Mercado Nacional

InuYasha – Uma Cilada para a Editora JBC

Em julho de 2002, a Editora JBC aproveitou o evento Animecon (tem uma matéria sobre esse evento aqui) para anunciar seu novo mangá: InuYasha. As pessoas saíram correndo feito loucas ao estande da editora para garantir um exemplar daquele que era o primeiro mangá da Rumiko Takahashi no Brasil publicado de forma decente (antes desse só tinha rolado aquele Ranma 1/2 da Animangá que parecia ter sido editado no Paintbrush). Isso quer dizer que foi um sucesso? Bem… eu arrisco falar que a JBC fez duas festas para Inuyasha: uma quando conseguiu licenciar e outra quando conseguiu publicar tudo e se livrar do material. E como é que inventaram de republicar essa bagaça? IKIMASU entender o caso.

InuYasha foi um sucesso no Brasil? Bem…

O lançamento de InuYasha no Brasil foi uma daquelas grandes coincidências que parecem até grandes estratégias de marketing pensadas. A JBC tinha conseguido licenciar o mangá e, ao mesmo tempo, o Cartoon Network tinha conseguido os direitos do anime. Nisso então o anime e o mangá, numa parceria do estúdio Parisi Video e da JBC, decidiram padronizar nomes e expressões… naquelas.

Pra começar, o nome da protagonista era diferente no anime e no mangá. Isso porque alguém percebeu que uma protagonista chamada KAGOME poderia gerar um número de piadas que só não superaria o CONDE DOKU e o SIFU DIAS de Star Wars. A saída foi mandar redublar 30 episódios para trocar o nome da coitada para Agome. Já no mangá a coisa ficou como no original, mudando apenas a romanização de outros nomes problemáticos como MIROKU (que virou Mirok) e NARAKU (que é o nosso Narak).

Mesmo com o anime na TV o mangá vendeu bem? Então… Não sou sócia da JBC e nem trabalho no financeiro da editora, mas os editores já falaram em palestras que, como todo mangá, rolou uma queda de vendas de vendas até o último volume (que só mudou para uma subida nas edições 6 e 7, que foi quando a Globo exibiu os primeiros 26 episódios do negócio). Essa queda de vendas acontece praticamente em todos os mangás, inclusive seu amado Narutão, mas em InuYasha tem um agravante: a versão brasileira teve CENTO E DOZE VOLUMES LANÇADOS, afinal saiu em meio tanko e o original teve 56.

Uma coisa é um mangá de 10 volumes ter uma queda crescente de vendas, mas imaginem vocês uma queda durante 112 volumes. Chegou num certo momento que, provavelmente pra acabar logo esse negócio, a JBC transformou o mangá em quinzenal. Imagino o pesadelo que deve ter sido trabalhar num título cujas vendas iam caindo e ninguém comentava nada pela internet.

E como é que surgiu a ideia de republicar isso?

Cansada de ter que ser a pessoa da relação que sempre decide tudo, em MAIO de 2016 a editora JBC decidiu abrir para os leitores a decisão de qual o próximo mangá a ser republicado no Burajiru. No entanto, assim como nas eleições de 2014, um candidato era pior que o outro: tinha Shaman King, Inuyasha, Fruits Basket, Cowboy Bebop, A Princesa e o Cavaleiro e Angelic Layer. O resultado da votação inclusive teve quase a mesma porcentagem do primeiro turno das eleições de 2014:

Sabe-se lá por qual motivo a JBC achou que seria inteligente colocar nas opções de republicações um mangá de CINQUENTA E SEIS VOLUMES, mas InuYasha ganhou a votação e a JBC foi atrás de negociar os direitos.

Desde então, os otakus que nunca leram InuYasha mas misteriosamente têm nostalgia com a série (um efeito parecido com o que acontece hoje com Zatch Bell nos grupos de mangás) estão aguardando a JBC lançar esse mangá. No ano passado Cassius Medauar, gerente de conteúdo da JBC, confirmou que as negociações estão paradas porque eles ainda estão analisando a melhor forma de lançar aqui (também conhecido como “vendo a opção que vai dar menos prejuízo”) esse mangá que todos vocês pediram.

Mas, afinal, InuYasha é bom?

Não.

Poderia explicar um pouco melhor, Mara?

Claro! InuYasha foi o mangá que Rumiko Takahashi lançou alguns meses após o término de seu grande sucesso Ranma 1/2, e é de um gênero diferente do que a autora tinha feito desde então. Acostumada a comédias episódicas como Urusei Yatsura e Ranma 1/2, a véia apostou no bom e velho mangá shonen de ação para conquistar um novo público. O problema é que ela trouxe alguns vícios de seus mangás antigos.

