Tag Archives: Tapa na cara da sociedade

Escalada Mais de Oito Mil – Novidades da JBC e outras notícias

17 out

Depois de um atraso de 20 minutos, o nosso famoso Marcelo Del Greco (aquele que é conhecido por pintar as zebras) apareceu no Fest Comix para fazer os grandes anúncios da Editora JBC. É muita novidade, só que ao contrário.

Marcelão anunciou que vão lançar uma edição especial de Sakura Card Captor, Kobato, Hero Tales e que vão cuidar do Crunchyoll no Brasil. Logo em seguida, metade da platéia deve ter levantado plaquinhas com o texto “Eu já sabia” e atiraram páginas rasgadas de Fairy Tail no editor.

Para não fazer com que a palestra tenha sido em vão, eles anunciaram também um guia alguma-coisa de Fullmetal Alchemist. Depois do anúncio, aí sim todos tiveram a certeza que a palestra foi em vão.

Na mesma palestra, a JBC confirmou que é a responsável pela vinda da Hatsune Miku ao Brasil. Essa era a notícia que todos os fãs estavam esperando, pois precisávamos saber quem era o responsável para que conseguíssemos botar o nome na Macumba Online.

Para cuidar da estrela virtual, foi criado o selo Japorama. É, você achando que não dava para piorar a notícia.

As editoras Panini e JBC anunciaram que alguns de seus mangás, como 100% Morango e Kobato, vão virar trimestrais. Outros como Naruto e Bleach ficam como bimestrais, e Air Gear e Next Dimension como mensais. Com isso, a Tele Sena consegue ter mais lançamentos por ano que algumas séries.

Se fizermos a conta de que quanto mais espaço entre as edições menos um mangá vende, já entendemos por que A Dama de Pharis levou três anos para ser publicado e porque a Newpop nunca mais lançou Hetalia.

(Roubei as notícias da JBC do Chuva de Nanquim)

***

(Me siga no Twitter!)

(Já me curtiram no FACEBOOK?)

Errata Mais de Oito Mil

22 ago

Oi minna! Vamos rever a postagem de sábado de noite?

Observem a parte destacada com o magnífico pincel do Paintbrush. Ela gerou várias discussões da imprensa especializada. Veja:

O motivo é que o site K-Drama aparentemente trabalha com conteúdo oficial. Lógico que eu não sou obrigada a imaginar que um fansub teria dinheiro para conseguir licenças de exibição de coisas estrangeiras, e nem iria imaginar isso. Até porque de boas intenções, o inferno tá cheio de fansub que dizia que tinha licença para lançar Evangelion no Burajiru.

Mas, para acabar com qualquer dúvida, conversei com o dono do K-Drama, que me explicou sobre a regularidade do material. Veja o papo:

Mara – Um certo blog de quinta publicou aí que o K-Drama era um site de fansub assim como muitos outros que mexem com animes. Para esclarecer as coisas para essa gorda que falou besteira, você poderia explicar qual seria a grande diferença entre o K-Drama e um site de fansbub normal? 

K-DRAMA – Pois é, vi o site nerd de quinta falando mal do K-Drama….fazer o que, né? A maioria dos fansub é para vídeos da locadora do Paulo Coelho (bittorrent). Nós trabalhamos em cima de conteúdo oficial e legal. Temos a permissão das emissoras coreanas para traduzir e mostrar nosso trabalho para o público brasileiro.

Mara – No caso de animes, todas as exibições em sites são feitas de maneira não oficial e com legendagem de fãs. No meio desse mercado em que as produtoras japonesas estão se lixando para as exibições via internet no Brasil, vemos um site como o K-Drama que traz conteúdo autorizado. Como vocês conseguem este conteúdo oficial? Através de quem?

K-DRAMA – As emissoras coreanas entregam o material diretamente para nós. As emissoras coreanas não sabiam que brasileiros também viam K-Drama. Agora eles entendem o potencial do mercado brasileiro. O site K-Drama é o primeiro portal de cultura pop coreana com conteúdo oficial na América Latina.

Mara – Nem funcionárias da Zara trabalham de graça, então eu tenho uma dúvida: o K-Drama não possui banners publicitários nem nada do gênero, então onde que vem o dinheiro para sustentar o site e a aquisição de novos conteúdos?

K-DRAMA – Então galera, se quiserem comprar algo da Saraiva, comprem através do link da Saraiva que está na home do K-Drama (kkkk). Os conteúdos que estão no ar agora vieram do nosso próprio bolso. É um investimento para que no futuro possamos ter anunciantes. Muita gente recomendou o K-Drama a cobrar uma taxa para visualizar os vídeos…mas….

Mara – Obrigada pela paciência e pela entrevista. Tem alguma mensagem para deixar?

K-DRAMA – (ao descobrir o nome do blog whatever que criticou o k-drama) Mais de oito mil? Isso deve se um engano! O site K-drama é 100% Oficial!(duh)

Então vemos que o material é oficial mesmo, ou seja, qualquer um pode entrar em contato, por exemplo, com as emissoras coreanas e descobrir que os direitos são do K-Drama, já que eles adquiriam oficialmente com dinheiro do próprio bolso e pretendem um dia lucrar com isso através de merchandising.

