Problematizando

Por que tão poucas mulheres em Dragon Ball FighterZ?

Para a alegria da galera aficionada por um meia-lua-soco, anteontem foram revelados os primeiros personagens da segunda temporada de DLCs de Dragon Ball FighterZ. O jogo, que surpreendeu meio mundo ano passado… bem… por ser bom, chegou a todos os consoles possíveis trazendo os mais importantes personagens da saga Dragon Ball. Porém, uma coisa chamou a atenção no jogo: a quantidade minúscula de personagens mulheres. O objetivo por trás dessa matéria é justamente refletir um pouco sobre esse dado e conversar os possíveis motivos para isso acontecer.

Dos 24 personagens disponíveis (descartando os personagens comprados à parte via DLC), apenas DUAS personagens são mulheres: a Androide 18 e a Androide 21. Repare que além do incrível dado de que 100% das personagens femininas na verdade são feitas de peças robóticas, uma delas ainda foi criada exclusivamente para este jogo. Mas por sorte tivemos os DLCs para corrigir essa injustiça… ou será que não? Dos 12 personagens anunciados até ontem à noite, apenas UMA personagem feminina, a Videl. Nem mesmo o Street Fighter 2, que tinha somente a Chun-Li, possuía uma porcentagem tão baixa de personagens femininas.

Para piorar, dessas três personagens femininas, duas têm uma mesma característica: são assessoradas por homens. Embora a Androide 21, a personagem nova, consiga lidar com os problemas sozinha, a Androide 18 e a Videl contam com um “partner” masculino (Androide 17 e Grande Saiyaman, respectivamente) que ajuda nos especiais. Não acho que foi uma intenção proposital dos produtores do jogo colocarem as personagens femininas como frágeis, pois alguns personagens masculinos têm o mesmo tipo de parceria com amigos, mas é uma triste coincidência que 66% das personagens femininas do jogo precisam da ajuda de um outro personagem masculino.

Mas justiça seja feita, também não dá pra “brotar” personagens femininas fortes na série quando o original não colabora. Dragon Ball é uma típica série shonen dos anos 80, ou seja, com muitos personagens masculinos saindo na porrada e mulheres servindo apenas de figuração ou de coadjuvantes (claro que isso é uma generalização e alguém vai botar nos comentários falando “mas esse mangá dos anos 80 lido somente pelo Nintakun trazia uma mulher poderosa…”). Com o passar do tempo, o número de personagens femininas em Dragon Ball foi aumentando nas séries mais recentes: Dragon Ball GT introduziu a Pan adolescente, já o Dragon Ball Super colocou algumas mulheres super-saiyajin. O problema é que essas “atualizações” não entraram nos jogos da franquia.

Dragon Ball FighterZ tem a letra Z no nome, mas claramente é um jogo sobre Dragon Ball Super. O modo história é ambientado na nova série, o design dos personagens e tudo mais remete à nova fase que o Toriyama ~criou~ para poder comprar sua décima casa na praia. Porém, as personagens introduzidas na nova série foram mais esquecidas no churrasco que o Inuyasha da JBC. Por onde andam Kefla? Ribriane? Aceitamos até mesmo Arale Norimaki depois do pau que ela deu no Vegeta!

O que estou propondo com essa matéria? Um grande boicote, com passeata na Avenida Paulista em direção à sede da Bandai Namco exigindo maior participação feminina? Censura ao jogo? Longe disso. As pessoas vêm com umas ideias loucas quando se quer apenas debater esse tipo de assunto, mas a ideia desse post era só levantar essa constatação da baixa quantidade de personagens femininas no Dragon Ball FighterZ. E é algo que deixa o jogo com uma cara de antiquado, pois hoje em dia boa parte dos jogos de luta apresenta um número maior de personagens femininas.

Por mais que a participação feminina de Dragon Ball Super tenha sido incluída na franquia como uma forma de deixar o anime mais próximo da representatividade encontrada nesse século, a ~essência~ da série parece estar ainda em décadas nas quais não era tão importante colocar mulheres em papéis importantes.