InuYasha tem uma proposta inicial boa e os personagens têm seus dramas interessantes. O problema é que ela simplesmente não sabia quando terminar o negócio e ficou enrolando eternamente o mangá. Sério, chega uma fase que a estrutura da história se resume a: InuYasha perdendo de Narak > InuYasha conquistando um novo poder > InuYasha vai atrás de Narak > InuYasha perdendo de Narak e assim até o final em volumes com capa incrivelmente parecidas.

O negócio é tão enrolado que é uma das poucas histórias que têm filler DENTRO DO MANGÁ (a véia criou um arco em que os heróis lutam contra um grupo chamado Shichinintai que NÃO ACRESCENTA ABSOLUTAMENTE NADAAAAAAA à trama)!!!

Acostumada a histórias de humor que precisam repetir situações com algumas poucas variações, Rumiko Takahashi não soube desenhar um mangá que precisava ir pra frente em vez de circular o próprio rabo, e isso transformou InuYasha em um martírio grande demais. E esse é o martírio que a JBC vai precisar republicar.

Se eu fosse Cassius Medauar, meteria o loko e falaria “então, mudamos de ideia e não vamos publicar, #PAS“. Seria melhor que ocupar as bancas com um mangá que saiu numa época que qualquer coisa vendia e mesmo assim aparentemente não foi tão bem.

34 comentários em “InuYasha – Uma Cilada para a Editora JBC

  1. aaahhhh mano eu AMO inuyasha kkkkk talvez seja a nostalgia falando, mas eu tenho um espaço especial no meu coração pra essa história (tanto o anime quanto o mangá). Tem alguns momentos enrolados? tem. Mas eu amo mesmo assim kkkk

    Se inuyasha voltar a ser publicado mesmo (de preferencia com menos volumes e/ou em edição especial de colecionador, sei lá), eu vou comprar sim

    Curtir

  2. O melhor formato é de vários volumes estilo aquele blocão de 2400 páginas que fizeram com Death Note lá fora. Aí ó, vai ficar uma bosta.

    Curtido por 2 pessoas

  3. A culpa n é minha eu voltei em Shaman King!!!! YAHAHAHAHA!!!!
    A cara eu queria Shaman King só por ter mesmo, mas todas as opções são boas não. Acho q essa votação foi umas das jogadas mais desinteressantes e bizarras da JBC desde q ela inventou essa de usar conteúdos da internet e sinceramente eu já sabia q Inu Yasha ia ganhar pq esse treco bizarramente tem muito orfão, é que assim como CDZ, a galera só conhece o anime que acaba sendo um pouquinho melhor que o manga pelo fato de ter uma animação melhor trabalhada, mas q no papel o bagulho n funciona.
    Bem cada um com seus problemas, se a JBC que se enforca com isso q vá fundo, só n vem reclamando depois.

    Curtido por 1 pessoa

  4. Vamos combinar que colocar uma coisa como Princesa e o Cavaleiro pra avaliar já não é lá uma escolha muito sensata.
    Enfim, eu concordo 100% com a Mara, tinha que meter o loko mesmo e anunciar que não vão fazer, que não vai rolar.
    A parte de não fazerem mais esse tipo de enquete pros “leitores” escolherem eles pararam de fazer? Se sim, já estão acertando nesse ponto.

    Curtir

  5. Não entendo esses tradutores do gibi: acham –com razão– que “Miroku” e Naraku” são nomes que soam mal em português, mas acham que tudo bem com a “Kagome”?

    Mudando de assunto, não creio que tenha sido a própria Rumiko que alongou demais a história: provavelmente foram os editores da Shonen Sunday que pediram/obrigaram (não sei quais eram os termos do contrato) pra escrever mais capítulos e adiar a conclusão da trama. Provavelmente o mesmo aconteceu com Akira Toriyamano “Dragon Ball” e com Tite Kubo em “Bleach”. E com o cara que escreveu o “Naruto”, cujo nome eu não lembro.

    Curtido por 1 pessoa

  6. Essas mudanças de nomes jamais deveriam ter ocorrido, e Inuyasha foi uma modinha que infelizmente no Brasil fez mais sucesso do que Ranma e Urusei que são muito melhores, até Rinne que é o atual é melhor.

