Meu Passado Otaku

6 séries que foram requentadas tempos depois (mas não deram tão certo)

Muitos zoam que o Japão é o único país que é alvo de matérias do Fantástico mostrando como a modernidade convive em harmonia com a tradição, mas na verdade o Brasil é quase um depósito a céu aberto de produções com mais de uma década de idade. A bola da vez é a série Jaspion, pois os donos dos direitos autorais desse tokusatsu de baixo orçamento pensaram “por que não continuar a série de trinta anos atrás com um filme e um mangá?“. Mas não pense você que este é o primeiro caso de série antigaça que alguém tem a ideia de requentar muito tempo depois na esperança de arranjar novos fãs para algo com poeira. Nessa matéria relembrei de alguns casos bem famosinhos de programas exibidos muito tempo depois da transmissão original, e o que deu em cada um deles.

#01. National Kid e #02. Ultraman (Manchete)

Estamos nos anos 90, a internet só existe em novela da Gloria Perez e a televisão descobriu o filão que é exibir animes dos anos 80. Em meio a esse museu de grandes novidades que incluía Cavaleiros do Zodíaco na Manchete e Dragon Ball no SBT, a Sato Company lembrou dos grandes heróis que fizeram a alegria das crianças dos anos SESSENTA: National Kid e Ultraman. O primeiro foi um fracasso no Japão e era apenas uma propaganda descarada da Panasonic, já o segundo foi o precursor de todo um gênero com pessoas vestidas de monstros lutando em maquetes. Foi aí que alguém teve a ideia de mandar redublar essas séries e exibir nas tardes da Manchete.

Dizem que o plano do seu Sato era vender as fitas VHS, e a exibição na televisão era apenas uma vitrine. A ideia não é ruim e já funcionou com várias outras séries japonesas, mas ele deve ter se esquecido de um fato: uma das séries era em preto e branco, e a outra tinha efeitos especiais dignos de um episódio de Chapolin. Enquanto as emissoras buscavam animes cada vez mais recentes (Street Fighter Victory chegou aqui pouco tempo depois do Japão), os executivos achavam que iam emplacar uma série de décadas atrás.

Claro que existem programas atemporais e Chaves está aí para provar isso, mas não foi o caso com Ultraman e National Kid. O ritmo de narrativa e a qualidade destoou demais do que era exibido na época. Não se sabia se queria conquistar os adultos que viram quando criança ou os jovens que assistiam aos animes da Manchete, e na dúvida acabou atingindo nenhum dos dois.

#03. Pinochio e #04. Kimba (Globo e TVE)

Ao lado desses heróis campeões de chroma key, alguns desenhos japoneses também alegraram as crianças dos anos 60. Pinóquio e Kimba – O Leão Branco foram exibidos em trocentas emissoras no Brasil, como a extinta rede Tupi, Record (na época antes da Universal) e no começo da vida do SBT.

O primeiro se trata de uma releitura japonesa da história de Pinóquio, só que trocando a simpática criança de madeira do filme da Disney por um uma mistura de Macunaíma com uma ripa de madeira. O Pinóquio era totalmente sem caráter e foi capaz de vender o próprio avô Gepeto, numa escolha pessoal digna de virar matéria no Cidade Alerta. Já Kimba – O Leão Branco é uma cópia descarada do filme O Rei Leão da Disney, com a diferença que foi criado umas três décadas antes do Simba e seus amigos.

Os dois animes foram requentados pela Saban e ganharam uma nova chance nos anos 90, tanto na programação da Globo quanto no extinto canal Fox Kids (a casa de Digimon, Shaman King e da perturbadora Ângela Anaconda). Eu particularmente gostava, mesmo com a amenização feitas pelos americanos eram histórias legais e a animação era muito competente. Eu só tinha dificuldade de encontrar na programação mesmo.

