Mercado Nacional

Ayako, o primeiro mangá que custa mais de 100 reais

Estamos quase enchendo a cara e lambendo a cara do doguinho pra comemorar o ano novo e me aparece notícia sobre o mercado editoral brasileiro??? AAAAffe. Bem, vamos ver o que o Dudu (nossa Fabíola Reipert da Imprensa Especializada otaca) postou no CrunchyRoll:

Nos primeiros parágrafos da notícia acompanhamos o desenvolvimento da Veneta, editora que surgiu das mãos do antigo diretor editorial da Conrad. Para você otaku novinho que não sabe o que é Conrad (acredite, tem gente aí que acha que o mercado começou com Naruto e que o Junior Fonseca tem 20 anos de idade), essa foi a primeira editora a lançar mangás no sentido oriental, e durante muito tempo a competição de quadrinhos japoneses aqui foi entre Conrad e JBC.

Anos depois, a Conrad tomou várias decisões questionáveis e acabou vendo o barraco desabar. No meio dessa treta toda ela perdeu a confiança dos japoneses e viu o contrato de várias obras dela irem para outras editoras, como One Piece (que foi pra Panini), Vagabond (também pra Panini), Dragon Ball (pra Panini… tô vendo um padrão), Evangelion (agora é a JBC), Cavaleiros (JBC) e muitos outros.

Tal qual os partidos brasileiros que decidiram todos mudar de nome pra que a gente não consiga identificar facilmente o envolvimento em tretas que afetariam o julgamento do eleitorado, a editora Veneta aproveitou que o nome dela nada tem relação com antiga Conrad e conseguiu um contratinho para publicar Ayako, de Osamu Tezuka.

Legal, né? Seria mais uma editora para lançar coisas e tirar monopólio. Mas a melhor parte da história vem agora:

O MANGÁ VAI CUSTAR NADA MENOS QUE CENTO E TRINTA REAIS!!! Ok, vai ter 720 páginas, capa dura… MAS SÃO CENTO E TRINTA GOLPINHOOOOOS!!!

Eu poderia vir aqui falar que é um preço elevado, mas isso está meio óbvio. Poderia também falar que isso mostra que mangá é para um nicho endinheirado, mas desde sempre Tezuka foi considerado algo de ~alto nível~. Outra coisa que poderia falar é que isso vai afastar MUITA gente, mas sempre vai ter alguém em grupo de Facebook falando que a altruísta Amazon fará algum desconto de 99,9%+fretegrátis.

A única coisa que posso falar com certeza é que, mesmo tendo chegado aos três dígitos no preço, ele ainda tá mais barato que comprar mangá raro em loja oportunista:

38 comentários em “Ayako, o primeiro mangá que custa mais de 100 reais

  1. Eu sinceramente n sei dizer se o preço ta justo ou n. De qualquer maneira n ia comprar. Reconheço a importância do Tezuka, mas n sou tão putinha dele a ponto de ir atrás da obra.

    Curtir

  2. Caralho One piece 1, 200 pau e eu quase dando o meu de graça pra ter um espaço

    Curtido por 2 pessoas

  3. chezuis amado do céu… mas e esse mangá? é sobre o que afinal? ‘-‘ é tão “do mesmo criador de astroboy” que vale o risco de jogar isso pro mercado de luxo?

    Curtido por 3 pessoas

  4. ainda bem que eu não tenho interesse nenhum em ler (quanto mais comprar) isso

    meus sentimentos pra quem é pobre e vai querer comprar esse mangá mesmo assim

    Curtir

  5. Pior que se comparar com a maioria das HQ’s da Panini nesse estilo tijolão e capa dura, tá barato.

    Infelizmente, ficamos naquela dependência de ficar sempre esperando promoção nas Amazon da vida.

    Curtir

  6. Não imaginava ver este mangá no Brasil.
    Por incrível que pareça, não me surpreendo com o preço…
    Quero ver lançarem o Ode to kirihito, também do Tezuka.

    Curtir

  7. Na Comix o mangá de Fairy Tail vol,1 tá de 99.90 nessa semana eu comprei o mesmo volume por 18 reais lacrado e com frete na Estante Virtual

    Curtir

  8. Custava dividir em dois volumes (ou até mais)? Mas é claro, tem que superfaturar pra valorizar os descontos da Amazon, é sempre assim. Até quando vamos ser reféns dessa picaretagem nefasta dessas editoras ladras e que ainda por cima fazem um trabalho amador.