    Curtir

  7. Mara, por favor, comenta sobre aqueles sites/blogs/canais de YouTube que ficam de hora em hora mandando “bombas” de dragon ball super, que se resumem a teorias ou comentários sobre traduções de sinopses. Pode ser sua prima tb😁

    Curtido por 3 pessoas

  8. Nunca vou esquecer de um otaku enlouquecido no finado fórum Henshin que, revoltado com a troca dos nomes, completou com caneta um “U” ao final dos nomes do Narak e do Mirok.

    Deveria ter feito como eu, que se recusou a comprar Fullmetal Alchemist porque colocaram um agente “federal” em uma nação que não é federação.

    Curtir

  9. Makoto, quando um nome soa mal (mesmo que seja o original), não dá pra ler sem cair na risada. É como o célebre caso do mafioso Tomaso Busceta, cujo sobrenome originalmente era pronunciado “Bucheta” e a teve adaptada na imprensa falada para “Busqueta”. Nem me incomodo com o “Naraku” e o “Miroku”, mas a “Kagome” não dá! Toda vez que via esse nome no gibi, só conseguia ver em minha mente uma privada cheia do que acontece depois que alguém “Kagousse”.

    Lembro de algo assim na tradução brasileira dos romances da série “Dragonlance”, que, ainda que tenha incontáveis erros de revisão, fizeram a coisa certa ao trocar o nome da tribo de elfos “Kagonesti” para “Kanganesti”.

    E, Cabeleira, sempre fui de corrigir erros de impressão, de linguagem ou de tradução nos livros e revistas que eu leio (um dos motivos pra eu resistir ao livro eletrônico). No caso do “Inuyasha”, eu passava um corretor ortográfico no “K” da Agome!

    (Por sinal, ando fazendo coisa parecida com os “intraduzíveis honoríficos”, riscando sem piedade os “sans”, “kuns” e “chans” que aparecem, sobretudo em nomes com mais de quatro sílabas.)

    (Por outro lado, pensei em fazer alguma adaptação no nome da “Ku-shana”, de “Nausicaä”, mas, pesando os prós e os contras, era só um nome engraçado e não valia o esforço.)

    Curtido por 1 pessoa

  10. Corrigindo meu erro de concordância: a tradução de “Dragonlance” FEZ a coisa certa ao trocar…
    E, Cabeleira (de novo), não creio que um erro de tradução justifique deixar de comprar uma série inteira, ainda que justifique reclamar com a redação.

    Curtir

  11. A JBC nunca afirmou que era certa a republicação da obra – e de nenhuma outra listada na enquete; a ideia mesmo era avaliar o ganhador e correr atrás para ver se compensa retrazer o mangá para o Brasil. Se minha memória não falha, tem um vídeo da editora dizendo que não tem os direitos de republicação das obras e que irão estudar como poderiam trazer o mangá de volta.

    Claro que os fanboys entenderam que a republicação era certa e já estavam marcando no calendário a data do lançamento. Claro que, desde então, começaram a encher o saco da JBC. Mesmo ela “cancelando” e colocando um ponto final nesse história, vão meter o pau em cima. Que isso sirva de lição para ambos os lados.

    Não tenho um pingo de interesse nesse mangá, então tanto faz. A republicação de InuYasha só significa que irá ocupar o espaço de outro mangá bem mais interessante (e rentável) por um longo, longo tempo.

    Curtir

  12. Republicação… digital! A enquete nunca especificou que seria impresso.

    Goste desse resumão de Inu-Yasha, podia fazer mais. É um baita desserviço pra nós leitores. Seria tipo a desciclopédia mais de oito mil.

    Curtir

  13. Rapaz, tô falando demais nessa postagem, mas…

    Inu-Yasha sofre da “síndrome de Dragon Ball” que atormenta séries de longa duração: no início até se busca umas soluções criativas pra derrotar o vilão do capítulo, mas no final a autora não conseguia mais pensar em nada e tudo se resumia a A) retirar o pedaço da jóia de quatro almas do corpo do vilão ou B) descobrir alguma técnica milagrosa/poder oculto. *NOTA–Tô julgando pelo que li até a edição 52 (26 do original). Pode até ter melhorado depois, mas foi tarde demais pra recuperar minha atenção.

    E, pra ver outros festivais de capas parecidas, procurem as dos gibis norte-americanos “The Darkness” (sempre o protagonista em cima de algum morro com o oponente do mês ao fundo) e “Hellboy” (que eu adoro e compro sempre, mas… vamo variar, né, seu Mignola?).