O jeito é ficar com a representatividade “um pouco melhor” de séries recentes, como Black Clover e My Hero Academia.

37 comentários em “Por que tão poucas mulheres em Dragon Ball FighterZ?

  1. Em Dragon Ball Xenoverse 2 que é um jogo atual você tem uma porrada de personagens de toda a série, inclusive as novas Sayajins que você mencionou, o jogo também te da a oportunidade de criar seu char de qualquer sexo. Na verdade em muitos jogos de Dragon Ball você encontra praticamente todas as personagens mulheres do anime presentes, Budokai Tenkaichi 3 que o diga(tem até a Arale, e uma Sayajin que só apareceu uns 2 minutos durante o filme do Bardock). Então acho falho o argumento de que as mulheres de Dragon Ball não possuem espaço nos jogos.

    A proposta do FighterZ no entanto nunca foi ter um roster gigante com todo personagem obscuro ou até mesmo “menos relevante” que os outros, personagens bem mais importantes para a saga foram deixados de fora, afinal esse é um jogo que tenta ser levado mais a sério como jogo de luta logo fica inviável para os desenvolvedores colocarem todas as personagens femininas ou aquele soldado do Freeza que o Vegeta matou em um episódio, que gostando você ou não, que não tem tanto interesse por parte das pessoas que jogam o jogo, apenas para tentar agradar uma suposta parcela do público que muitas vezes nem se quer consome o produto final. Afinal os caras não vão encher o roster de personagens que por muitas vezes não serão nem se quer jogados, tendo que desenvolver move set e etc pra cada um. Não acho que o jogo merece ser chamado de antiquado por isso, as mulheres que o público quer estão lá, e no final das contas ainda faltam 2 personagens DLC a serem anunciados e existem muitas chances(o que eu espero inclusive) de uma ser uma das Sayajiins novas do Super.

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  2. Excelente texto. Apesar de não ter visto DBS, me parecia que a Kefla e Cia. tinham agradado o suficiente pra integrarem ao cânone de personagens que deveriam ir pros novos jogos…
    Considerando que, no passado, já botaram personagens B de filmes completamente esqueciveis (tipo Turles, Garlick Jr ou Androide 13) é no mínimo estranho que personagens femininas com elevado poder de luta e popularidade não tenham sido adicionadas. Até porque isso também daria maior variedade de escolha, e ajudaria a promover DBS.

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  3. muita gente teoriza que a Kefla será um dos dois personagens ainda a serem anunciados.
    Se não,provavelmente vão guardar elas pra uma inevitável sequência.
    Sacanagem mesmo é a falta de representatividade de DB(Goku Criança e Piccolo Daimao encaixariam bem.)e de GT(SSJ4,Pan,Baby,Dragão de 1 Estrela)

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  4. N entendi esse post, Mara. DB é uma franquia que tem a maioria da sua fanbase formada por homens. Os jogos de luta baseados nessa franquia são, por maioria esmagadora, consumidos por homens (na verdade, poucas mulheres jogam jogos de luta). Pq, ao analizar um videogame ou série, devemos estar preocupados com representatividade de um grupo que nem consome o produto em si??

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  5. Hmmm…
    Saindo um pouco do tópico, mas só pra ser a chata com mania de corrigir: não sei quanto aos outros (tirando o 16 q é andróide mesmo), mas eu lembro de ter visto em alguns lugares que a Andróide 18 e o andróide 17 não são bem andróides, eles são humanos com algumas partes robóticas, então eles são ciborgues (então a 18 não é feita SOMENTE de peças robóticas).
    Claro, isso não tira o peso do argumento, que é muito válido. Só queria esclarecer um detalhe (se eu não estiver errada tbm, né)