Agora estamos todos felizes e contentes e podemos voltar com nossas programações normais.

***

(Me siga no Twitter!)

(Já me curtiram no FACEBOOK?)

Análise – Candidatas do Miss Nikey 2011

7 jul

Enquanto a concorrência continua subindo de audiência, eu no Mais de Oito Mil continuo não sendo visitada nem pela minha mãe. E o que devemos fazer quando as coisas estão numa pior? COLOCAR MAMILOS! Tá, não são mamilos, mas são mulheres. Ponto pro time dos meninos! A JBC fez o favor de colocar no ar as candidatas do Miss Nikkey 2011, e eu vou fazer o favor de fazer como o engraçado post do ano passado (que só eu curti) e analisar as candidatas mais interessantes. Então você leitora feminina vá lá passar meia hora de roupa e IKIMASU deixar o público masculino me dar audiência!

O QUE A MADE IN JAPAN DIZ:

Priscila Oshiro, de Cacoal-RO, tem 23 anos. Gosta de curtir com os amigos e seu sonho é ser atriz

O QUE O MAIS DE OITO MIL DIZ:

Descrição profunda como um perfil psicológico de um personagem de Malhação. Go, Priscila!

O QUE A MADE IN JAPAN DIZ:

Bruna Aiiso, de São Paulo-SP, tem 24 anos. Trabalha como modelo e repórter free lance; seu sonho é ter um programa de TV

O QUE O MAIS DE OITO MIL DIZ:

O que é uma repórter free lance? Estaria ela envolvida numa trama cheia de conspiração e paranóia em prol da libertação do jornal Lance, que passa por alguma suposta censura?

O QUE A MADE IN JAPAN DIZ:

Vanessa Koga, de Brasília-DF, tem 19 anos. Tem interesse no idioma japonês e pretende fazer intercâmbio no Japão para melhorar o ‘nihongo’

O QUE O MAIS DE OITO MIL DIZ:

Coisas que acho de gente rica: Ir aprender japonês na Grande Nação Japonesa

Coisas que acho de gente pobre: Flores ou borboletas de enfeite de cabelo. Tira isso, amiga, isso é coisa que a Adriana Bombom e a Irislene Stefaneli usam!

O QUE A MADE IN JAPAN DIZ:

Luana Matsuoka, de Nova Friburgo-RJ, tem 18 anos. Quer ser engenheira e lidera o grupo Yamanami de Yosakoi e Bon Odori

O QUE O MAIS DE OITO MIL DIZ:

Não faço a menor idéia do que é o grupo Yamanami de Yosakoi e Bon Odori, mas se a importância for compatível à dificuldade de pronunciar, ela é uma mulher promissora.

O QUE A MADE IN JAPAN DIZ:

Juliana Morimura, de São Paulo-SP, tem 23 anos. Está no 4º ano de Medicina e trabalha como modelo nas horas vagas

O QUE O MAIS DE OITO MIL DIZ:

Estuda medicina e é modelo nas horas vagas. Que hora vaga? Entre uma aula de estudos imunológicos e uma residência ela encontra uma vaguinha pra modelar?

Confisquem o Vira-Tempo da mulher!

 O QUE A MADE IN JAPAN DIZ:

Thayanne Osaiki, de Santo Anastácio-SP, tem 18 anos. Atualmente, cursa a faculdade de Odontologia

O QUE O MAIS DE OITO MIL DIZ:

Que lindo, ela foi uma felizarda que encontrou sua irmã gêmea perdida. Quando eram crianças, elas foram separadas e cada uma ganhou um pingente em forma de metade de coração, e hoje ela se…

…o que foi, produção? Vocês cansaram de eu repetir essa piada toda vez que vejo um pingente?

O QUE A MADE IN JAPAN DIZ:

Jeniffer Koyama, de Londrina-PR, tem 19 anos. É estudante de Jornalismo e deseja trabalhar na TV

O QUE O MAIS DE OITO MIL DIZ:

Trabalhar na TV? Sendo oriental. Minha filha, escolhe outra carreira porque não tá fácil nem pra Naomi, imagina pro núcleo japonês da novela.

O QUE A MADE IN JAPAN DIZ:

Janaína Hirata, de São Paulo-SP, tem 21 anos. É estudante do 4º ano de Psicologia e deseja alcançar independência e estabilidade para oferecer o mesmo aos pais

O QUE O MAIS DE OITO MIL DIZ:

Isso aqui são as candidatas do Miss Nikkey ou de participantes do programa Porta da Esperança?

O QUE A MADE IN JAPAN DIZ:

Rayse Watanabe, de Campo Grande-MS, tem 18 anos. Pretende estudar Medicina, e seu sonho é ganhar na Mega Sena

O QUE O MAIS DE OITO MIL DIZ:

MEGA-SENA

Já pode ser miss, dá umas respostas ÓTIMAS.

CADÊ O MISTER NIKKEY, JBC???

***

(Me siga no Twitter!)

(Já me curtiram no FACEBOOK?)