    Curtir

  14. os exercito dos 7 foi uma das melhores partes mesmo pouco acrescentando a trama no geral
    e eu concordo, se fosse menos enrolão seria muito foda
    não sei qual o milagre mas ao menos os ultimos volumes são MUITO foda com a aparição do byakuya, a morte da kagura, o bebe, enfim
    acho que vale a viagem repetitiva de 50% do mangá pois os outros 50% saem dessa zona de conforto
    eu queria shaman king né, mas inu tambem compro
    fora isto: VC ESTA LOUUUUUUCA DE FALAR MAL DE DEUS KING

    Curtir

  15. Inu Yasha é um shonem com todas as características de um Shounem só que mal escrito.

    Tem personagens interessantes, uma protagonista que até agradaria o pensamento militante atual de falta de protagonismo de mulheres no gênero que alguns gostam de reclamar, tem uma premissa clichê de busca por um artefato sagrado no caso os fragmentos da Joia de 4 almas.

    Mas na hora de por isso tudo no papel a coisa desanda – e muito. Nem com a propaganda de protagonismo feminino ajudaria porque simplesmente é um produto ruim e esse tipo de contexto a cada dia se mostra fracassado.

    Curtido por 1 pessoa

  16. Se Shaman King tivesse sido escolhido, a cagada teria sido muito menor.
    Não que Shaman King seja uma obra prima (maseuadoronãovemfalarmalsóeupossofalar), mas teria sidomais viável, já que o Kanzeban (totalmente redesenhado e com final verdadeiro) possui 27 volumes. Além disso, o anime dele também foi lançado aqui(com aquela dublagem e diálogo adaptado que santo Amidamaru, ninguém merece), o que atrairia nostalfags.
    Mas nãããããão, vamos republicar algo com mais de 50 volumes, o que poderia dar errado?
    “Mas e aí, Mara, Inuyasha é bom?”
    “Não.”
    Caralho, você não ideia de como eu ri disso.

    Curtido por 1 pessoa

  17. Eu até acho que InuYasha tem personagens interessantes e uma trama geral boa… mas a enrolação excessiva realmente mata o interesse de qualquer um.

    É o mesmo caso de Hunter x Hunter do Togashi, que eu adorava mas foi tão esticado desnecessariamente no arco das Chimera Ants (em conjunto com os atrasos) que eu parei de acompanhar e nem tenho curiosidade de saber o que aconteceu desde então.

    Curtir

  18. Pensando em ser menos troll eu votei em cowboy bebop na época para jbc fazer bem rápido e esconder depois essa ideia na geladeira kkkkk

    A republicacao de um título grande ligado a nostalgia e considerado de forma geral ruim……hummmm

    ” olhando cdz e edicao de luxo” se vender quem sabe kkkkk

    Obs: agradeço a pessoa que postou o video da versao ” sou nostalgico entao vou pegar uma ending de inuyasha e tacar em cima um forro/tecnobrega como homenagem e resumo de que um guilty pleasure mesmo”

    Curtido por 1 pessoa

  19. Precisam atualizar o sistema de comentários deste site.
    A primeira coisa a ser add poderia ser a opção de responder diretamente a um comentário.

    Fica a sugestão, abs.

    Curtir

  20. Eu tenho uma idéia, se o Cássius estiver lendo:

    Lança uma versão resumida a la FMA brotherhood/ Resumão de novela no youtube.

    Curtir

  21. Se a JBC colocou a republicação de InuYasha na enquete é porque ela tomou cachaça?Cassius disse no Henshin Online 78 que foi muito importante a quantidade de votos,para dar base para ver se era possível relançar algum dos títulos,foram quase 15 mil votos válidos e InuYasha conseguiu quase 50% deles,segundo ele,muitos querem InuYasha.

    Curtir

  22. Se a pesquisa valeu a pena,tendo apenas quase 15 mil votos válidos,divididos entre 5 títulos diferentes,pode ser que nos,que somos apenas meros observadores de vendas,para não dizer conspiradores,podemos estar muito errados em nossas análises,imaginando que um manga venda muito,mas na verdade vende bem menos.

    Curtir

  23. Poxa, gosto muito de Inuyasha, não me importo com as notícias desfavoráveis a respeito, acho que isso vai de cada um assistir o anime e/ou ler o mangá. Esse foi um dos mangás e animes que acompanharam a minha adolescência e tenho tudo guardado até hoje, desde as músicas, os animes, amvs e mangás. Fiquei muito feliz com a notícia do possível relançamento e aguardo ansiosamente por ele, mesmo não tendo votado em nenhuma enquete.