    Curtir

  9. Está caro? Está, mas se dividissem seria mais caro ainda, vide CDZ pela JBC que custa R$65,00 um volume com umas 250 paginas, no mais, para quem ja esta acostumado a comprar livros/HQs em capa dura, esse preço está na média

    Curtido por 1 pessoa

  10. Ah, então a Veneta tem o dna velho da Conrad? Isso explica bastante coisa…
    Vou repetir o que eu disse na BBM, mangás do Tezuka tem valor histórico. Só. Não é pra botar esses mangás num pedestal de ouro, deveria ser algo acessível até pra quem estuda mangá.
    Vejam, a JBC quando publicou Tezuka (com o Princesa e o Cavaleiro) fez barato.
    As edições da Coleção Osamu Tezuka da Newpop são mais caras, mas não custam absurdos.
    Agora me vem isso.
    PUTAQUEPARIU MEU!
    Tomara que essa droga encalhe. Tomara. E que essa editora “De_Veneta” nunca mais respire perto de um contrato de licenciamento de mangá!

    Curtido por 3 pessoas

  11. Não sei se terá algumas páginas coloridas, mas 720 pgs custando R$ 120, 00 tá um preço justo. A jbc lançou Akira com 362 pgs, por R$ 69,90. Fazendo as contas, dá pra ver que o valor tá legal. Só achei arriscado demais lançarem esse negócio de uma vez só, aliás, lançar esse material parece ser um risco enorme. Não sei se a juventude (e os adultos que não cresceram) de hoje, com seus One Piece, Toriko e afins vão torrar essa grana toda nesse mangá.

    Curtido por 2 pessoas

  12. Como foi exposto nos comentários acima, o mangá deveria ser lançado num formato com preço mais acessível. Até porque, o Tezuka pode até receber a alcunha de “Deus dos Mangás”, mas convenhamos: tem muito mangá com a arte mais trabalhada que a dele e custando bem menos. O lance agora das editoras é lançar tudo em versão de luxo, pros sommelieres de papel e lombadas exporem na estante.

    Curtido por 1 pessoa

  13. O mangá é sobre uma família japonesa sobrevivendo após a Segunda Guerra.
    O que a menina pelada na capa tem a ver?

    Curtido por 1 pessoa

  14. Prefiro ler pirateado e comprar o original em japonês pra deixar de enfeite.

    Fiz isso com Hi no Tori que as edições em inglês tão custando isso do one piece 1 ai, só que em dólares.

    Curtir

  15. Típico de comunista, reclama do preço das coisas mas no final vai usar o dinheiro do Bolsa Família para comprar. Isso aqui não é o Japão, a gente vive em um país com uma carga tributária absurda que dá saída livre da prisão nos feriados para os condenados. O que a editora faz ou deixa de fazer é problema dela, até parece que todo mundo que tá comentando aqui conhece esse mangá aí do Tezuka. Ele já escreveu umas bombas espetaculares como por exemplo o Thunder Mask, que ele criou para ajudar os ex-funcionários da divisão de live-action da Mushi Pro., que se transformou em Hiromi Productions sob o comando deles.

    Curtir

  16. No site oportunista tem o volume 1 de Card Captor Sakura – Edição Especial à 199,90 golpinhos, comprei na Saraiva por 10 contos!

    Vou tentar comprar esse Ayako daqui 3 anos com 80% ou 90% de desconto!

    Curtir

  17. Ok, vamos fazer uma brincadeira, aqui tem o site da editora que publicou Ayako nos EUA.
    http://www.vertical-inc.com/books/ayako.html

    Capa dura = US$ 26,95
    Capa comum = US$ 24,95

    Dólar tá uns R$ 3,00 e uns quebrados, certo? Então…

    Capa dura = R$ 89,00 e uns quebrados. 90 Reais, pra arredondar.
    Capa comum = R$ 82,00 e uns quebrados. Vamos dizer 85 Reais.

    Quanto tá mesmo o capa dura traduzido que vai sair? Pois é… =) Que margem de lucro fabulosa!
    Mas espere, de onde veio esse link?

