do evento. Ele precisou fazer coisas horrendas, que envolveu um navegador da web e tempo gasto em um site horroroso. Ikimasu ver o mapa:

mapaaf201302

Sabe a primeira coisa que notei? Não, não foi os dois locais para banheiro que não devem ajudar aquele otaku com piriri de tanto tomar suco de soja, e sim o DESENHO do mapa e a indicação de um endereço para a entrada. Dando essas informações para o Pual Prateado, consegui descobrir qual canto do aeroporto será usado para abrigar esse evento cultural:

mapaaf201303

Ufa, o evento não vai ser em um campo de pouso, ninguém ia querer otakus sento atropelados por um jatinho da FAB levando o neto de Renan Calheiros para o Festival do Japão comprar mangás na Comix (que aliás não vai para o Anime Friends).

Se eu acertei o local do evento, será realizado onde funciona um estacionamento, então sabemos que terá muito espaço sem qualquer parede para atrapalhar. Quer dizer, menos as paredes dos galpões que a organizadora do Anime Friends deve levantar para sediar todos os minieventos.

E o mais importante é: a foto traz o número de carros estacionado, e dá pra saber bem a capacidade do evento.

mapaaf201304

Imagem meramente ilustrativa

Mais de Oito Mil Investigations – A Mara é uma fanzineira?

8 ago

Se lembram daquele barraco fenomenal que deu na comunidade da Ação Magazine do Facebook? Por ter trazido para cá a discussão, recebi muitas mensagens de carinho dos leitores de . Vamos ler algumas?

“ela já não sabe mais o que postar naquele blog enfadonho dela.”

“Eu acho o blog dela uma merda… O humor é fácil e ruim”

“Pior que a Mara só mesmo os leitores dela…”

“Lembrando que a Elba Mara é fanzineira frustada, que fazia pseudo história de terror. Um dia ela viu “a luz” na forma de um esporro do falecido JRP e ficou “espertinha”.”

Peraí… “Elba Mara”? Quem é essa Elba Mara? Será a verdadeira identidade da blogueira Mara do Mais de Oito Mil (/SurtoDeFalarDeSiEmTerceiraPessoaComoOPelé)? Será que essa descoberta será melhor do que a revelação de que a Mara era na verdade o Zé Roberto?

Chegou a hora de maaaaaais um….

Investigando esta pessoa que tem tudo para ser eu mesma no primeiro post terceirizado, produzido pelo pessoal da comunidade da Ação Magazine! Vamos às pistas dadas pela comunidade… Colocaram o site da tal Elba Mara, então podemos investig…


…isso é que dá terceirizar serviço.

Nem um coito interrompido foi tão curto quanto este post.

Mais de Oito Mil Investigations – Barbara Nerd: Fake ou Real?

26 jun

Após a publicação do post de ontem sobre a nova Nerd do Rola ou Enrola, a imprensa especializada começou com as críticas, dizendo que esta representante dos nerds seria uma atriz fingindo ser nerd. Tudo porque acharam forçado o vídeo de apresentação dela.

Mostrarei a vocês uma dessas mensagens, e manterei o autor anônimo para que seu blog não seja prejudicado:


Como Qwerty, o nosso blogueiro anônimo, lembrou, pareceu bem armado essa menina confundir o nome das séries. Como defensora da moral, dos bons costumes e dos programas de namoro de qualidade duvidosa, decidi ir atrás de Bárbara na interwebs, e para isso nada melhor que ressuscitar a mais pedida de três seção do blog:


Será uma atriz que sambou em cima de todos os alunos do Wolf Maia? Será uma nerd de verdade? Vamos descobrir! Tive como base a apresentação de Bárbara Nerd em seu vídeo:


As informações que ela deu foram o suficiente para descobrir. Observem:

a) Seu nome é “Bárbara

b) Estuda “engenharia da computação

c) Estuda em “uma universidade federal

d) Fez 22 anos há pouquíssimo tempo.

Como ela tem 22 anos, há 5 anos ela tinha 18, certo? (acho que é, não sei nem fazer regra de três), então em 2008 ela tinha idade para prestar vestibular. Como ela falou que mora em São Paulo, isso facilitou as buscas, porque por aqui temos apenas três universidades federais.