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  6. Em jogos de luta nao importa o sexo do personagem, se ele for bom, as pessoas jogarão com ele, exemplo atual disso é o street fighter 5, jogo de luta mais relevante dessa geração e o top do jogo é dominado por personagens femininas(cammy, ibuki,mika,menat e karin).
    Agora chovendo no molhado, a falta de personagens femininas se dá mesmo pela falta delas no material original, no jogo eles até colocam a bulma presente no modo história e a vilã é uma mulher, talvez isso foi feito levando em consideração a falta de mulheres no jogo. Sobre a kefla, como o jogo foi anunciado em julho de 2017 e deveria estar em desenvolvimento desde 2016, nessa epoca nem existia kefla pra poder colocar no jogo. Some a isso o fato de que o metodo que a arc system usa pra construção dos bonecos é muito demorado inviabilizando a criação de bonecos variados( e é esse metodo q faz o jogo ser bonitão), prova disso é que o jogo tem 5 gokus, 3 vejitas e futuramente terá 2 gohans e 2 brolys, mas até o fim dessa season pass deve entrar a kefla no jogo.

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  7. Mas esses jogos japoneses sao muito realistas, se baseando demais nas historias e deficiencias fisicas e mentais (Ki e Chakra) dos personagens. Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 e Naruto Shippuden: Ultimate Ninja 5 sao alguns exemplos disso. E um absurdo! Voce ter que ir em configuracoes e fazer a Videl e Shizune (terem o prazer de) amassarem o Broly e o Mitano no “vamos ver agora seu cuzao!” e muito cansativo.

    Comigo nao. Eu sou contra isso. E tipo voce querer comprar um jogo (mod) de Resident Evil 4 num camelo, so porque voce nao conseguiu passar da primeira fase no modo facil (e porque voce e muito ruim).

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  8. Olha n entendi muito bem o objetivo desse texto. Pois vc mesma trás o assunto e meio q mata ele quando vc mesmas trás os contra argumentos. Tipo n tem nem muito o q discutir, no momento que vc ainda pontua q tbm não é pra inventar personagem do nada só pra suprir essa falta. E como muitos falaram ae a ideia n era ter um elenco gigante eles iam lançar só com o pingado de personagem do inicio e ver no que ia dar, alem que os outros jogos de DB trazem essas personagens femininas q vc citou. Sinceramente achei meio mal trabalhada essa matéria, podia ter sido mais abrangente, o texto inclusive é bem menor do q normalmente tu escreve pontuando esses assusto mais sérios.

    @hystericaldark sim. Como vc mesmo disse os Androides de DB são Ciborgues, se n me engano o termo androide veio com uma canelada da tradução, no original eles são chamados de humanos artificiais ou algo assim se for traduzir ao pé da letra.

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  9. kkkkkk, que texto mais sem noção. O que tem pouco mesmo é personagens sem sexo. As raças do Piccolo e do Freeza não têm fêmeas.

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  10. O careca viad0 q escreve essa bost4 deve estar se sentindo mal representado!
    Mangá/Anime SHOUNEN! Precisa dizer mais alguma coisa? Nenhum garoto de 10 ou 11 anos quer jogar com mulher… Nenhum menino que assistia Changeman queria a máscara da Change Mermaid! Não adianta insistir… Isso nunca vai mudar! “Blog” lixo, resto de esgoto!

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  11. Sinto muito, mas que texto lixeira, parece que você só quer se vangloriar e tentar lacrar de qualquer jeito. Foi um tiro no pé.

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  12. Que saco, Mara foi infectada pelo mimimi generalizado, não sei pra quê as pessoas querem diversidade em tudo. Vão assistir e jogar seus Narutos e Boku no Heros da vida. Se a revista Playboy ainda existisse, logo, logo estariam reclamando que só tem mulher pelada nela. Façam-me o favor, menos, bem menos, tá legal?

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  13. “Sinto muito, mas que texto lixeira, parece que você só quer se vangloriar e tentar lacrar de qualquer jeito. Foi um tiro no pé.”

    Esse foi, viu. Os outros textos que elx (escrever assim pro povo da lacração entender) escreveu até foram válidos, esse foi só pra cagar regra mesmo.