    Hmm…acho que já sei onde comprar. Seriosamente.

    Curtido por 1 pessoa

  18. Larguem de ser frescos.

    estão embarcando no mesmo mercado que a panini já pavimentou com quadrinhos americanos. Lançamentos em capa dura com preços próximos dos 100 reais.

    e provavelmente este ainda terá mais páginas do que um TP da marvel ou DC de 100 reais.

    e espero que o cidadão que cita a margem de lucro aí acima tenha sido irônico, porque senão só foi burro.

    Curtir

  19. Esse Rogério de Campos é um picareta. Foi ele que disse que não importa a venda de outros mangás, já que Vagabond (ha) e Calvin & Haroldo bancavam tudo.

    Quero ver ele ter a dignidade de lançar Nausicäa completo agora.

    Curtir

  20. Uê, mas são os tempos de hoje. Se até quadrinho Disney estão sendo vendidos a capa dura com papel de primeira qualidade e todos aquele trato de colecionadô não me admira essa atitude. Aliás o ex Conrad aí entende bem do riscado para uma decisão dessas, até porque o que afundou a editora foi a tentativa de gourmetização na época, só que ainda tinha produtos mais populares para desafiar. Hoje com tudo sendo nicho, vai ser mais um. Ainda mais Tezuka que é um tiro no escuro num deserto feito por um cego vendado.

    Curtir

  21. @thefool e lembra também que se comprar no book depository é frete grátis, não é como eletrônico que você tem que pagar 60% de imposto.

    Curtido por 1 pessoa

  22. @ Jasque: Eu só não citei o Book Depository porque não uso ele… mas é!

    @ Bk: Sim, eu estou sendo irônico. O editor da Veneta nunca vai falar abertamente de quanto foi o contrato de licenciamento, qual a tiragem de Ayako e porque raios capa dura, sendo que até nos EUA tem opção de capa comum. Também não vai comentar onde foi a gráfica que ele mandou imprimir o bagulho.
    Como eu queria que as negociações, custos e prazos foram 100% transparentes e expostos pra todo mundo ver, mas isso não existe, estou sendo ingênuo, e o que nos resta é especular.
    Cultura editorial no Brasil é um cu.
    Olha isso:
    https://www.lojanewpop.com.br/helter-skelter

    25 Paus por capa comum e 300 páginas.
    E a Newpop não é exatamente uma das maiores editoras de mangá do Brasil, mas basta um pouco de boa vontade que tu chega num preço justo.
    Só que ao que parece, “boa vontade” não tá no dicionário da Veneta.

    Curtir

  23. Vendo do que se trata e comparando os lançamentos em outros países por que não adotaram o lançamento em 3 volumes? Seria melhor lançarem assim, mesmo com todos os incrementos que querem botar na publicação seria mais prático e melhor pro bolso. Não há uma justificativa que entre na cabeça de lançar num formato Bíblia um mangá que praticamente tem seus volumes uma grossura considerável.

    Curtido por 2 pessoas

  24. @BK cala tua boca, nem todos aqui são ricos a ponto de cagar dinheiro igual você.

    Curtir

  25. Nem eu, até porque não é um título de forte apelo do autor. Pode ser uma pérola desconhecida, mas até onde se sabe só tem o peso do Tezuka e um possível cult Underground. Até pela temática merecia ser lançado em volumes de forma básica.

