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É TRI!!! Vagabond conseguiu ser cancelado pela TERCEIRA VEZ no Brasil

Não vou ser hipócrita, você já deve ter lido em qualquer outro canto da Internet que a editora Nova Sampa comunicou o fim de Vagabond. Também não vou bancar a repetitiva e dizer “viram só? Eu avisei, eu avisei!” porque estou tentando deixar de ser uma jornalista especializada em urubuzices. Se já sabemos que foi uma burrice sem tamanho lançar o Vagabond daquela forma e que eles tomaram no Ooku imprimindo milhares de edições pra vender só 300, o que é que vou fazer aqui? Simples, tem uma pequeno detalhe que as pessoas estão deixando de lado da declaração do cancelamento. IKIMASU ver o textão cheio de rancor e ressentimento na página da Nova Sampa!!!!

nova-sampa-vagabond

DEIXA EU VER SE A OTAKA AQUI ENTENDEU

Apesar de ter usado a desculpa da ~crise~ (que será resolvida com presidenciáveis infláveis e taxações de grandes fortunas), na verdade a Nova Sampa perdeu os direitos das obras (no plural? Slam Dunk tava no meio?) do Takehiko Inoue para OUTRA EDITORA. Quem será a falsiane que fez isso? Temos algumas apostas:

*Editora Panini: Truque de dinheiro infinito, lembram?

*Alto Astral Editora: Precisa ter muito alto astral e otimismo para publicar um mangá já cancelado outras três vezes no Burajiru.

*Editora JBC: Desesperada que amanhã tem um Henshin Online e eles não anunciaram nada há mais de duas semanas, talvez eles tenham comprado Vagabond pra publicar pelo selo Ink Comics, afinal um mangá japonês de um autor famoso é exatamente o tipo de produto diferenciado que sairia pelo selo.

Mas voltando ao assunto, eu só achei um pouco indelicado da tal editora ter furado o olho de outra editora e “pego” um mangá que estava em publicação por outra (mesmo que a tal publicação fosse vagabunda). Mas aí também culpado é o autor e editora japa por terem topado isso. Então, por ter sido seduzido por um plano editorial provavelmente melhor e por uma melhor condição financeira, declaro o Takehiko Inoue…

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20 comentários em “É TRI!!! Vagabond conseguiu ser cancelado pela TERCEIRA VEZ no Brasil

  1. E a melhor parte do texto é:
    ”afinal um mangá japonês de um autor famoso é exatamente o tipo de produto diferenciado que sairia pelo selo.”
    Ainda desafio a Mara a descobrir oque de fato é o selo INK, de resto parabéns pelo texto, muito bom.

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  2. E eu ainda fico surpreso de terem conseguido 300 idiotas que tiveram coragem de pagar R$40 em um mangá editado pelo Del Greco, que geralmente são sempre feitos nas coxas.

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  3. Fábio Macieira leu meus pensamentos. Dei risada aqui com a parte do selo INK. Sempre que o citam é engraçado.

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  4. “O textão parece aquelas garotas que perderam o namorado pra outra” AEHAUHAEUHE, muito bom, não to por dentro de vagabond, mas qual foi a outra editora? além da conrad e nova sampa? já que está sendo cancelado pela terceira vez

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  5. Com toda a certa, José Roberto Pereira (JPR, o BK, Lord Seth, Negroponte e afins) está rindo litros, onde quer que ele esteja agora! Me recordo de um podcast dele de uns quatro anos atrás (ou mais) em que ele já cantava essa bola do cancelamento indiscriminado de títulos por JBC, Conrad e essas porras aí, do quanto isso era uma prática comum nesse país de merda que é o Brasil e do quanto isso era prejudicial ao leitor. Eu mesmo fui uma pseudo-vítima disso: conheci alguém que tentou fazer uma coleção dos mangás Monster (Naoki Urasawa) e de um outro que versava sobre corrupção no meio político japonês (cujo título não me lembro) e, conforme essa pessoa ia comprando e lendo, ela me emprestava pra eu ler… fiquei completamente no vácuo após alguns números porque a editora (uma dessas duas acima, também não me lembro qual – por favor, me ajudem se alguém lembrar!) simplesmente parou de publicar!

    Aí, pergunto: até quando vai esse amadorismo e essa falta de responsabilidade para com o cliente? Até quando o BK estará certo?

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  6. O que esperam de um mercado de mangás com tiragens que não alimentam seus consumidores e que não se esforça para conquistar novos leitores? É essa merda aí mal gerida. E os próprios donos da bagaça não estão nem aí.

    Aí reclama da pirataria dos scans.

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  7. Eu cai nesse drible do ronaldinho gaucho ai, pagando 40 dilmas nessas ediçoes desgraçadas. No fim, acho que a culpa de verdade é da propria otacaiada brasileira, que prefere esses mangás requentados mil vezes do que algo que ainda nao foi publicado inteiro por aqui. Cada vez menos sinto vontade de comprar essas bostas.

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  8. Olá, Emanon! Era beeeeeem esse o nome do mangá mesmo: “Sanctuary”. Puta história legal, envolvente e bem desenhada. Parecia até que eu tava lendo algo que ocorria no Brasil, pra você ver como esse lance de corrupção é universal! Muito obrigado pela recordação! :-)

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