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  14. O Marcelo resumiu perfeitamente o meu pensamento.

    O maior problema das reclamações sobre “diversidade e representatividade” é que o pessoal usa isso pra gozar com o pau dos outros. Nunca vi gente tentando emplacar uma obra sequer – tem SEMPRE que pegar carona em algo que faz sucesso.

    Dá pra você fazer um joguinho bem meia boca no RPG Maker, que custa uns vinte reais na Steam e mais alguns trocados dos “resources” de pixel artists que cobram uma pataca por tilesets e personagens. Não precisa nem de um super computador e nem de anos e anos de estudo na unreal engine ou de modelagem de personagem no Blender.

    Fora que pra escrever alguma coisa não precisa nem de editor, Wattpad tá aí pra isso. É só deixar de ser preguiçoso e oportunista, 2019 tá aí e ninguém precisa mais de intermediário pra botar suas “críticas sociais fodas” na boca do povo.

    “Não dá pra brotar personagem feminina num jogo baseado numa franquia onde 90% do elenco é um monte de macho”, por isso que não dá pra levar muito a sério reclamações sobre representatividade de minorias num battle shonen dos anos 80 que se resume a um punhado de chimpanzés mutantes e personagens rejeitados do Street Fighter dando porrada e soltando raio laser uns nos outros.

    Turma da Mônica tem muito mais representatividade do que Dragon Ball. Dragon Ball é apenas uma fonte de entretenimento simples pra quem gosta de ver maromba dando porrada, e não é a melhor opção pra se discutir problema social sério.

    Nem o Toriyama e nem ninguém da Shonen Jump nos idos de 1986 iria sequer pensar em diversidade e representatividade.

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  15. É bem o que o próprio artigo aponta, fica difícil trazer diversidade pro jogo se o material original não ajuda. E DBZ é bastante limitado em termos de personagens femininas que lutam, mesmo quando comparado a outras obras shonen (CDZ tinha Marin, Shina, June, Tétis, Pandora e no final a própria Atena; YuYu tinha Genkai, Kuroko, Mukuro, Natsume e mais umas lutadoras avulsas nos torneios das trevas; etc.). Então, fora acrescentar essas mulheres que você apontou (o que deve acontecer aos poucos via DLC), não vejo muito mais o que fazer…

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  16. E sobre as lutadoras terem ajudantes homens, no caso da Videl até dá pra entender, mas a Androide 18 sempre conseguiu se virar sozinha nas lutas no anime, não? Bizarra essa decisão de colocar o Androide 17 precisando ajudar ela.

    Aliás, o 17 foi adicionado depois como lutador via DLC, não foi? E SEM precisar da ajuda da 18 quando luta, não é?

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  17. Se for pra colocar mais mulher no jogo e deixar a Launch (Aquela que vira berserker quando dá um espirro) de fora, melhor nem fazer isso.

    “Japão adora endeusar waifus, mas dar espaço de verdade pra elas ninguém quer.”

    Normal, na internet tá cheio de lacrador que vive fazendo discurso sobre a importância do empoderamento das minorias, mas ninguém quer deixar de usar os fandoms pra isso e criar algo próprio.

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  18. @kurisu shiruba
    você fala como se fosse um trabalho hercúleo colocar um pouco mais de diversidade, quando criar personagens diferentes e interessantes é o minimo que um artista pode fazer. Até Bleach consegue fazer isso.

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  19. Nunca comentei nada aqui mas senti vontade de expressar apenas uma coisa.

    DBFZ tem apenas 3 personagens femininas, mas pelo menos não estão super sensualizadas, seguem o que foi mostrado originalmente (com exceção da androide 21).

    Ao contrário de SF, por exemplo, que foi sitado na matéria, ter mais personagens mulheres mas extremamente sensualizadas, com pernas de fora, peitões e close em tudo que é área ginecológica possível.

    Então a pergunta é: Importa mais ter uma quantidade maior de personagens femininas no jogo, mesmo que abuse ao máximo da sensualidade ou ter menos personagens mas que não as mostre como meros pares de bundas e peitos?