    Curtir

  26. Num debate sobre tiragens de livros no Brasil se comparado com outros países tem uma diferença muito importante: custos de escala. Essa sempre foi e ainda é para várias editoras, a maior dificuldade em formatação de preços.
    Veja, obras clássicas da filosofia ou da literatura, são editadas em preços acessíveis, na maior parte das vezes em coleções de jornais (principalmente a Folha é quem faz isso), pois o custo da obra está ligado à demanda da obra.
    Além das exigências dos editores originais.
    Nos anos que trabalhei no ramo, uma das grandes dificuldades de publicação era o nível de exigência. Até pq a maioria dos autores estava ou estão vivos e eles faziam muitas exigências.
    O caso do Nausicaä do vale do vento foi um dos mais complexos: a negociação durou anos. Aprovação de procedência de papel e composição química da tinta, para entender a complexidade (o que se explica por um autor muito comprometido com a Causa Ecológica, como Hayao).
    Há algumas informações imprecisas, produto de anos de histórias sem fundamento ou factualidade.
    No caso da história da Conrad, vale retomar o histórico fundamental: antes da própria Conrad, era Acme onde surge a revista Herói. Ela foi um estouro de vendas por conta de CDZ. Mas na sequência, foi publicações ligadas as Chiquititas que venderam muito. Depois disso, veio a febre Pokemon, com a Conrad editando a Pokemon Club, revista oficial sobre Pokemon, semanal. Era uma equipe e tanto que fazia a Pokemon: Liliam Maruyama, Pablo Miyazawa, Roger Motoda entre vários outros. Paralelo a isso, houve também as revistas de Games: Nintendo World, Game World, Playstatin…
    E nesse meio tempo surge a Conrad Livros, divisão de livros.
    A publicação dos mangás começou com a primeira edição de GEN (em leitura ocidental, com base na edição internacional da obra, em 4 volumes). O sucesso desse livro foi importante. Acho que ele rendeu mais mídia que a maioria dos demais livros.
    O lance é que muita coisa andou. O sucesso de DB, DBZ e CDZ foi estrondoso também (mas ainda inferior ao de Pokemon Club, mesmo se segurou mais tempo). Todos os outros títulos em geral começavam vendendo 1/3 ou 1/4 do que CDZ e DB vendiam. Em parte pq as pessoas tinham menos grana para gastar em várias obras simultâneas e em parte por não terem o suporte da TV. One Piece se tivesse acesso a TV teria sido um sucesso. Por outro lado a própria TV brasileira mudou (pouco espaço na TV aberta para desenhos animados), fez o público novo ficar em nichos especializados.
    Todas essas mudanças causaram transformações. Diferenças entre os 3 sócios da editora levaram a uma divisão da empresa, onde um dos sócios levou toda área de jornalismo para um novo projeto editorial (games, revistas…). Ficando a Conrad só com livros, mangás e novos projetos.
    A crise começa ai: empresa muito grande (chegou a ter uns 70 funcionários), dividida e passando a operar separadamente. A empresa foi se segurando, com CDZ Ep. G, mas era muito menos do que a necessidade. Ainda que alguns projetos editoriais tenham sido bem bacanas como as edições do Neil Gaiman (Sandman edição definitiva que organizei junto com Mateus Potumati e com uma valorosa ajuda do Sidney Gusman que viabilizou uma edição que fez a DC produzir uma similar nos EUA posteriormente). Depois Calvin chegou e ajudou muito as vendas.
    Com o passar do tempo, a redução das vendas e uma segunda crise entre os sócios restantes levou a empresa a entrar no processo de venda no mercado sendo comprada pela IBEP/Companhia Editora Nacional. O atual diretor da Veneta foi por alguns anos diretor editorial da Conrad/IBEP. Depois saiu e ficou afastado da publicação por razões contratuais.
    Hoje investe no que sabe fazer: edições de quadrinhos. Quem conhece obras lançadas pela Veneta sabe da qualidade: DO INFERNO do Alan Moore, Tungstênio e Hinário Nacional do Marcelo Quintanilla, Revolução do Robert Crumb e outros. E dois lançamentos fundamentais, que devem ser lidos o quadrinho peruano Sendero Luminoso: história de uma guerra suja, espetacular e o mais recente Angola Janga, do Marcelo D’Salete um romance histórico do Quilombo de Palmares.
    Me parece que o Ayako não é uma edição para ser comparada com mangás em geral. Em primeiro lugar pela corajosa decisão de lançar a obra inteira, numa edição feita para quem guarda quadrinhos. Edição capa dura, com a história completa (ou seja, não há risco da obra ficar inviável de continuar a publicação). O custo por página de 0,18 centavos. De certo modo, segue o padrão de mercado para obras deste tipo. Por exemplo a antologia do Homem Aranha da Panini, sai por 120 reais com 320 páginas (0,37 centavos por página, mas é bom lembrar que é colorido, o que faz o preço ser até certo ponto dentro de certos paramentos do mercado nacional). O critério preço por página é o mais sensato, sempre lembrando que os “mangás de banca”, tem uma durabilidade muito menor pois sua estrutura é pensada para se desfazer: papel que degrada, amarela, ondula… Cola que cristaliza e rompe as colagens.
    O adequado no caso do Ayako é comparar com livros. O último do Dan Brown custa 0,11 centavos por página. O último da Fernanda Torres sai 0,20 centavos por página.
    – –
    É caro? Claro. Basta usar a referência do salário mínimo que o governo acabou de abaixar em 10 reais a proposta de reajuste. Ou seja, é um livro caro para a renda média brasileira. E as causas são duas principais: 1) a renda da família brasileira média é muito baixa, e está ficando pior com a política econômica de privatização, corte de serviços públicos, arrocho salarial e demissões (que por sua vez alimentam negativamente a economia); 2) a escala de produção editorial, pois um livro como o Ayako vai ter uma tiragem de 3000, 4000 exemplares. E dificilmente terá reedição, pois não terá mais capacidade de saída que viabilize custos industriais. Ou seja, é um livro cujo condições do mercado brasileiro condenam ele a ter uma edição restrita, lamentavelmente.
    Boa noite galera.

