Aleatoriedades

As melhores coisas que li e assisti em 2017

Hoje é dia de Natal, o feriado em que cai um raio de esperança e bondade em todos os seres humanos da Terra e perdemos automaticamente a vontade de sair por aí arranjando treta, mandar intriguinha ou simplesmente falar dos absurdos do nosso mercado editorial de mangás. Como fui também possuída por esse espírito natalino, só me resta fazer a tradicional lista das melhores coisas que li e assisti nesse ano de 2017. Como já deu pra perceber no título, dessa vez eu vou incluir animes também porque, acreditem, teve coisa boa sim! Lembrando que não estamos falando necessariamente de coisas que saíram esse ano, e sim que euzinha vi esse ano. Então IKIMASU ver o que rolou!

A Voz do Silêncio (mangá – NewPOP)

E já quero começar o post com um dos mangás que mais me cativaram esse ano. Completamente alienada ao plot desse negócio, cheguei em A Voz do Silêncio sem saber o que me esperava e tive uma boa surpresa. É fácil a galera falar que odeia slice of life quando a única referência do gênero são animes entulhados de coisinhas moe, mas A Voz do Silêncio está aí que dá pra fazer uma história muito legal apenas mostrando o dia a dia de dois jovens e suas relações bem perturbadas. Além de uma boa história, ajudou a galera que prestou ENEM esse ano!

Divisão 5 (mangá – Draco Editora)

A editora Draco, especialista em pegar vencedores do BMA da JBC para publicar, deu uma chance para Wagner Elias e Rafa Santos mostrarem que têm capacidade de criar uma série de ação e humor com traço legal e uma narrativa bem interessante. Já falei desse mangá neste post AQUI, e ele continua como uma das leituras legais do ano.

Pride – O Supercampeão (mangá – Nova Sampa)

Acredite ou não, tem até Nova Sampa na lista dos mais lidos. Fiz piada com a editoração porca desse título, mas ele é surpreendente legal. Ok, o autor é incapaz de desenhar anatomia e proporção quando rola uma partida de futebol, mas nas outras situações ele é um mangá bem desenvolvido. E me chamou a atenção também que o mangá não se trata de um supercampeão como o título brasileiro tenta emplacar, e sim é uma história sobre orgulho de vários personagens envolvidos no universo do futebol. Ou seja, acompanhamos várias histórias de pessoas diferentes que até se cruzam em alguns momentos. Pena que vamos ficar sem ler o final, porque a chance da Nova Sampa lançar os últimos 2 volumes é tão grande quanto o verdadeiro Papai Noel entrar na minha casa e comer cookies comigo.

Mob Psycho 100 (mangá – Panini)

Amo mangá de humor, mas os títulos do gênero que saem por aqui são ruins de doer. Ou vai me dizer que dá pra dar risada verdadeira de Arakawa Under the Bridge (que dropei faz um tempinho) ou Hetalia? Por sorte a Panini lançou Mob Psycho 100 que consegue fazer rir verdadeiramente. O mangá é ótimo, e achei que ficou até mais engraçado que o anime por causa do traço do ONE. Parabéns para a editora por ter arriscado lançar algo tão feio por aqui!

ReLife (mangá – Crunchy Mangás)

Muitas pessoas não sabem que a assinatura da Crunchyroll garante a leitura de mangás digitais, e muitas pessoas não sabem que tem muito mangá legal por lá. Um deles é ReLife, uma história sobre um cara desempregado que toma uma pílula e fica com aparência de jovem, e participa de um projeto que vai observar ele estudando no ensino médio. O anime é até legalzinho, mas o ritmo das piadas no mangá é impagável.

Nanamaru Sanbatsu (anime – Crunchyroll)

Esse anime que estreou esse ano apenas é um shonen de esporte, só que o esporte da vez é um clube de quiz da escola. Sim, quiz, aquele negócio de responder perguntas de conhecimentos gerais. Cada quiz tem suas próprias regras, então torna as competições uma mistura dos jogos mentais de Yu-Gi-Oh, das regras de Hunter x Hunter e da diversão do Passa ou Repassa do Celso Portioli. Falei mais sobre esse anime AQUI.

Yamada e as Sete Bruxas (anime – Crunchyroll)

É harém, mas é legal. Um dos primeiros animes dublados lançados pela Crunchyroll tem a premissa simples de um garoto que troca de corpo toda vez que beija alguém. A história dá umas voltas meio absurdas, mas divertidas. Em alguns momentos você se pega numa suruba de acontecimentos que dá um nó na cabeça, mas é uma história bem gostosinha de matar o tempo. Parto do princípio que não é preciso ser algo muito cabeça para divertir.

Dragon Ball Super (anime – crunchyroll)

Há alguns meses, logo quando acabou a saga do Goku Black e ia começar o torneio dos universos, fiz um post falando prevendo que o negócio ia ser uma bosta sem tamanho. Fico feliz em estar completamente errada, porque a atual fase de Dragon Ball Super está muito divertida e alegrou meu ano de 2017. A mudança nas regras dos engessados torneios da série fez bem ao anime, e pudemos nos divertir com personagens como Androide 17, Bibriane (pelo menos até ela ser arrastada pelo roteiro), Mestre Kame e o Freeza. Tá, o Goku continua sendo o protagonista mala que ganha tempo demais de cena e Vegetinha virou figurante de luxo, mas o anime continua muito divertido. Menos quando o Goku tá usando poderzinho e tirando novos golpes do cu.

Your Name (anime – Netflix)

Como blogueira especializada em novelas, reality shows e cultura animangática, não passei incólume pelo fenômeno Your Name. Assisti ao filme faz poucos dias, mas ele mexeu comigo de uma forma muito positiva e sim, chorei bastante em dois pontos do filme. Assista. E se você não souber do que se trata, apenas não leia nada e assista.

Bem, amanhã passa esse espírito natalino e posso voltar com as PIORES COISAS QUE LI E ASSISTI EM 2017.

11 comentários em “As melhores coisas que li e assisti em 2017

  1. Depois do jogo de android do Super Campeões q me impressionou bastante e agora essa critic, to quase arriscando Pride, foda q n vai acabar.

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  2. putz, sério que vc gostou de pride???? olha… coragem, viu

    não conhecia relife, vou procurar pra ler <3 gostei

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  3. “Bem, amanhã passa esse espírito natalino e posso voltar com as PIORES COISAS QUE LI E ASSISTI EM 2017.”

    É pra isso que eu pago a internet

    Curtido por 1 pessoa

  4. Falando nisso, o mangá original dos supercampeões é bem legalzinho também.

    Recomendo quem assistiu o J continuar de onde parou a copa da ásia.

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  5. Your Name é bobinho, te surpreende lá pelo meio, tem um final pouco corajoso mas satisfatório.

    Gostei bastante também.

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