Jogando o nome, o curso, o ano e a universidade, consegui descobrir uma Bárbara chamada “Bárbara Tolotto”, e ao jogar este nome no Google, olha o que encontramos:


Segundo o seu perfil, ela é uma modelo E analista de sistemas.

Mas este site não foi a única aparição relevante de Bárbara Nerd na mídia. Veja o que dá pra encontrar via Google no G1:

Sabendo de todas essas informações, de que ela é atriz, modelo, analista de sistemas e conhecedora de Tsunamis, será que dá pra confiar na produção desta vez? Ela pode até gostar de videogame (e jogar um jogo dos Simpsons num Play2 pra mostrar isso) e outras coisinhas, mas será que ela é tudo aquilo que apareceu pra gente? Só resta esperar e ver se alguma máscara vai cair.

Sendo falsa ou verdadeira, só espero que ela participe mais ativamente do programa e trolle a Eliana e as outras competidoras como nossa saudosa Vivian Otaka.

FORÇA AÍ, Barbara Nerd, ou então não vou ter pauta para a cobertura do programa!

Ajuda a gorda aqui!

Mais de Oito Mil Investigations – Crossover de Maurício de Sousa e Osamu Tezuka

21 dez

Depois do sucesso do #TezukaDay (só se for para os outros blogs, porque pra mim foi uma merda…), que tal continuarmos nessa pauta que não rende visitas e nem comentários? Eu voto a favor!

Até minha prima invejosa já sabe que o Mauricio de Sousa e o Osamu Tezuka eram bffs e ficavam trocando depoimento pelo Orkut da época. Segundo o Maurício, eles estavam planejando um projeto em conjunto que misturassem seus personagens. Até aí nada contra, acho ótimo, até o Kurumada já fez crossover de personagens… se bem que no caso desse aqui não era intencional.

Nesse #TezukaDay, Maurício de Sousa deu novas informações sobre o projeto, que deve sair agora em 2012 junto com o apocalipse Maia. Vamos ver as coisas que ele postou:

Como primeira homenagem, Maurício divulgou a primeira imagem do novo personagem: gêmeos siameses que desenham quadrinhos. Quer dizer, só um desenha quadrinhos

Uso a tag #RisosComedidos para o blog que chama Maurício de MESTRE ou para a  a Petrinha, que vai fazer o roteiro do grande encontro dos personagens do Tezuka com a Turma da Mônica Jovem e agora terá seu nome conhecido PELO MUNDO?

Então, pelo que entendemos, o projeto de crossover do Tezuka e o Maurício será na revista da Turma da Mônica Jovem, aquela que COINCIDENTEMENTE é a revista mais vendida da Turma da Mônica.

Vocês sentiram algo estranho nisso tudo? Eu senti. Se o projeto dos dois foi, assim como as ombreiras e as mangas bufantes, concebido na década de 80, como é que o Tezuka topou o uso numa história da Turma da Mônica JOVEM, criada há poucos anos?

Vamos rever o que o Jbox publicou no começo de 2010?

Com essa emblemática ilustração (que tem um Astroboy chateado por causa do seu filme americano, a Safiri sorumbática por ter sido publicada pela JBC e o Kimba em prantos por ter sido anunciado pela Newpop), vemos que houve sim uma mudança no que seria esse projeto de crossover.

Mas por que será que o Maurício de Sousa preteriu a animação para fazer uma história em quadrinhos? Então, nesse trabalho investigativo, cheguei a uma entrevista HILÁRIA do Maurício de Sousa para a revista Henshin em 2002. IKIMASU?

Muitas informações que precisam ser catalogadas.

Colocarei a tag #JáOuviNãoPrecisaFalar na informação de que haverá um projeto do Tezuka com os personagens do Maurício. Já a tag #RasteiraDaConrad eu vou colocar na informação sobre o lançamento do mangá Buddha pelo Maurício de Sousa. E, para terminar, a tag #DesprezoNívelNaokoTakeuchi para o aparente desdém que Maurício de Sousa tem com a animação e os mangás da Grande Nação Japonesa, isso uns seis anos antes do lançamento do Turma da Mônica Jovem… EM ESTILO MANGÁ.