#05. Speed Racer (Cartoon Network e Record)

Na mesma época de National Kid e Ultraman (lá por 66) havia um outro programa que era adorado pelas crianças, o Speed Racer. As aventuras do corredor eram exibidas dentro do programa do Capitão Aza (um personagem que meu celular não permite escrever sem corrigir) e todo mundo parava o que estava fazendo para ver (ok, na época não tinha celular e videogame para competir pela atenção, mas mesmo assim). Trinta anos depois, o anime ganhou uma redublagem para uma nova exibição no Cartoon Network (e depois a Record).

Naquele tempo o Cartoon tinha um espaço muito grande para desenhos clássicos, pois foi muito antes da onda de trazer programas próprios ou com menos cheiro de mofo (a velharia foi jogada no Boomerang e agora está no Tooncast), então Speed Racer fazia sentido na programação. Na Record ele cumpria a função de tapa buracos, e chegou a passar no programa da Eliana durante o sucesso de Pokémon. Talvez o fato de nunca ter parado num lugar fixo na grade seja um indicativo que a criançada acostumada a videogame talvez não tenha se interessado no Speed Racer.

Aliás o filme live-action de 2008 é maravilhoso. Essa frase está meio solta aqui no texto porque queria falar de qualquer jeito e não encaixou em canto algum dos parágrafos anteriores.

#06. Cavaleiros do Zodíaco (Cartoon Network e Band)

Por mais que Cavaleiros do Zodíaco já tivesse quase dez anos quando estreou na Manchete, ainda se tratava de um anime inédito por aqui. A transmissão foi um fenômeno, bateu todos os índices de audiência e conseguiu salvar a emissora da falência (infelizmente não foi o bastante para segurar o emprego da pobre Mitsui). Os anos se passaram, animes como Pokémon e Dragon Ball Z viraram os novos queridinhos do mercado e estava tudo bem, mas aí se ouviu no fundo uma voz cantando “tem sempre alguém no Cosmos ajudando o Cavaleiro a cresceeeer“… e aí surgiu Larissa Tassi montada num Pégaso de PVC anunciando a reestreia do anime em 2003.

Ok, essa minha história foi uma livre interpretação dos fatos, mas Seiya e os outros voltaram ao Brasil após uma detalhada dublagem que fez questão de manter erros bizarros dos anos 90 por motivos de PORQUE SIM. O anime começou a ser exibido em 2003 no Cartoon Network e em 2004 pela Band, e veio seguido de uma série de tranqueirinhas e brinquedos de todos os tipos. A audiência nunca foi assim um FENÔMENO como muitos sites alardeavam, era apenas normalzinha, e basicamente a ideia de voltar com os Cavs na TV era para conseguir negociar produtos por fora.

Desde então, todo retorno de Cavaleiros ao Brasil serviu apenas para as empresas conseguirem lançar produtos para o pessoal que assistiu ao anime antes, e não necessariamente para conquistar novos públicos ou pontos de audiência para as emissoras. Vide o retorno do anime à Rede Brasil, ou cês acham que o anime voltou para qualquer outra coisa que não seja vender direitos para camisetas?

Enquanto a Piticas puder fazer uma camisetinha ou a Panini emplacar outro album de figurinhas, o datadíssimo anime do Seiya (ou outras séries) continuarão sendo requentado pelas emissoras, editoras e empresas. Afinal, nostalgia dá dinheiro.

35 comentários em “6 séries que foram requentadas tempos depois (mas não deram tão certo)

  1. O blog do homem que finge ser mulher pra atrair público como sempre vive hateando CDZ. Tenho pena de pessoas assim, que tem que fingir ser o que não é só pra ser notado e sair por aí falando mal de tudo porque sim, afinal falar bem não da likes e visibilidade, tem que falar mal pra causar dentro do nicho.

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  2. Olá, acontece que animes antigos é que são bons de verdade, animes como digimon que ensina sobre virtudes, dragon ball sobre busca por poder e entre outros que ensinam sobre companheirismo são melhores do que as nojeiras que se vê hoje.
    Os animes de hoje so tem pornografia e violência, anime bom tem que ensinar respeito, um dia ainda mato essas por ra na minha vida e só assisto anime de qualidade.