Mais de Oito Mil Interview – Descobrindo quem pintou as zebras com Marcelo Del Greco, o Editor da JBC!

3 maio

Finalmente alguém tomou vergonha na cara de fazer uma imagem decente para a seção de entrevistas… O que foi? Já começou?

Oi minna! Aqui quem está falando é a Mara e estou muito emocionada com a entrevista que teremos hoje. Mostrando mais uma vez que só sei copiar as pautas de entrevistas do Jbox, hoje traremos um bate papo muito divertido com Marcelo Del Greco. Se você não tem idade para saber, ele escrevia para a revista Herói e hoje é o Editor de mangás da JBC, aqueeeela editora que publicou Fairy Tail. E você acha que fiquei com o rabo preso de perguntar tudo o que eu queria? Será que finalmente vamos descobrir quem pintou as zebras?

Então preencha a coluna do meio e IKIMASU ver o papo com Marcelo Del Greco!!!

 

Mara: Primeiro queria agradecer à entrevista, Marcelo Del Greco, e dar os parabéns pelos 10 anos de mangás da Editora JBC. A minha primeira pergunta é essa: qual é a função de um editor de mangás? Pergunto isso porque precisamos saber em quem botar a culpa quando vemos algo errado.

MDG: Obrigado pelos parabéns e eu que agradeço a oportunidade. Sempre gosto de ter esse tipo de oportunidade de explicar e esclarecer como a produção de mangás na JBC é feita. Inclusive, mantenho aqui o convite para você vir conhecer a editora. Quanto à função de editor, ele basicamente edita o texto. Ok, antes que você diga “ah, vá!”, vou explicar um pouco melhor (Comentário da Mara: Ah v… maldito Marcelo, mal pude ver seus movimentos!). No caso dos mangás, o editor é responsável por dar fluência ao texto, saber qual linguagem usar para cada título – e em cada mangá, para cada personagem –, adaptar para o português o que ainda for necessário para que o texto fique compreensível em nossa língua e por aí vai. Além disso, ele também é o responsável por juntar todas as informações captadas pelos demais departamentos da JBC – o que inclui pesquisas em eventos, cartas, e-mails, etc… – para saber o que os nossos leitores querem ler e fazer a seleção final dos mangás que serão pedidos. E, para o bem ou para o mal, ele seria a quem você poderia culpar.

Mara: Sabemos que você foi parar na JBC depois de todo seu trabalho na imprensa especializada na época da revista Herói. Como vocês faziam para arranjar pauta numa época em que não tinha o Anime News Network pra copiar notinhas?

MDG: Na verdade, arranjar pauta naquela época era muito mais fácil do que hoje. Como até então praticamente nunca tinha existido uma revista como a Herói, nós tínhamos, além de Cavaleiros do Zodíaco e Power Rangers, todas as séries japas – incluo aqui tanto animes e mangás quanto tokusatsus – para fazer matérias. Isso sem contar filmes, séries, quadrinhos e desenhos americanos e afins. É curioso que, até então, praticamente não havia registro de que muitos desses programas haviam passado aqui no Brasil. Então o que não faltava era pauta, difícil mesmo era arrumar imagens para as matérias. A maioria era feita com material que eu e os demais colaboradores já tínhamos guardado, coisas de colecionadores como livros, revistas importadas e tals. Mesmo material de Cavaleiros era osso de achar. Passei muitas tardes sentado no chão de livrarias e sebos na Liberdade caçando qualquer imagem. Depois da Herói, já na JBC, dei continuidade a esse trabalho na Henshin. Com ela pudemos pela primeira vez entrevistar astros japoneses de seriados, autores de mangás, diretores de animes. Isso foi algo que ninguém tinha feito antes. 

Mara: Tá, Cavaleiros do Zodíaco tem um espaço reservado no seu coração, todo mundo sabe disso. Mas, agora depois de mais velho e experiente, você ainda gosta disso MESMO?

MDG: Mas claro que sim! Cavaleiros já alcançou status de clássico, ele está além de qualquer crítica. Claro que qualquer um sabe que a história tem várias (Comentário da Mara: VÁRIAS), digamos, escorregadas. Mas até isso é divertido em Cavaleiros, tipo como o Cássius chegou na Casa de Leão sem ter enfrentado nenhum Cavaleiro de Ouro… ou mesmo a Marin e a Shina, que conheciam um atalho ainda melhor do que o do Cássius para chegar na sala do Grande Mestre…

Mara: Era mais difícil licenciar mangá quando vocês eram uma editora sem histórico ou agora que a Panini pega tudo de todo mundo?

MDG: A dificuldade é a mesma. Para convencer uma editora japonesa a licenciar determinado título não basta só você oferecer uma mala de dinheiro (Comentário da Mara: Mas isso já dá uma ajudada legal, né?). Eles querem saber como a série vai ser trabalhada ao longo de toda a sua publicação. Então é algo que envolve vários detalhes. É preciso montar um grande projeto. E para que ele seja aprovado leva-se um bom tempo, em geral até dois anos de negociações dependendo da editora. Foi assim que conseguimos mangás como Fairy Tail, Lost Canvas, Evangelion, Code Geass, Rosário + Vampire, Death Note… Fora os que ainda não anunciamos ainda para este ano.