Depois de rever todas essas informações, vamos usar a graduação em Direito do Professor Odilon e tentar deduzir o que aconteceu?

O que aconteceu foi o seguinte: Tezuka falou que queria fazer um negócio com o Maurício com a mesma intenção daquele seu amigo da escola falou “vamos marcar de sair”. Décadas depois, Maurício de Sousa cria um fenômeno do mercado chamado Turma da Mônica Jovem que é baseado na estética do mangá. Querendo exportar isso de alguma maneira, ele decidiu aproveitar a autorização dos Tezuka para fazer uma edição da Mônica Jovem que será vendida na Grande Nação Japonesa e assim poderá introduzir seus personagens lá para multiplicar seus lucros por klapaucius.

Se ele está errado? Imagina. Certo está ele que lucra alguma coisa. Afinal, quadrinhos e uso de marcas de defunto… é tudo comércio.

***

(Me siga no Twitter!)

Mais de Oito Mil Investigations – Por onde anda a Newpop?

19 out

Nesse último fim de semana eu me levantei e fui até a cozinha preparar o meu café da manhã. Peguei um pão francês, tirei todo o miolo e passei a margarina. Peguei o meu copo, coloquei o achocolatado que não estava temperado com a Soda Cáustica e aí peguei a caixinha de leite para diluir. Quando eu vi a caixinha, caí pra trás com uma coisa que eu li. IKIMASU ver a foto da caixinha de leite?

Depois de ficar chocada com o desaparecimento dessa promissora editora, decidi convocar a minha equipe de investigadores do Mais de Oito Mil e retornar a seção de maior sucesso do blog. Vai começar o…

Para descobrir o paradeiro de alguém desaparecido, precisamos primeiro interrogar conhecidos da pessoa. Como, ao contrário de certos blogs, eu não tenho contatos com as editoras, tive que ver o que a imprensa especializada (pfff) comentou sobre o sumiço:

Bem, o Yon-Koma e o Jbox foram os únicos sites da imprensa especializada (pfff) que notaram o desaparecimento da editora. E se nem a imprensa especializada (ai chega desta merda de “pfff”, já é o terceiro do post!) tá sabendo da editora, imagina como ficam os consumidores.

Como grande investigadora que sou, temos também que ver como anda a movimentação através dos canais de comunicação da editora com o público, ou seja, o Twitter e a comunidade do Orkut (alguém ainda usa isso!?).  IKIMASU!

Como deu pra ver, a editora não atualiza seu próprio Twitterquatro meses. Como o Twitter não parece o melhor lugar para buscar informação, vamos apelar para o Orkut. Deixa eu vestir minha luva descartável e entrar nesse site de relacionamentos

Há um post perguntando o que aconteceu com a editora, dizendo que tem boatos que a editora está na pior. Atraído pela citação à Marilac, o blogueiro Kuroi se pergunta se o motivo é problemas de saúde do Junior, o dono da empresa.

Desculpa, minna, mas sou obrigada a parar um pouco o tom engraçadinho para falar a minha opinião sobre o caso. Como disseram no Yon-Koma, quando uma editora quer ser pequena, ela VAI ser pequena. Onde já se viu uma editora que deseja ser importante parar tudo por problemas de saúde do dono ou do responsável? Alguém consegue imaginar o Marcelo Del Greco dando uma ligada pra JBC falando “Esse mês não rola eu ir trampar, atrasa aí os mangás do mês. Usa a desculpa da renovação de contrato, tá?”?

E o pouco caso está generalizado. Se você olhar no Facebook do dono, verá que ele se divide entre três empregos diferentes. Como todo bom ouvinte de Nerdcast já ouviu antes, aquela pessoa que se apresenta com diversos trabalhos nunca consegue fazer nada direito (até me lembrei agora de uma famosa personalidade que é redatora, cantora, atriz, roteirista, dubladora, especialista em música de câmara e cozinheira aos fins de semana). Assim como nas fotografias que eu tiro, falta muito foco nisso tudo!