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  3. Invejinha do sucesso único de cdz no Brasil neh? Quando voltou pela band foi a maior audiência da emissora por meses e chegava a 9 pontos. Só caiu por conta de amadorismo e troca de horários…

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  4. Vale ressaltar que essa nova “empreitada” de Jaspion já pode começar a ser gravada como o fracasso da década! Os videos não tem views algum, os posts não tem curtidas nem compartilhamento… sério… o FLOP pode ser monstruoso e vai ser divertido de ver! XD

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  5. YAHAHHAHAHAHA!!!! Essa galera q n leva o texto na esportiva e n sabe avaliar uma critica, pior q o texto evidenciou uma verdade. E po fico feliz de ver q a mais fãs do filme do Speed Racer, esse filme é injustiçado pra cacete
    Falando no Speed Racer, esse requentamento rendeu um momento curioso com meu pai. Eu gostava do desenho e tava assistindo ele num sábado, meu pai simplesmente sentou e começou a ver o episodio comigo. Do nada ele fala como o episodio ia acabar pq ele lembrava, fiquei com uma cara de espanto (era um moleque de 10 ou 12 anos, n tinha noção de quanto aquilo era velho), depois de acabar o ep do jeito q ele falou, veio a explicação de quão velho era aquele treco e ele já tinha visto na minha idade.

    N acho ruim um requentamento, desde de q a obra valha isso e tenha um publico a atingir. Tipo ainda vejo potencial comercial em CDZ, apesar q acho mais inteligente investir nas novas series e depois introduzir o novato ao clássico, mas vamos lembrar q nem no Japão CDZ é essa coca toda, tanto q os animes novos mal estreiam lá e já são escoados pros países q realmente consomem de maneira Hard core.

    Sobre o Jaspion eu só tenho uma indagação: Acho q seria muito mais inteligente tentar trazer um Kamen Raider desses atuais do q investir nesse treco q só coroa curte, até um desse novos Ultramen seria algo mais inteligente. Mas como Tokusatsu aqui é algo nicho talvez n valha a pena. E por consequencial esse Jaspion vai se ferra forte. Crise editorial bombando e JBC me apronta uma dessa.

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  6. A verdade é que não há receita melhor pra criar polêmica e atrair visitas pra blog do que criticar cdz. Como só o post não deve ter adiantado vc foi lá no Twitter falar do post, pra ver se o povo finalmente viria pra aumentar as visitas, né?

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  7. Até tem coisas que ainda podem ser exploradas hoje em dia como CDZ, mas eles se concentram tanto em nicho em vez de criar um marketing abrangente em cima do produto de uma maneira decente.

    Pra você ver: chaves ainda dá lucro, gera produtos licenciados e tem uma identificação forte com o público. Só que aqui essas produções não são vistas adequadamente, caem no esquecimento e ressurgem de tempos em tempos e sempre errando mercadologicamente.

    Vejo que o problema muitas vezes não é a série em si e sim a falta de visão de mercado e trabalho dela dentro do público.

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  8. Fiquei surpreso em saber que Jaspion vai ganhar continuação; lembro de ter lido que a série foi meio que um fracasso no Japão… só se o sucesso que fez no Brasil foi suficiente pra compensar o fiasco (mas acho isso bastante improvável).

    Por sinal, parece vários tokusatsus que vieram pro Brasil também floparam no Japão, como os Flashman…

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  9. É impressonante esse povo novo chorando por CDZ.

    Meu zeus do Céu!

    Eu, que sou velho ( que amadureci aos 30 com um estalar de dedos pq sou foda #chupathanos), que vivi a minha adolescencia no inicio dos anos 90, VI TUDO O QUE ACONTECEU com CDZ, DBZ, Samurai X, etc, etc, etc, etc, vire a página e segui em frente. Como eu, muitos velhos hoje o também seguiram.

