Tag Archives: Slam Dunk é do caralho

Panini lança o primeiro kanzenban-que-não-é-bem-um-kanzenban do Brasil

8 out

Ao contrário da Nintendo e da falta de notícias do NX que faz com que o próximo console seja apenas uma lenda urbana na internet, temos muitas novidades no nosso mercado nacional de mangás! Após a JBC anunciar o primeiro kanzenban-se-você-ignorar-o-kanzenban-de-dragon-ball-da-conrad da história dos mangás no Brasil, a Panini surpreendeu os fãs ao revelar que Slam Dunk está de volta ao país no formato kanzenban-que-não-é-bem-um-kanzenban. IKIMASU acabar com essa confusão.

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Tudo começou quando as redes sociais da Panini divulgaram esta postagem, anunciando Slam Dunk num formato baseado no Kanzenban e contando que maiores informações virão naqueles constrangedores vídeos da editora apresentados por um moço que tenta de toda forma emplacar o nihon para se autoafirmar como especialista em mangás. Por sorte, não precisaremos ver o vídeo porque nossa rainha Beth Kodama-sama usou suas redes sociais pessoais para contar um pouco mais sobre esse “baseado“:

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O que podemos ver nesse print além de que meu Chrome está cagadíssimo e fica juntando letras que têm acento? Bem, Beth Kodama tentou ser o mais didática possível para explicar o que é um kanzenban-que-não-é-bem-um-kanzenban: como lançar um bagulho de luxo faria o negócio custar quase 50 golpinhos, eles pegaram apenas o número de páginas do kanzenban, as capas bonitonas, umas páginas coloridas aê e partiram pro abraço lançando num preço bem em conta.

Então esse é o atual estado do mercado que descobriu na palavra “kanzenban” uma forma de parecer que tá rolando novidades: a Panini trouxe um kanzenban-que-não-é-bem-um-kanzenban de um mangá excelente num preço acessível e numa qualidade decente e a JBC prometeu um kanzenban-que-é-o-primeiro-kanzenban-do-brasil-se-você-ignorar-odragon-ball-da-conrad de Cavaleiros num preço e formato a ser anunciado, mas de um mangá que saiu tantas vezes que já já pode pedir segunda música no Fantástico.

O mercado de mangás de luxo no Brasil segue firme e forte, falta só darem um jeito na qualidade dos mangás de banca né?

É TRI!!! Vagabond conseguiu ser cancelado pela TERCEIRA VEZ no Brasil

17 set

Não vou ser hipócrita, você já deve ter lido em qualquer outro canto da Internet que a editora Nova Sampa comunicou o fim de Vagabond. Também não vou bancar a repetitiva e dizer “viram só? Eu avisei, eu avisei!” porque estou tentando deixar de ser uma jornalista especializada em urubuzices. Se já sabemos que foi uma burrice sem tamanho lançar o Vagabond daquela forma e que eles tomaram no Ooku imprimindo milhares de edições pra vender só 300, o que é que vou fazer aqui? Simples, tem uma pequeno detalhe que as pessoas estão deixando de lado da declaração do cancelamento. IKIMASU ver o textão cheio de rancor e ressentimento na página da Nova Sampa!!!!

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DEIXA EU VER SE A OTAKA AQUI ENTENDEU

Apesar de ter usado a desculpa da ~crise~ (que será resolvida com presidenciáveis infláveis e taxações de grandes fortunas), na verdade a Nova Sampa perdeu os direitos das obras (no plural? Slam Dunk tava no meio?) do Takehiko Inoue para OUTRA EDITORA. Quem será a falsiane que fez isso? Temos algumas apostas:

*Editora Panini: Truque de dinheiro infinito, lembram?

*Alto Astral Editora: Precisa ter muito alto astral e otimismo para publicar um mangá já cancelado outras três vezes no Burajiru.

*Editora JBC: Desesperada que amanhã tem um Henshin Online e eles não anunciaram nada há mais de duas semanas, talvez eles tenham comprado Vagabond pra publicar pelo selo Ink Comics, afinal um mangá japonês de um autor famoso é exatamente o tipo de produto diferenciado que sairia pelo selo.

Mas voltando ao assunto, eu só achei um pouco indelicado da tal editora ter furado o olho de outra editora e “pego” um mangá que estava em publicação por outra (mesmo que a tal publicação fosse vagabunda). Mas aí também culpado é o autor e editora japa por terem topado isso. Então, por ter sido seduzido por um plano editorial provavelmente melhor e por uma melhor condição financeira, declaro o Takehiko Inoue…

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