Quando você é uma editora e propõe um lançamento de um produto seriado, você firma um compromisso com o público que estará lá no tempo determinado. Procurando por “newpop” no Twitter o que vemos são fãs de Hetalia perguntando quando é que vai sair a terceira edição, fãs de K-on perguntando quando vai sair o segundo volume etc. Pelo que meu namorado falou, na Fest Comix não teve nenhum lançamento da editora, o que seria um lugar ótimo para afastar a sensação de desaparecimento completo da editora.

Depois destas críticas, teremos alguns leitores que falarão o já famoso comentário “mas os mangás da Newpop têm qualidade de impressão superior às outras editora”. Como já dizia a Chiquinha: “Sim, E DAÍ?”. Isso é desculpa para atrasar volumes por tempo abusivo? Isso é desculpa para um desaparecimento massivo da editora na internet sem dar satisfação alguma ao leitor? Sim, porque se vocês forem ver não tem mangá da editora saindo, o site Animepró tá sendo atualizado com menos freqüência que as aulas semanais de natação da minha avó e os sites e twitters estão jogados às traças.

Alguém lembra de outra editora que sumiu sem deixar recado na caixa postal? A Savana. E todos sabem o que aconteceu.

O descaso com a imprensa especializada (agora sem “pff”) é comum entre as editoras, como a Panini e a JBC, mas no caso da Newpop eu acho que é ainda pior. Eu sou contra ficar expondo detalhes dos bastidores do blog, mas eu acho pertinente ao assunto. Meses atrás eu entrei em contato com o Junior Fonseca para uma entrevista ao blog. Após alguns dias, ele respondeu dizendo que aceitava a entrevista e que era só mandar. Bem, eu mandei a entrevista no dia 23 de Julho e ATÉ HOJE aguardo a resposta.

Não sei vocês, mas não consigo respeitar qualquer pessoa que topa uma entrevista pra mim e “arrega” depois de ver as perguntas. E isso já conhecendo o blog e o estilo de pergunta que seria feita! Não querer responder é um DIREITO dele, se sentir ofendido com alguma pergunta TAMBÉM É DIREITO DELE. Já tive caso de entrevistado me ignorando desde o começo e de entrevistado falando “não vou responder essas perguntas”, e respeito numa boa, mas ignorar completamente um veículo de informação me cheira a uma coisa só: DESCASO.

Antes de saírem dizendo que estou de criancice e birra contra a editora por ter sido ignorada, observem que apresento pontos relevantes para a discussão e não fico só no mimimi. Não sou partidária de nenhuma editora, como meus leitores sabem muito bem, e critico e aponto as qualidade de todas. Como veículo eu quero ser respeitada, como leitora eu quero ser respeitada, e como pessoa eu quero ser respeitada. Com esse relaxo da editora em deixar os leitores se perguntando se a empresa faliu e a se perguntarem sobre o destino das séries que tanto gosta, é um grande descaso. Ignorar veículos importantes como o Jbox e veículos de quinta como o meu blog, é um grande descaso.

Se uma editora deseja ser grande, é preciso profissionalismo. E não tratar o leitor como um babaca que ficará lá esperando e esperando uma esmola.

Mesmo que seja uma esmola impressa em papel de excelente qualidade.

(No fim da investigação, o Kuroi postou que a editora não faliu)

***

(Me siga no Twitter!)

(Já me curtiram no FACEBOOK?)

Grande Debate Mais de Oito Mil + Investigations – Anime Friends é oficializado pela Câmara do Vereadores

14 set

Boa Noite.

É com essa citação ao grande William Bonner que eu visto o meu capacete e vou fazer uma crítica política aqui no blog!

*15 leitores fecham a página*

Voltem! Não vai ser chato! Eu prometo! Teremos loiras besuntadas de óleo no fundo do cenário da redação!

*35 leitores entram na página*

Então vamos começar com a notícia em si. IKIMASU para o site da Câmara Municipal de São Paulo!

Segundo a notícia, o presidente da Câmara dos Vereadores assinou a promulgação da Lei Municipal 15.417, do vereador Ushitaro Kamia. Essa lei INSTITUI o Anime Friends na cidade de São Paulo. O que isso quer dizer? Que o Anime Friends fará parte do calendário de São Paulo por ser um evento saudável e de família.