    MAS, tem muita gente da minha idade que ainda idolatra CDZ como se estivessemos em 1993.
    Sim, cavaleiros veio no final de 93 e nao em 94.
    E muito moleque novo continua chorando por essas coisas antigas e sem noçao.

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  10. Pelo amor de um torresmo com cerva, deixa sua infancia no passado. Seja apenas nostalgico, seja apenas fã. Chega de ser ridículo, boçal, retrógrado e ignorante.

    Cavs Ômega é uma bosta? É! Mas é mais recente, mais jovial e menos empoeirado.

    Cavs Dourados em Asgard é bom? Eeeeeeeeeh mais ou menos. Tem uns epis bem mal animados ( tipo o epi onde aparece o mu de áries), mas é novo, é recente, bom pra ganhar dinheiro e tals.

    Mas o povo quer as tranqueiras antiga. E ainda vem pagar de gostoso porque CDZ é a nona maravilha do mundo e NINGUÉM pode ser contra CDZ.

    Ser nostalgico é bem diferente de ser tapado e ignorante!

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  11. E esses editores (hahahá) de mangás, proprietários de canais de TVs obtusos e metidos a empresários e “intelectuais” da cultura japonesa no brasil, continuam enfiando na cabeça e na bunda dos imbecis que os aplaudem e idolatram, esses animes antigos e tirando-os da categoria “nostalgia saudosa e mágica” e colocando-os na categoria “coisa velha, sem graça e ruim”.

    Poxa, a gente perde a paciencia com vcs mais novos, puta que pariu!

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  12. Ah é, ainda tem o jaspion!

    Como eu fui ( por estar estressado) bastante mau ( e mal) educadinho nos comentarios anteriores, serei mais gentil, em 2 pontos:

    1) Em 1989 eu, com 9 anos de idade, achava os Tokusatsus sensacionais. Eu estava (e eu serei bem vulgar agora) cagando e andando pra manchete.
    O que eu queria era ver esses herois batendo nos monstros.

    ( Em 1991, os empresarios da globo, cansados de apanhar da manchete, no ibope, no horario matutino, trouxeram gavan e shaider e os exibiram no ‘xou da xuxa’. Como nao deram ibope, sumiram da grade.) E eu estava cagando pra globo tambem, eu queria era ver esses herois batendo nos monstros, no intervalo dos programas da manchete.

    Era bom, era divertido, era quase mágico, nao havia internet e eu era uma criança tola.

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  13. Pra você ver: vive-se de reciclar produto antigo, e esquece que tem versões que dariam mais certo hoje do que o antigo.

    A gente pode citar nesse meio CDZ Omega e até uma série mais nova do Ultraman. Por mais que regular ômega seja, é um produto mais palatável. A série clássica até acho que funcional, mas vamos combinar: quem está explorando esse mercado vai fazer algo decente a essa altura do campeonato? Acho difícil.

    O mesmo vai pra quase todos do artigo. Tem que pegar cada uma dessas IPs e ver a possibilidade de se trabalhar com elas de maneira decente, só que no Brasil isso rolar? Tem que mudar tudo, pra começo o pessoal que detem os direitos e trabalha com isso por aqui e aquilo que vinha dizendo lá na postagem dos mangás. E não vai mudar tão cedo.

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  14. > “Dragon Ball é bom porque ensina a buscar poder”
    > “Animês atuais são ruins porque só têm violência”

    choose one

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  15. 2) Hoje, as crianças ja “nascem” com um “aparelho” tecnologico na mao, sao antenadas, sabem tudo e sao exigentes.
    Tanto que, a título de conhecimento ou informação, elas vao sim, saber e ir atras de quem foi jadpion, jiban, etc, etc e só.

    Elas nao se fixam, nao se interessam. O modelo evoluiu, as coisas mudaram, a internet mudou a forma de crianças pensarem e verem as coisas. Os avanços tecnológicos de hoje, permitem fazer e querer coisas muito melhores.

    Ex: Dudu é meu sobrinho de 9 anos. Chamo Dudu pra assistir Power Rangers no cinema, tempos atras.