Mara: Lógico que eu não deixaria de fazer algumas perguntas sobre Fairy Tail. Qual foi a repercussão das críticas feitas pelos fãs à tradução do primeiro volume?

MDG: Geralmente, quando um mangá muito famoso é lançado oficialmente no Brasil, algumas críticas podem acontecer por conta da chamada memória afetiva das pessoas. Ou seja, se alguém teve contato com alguma outra tradução, geralmente usada em algum scanlation ou feita por algum fansubber, acaba tomando aquela tradução como a que deveria ser seguida (Comentário da Mara: Fã é mesmo um saco, né Marcelão? Até hoje tem gente me mandando mensagem pedindo pra divulgar que cortaram o “Aye” do Happy quando isso nem tinha no original.). Mas é importante lembrar que esse conteúdo baixado na internet não é oficial e por isso mesmo nem poderíamos segui-lo. Nós sempre ouvimos os leitores e toda a crítica. Desde que tenham propriedade e coerência (Comentário da Mara: E Otaku tem coerência desde quando?), são muito bem-vindas. Além disso, estamos sempre abertos a receber novos tradutores. Se tiver alguém interessado pode entrar em contato com a gente para vir fazer um teste e, quem sabe, fazer parte de nossa equipe.

Mara: O Guilherme Briggs falou que a culpa das gírias não foi dele, e sim da editora. Afinal, quem pintou as zebras? E o que você tem a dizer sobre adaptação de mangás, no geral, para o português?

MDG: Bom, oficialmente quem pintou as zebras foi Deus… assim como Ele fez com as onças, os tigres… (@_@!) Mas no caso de Fairy Tail, fui eu (Comentário da Mara: TÃ TÃ TÃÃÃÃÃÃÃÃ… Ah, isso foi a música do Dramatic Chipmunk.). Mas, veja bem, na JBC trabalhamos em equipe e até chegar ao texto final um mangá passa por várias mãos. Começa pelo tradutor, vai para o nosso Tradutor-Chefe – no caso o Oka, que fala japonês fluente e que tem um grande conhecimento sobre animes e mangás –, vai para o editor, passa por revisão, batemos todas as emendas, fazemos uma revisão final para, então, finalmente o mangá ser liberado para ser impresso. E em qualquer uma dessas etapas pode haver alguma modificação. Voltando ao caso das zebras, quando fazemos qualquer adaptação para o português sempre procuramos deixar o texto solto e compreensível na nossa língua e isso inclui o uso de uma linguagem mais próxima do nosso cotidiano (Comentário da Mara: Lembrando que a expressão das Zebras está uns 20 anos longe do nosso cotidiano.), com algumas eventuais gírias – desde que empregadas no lugar apropriado e que não mudem o sentido da expressão na língua original. No caso das zebras, a piadinha não foge do contexto e deixa, em português, a fala mais divertida – afinal, Fairy Tail antes de mais nada é uma comédia. Tenho uma teoria de que se Fairy Tail tivesse sido dublado primeiro não haveria reclamação. Não vou nem pegar o exemplo de Yu Yu Hakusho, que foi o primeiro anime a fazer uma adaptação mais diferenciada na hora que entrou em estúdio para ser dublado. Vou usar Ranma ½ como referência (Comentário da Mara: Minna, esse danadinho do Del Greco só tá usando o exemplo do Ranma ½ porque eu contei que me divertia com esse mangá.). Eu coloquei muito mais gírias nessa adaptação do que em Fairy Tail. Na verdade fui muito além, tem frases do Chaves, tem referências ao Pica-Pau e até o Ranma cantarola Sorriso Contagiante e ninguém nunca reclamou. Porém, Ranma foi dublado primeiro e depois veio o mangá (desconsiderando as edições lançadas pela Animangá). Se tivéssemos lançado o mangá antes da dublagem tenho certeza de que iriam reclamar. O que quero dizer que há dois pesos e duas medidas para criticar um determinado trabalho. Eu realmente busco levar para os mangás uma fluência de leitura que pareça com um texto feito para dublagem, para que o leitor possa imaginar os personagens com suas vozes e tudo mais quando estiver lendo – e isso mesmo para os mangás que não tiveram uma versão brasileira ainda. Veja, por exemplo, as dublagens do Pica-Pau ou dos desenhos da Pixar: todos tem uma adaptação brilhante para a nossa língua e sabem usar gírias perfeitamente. Veja o Chaves (Comentário da Mara: Olha, nem mexo com fã brasileiro de Chaves porque eles são os mais chatos que existem no mundo.), alguém acha que o Barbiroto em algum momento foi conhecido no México? Mesmo por conta de toda a pirataria que há na internet, temos de fazer algo que nos diferencie dela e essa adaptação é uma delas. Quanto ao Briggs, ele ainda tem um outro diferencial que é o fato de ele ser ator (Comentário da Mara: …e dublador, cantor, escritor, desenhista, dançarino, juiz de futebol, jurado de show de calouros, apresentador de stand up comedy…). Ele dá um bom ritmo ao texto e sabe usar bem a linguagem coloquial (Comentário da Mara: O filme do Yu-Gi-Oh traduzido e dirigido por ele manda lembranças!). Li muita besteira sobre ele tanto no caso de Tenjho Tenge quanto no de Fairy Tail e posso garantir que o Briggs é um cara supergente fina e um profissional exemplar (Comentário da Mara: Ô loco meu!). Se ele é amigo meu ou não pouco importa, desde que seja capaz de fazer o trabalho direito, cumprir os prazos… E veja você, tem gente por aí que vive criticando a nós e ao Briggs que chegou a ser convidada para vir trabalhar aqui e não topou. Claro que a pessoa teve os motivos dela, mas o fato é que ela não veio.