Tá, é tudo muito lindo, é tudo muito fofo, e provavelmente o evento que estão vendendo para os nossos vereadores não é o mesmo que muitos visitam. A Lei foi aprovada porque não recebeu veto do prefeito Gilberto Kassab, que todo mundo sabe, não tem filhos, então não precisa se preocupar com a saúde mental deles caso visitem o Anime Friends.

Como sou uma cidadã da cidade de São Paulo, tive acesso exclusivo (até parece, qualquer um pode entrar no site e ler) ao projeto de lei do deputado Kamia. IKIMASU conferir os melhores momentos?

Segundo a lei, que DECRETA com o jeitinho da Xuxa, o Anime Friends será feito com a ajuda do município em dois finais de semana, e que deverá ter palestras, discussões e oficinas relacionadas à arte e à difusão da mesma.

Deixa eu ver se a otaka aqui entendeu!

O Anime Friends agora tem o selo São Paulo de Qualidade de Evento? O município está plenamente de acordo com tudo o que acontece dentro do evento, como o não-uso de bebidas e a venda de produtos com nota fiscal?

E a lei pede que o evento traga discussões e palestras sobre a difusão da arte da cultura mais rica. Bem, isso é verdade, pois no último Anime Friends teve uma palestra sobre Scanlations e Fansubs. Mais difusão que isso, só com um espirro no metrô.

E na parte dos objetivos, ficou instituído que o Anime Friends deve promover os artistas nacionais. Olha, The Kira Justice, é a sua chance de ser alçado ao sucesso! Mas eu acho meio contraditório um evento que tem que promover a cultura da Grande Nação Japonesa E a cultura do Brasil.

E também o evento tem como objetivo ter um ambiente favorável. Espero que seja apenas no campo mental, porque um galpão que está para ser demolido há 5 anos é tão saudável quanto você deixar a Valesca Popozuda ensinar Educação Sexual numa escola.

Então, com esse projeto do honrado vereador Ushitaro Kamia, que já apareceu em algumas notícias jornalísticas ao ser acusado de desviar doações às vítimas da chuva em São Paulo e no Rio, o Anime Friends se torna, oficialmente, o responsável por promover a cultura japonesa aqui em São Paulo, com suas palestras, workshops e ambiente saudável. Lógico, como nunca pensei nisso, o foco do Anime Friends sempre foi a cultura!

Aliás, tem uma coisa que eu queria muito perguntar para o senhor vereador. O Anime Friends então é para a promoção da cultura japonesa, correto? Então a entrada do evento vai passar a ser gratuita? Ou o senhor estaria colocando um preço de 35 reais AO DIA para que sejamos iluminados pela cultura japonesa? E esse preço é inclusivo? Pois a lei outorga que o evento também atinja a periferia, e sabemos que 35 reais não é um dinheiro que todo mundo ganha de troco do pão.

“Mas Mara, sua gorda mão-de-vaca, essa sua discussão não vai ajudar em nada. A lei já foi aprovada e não dá pra fazer mais nada.”

É, não dá mesmo. Ninguém aqui poderá fazer nada contra isso, não é? ERRADO. Temos duas coisas a fazer. A primeira é NÃO COMPACTUAR com o evento. Se você é contra esse apoio da prefeitura, basta não ir ao Anime Friends. E se você não quer que esse tipo de lei continue existindo, lembre-se que ano que vem temos eleições para prefeito e vereador, então se lembre do nome dos digníssimos e não repita um erro.

E eu queria passar a discussão para vocês. Eu estou muito inconformada com essa notícia, pois nós que vivemos nesse mundo sabemos que o foco do Anime Friends nunca foi a cultura. Vocês leitores acham JUSTO que uma empresa que promove um festival como o Anime Friends receba todos os auxílios do governo para a promoção de uma cultura que eles nunca se importaram em divulgar?

***

(Me siga no Twitter!)

(Já me curtiram no FACEBOOK?)

Mais de Oito Mil Investigations – Quanto vale ou é por quilo?