    Curtir

  24. Leslye, se você comprou a edição original, não sei se valeria a pena comprar a republicação. Só se fosse algo muito diferente mesmo, com páginas coloridas, comentários, entrevistas ou esboços da autora, como acontece nos encadernados de quadrinhos norte-americanos. Se não, fique com os seus mesmo (a menos que pretenda vender os originais).

    O única coisa que eu comprei por me sentir obrigado foi aquela porcaria do “Crying Freeman”, do qual só tinha lido uma minissérie da Sampa lançada em 1988, com a história dos dois primeiros volumes. Tão rara que só vi fotocópias (não consigo falar “xérox”. E agora vejo que nem consigo escrever!) por aí.

    Até que, um dia , o pessoal da Panini pediu pros leitores escreverem pedindo o que gostariam que eles publicassem e respondi colocando esse título na minha lista. E, quando soube do relançamento, comprei entusiasmado e… me arrependi amargamente de ter sugerido.

    Pensava que o protagonista, um membro relutante da máfia de Hong Kong, iria fugir deles ou destruir a organização por dentro, mas qual nada! A trama dá uma virada repentina, o homem vira um membro feliz dos criminosos e tudo passa a girar em torno do conflito entre máfias. Comprei todos os dez volumes e bem que eu queria ter deixado de comprar, mas me senti obrigado por causa da sugestão que fiz, pra não dar tanto prejuízo assim pra editora e, quem sabe, eles depois lançassem uma coisa melhor.

    Me senti como uma criança que pede um brinquedo ou jogo aos pais, ganha, vê que é ruim de doer, mas continua a brincar por obrigação porque os pais gastaram o único dinheiro que podiam naquele presente. É o típico caso de “o melhor da festa foi esperar por ela”.

    Curtir

  25. Mangá ruim, bom, é relativo demais no conceito de cada um, sinceramente. Eu vejo muitos lançamentos dessas editoras que não pagaria nem um real por eles… e tem gente que acha que os mangás são “muito bons”… Fairy Tail é um deles, nunca que eu compraria esse mangá… entrar nesse mérito se o mangá é bom, ou não é muito do ponto de vista da pessoa, ainda mais quando se entra no assunto relançamento. Esse negócio de “poderia lançar mangás melhores” é ridículo, o melhor mangá para você não é necessariamente pra mim. No meu caso, quero o relançamento de Inuyasha pq sempre gostei muito do mangá, mas não consegui, na época, completá-lo, justamente por ser quinzenal. É complicado comprar mangás a cada quinze dias e na época era “caro” para mim, acredito que para muita gente esse é o motivo de querer o relançamento. Minha coleção é incompleta e não se acha mais os tankos em lugar algum. A Viz fez um relançamento de Inuyasha no formato BIG há anos, que fechou em 18 volumes, acho que no Brasil seria o formato mais aceitável e quem quer, como é o meu caso, vai pagar por ele, assim como eu paguei pela versão Black de Death Note, mesmo tendo já a primeira versão, assim como paguei também pela versão nova de Rurouni Kenshin, mesmo tendo a primeira versão.

    Curtir

  26. Estava indo tudo muito bem até você dizer que InuYasha não é bom. A história é excessivamente grande? É sim, sem dúvidas. Mas, francamente, não significa que sua opinião seja universal ou que isso detone tudo dentro do contexto.

    O anime tem muitos fãs, o mangá tem muitos fãs (tanto que venceu disparado), 4 filmes; acompanhou muitas crianças até a adolescência que desejavam poder ter pelo menos aquele colar pra botar em alguém e gritar “senta”. É quase impossível achar alguns exemplares do mangá hoje em dia, tanto que eu ainda procuro o último volume que falta na minha coleção (111).

    resumindo: você está loura, querida~

    Curtido por 1 pessoa

  27. Gosto não se discute!
    Dito isso, quero dizer aqui que eu AMO Inuyasha! O mangá , o anime, os filmes, simplesmente tudo relacionado ao meu meio youkai favorito!

    Tenho todos os episódios do anime, inclusive o Kenkatsu Hen (não sei se escrevi certo) e todos os filmes. Sempre que bate a saudade, assisto novamente.

    Comecei a colecionar o mangá na época, mas eram muitos volumes, faltou espaço e grana e então parei. Se, por acaso, relançarem, espero que seja com meno volumes, como alguém comparou com o Death Note, e com certeza irei comprar!

    Curtir

  28. Eu gosto de inuyasha e não acho que está mal elaborado não. O anime foi criado para ter apenas oum vilão, tb
    Talves por isso seja desinteressante para alguns, mas eu acho bem legal o anime. Eu assisto e reassisto ele kkkkkk

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s