Mara: Na primeira edição há uma menção a Cavaleiros do Zodíaco em uma piadinha de um figurante. A Kodansha, que é a editora dona de Fairy Tail, tá sabendo que tem uma referência a um mangá da Shueisha/Akita Shoten?

MDG: Você guarda segredo?… Eu também ˆ_ˆ v (Comentário da Mara: Nessa pergunta, o entrevistado tirou 20 no dado e pôde se esquivar com maestria da pergunta.)

Mara: Atualmente temos vários volumes de mangás que estão esgotados e rendem uma puta grana em sebos. Vocês planejam reimprimir as primeiras edições de Sakura Card Captors e Love Hina ou apenas esperam que o preço dos volumes aumente para que vocês possam vender um estoque secreto a fim de cobrir eventuais gastos ou prejuízos da editora?

MDG: Na verdade essa estratégia faz parte de um plano bem maior que visa a conquista do mundo através de mangás supostamente esgotados e vendidos a peso de ouro no Mercado Livre.

Mara: A JBC ter pego Cavaleiros do Zodíaco e Evangelion da Conrad deve ter sido uma baita alegria. Esse sentimento foi parecido com a alegria da Newpop quando pegou Gravitation ou da Panini pegando o Air Gear do Oh! Great, que teve o outro mangá publicado pela JBC?

MDG: Acho errado dizer que a JBC pegou Cavaleiros e Evangelion da Conrad. O Lost Canvas e o Evangelion foram oferecidos para as editoras interessadas e cada uma enviou a sua proposta. Felizmente conseguimos ganhar esses dois grandes títulos (Comentário da Mara: A entrevista foi feita antes do anúncio de Gate 7 do Clamp na Newpop. CERTEZA que após ler a notícia, alguém da JBC deve ter jogado uma taça de vinho num quadro, numa cena bem teatral e dramática para expressar a raiva.).

Mara: O meio-tankobon é imposição dos japoneses mesmo ou apenas um truque para a editora ter mais volume em banca?

MDG: O meio tankobon foi uma maneira que encontramos para introduzir o mangá no Brasil. Por ser mais barato que o tankobon, ele era e é mais acessível (Comentário da Mara: Acessível? Cê viu o preço do meio-tanko hoje em dia???). Hoje as editoras japonesas preferem que todos os mangás sejam lançados em formato tankobon, mas, por uma questão de estratégia de mercado, lançamos alguns títulos em meio tankobon desde que seja permitido pelos japoneses. É uma maneira de ajudar o leitor a comprar mais mangás dentro do mês.

Mara: Sei que cada caso é um caso, cada contrato é um contrato, e que os lucros de um mangá podem ajudar em outros. Mas quero saber, você pode me dizer se teve algum título que teve um retorno bem abaixo do esperado?

MDG: Na verdade, não. Claro que há uma diferença entre as vendas dos mangás mais famosos em relação aos mais desconhecidos. Mas nenhum chegou a ponto de ter ficado abaixo do esperado (Comentário da Mara: Nem Yu-Gi-Oh???? Aí sim fomos surpreendidos novamente.). Pelo contrário, há alguns títulos menos conhecidos que venderam muito melhor do que o esperado.

Mara: Dizem que Love Junkies fez um puta sucesso no Brasil. Vocês colocaram o nome da autora no Macumba Online quando ela decidiu encerrar o mangá?

MDG: De jeito nenhum. Acho que ela acabou na hora certa. A história já não tinha mais para onde ir e se continuasse iria estragar. Claro que até hoje choro de saudades da Shinako e de seus grandes… olhos. *_*! (Comentário da Mara: E eu choro lágrimas negras da sociedade ao ler declarações como esta.)

Mara: A JBC também traduz animes a pedido de empresas. Vocês trabalham de graça que nem alguns fãs ou vocês cobram seus serviços e fazem um trabalho profissional?

MDG: Absolutamente profissional.

Mara: Falando ainda sobre fãs, suponhamos que a JBC traga algum mangá que tenha um grande fã-clube no Brasil. Vocês entram em contato com esses fãs para alguma ajuda?

MDG: Geralmente, eles é que entram em contato com a gente e sempre ouvimos a todos, mas o trabalho é todo feito internamente. Além disso, toda a equipe de mangás da JBC também é composta por fãs, então temos um conhecimento bem considerável sobre nossos produtos.