8 set

Mais surpreendente que o lançamento do clipe da menina de rosa do já clássico Friday da Rebecca Black, a seção Mais de Oito Mil Investigations está de volta. O motivo é que os fãs estão muito incomodados com o preço do DVD de Sailor Moon S. “Porra, Maracutaia, sua gorda insistente, MAIS UM post com Sailor Moon S? Tá faltando pauta?” E assim como diria o Morre Diabo, eu respondo NÃO TE INTERESSA. Falou maluco? Voltando, eu decidi chamar o pessoal do Instituto de Estatística do planeta Vegeta para fazermos alguns cálculos sobre se vale a pena o DVD ou não. Vamos para a investigação!

Como até o seu Zubat que você só tem pra usar o FLASH tá sabendo, o DVD de Sailor Moon S terá 3 episódios e custará 24,90 (arredondaremos para 25 reais, porque fazer conta não tá fácil pra ninguém). A série tem 38 episódios, que devem ser lançados pela CD & DVD Factory se tudo der certo.

25 reais por um único disco é um preço normal em várias lojas, mas será que realmente tá valendo a pena? Para ilustrar, decidi comparar Sailor Moon S com outros lançamentos de séries em DVD no Burajiru. Na nossa comparação, vamos ver Friends, Lost e Glee. Eu sei que todas são boxes, mas estou comparando POR DISCO, e não por Box.

Vamos para a tabela incrível feita no Powerpoint:

A primeira coisa que podemos observar é como essa tabela está bem feita. Essa minha habilidade com tabelas se reflete a eu nunca ter engravidado e…

FOCO, MARA!

Fazendo uma conta através de arcos de 23 minutos contidos nos DVDs (Lost e Glee têm episódios com o dobro da duração de Sailor Moon, então cada episódio equivale a dois), o de Sailor Moon S leva desvantagem por conter quase que a metade da concorrência. E, mesmo tendo menos conteúdo, o preço ainda está equiparado a um Friends, por exemplo.

O preço por episódios em Sailor Moon S chega a ser o DOBRO dos outros. Se for comparar com Lost, é quase 2.5 vezes mais caro. Mas como a conta por episódio pode ser tendenciosa, também fiz uma conta por minuto de episódio, e aí conseguimos ver o alto preço de Sailor Moon S diante desses concorrentes.

Vamos relembrar a entrevista com o dono da CD & DVD Factory?

Tá, parece que Sailor Moon é um produto diferenciado. Mas, por trás dessa resposta evasiva, eu pude entender que o seu Marcio quis dizer que não se pode comparar um DVD de anime com o de um seriado americano.

Não seja por isso!

Eu preparei OUTRA TABELA, comparando com DVDs de animes!

A primeira coisa que podemos observar é que DVD de anime é muito mais caro que DVD de série americana. Os motivos são muitos, como por exemplo as série americanas terem divulgação através de exibições em televisão, e os animes têm um público menor, revertindo no preço maior.

Analisando a tabela, vemos que o preço de Sailor Moon está pau a pau com o preço de DVD unitário em Box, e está até menor que o preço do Astro Boy. Mas na hora de fazer a matemática… quanta diferença.

Por ter 10 episódios em um único disco, Astro Boy fica com um preço super barato, tanto por episódio quanto por minuto, assim como os DVDs de Tokusatsu da Focus Filmes que também possuem um bom preço nessas categorias. E a surpresa foi que a “careira” da Playarte consegue ficar mais em conta com o disco do Naruto. E isso porque eu nem contei que cada disco do Naruto tem, na verdade, 8 episódios (os 4 dublados e os 4 sem cortes no “lado b”).

Li comentários no SOS Sailor Moon que, ao contrário do fracasso do lançamento de Sailor Moon R em DVD na época que a série passava no Cartoon Network e na Record, dessa vez a coisa vai porque os fãs são adultos e podem comprar o DVD com o suor do trabalho. Se o foco são fãs adultos, por que então não lançar em BOX como todas as outras séries direcionadas a adultos, como Lost, Friends e até mesmo Jaspion? Será que o público adulto não merece pelo menos mais episódios por DVD?

No fim podemos só concluir uma coisa. Só posso concluir que eu sou contra o mercado de animes no Brasil, por isso eu fico mostrando esses números absurdos e que nada condizem com a realidade, apenas para poder destruir a indústria. A culpa é toda minha de reclamar que a coleção inteira de uma série de 38 episódios vai ficar 300 reais, se os outros 11 volumes de DVD saírem a esse preço.