    A resposta dele: “ah nem tio, vamos ficar em casa jogando videogame. Daí a gente pode ver o Círculo de Fogo (Pacific Rin) que é mais legal”…

    Então gente, assim, na moral? Nao rola ficar babando ovo de editora e canal de tv/ canal de streamer fazendo festa por jaspion. Na boa. Ta passando vergonha.

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  16. Esse lance de tentar imputar educação e algo que entretenimento dizendo que anime da minha época era bom porque ensina x e y…

    Anime é entretenimento: o que se tem é bom roteiro, relações bem feitas e obras boas ou má intencionadas. Pode-se levar inteligência ao entretenimento.

    Mas enfim, não estou afim de discutir isso. Pra quem quiser ler é só colocar no Google filmes bem/mal intencionados e boa leitura.

    Curtido por 2 pessoas

  17. Sabe é foda, mas é fato.

    Pega a Disney eles trabalham com seus personagens, tem notoriedade, um marketing impecavel dando vida aquele produto. Você pode falar mal das produções atuais, mas ainda vive Marvel, Star Wars e tantas outras franquias de pé porque estão sempre mexendo nelas e tem planejamento pra quando que vai lançar, tudo agendado de uma maneira organizada sem atropelar nada na maioria das vezes.

    Agora pega a Toei um estúdio Japonês que parece que ignora a popularidade de suas produções, entrega pra terceiros que fazem o que querem com o produto e quando a detentora não se interessa, passa a diante pra outro que faz a mesma coisa mercadologicamente. Isso quando não fica parado em algum canto material pronto e não se faz nada com ele , como no caso Playarte Soul of Gold. E entrega material já manjado pra uma microemissora Brasileira.

    Vê o abismo mostruoso que se tem entre as duas?

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  18. Tudo q vcs disseram é verdade! Eu fui crianças nos anos 80 tb e gostava (e ainda gosto) de Jaspion unicamente pela nostalgia! Qdo assisto Jaspion eu volto para os meus seis anos de idade! Não interessa as aparições novas dele e o MacGaren em tokusatsus japoneses atuais… MUITO, mas MUITO MENOS, mangá dele feito por brasileiros… é patética essa ideia da JBC, patética nível extreme! Como disse, gosto unicamente pela sensação nostálgica que dá, apenas isso! Nenhum material novo consegue replicar esse sentimento, é uma coisa única! Cassius deveria rever melhor isso antes de ir surfar ou ficar retweeando porcaria… essa ideia de Jaspion vai foder mais ainda o cenário editorial pra jbc…
    E tem gente que ainda acha “nossa a Toei autorizou”, e pq não iria autorizar? É uma série morta na gaveta deles que NUNCA rendeu NADA… então deixa os trouxas lá no BR pagarem pra usar e fazerem oq bem entenderem… só uma palavra resume essa ideia… PATÉTICA!

    Curtido por 4 pessoas

  19. O mais estranho é citarem CDZ e esquecerem de DBZ, parece até proposital. Não tem anime mais requentado no Brasil que DBZ. A própria Rede Brasil já resetou DBZ n vezes só pra ficar requentando o anime.

    Curtido por 2 pessoas

  20. Anônimo apesar de ser mega fã de DB, concordo com vc. Mas creio q n entrou pq atualmente o foco é em DBS, q apesar de se trata de DB é uma nova empreitada q deu certo. CDZ mesmo tendo conteudo novo e tal, mas o destaque é minimo e sempre voltam a focar no clássico, até no mercado de mangás isso se reflete.

    Curtido por 3 pessoas

  21. * Ei, Mara, o Kimba e o Pinóquio passaram na Globo? Lembro só de vê-los na TV Educativa, mais ou menos nessa época… Será que a Globo “terceirizou” a exibição pouco tempo depois?

    * Eddy, posso estar errado, mas acho que a Globo trouxe Gavan/Gaban/Space Cop e Bicrossers pra passar na “Sessão Aventura”, às 5h da tarde, durante as férias de julho de 91. Depois passaram o Sheider, mas no inexplicável horário das 5h… da manhã!