(Comentário da Mara: Por favor, que saia Sailor Moon pela JBC pra eu rir de certos fã-clubes por oito dias e oito noites!)

Mara: Que fim levou o mangá de Train Man/Densha Otoko que vocês prometeram há anos?

MDG: Então, é engraçado porque nós nunca dissemos que lançaríamos o Train Man em mangá (Comentário da Mara: Produção! Quem escreveu essa pergunta???). Alguém pegou a informação pela metade e deu como notícia, mas isso foi tomado como verdade e nos cobram até hoje. Nossa filosofia é só anunciar os mangás que já estão efetivamente com contratos assinados e com data de banca definida (Comentário da Mara: Conrad se revira de desgosto no túmulo neste instante). Antes disso nunca anunciamos nada. E, no caso do Train Man, temos os direitos do livro que deu origem ao mangá e por ser um produto de livraria seu processo de produção é outro. Ainda não existe data para seu lançamento, mas esperamos conseguir lançá-lo o quanto antes.

Mara: Você coordenou a tradução de Dragon Ball Kai. Sabendo que existe o meme “mais de oito mil”, por que vocês mudaram a frase clássica? Não queriam fazer propaganda do meu blog?

MDG: Foi isso mesmo. Depois que você tirou sarro (ou morreu de inveja) da minha camiseta do Inu-Yasha eu decidi me vingar e mudei a frase do Vegeta por sua causa… Ou seja, a culpa é toda sua… hehehe… Bom, claro que não foi por causa disso (Comentário da Mara: Será?). Sempre que pegamos uma série para traduzir para a dublagem, principalmente quando ela já teve uma versão brasileira anterior, sempre procuramos apenas corrigir os possíveis erros de tradução e manter expressões, golpes e frases consagradas. Posso dizer que foi uma dureza resgatar as falas do Kuririn de quando o Raditz chega na casa do Mestre Kame e as piadas do Sr.Kaioh no começo do treino do Goku. Resgatei também o Gohan chamando o Piccolo de Sr.Piccolo, que nem tem no original. E na hora que eu estava editando o episódio do “mais de 8 mil”, acabei editando a frase automaticamente porque ela é muito mal construída (Comentário da Mara: COMO OUSA OFENDER A SINTAXE DE UMA FRASE TÃO BRILHANTE??????). Só fui me dar conta quando eu estava lendo um fórum e vi um cara dizendo que ia ser muito sem graça o Vegeta falar a frase sem sua voz original. Quando eu me dei conta até liguei na BKS para alterar a fala, mas já era tarde demais. O episódio já tinha sido dublado e entregue. Pelo menos não mudei 8 para 9, como já aconteceu por aí, né?! Seria bem pior… ˆ_ˆ! Mas para compensar eu fiz não uma, mas duas homenagens a você em Dragon Ball Kai = )

Mara: Agradeço ao tempo que você gastou nessa entrevista. Gostaria de deixar uma mensagem de sabedoria para os leitores do Mais de Oito Mil? Ou pode ser uma dica de um futuro lançamento, tá valendo.

MDG: Eu que agradeço a oportunidade e estou sempre a disposição. Quanto a mensagem, pensei em dizer algo edificante como “a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena”, mas deixarei aqui a sábia frase de Tio Patinhas em Ducktales “não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem com você”. Valeu!! ˆ_ˆ v (Comentário da Mara: essa frase foi uma indireta pra mim, produção? É isso mesmo?)

***

(Eu tenho Twitter!)

(Já me curtiram no FACEBOOK?)

Analisando Séries – Morra, Seiya! Para sempre!

1 fev

Um belo dia da minha infância eu estava sentada no recreio da escola comendo com a minha lancheira da Tv Colosso quando apareceram uns dois meninos correndo na minha direção. Um deles me agarrou pelo braço e falou “Você vai ser a Saori! Eu sou o Shiryu!” e eu com cara de “Pois sim?”. Eu não fazia a menor idéia de quem era aquela Saori, mas descobri quando perguntei pro meu irmão mais velho assim que cheguei em casa: era a mocinha dos Cavaleiros do Zodíaco. E assim foi o meu primeiro contato com essa série que moldou o meu caráter.

Eu era uma criança com pouco senso crítico que assistia Cavaleiros do Zodíaco e achava uma série legal e com animação incrível. Uns 10 anos depois eu já tava bem crescida e teve o revival da série, aí eu vi o quão ruim ela era. E agora vai ser um momento especial para todos os leitores, pois o Analisando Séries vai analisar O MELHOR EPISÓDIO DE CAVALEIROS DO ZODÍACO na minha opinião, que é o último da Saga de Hades.

E por que esse é o melhor?

A palavra ÚLTIMO já não enche seu cosmo de alegria? Então IKIMASU ver como é o fim de Cavaleiros do Zodíaco:


Não sei o que é pior:

Agüentar essa tosqueira cantada pelo Ricardo Cruz ou se é ver essa animação que fica deslizando os personagens ser elogiada pelos fãs.

“Nesse lugar não existe fome, guerras ou tristeza.”