***

(Me siga no Twitter!)

(Já me curtiram no FACEBOOK?)

Mais de Oito Mil Investigations – Dossiê Newpop

22 abr

Deu no Jbox:

 

Que presentão para os 10 anos de Editora JBC, né minna? O post poderia ser só com essa piada, mas eu decidi fazer mais. Como o Jbox disse, a editora é meio novata, e Clamp é meio que ultra famoso no Burajiru, então os fãs esperam algo com qualidade e que saia bonitinho. E não sei quanto a vocês, mas eu sei pouquíssimo sobre essa Editora Newpop, então como saber que ela merece publicar esse grande mangá que eu nem sabia que existia? Por isso, chegou a hora de conhecermos tudo sobre a editora em mais um post investigativo que é famoso no blog. Então, vamos esquecer que hoje é sexta e que deveria ter um Analisando Séries e IKIMASU descobrir tudo sobre essa Editora Newpop!

 

 A nossa primeira parada tem que ser o site oficial da editora, mesmo sabendo que todo site oficial traz uma visão parcial e enganativa sobre o empreendimento. Vamos dar uma olhada no catálogo?

 

Logo no começo já podemos ter uma boa noção do que a editora publica: tem coisa do Tezuka, tem quadrinho americano baseado naquela série da Warner, mangá de gente que curte uma homossexualidade e que era da JBC também (to achando que é pessoal) e aquele Hetalia que nunca tive paciência de ver. Isso e mais um monte de coisa que você nunca saberia que existe se não fosse a editora publicando.

Agora que vimos que Gate 7 vai ser o principal mangá da editora, por que não vamos conferir a veracidade da notícia? Afinal, o Jbox falou que a editora não se anunciou oficialmente. Mas como vamos conseguir comprovar que o mangá é da Newpop se ela não se pronunc…

 

Hmmm… muito inteligente, né minna? Nuuuunca vamos adivinhar.

Ok, agora que sabemos que a editora vai mesmo lançar o mangá, que tal vermos o que os leitores acham da editora? Para saber isso, pensei em fazer uma grande pesquisa que mobilizaria a indústria do entretenimento e que envolvesse todos os meios de divulgação audiovisual… mas desisti e decidi usar a mais confiável das fontes, os comentários no post do Jbox sobre o lançamento de Hetalia:

 

Pelo que vimos nesses três comentários livremente aleatórios que eu selecionei, há reclamações sobre o preço, a qualidade do material e a respeito de atrasos na publicação. E o que eu acho sobre isso? Bem, preço alto é a desculpa clássica de otaku (e eles compram mesmo assim), a qualidade do material depende do gosto de cada pessoa, mas atrasar mangás é mais pecado que apagar acidentalmente o save de Final Fantasy XIII do seu namorado.

E no mesmo post eu achei alguns comentários sobre a tradução de Hetalia:

 

Porrãm, mais um mangá traduzido do inglês? Bem, pelo menos isso eles estão fazendo que nem a JBC. E por que vocês leitores não me passaram esse post antes pra eu postar na seção Cantinho do Barraco do Leitor?

A editora então tem falhas em tradução, em atrasos e outros detalhes, mas felizmente eu achei uma declaração sobre o assunto do próprio dono da editora no local com mais credibilidade da internet… o Orkut:

 

Hmmm… quando o próprio dono fala que a coisa tá errada, quem sou eu para questionar, né? Eles devem estar tentando melhorar mesmo esse problema de atrasos.

IKIMASU darmos uma olhada nas twittadas?

 

Hmmm…. precisa falar?

 

A pessoa por trás do twitter da editora está falando demais e reclamando dos fãs? Moacyr, é você?

 

E eu achando que só eu era carente por atenção no Twitter.

 

…e o começo do sorteio deu uma atrasada assim como os mangás da editora.

 Então é isso que consegui levantar sobre a editora novata. Como eu gosto de um barraco, uma editora pequena pegando um mangá que deveria ser da JBC é um prato cheio pra mim. E essa história ainda vai longe, podem anotar.

 

Estamos de ooooooolho

***

(Eu tenho Twitter!)

(Já me curtiram no FACEBOOK?)

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 339 outros seguidores