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  20. “Então a pergunta é: Importa mais ter uma quantidade maior de personagens femininas no jogo, mesmo que abuse ao máximo da sensualidade ou ter menos personagens mas que não as mostre como meros pares de bundas e peitos?”

    Ótima pergunta. Acho que a resposta depende da opinião de cada um.

    A minha é: desde que a sensualidade não seja o único ponto relevante das personagens, sem problemas. No caso de Street Fighter, as mulheres são mostradas como lutadoras tão competentes como os homens, tanto na história (vide o jogo mais recente, onde a brasileira Laura é mostrada vencendo ninguém menos que o Ken, um dos personagens principais da série) como na jogabilidade (a maioria dos personagens mais usados pelos jogadores em torneios de eSports são as lutadoras, não por serem sensualizadas, mas por serem consideradas mais eficientes).

    O fato de DBFZ não abusar da sensualidade nas lutadoras é um ponto positivo, sim, mas não muda o fato que a representação feminina no jogo é minúscula, nem que quase todas precisam de um homem ajudando elas nas lutas. Mas novamente: se a própria obra original quase não tem mulheres que lutam, não tem muito o que os desenvolvedores do jogo possam fazer (já fizeram um trabalho legal criando a Androide 21 e colocando ela como uma personagem forte).

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  21. Dragon Ball por si só, não ajuda. E também não adianta ficar enfiando mulher em jogo de luta se vão hiperssexualizar, né(Alô SF, alô KoF, alô Tekken, o último até deu uma melhoradinha, mas sf tá cada vez pior).

    Mas acho que é importante ter a participação feminina, de preferência que não seja hiperssexualizada, mas se tiver, pelo menos tem…? É um ponto delicado? Nem tanto, se não for escrachado como em SFV, KoF, Skullgirls e Soul Calibur, o problema é minimizado, apesar de ainda existir, acho que é mais um ponto positivo do que negativo.

    Mas posso estar falando merda :v

    Enfim,
    Complicado…

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  22. Lembrei do budokai tenkaichi 3 que tinha a Chi Chi, 18, Videl, Pam, Arale, Seripa e até a pirata do galirc Jr q esqueci o nome..nao to defendendo, até pq era um número bem baixo de mulheres também, mas é estranho pensar que um jogo de mais de 10 anos atras tinha mais personagens femininas que o atual

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  23. Reclamar e problematizar, só isso que sabem fazer, jogar o jogo, estudar e participar da cena fazendo o jogo ser grande ninguém quer, por isso que a arksys nem olha pra gente, ninguem joga isso ae , não tem campeonato, jogo morto igual guilty gear e blaz blue.

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  24. Nao leio estudo de pos moderno @jehrrie e a mesma coisa que nada.

    E obrigado pelo termo mongolao: so da mais credibilidade ao meu trabalho.

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  25. @jehrrie não vou ler não, vou começar a reclamar nas interwebs da falta de personagens masculinos em sailor moon, é preciso diversificar isso aí…

    “Tá em inglês, Mas eu tenho certeza que todos vocês adoram dizer como aprenderam inglês jogando videogame! ;3”

    Supondo que você está debochando da capacidade dos outros de falar inglês e que gosta de militar, acho que deveria ter feito um resuminho básico do artigo em pt-br, supondo que você perdeu seu tempo lendo o artigo.

    Cholamais, mangina (obs: nao aprendi essa palavra jogando videogame).

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  26. Mal tem personagens femininas talvez por quê… A franquia não tem muitas personagens lutadoras? Alô, alô, Toriyama! Sério que vai falar que 66% das 3… Porcentagens aqui num número tão irrisório? Tá bom. Para. Tá pegando mal já.

    Você só pode estar querendo causar mesmo, Mara. Deve estar de sacanagem…Pera, deixa eu ler o resto pra ter certeza de que não estou sendo trollado. Claro, mais personagens, e ainda mais mulheres **femininas*** (hoje em dia isso não é mais pleonasmo, falar assim é questão de necessidade) é algo MAIS QUE BEM VISTO por qualquer fã da franquia.

