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Por onde andam os anúncios da JBC? Um beijo, anúncios da JBC!

Quem acompanha grupos de otakus em redes sociais está acostumado a boataria sem fundamentos espalhada por perfis com fotinhos de personagens de anime, e um dos papos que a gente mais escuta é que a JBC está falindo. O motivo para as pessoas imaginarem isso é bem simples, pois nos últimos meses a editora mudou a periodicidade de seus títulos e reduziu drasticamente a quantidade de coisa que tem colocado nas bancas. Claro que isso não quer dizer nada, mas temos observado que uma coisa está bem feia na JBC: a perspectiva de novos títulos.

Ontem, completamente de surpresa, Cassius Medauar surgiu no Henshin Online para falar de algo que não era a indefinição de Akira e Inuyasha: uma NOVIDADE JBC. Seria um anúncio de novo título? Uma nova republicação? Um CD Book de Cavaleiros dublado por Marcelo Del Greco? Infelizmente, o anúncio era só um databook de Ghost in the Shell feito pela Grande Nação Japonesa para aproveitar o hype do filme.

Vamos ser bem sinceros: quem se importa com databooks no Burajiru? A gente compra pra botar na estante e não ler. O texto pode estar em sânscrito que ninguém vai notar. E a decepção que foi esse anúncio fez surgir uma pergunta em mim: quando foi a última vez que a JBC anunciou algo? Fiz esse mega-elaborado infográfico com TODOS os anúncios da JBC de março de 2017 até abril do ano passado:

Percebam que, tirando republicações e material caça-níquel, o último mangá mesmo foi Blame cinco meses atrás. E antes dele foi My Hero Academia nada menos que seis meses antes. Em todo evento, a JBC sempre avisa que vai primeiro lançar os títulos que prometeu e ainda não lançou. O problema é que os anúncios feitos além de terem quase um ano de idade já não são exatamente os títulos maaaais empolgantes (quem aí tá vibrando por Sakura Wars e Samurai 7?).

Claro que ninguém aqui espera algo parecido com a Panini, que anuncia um mangá AAA da Shonen Jump cada vez que Beth Kodama dá um abraço em seus gatos (eu até já critiquei isso um tempo atrás), mas a JBC está num ponto não muito legal para quem espera novos mangás.

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11 comentários em “Por onde andam os anúncios da JBC? Um beijo, anúncios da JBC!

  1. Curioso, ainda mais que com o mega sucesso de GitS (e aparentemente também do Kazemban de CDZ) era de se esperar que a editora desse um gás em suas publicações.

    Devem estar arrancando os cabelos com Akira provavelmente.

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  2. Considerando que os preços de manga aumentaram muito e que os “anúncios” de relançamentos e lançamentos nem foram (ou estão programados para ir as bancas) acho que é até bom que parem de falar que algum dia, de alguma forma, em algum universo vão lançar os títulos. E lembrando que quando teve um pacote de anúncios teve Ageha (um desastre impresso) prefiro poucos títulos com certeza que estão realmente vindo.

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  3. Peraí, GITS não conta como material inédito? Eu acho bom darem um tempo em anúncios e tentar imundar as bancas e lojas com 832 titulos por mês. Está difícil manter os atuais, achar orçamento para mais está quase impossível.

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  4. Primeiro tem que garantir o retorno com CDZ edição de diamante, senão nem adianta anunciar mesmo

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  5. Eu disse que o Kanzenban de Cavs iria falir a JBC tal qual o Kanzenban de DragonBall faliu a Conrad. Será? Quem viver verá…

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  6. Para de explorar a fragilidade da fase que a JBC enfrenta como se fosse um programa da tarde com Claudete Troiano.

    Pelo menos nesses programas tínhamos gincanas de valendo produtos Zaeli… Cade o sorteio de mangás encalhados do Onigiri?

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  7. Que fim levou Densha Otoko? Chegou a ser publicado ou formalmente “desanunciado”?

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  8. Nao acho que a JBC esteja falindo (espero que não, não suportaria o alvoroço online e os fogos que o os fanboys da Panini fariam), mas que realmente ela anda ruim em questão de anúncios. Aposto que se lançassem Jojo, Kami-sama os abençoaria e eles voltariam a brilhar no mercado (*sarcasm*)

    P.S.: Ler os textos da Mara me faz pensar que sou a única pessoa do Brasil que gosta de Databooks, que comprou todos os lançados no Brasil, e que realmente os leu. Fico me achando um desocupado por ter parado e lido aquele monte de texto.

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