    * Cavaleiro do Horóscopo, o Jaspion não chegou a ser um fracasso, mas foi realmente uma decepção em relação ao que os produtores esperavam dele. A série teve vários atores e cantores japoneses conhecidos no elenco e houve um esforço da Toei para marquetá-lo para a Europa e os EUA (creio que para contrabalançar as ações da Tsuburaya, que até lançou um Ultraman com elenco norte-americano por lá).

    Acho que o que pesou contra a série foi a proposta diferente da dos “metal heroes” anteriores (em vez de um cara enfrentando monstros, ele enfrentava vilões convidados, e quem batia nos monstros era o robozão). Também creio que os fãs de Gaban/Gavan, Sharivan e Shaider abandonaram a série (e os brinquedos) ao ver que não haveria aparições dos predecessores, coisa que acontecia desde o Sharivan.

    Quanto ao Flashman, foi um sucessão, como todos os “Sentais” o foram (com a exceção da segunda série, JAKQ/Jacker). De cabeça, as que me lembro não terem dado certo lá e que vieram pra cá foram Metalder, Machine Man, Bicrossers e Cybercops (esta de outra produtora, a Toho). O segundo Lion Man teve só 25 episódios, mas aí não sei qual a política da época (1972, acho) pra duração de uma série.

    O “sucessômetro” que uso normalmente é o número de episódios: uma série de baixa audiência tem de 35 a 37 deles, uma mais ou menos (que “se paga”, como o Jaspion) tem 45 a 47 e um sucesso do bom tem 50 ou 51 (os Changeman chegaram a 55!), sem falar nos curtas pra cinema.

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  22. * Chefe O’Hara, sua pesquisa e/ou sua memória estão excelentes hehehe. Você tem razão, mas gavan e shaider chegaram mesmo a passar no programa da xuxa num curto espaço de tempo pouco antes de bicrossers ir parar na ‘sessao aventura’.

    Realmente, Boni (o Pai) e a Marlene Matos, (dona da xuxa naquela época) queriam mesmo enfrentar a manchete na concorrência da manhã.

    Acontece que as séries da manchete já estavam consolidadas na cabeça e no nosso imaginário, tanto que eu, com 11 anos a época, achei que os Tokusatsus da xuxa eram apenas “cópias” daqueles da manchete.

    Como foi um “tiro no pé” na xuxa e na sessao aventura, por algum motivo estranho, só bicrossers deu bons números de ibope, gavan e shaider, acabaram indo tapar buracos nas madrugadas da globo….

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  23. “Ângela Anaconda parece nome de atriz pornô rsrs”

    Parece mesmo.

    Mas pior que eu gostava desse desenho… Assustador? Sim. Mas depois que a gente se acostumava com a aparência dos personagens, era divertido.

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  24. Mara, sua espertinha, confessa pra gente que esse “ajudando o Cavaleiro a crescer” em vez de “ajudando um Cavaleiro a vencer” foi pra ver se a gente tava prestando atenção, que nem professor diz quando é corrigido pelos alunos :v

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  25. Mais requentado que cdz são as matérias sobre o mesmo aqui nesse site. Quando a audiência do blog cai a “”””autora””””” já vai lá no microondas esquentar algum texto sobre a obra do Kurumada, com direito a várias divulgações no site do pássaro azul.
    Pelo visto não são só as empresas de tranqueiragens que ainda tiram uma grana do datadíssimo anime.

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  26. Muito bom seu blog! Me lembrou os antigos blogs dos anos 2000! Sempre com textos bem humorados e divertidos que fazem agente dar umas gargalhadas! Eu conheci Speed Racer nesse requente. 17h seg-sex eu amava! <3 eu adorei o filme do Speed tb! Fiquei fula de ler as resenhas do pessoal detonando, mas é bem fiel ao anime!! As cores, a atmosfera dos anos 60, perfeito demais! Pena que gongaram :(

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