Imagino que morar lá seja igual viver eternamente num último capítulo de novela

Posso saber quem trocou as cenas do último episódio de Cavaleiros do Zodíaco por um fan-movie feito em Flash???

O Kurumada tem um certo fetiche por pilares, vocês já viram? Freud explica, mas Ronnie Von diz que significa.

Outro fetiche do Kurumada são vasos. Por que ele não repete imagens menos fálicas em suas séries?

O episódio começou com o Ikki e o Seiya atacando o Hades e eles são refletidos pelo seu ki/cosmo/chacra/soma/energia vital.

Seiya diz: Ah?

Ikki diz: Ah?

Seiya diz: O Grande Vaso?

Ikki diz: O Grande Vaso onde se encontra Atena!

Alguém percebeu que esse diálogo não acrescentou NADA ao espectador?

Seiya diz: Hades levou Atena até a frente dele!

Ikki diz: Maldito Hades! O que ele pretende fazer?

Agora entendi. Esses diálogos descrevendo as cenas é para as pessoas com deficiência visual acompanharem as envolventes histórias.

Hades explica todo o seu plano malévolo depois de derrotar o Ikki com um golpe e Seiya responde com um “o que disse?”.

PORRA, SEIYA, JÁ PENSOU EM VISITAR UM OTORRINO?

Depois que Seiya não agüenta segurar a potente espada do Hades, ele é lançado longe. Você nota pela animação que o Seiya está de boca fechada, mas quando mostra o close na cara do Hades, o mala começa a dar muitos urros de dor. Provavelmente porque o Hermes Baroli queria mostrar serviço.

Seiya tem um ataque de Shunzice e começa a pensar que Hades tem olhos muito belos.

Seiya diz: “Parece até da cor das águas de um lago profundo”.

PORRA, SEIYA! Que comparação foi essa?

(OBS: E Toei reaproveitando os  quadros do close na cara do Hades)

Hades diz: “Vocês seres humanos sempre tentam fazer loucuras em meio ao desespero sem se dar conta de suas habilidades e força física”

RESUMIU AS SÉRIES SHONEN!!!!

Hades perdeu a paciência e vai cortar esse fanart do Seiya em dois junto com Atena. E ainda grita “morra” sem colocar o nome “Seiya” depois. Estou ficando fã desse cara!

Os outros fanarts chegaram e Hades tá ficando puto. Mas eu entendo o vilão, imagine que você tá relaxando na sua casa e chegam 5 idiotas com fantasias de carnaval e falam que você não é um deus justo porque prega a morte e a dominação da Terra. Ah tá, porque os outros deuses NUNCA PREGARAM ISSO. Te dou uma hipocrisia?

Seiya diz: Até mesmo Hades estremeceu com o ataque surpresa de vocês, amigos.

Ikki diz: Sim!

Ikki, você tava caído o episódio inteiro, foi resgatado pelo Shun e agora quer me convencer que você ajudou no ataque surpresa? AHAM, CLÁUDIA!

Aí todos, que aparentemente tinham decorado um texto pra falar juntos, ficam meia hora nessa animação parada falando seus golpes sem nem mexer a boca. Bazar Toei arrasando na verba de animação!

O tal golpe só rasgou a capa do Hades.

Aí ele colocou a espada na altura da boca pra poder falar e a Toei não precisar animar a sua boca.

Aí o Hades se feriu e acha que conhece a cara do Seiya de algum lugar.

Provavelmente foi do mangá Ring ni Kakeru, ou do Bt’x, ou do Fuma no Kojiro, ou do…

Seiya deixa cair a armadura de Atena que tava escondida só-Saori-sabe-onde. Eis que chega o bandido e no pobre Jeca Valente ele dá uma punhalada!

Aí Hades abriu a webcam que ele tinha ligado na Terra e mostra o que aconteceu com o mundo, que tá no meio do alinhamento dos planetas. No meio desse clichê de ficção científica, Minu está petrificada pelo acontecimento e pela falta de verba da Toei para animar personagens.

Eu não entendi uma coisa. A cavaleira que perde a máscara fica toda envergonhada, e agora a Shina fica aí mostrando a cara pra geral? E o que é essa irmã do Seiya aí ajoelhada torcendo pro irmão? O melhor é ela falando uma pérola:

“Eu ouço a voz da vida de todos que não se entregaram à morte”.

AH VÁ!

Aí a Saori aparece, veste a armadura que ela devia ter vestido desde o começo da série e fica ultra-poderosa. Booooring… Ela começa a falar que os humanos valem a pena e zzzzzzzzz…. vou avançar para uma parte legal…

O MOMENTO QUE TODOS ESPERÁVAMOS! A MORTE DO SEIYA!!!

TODOS COMEMORA!

Todos chora na série. E as lágrimas saíram voando para fazer o Ash deixar de ser pedra… quer dizer…

E o Hades morreu com o bastão da Saori atravessado nele. Agora alguém me responda: como a parte grande passou pelo corpo dele?

Aí começam a mostrar o mundo depois do retorno do Sol… E AQUELE GORDINHO DO FUNDO TÁ NA MESMA POSIÇÃO DA CENA ANTERIOR!!!!