    Curtido por 2 pessoas

  27. Um último comentário: conhecendo a Amazon, que pelo visto terá exclusividade inicial de pré-lançamento do livro, acompanhem de perto, eles sempre fazem descontos maiores que os que as editoras oferecem para eles. É um tipo agressivo de marketing: recebem 50/55% de desconto e das editoras e oferecem os livros com até 65% de desconto. Fiquem de olho.

    Curtir

  28. Não sei qual é a surpresa. Esse mangá compila 3 tankos em um único volume, ou seja, cada volume sai por R$ 43,30. O preço cobrado não é tão diferente do preço do kanzenban da JBC, nem diferente de livros em capa dura. Sem contar que ficará por menos de 100 reais na Amazon e Saraiva.

    Curtido por 1 pessoa

  29. Mas só eu penso nessas coisas, gilberto. Reclamar se tornou o principal passatempo do brasileiro desde quando eliminaram a geral dos estádios e o futebol passou para o segundo lugar. Reclamar também é a principal desculpa para o brasileiro não fazer absolutamente nada com a sua vida, porque “ah, mas eu já estou reclamando, diferente dessa gente que aceita ser explorada”, dirão eles.

    Curtir

  30. Reclamar é um direito. O problema é que não se reclama do principal que são os problemas coletivos do mercado de mangás/quadrinhos/livros. Trata-se de problemas tipo Tostines.
    A renda do brasileiro é baixa, ele consome poucos produtos culturais, ao consumir poucos produtos (livros, shows…) faz o mercado operar em custos altos pela baixa escala. A baixa escala de produção/realização faz os preços subirem fazendo com que as pessoas consumam menos…

    Curtir

  31. @Alexandre Linares , você acertou tudo sobre os livros, menos na economia do Brasil…camarada, como assim privatizações afeta economia brasileira negativamente? é graças as estatais públicas que este país que o salário minimo não passa de mil reais… os governos passados gastaram e muito… Brasil sustenta quase 150 estatais(50 criado por lula e dilma) .. que são cabide de emprego.. nenhum país de primeiro mundo tem tudo isso de estatal… sobre o corte de gastos, não se pode gastar mais do que recebe é mesma coisa com a gente, se gastar mais do que recebe é divida…, não quer corte de gastos ? temos 3 opções ,

    1>imprimir dinheiro , aumentar a inflação e a população perde poder de compra prejudicando mais ainda ainda a população, 2> endividamento, e com isso aumentando mais ainda os juros dos bancos e a conta fica para a população, 3> aumento de impostos, mais ainda ? …então o que você disse é uma tremenda utopia… é necessário controlar gasto público..

    quanto menos serviços públicos , melhora o país, estatal publica não produz nada, não rende nada, é gasto atoa….uma hora a conta chega… por isso que o melhor para o país é estado minimo…com isso os impostos não são para sustentar estatais ridículas e sim dinheiro na mão da população, ai eles podem gastar como querem, livros, shows… etc, afinal teria menos impostos, economia liberal…

    não to defendendo Temer, afinal ele era vice da Dilma, não passa de bostal também, apenas menos pior.

    Curtir

Os comentários estão fechados.