    Mas de uma série com centenas de personagens é óbvio que nem tudo vai passar no cutting room floor, Mara. Só que minha crítica aqui vai ter que ser ao texto hoje…

    Hã… “representatividade encontrada nesse século”, sério? Tá, surgiu aí dois ou três gatas pingadas recentemente, mas você quer mesmo forçar a barra e reclamar por que um jogo de luta baseado num mangá de lutinha shounen, do século passado, segundo você, tenha poucas mulheres?

    Tem jogo aí que tem mulheres de sobra pra serem lançados, desde jogos ameaçando serem censurados por “objetificar” (Dead or Alive), até outros por fazer o maior desserviço com as barangas ‘normalizadas e realistas’ mais feias já vista em jogos (Mortal Kombat 11).

    A seleção de personagens em DBFZ é curta, mas estão muito bem escolhidos e tendo vindo Videl agora achei mó bacana e considerando, mas é claro, a profissão dos chiadores profissionais é sempre chiar, não importam o que os produtores façam tem que agradar a minoria barulhenta…

    Agora fica a questão…

    Desde quando jogos ou franquias foram feitos para representar demografias? Elas tem compromisso somente com seu público-alvo, que é quem paga as contas, quem não é da demografia, sinto muito, vai procurar seu nicho, seu filão.

    Reclamação de mídia lacração que muitas vezes mal consome o jogo (ou em número insuficiente) não é o que move o mercado. Tente novamente com mais argumentos…

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  27. Salvo um ou outro errinho, acho que deve ter dado pra entender. Vou voltar a ler as postagens boas (teve muitas boas agora em dezembro e janeiro, em que a Mara mandou muito bem, por sinal)

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  28. Assim como seus fãs, Dragon Ball é chato e juvenil. Esperar qualquer coisa que não seja chata e juvenil dessa série é como esperar que a Nintendo aprenda a usar o potencial da internet. Pode esperar sentado.

    Até o Jojo em seus jogos meio toscos de PS3 são melhores nesse quesito. Inclusive com diversidade racial também.

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  29. “Até o Jojo em seus jogos meio toscos de PS3 são melhores nesse quesito. Inclusive com diversidade racial também.”

    O fato de TODOS os personagens de JoJo (homens e mulheres) parecerem drags também ajuda…

    Mas falando sério agora, é engraçado que a Mara já adotou com JoJo a postura de “não li e não gostei”, aí reclama que shonen velho não tem representatividade enquanto JoJo tem um monte de mulheres que lutam e que têm papeis importantes nas histórias (Lisa-Lisa, Enya, Trish, Jolyne, Ermes, Hot Pants, Yasuho…), e como você apontou, diversidade racial também em personagens de destaque dentro da série (Avdol, Pucci, os Pillar Men…). Fazer o que, quem sai perdendo é ela.

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  30. “Mas falando sério agora, é engraçado que a Mara já adotou com JoJo a postura de “não li e não gostei”, aí reclama que shonen velho não tem representatividade enquanto JoJo tem um monte de mulheres que lutam e que têm papeis importantes nas histórias (Lisa-Lisa, Enya, Trish, Jolyne, Ermes, Hot Pants, Yasuho…), e como você apontou, diversidade racial também em personagens de destaque dentro da série (Avdol, Pucci, os Pillar Men…). Fazer o que, quem sai perdendo é ela.”

    Kkkkk, pois é. Essa galerinha militante adora criticar, mas na hora do vamo vê, maioria do público que compra os mangás, jogos e bugigangas, são os homens cis, hetero, machista. 😂

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  31. “Assim como seus fãs, Dragon Ball é chato e juvenil.” Falou x leitorx do +de8000, kkkkkkk, nossa explica pra gente, o que é maturidade pra você, então.

    Esse povo é uma comédia 😂😂😂

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