Aí o Seiya tá morto, o inferno começa a desabar e eles têm que fugir de lá para um mundo de luz, luz, luzzzzzzzzzzzzzz

***

E esse foi o fim de Cavaleiros do Zodíaco. Ah, esqueci de falar, esse post tem spoilers! É com uma emoção muito grande que vemos o final de uma saga que começou pra gente lá na nossa infância.

E como tudo o que é bom sempre termina…

NOS VEMOS NA SAGA DOS DEUSES!!!!

***

(@maisdeoitomil)

Decepção do Zodíaco [Parte 5]

24 nov

E a Saga de Hadesbombando de audiência. Cês não têm idéia! A audiência duplicou praticamente!!! Se bem que o dobro de meio ponto de audiência é um ponto de audiência, mas quem liga para esses detalhes?

O site CavZodíaco é minha mais nova alegria aqui no Burajiru, pois sempre me traz uma pauta interessante. Na verdade é que encheu o saco ficar falando do J-Wave. Tanto que vi essa notícia lá e nem deu vontade de falar de zuar falando que não é o 11º filme da série e que o tal de Calliban, o autor da notícia, consegue ter um português pior que o do PPeccilli.

Mas voltando para os defensores de Atena

Recentemente a leitora Laura me mandou uma mensagem criticando esse zodículo site. Segundo ela, eles falam como se Cavaleiros fosse um sucesso no Burajiru inteiro, mas eles nem consideram que a série não é exibida…. no Rio de Janeiro! Isso sem falar em outras praças. Dá um ligue na mensagem dela:

Laurinha, fique tranquilinha, pois os defensores dos Cavaleiros têm um contato direto com a Band! O Vilarinho deve ter o telefone do diretor da Band no speed dial do celular, e sempre liga para pedir coisas importantes para os fãs do Burajiru inteiro.

Por isso que é bom ter fãs ajudando as emissoras a exibir séries. Fãs sabem exatamente o que queremos! Tanto que o pessoal do CavZodíaco só entra em contato com a Band para pedir coisas importantes

…como a exibição da abertura da Saga de Hades.

***

(@maisdeoitomil)

Decepção do Zodíaco [Parte 3]

16 nov

Primeiro tivemos o maior site de Cavaleiros do Burajiru não sabendo sobre o assunto (veja aqui) e depois o licenciante não entendendo nada do produto que ele vende (veja aqui). Mas não se preocupe, a despeito disso tudo, estreou a Saga de Hades!

Pra mim é um momento único da televisão do Burajiru porque até que enfim temos a estréia de um anime que foi produzido na mesma década que estamos vivendo!

A BAND se preparou muito para essa grande estréia. Encheu a programação de comerciais anunciando, preparou uma exibição sem cortes e teve até um preview do próximo episódio.

A coisa tá linda então, né minna? Nem tanto.

Olhem o que deu no site da Band e vejam como eles conhecem muito bem o produto que eles compraram:

Quando nem o comprador sabe direito qual é a série que ele tem os direitos (que é Cavaleiros do Zodíaco, e não Lost Canvas), como ainda podem querer audiência?

***

(Agradecimentos à leitora @LauraGassert, sua linda!)

(@maisdeoitomil)

Decepção do Zodíaco

12 nov

Ninguém faz idéia de como estou chateada hoje. Tá, só o meu namorado faz idéia, porque eu não quis jogar Rock Band com ele porque eu tava mal-humorada… mas essa não é a questão.

A questão é que eu via muito respeito numa jornalista e ela me decepcionou MUITO ontem. Querem saber o motivo? Vejam o que deu no Papo de Budega, da Sandrinha Monte:

Cara Sandra Monte, eu estou simplesmente DECEPCIONADA com essa sua atitude. E pensar que eu já te estimei muito nesse mesmo humilde blog da cultura da Grande Nação Japonesa.

Nunca pensei que você, na categoria de jornalista especializada na cultura mais rica, iria cometer um ultraje desses. Saiba que são erros como estes que você cometeu que mancham a imagem dos jornalistas do Burajiru.

O mercado jornalístico no Burajiru já não é lá aquelas coisas e você fica estragando tudo com notícias como essa, Sandra!

Sandrinh… digo, Sandra Monte, eu esperava tudo de você, menos isso! Onde já se viu postar uma notícias dessas…

…e omitir o nome do site que enganou os fãs??? Fala logo que foi o CavZodíaco =P

(o melhor é a fonte deles: “redação do site”. Até Times New Roman seria mais confiável)

***

(@maisdeoitomil)

Aprenda a malhar com Otakus

11 ago

Vendo esse vídeo e esse otaku da Grande Nação Japonesa eu senti vontade de comer yakisoba estragado, vomitar a iguaria dentro de um saquinho de Mupy, lacrar e enviar via fedex de presente para a casa desse gordinho.

Mas vocês nunca têm paciência com a gente... porque a gente somos...

E NÃO ME VENHA COM AS LÁGRIMAS NEGRAS DA SOCIEDADE!!! NÃO TÔ COM PACIÊNCIA PRA OTAKU HOJE!!

***

(@maisdeoitomil)