Aleatoriedades

A história da periquita

Um dia, quando eu era bem criancinha, minha mãe me deu uma lição de moral. Eu havia acabado de fazer xixi no banheiro e, sapeca como toda criança, saí correndo do troninho assim que acabei. Lembro que minha mãe me pegou pelo braço, me deu uns tapas na bunda (que era como funcionava a educação antes da invenção do cantinho da disciplina) e falou aquelas palavras que nunca esqueci:

– Pare de ser apressada! Você precisa limpar o xixi da sua periquita antes de você fazer outra coisa! Volta lá e limpa!

O bom dessa história é que ela pode ser usada para muitos casos, como por exemplo no novo lançamento da Editora Jambô (aquela que imprime 5 cópias de cada livro e vende a um preço maior que o de um carro popular):


Alguém sabe me dizer o nome dessa periquita?

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30 comentários em “A história da periquita

  1. ERRADO! Prá isso aí ser genuinamente brasileiro, o mecha tem que tá vestido de passista.

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  2. ERRADO! Prá isso aí ser genuinamente brasileiro, o mecha tem que tá vestido de passista.²

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  3. “Como sempre, quando o assunto é o Lancaster, não tem data certa de lançamento. XD” [2]

    O nome dessa? Hum…Gund…(não, esse já existe…)…talvez o “Estelar” na capa seja o nome dessa coisa, “Brigada Ligeira, Estelar”…(Mas eu acho que é Gundaneiro, o robô carioca…)

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  4. Parece que o Lancaster fez isso ai na pressa, pois ja vi ilustrações de Mecha dele infinitamente superiores a esta que não passa de uma cópia descarada do design do Turn A Gundam.

    Falando em projetos mortos, perguntem pro lancaster o que aconteceu com Sistema Corso. rs

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  5. Mas ele tá focando em uma coisa de cada vez. Ele já focou no enterro da Ação Magazine e, ligeiro como a brigada, já entrou no novo projeto.

    E eu discordo; pra ser genuinamente brasieiro, o mecha tem que tá vestido de periguete.

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  6. Em breve mais pauta pra você, ou não.

    Ômega revelou oficialmente sua amazona de ouro. Olha só que revolução, as feministas devem estar orgulhosas.

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  7. Olha, sendo bem sincero.
    Legal estar saindo mais coisa pra 3D&T, eu sendo jogador de RPG fico contente.
    Contudo, sem perseguição pro lado do Lancaster, mas porra…
    Robô gigante mesmo?
    Eu acho isso tão sem apelo pro pessoal do RPG aqui, cara…
    E uma outra coisa: se o livro não tá pronto ainda, mas tem ilustração oficial e o caramba, NÃO ME DIVULGUEM!
    Porra, é o mesmo caso do Estúdio Seasons e aquele mangá, Helena. Se não tá pronto ainda ou pelo menos perto da conclusão, não fala nada, faz favor!
    Agora me faz anuncio da coisa, mostra capa, logotipo e blablabla e mete um “sem previsão de lançamento” ? Então porque estão divulgando isso?
    É prestação de contas agora? Ou entendi algo errado?
    “No mês tal do ano tal, Alexandre Lancaster divulgou seu projeto de fazer o livro tal, atestamos assim que ele está em atividade conforme a lei tal, inciso tal e blablabla~”
    Faz favor hein?

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  8. O que acho legal em 3D&T foi que um ano desses saiu o 4D&T, mas foi tão… invisível que o pessoal do Cassaro resolveu esquecer essa versão do jogo e voltar ao 3D&T como se nada tivesse acontecido. (Se bem que para a maioria das pessoas normais não aconteceu nada mesmo, tamanha a irrelevância do cenário…)

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  9. Mas ele tá focando em uma coisa de cada vez. Ele já focou no enterro da Ação Magazine e, ligeiro como a brigada, já entrou no novo projeto. [2]

    Vendo o Lancaster sendo chamado de ESPECIALISTA EM MANGÁ e usado como referência me deprime cada vez mais na questão de eu querer seguir carreira de quadrinista aqui no Brasil. :/

    O Lancaster é muito equivocado achando que vai conseguir atingir grande alvo com as histórias de gênero antiquado para a atual geração.
    Acho que o Sistema Corso foi o mangá dele que mais chegou perto de ser bom.

    Lancaster é uma piada. Decadente. Não progride nunca. A tal persistência dele já chega a ser teimosia. Não que eu entenda do assunto, mas é preciso ter um pouco de noção para perceber algo tão gritante. Fim.

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  10. É aquela coisa vamos arrumar um título pro cara para poder chamar atenção arrumaram Especialista em Mangá? Porra, eu tenho que arrumar um título pra mim para que eu possa ter mais acessos no meu Blog.

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  11. Eu gosto do 3D&T. É fácil e acomoda uma caralhada de cenários. Já joguei com robôs em outros sistemas (armaduras gigantes no Exalted) e acho a idéia bem interessante; fica depender do cenário em si se fica legal ou não.

    Esse preview não diz muito, mas também não foi o suficiente para me despertar interesse. Não sei se é o design do mecha, se é a palavra Ligeira ali no título, ou se é o apelo à suposta autoridade do cara no segmento, mas… não.

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  12. @ Marksel: 3d&t deveria ser um rpg com apelo mais popular, justamente pra ensinar o pessoal a jogar, Mas algo como “Brigada Ligeira” não me parece algo voltado pra um público mais popular e sim pra quem já joga e gosta de anime de Mechas.
    Quer dizer, tu fazer RPG com cara de “indie” pra um sistema com apelo mais popular é meio “dã, na minha opinião.

    @ Mônica: O ponto é justamente esse: Lancaster é EDITOR da Ação Magazine. Além de editor, ele é dono da editora, precisa correr atrás dos lances de pontos de venda da revista, cobrar os artistas, receber feedback do público e dos fornecedores, e, soma-se a isso: FAZER UM MANGÁ DELE PRA REVISTA.
    Fazer 30 coisas ao mesmo tempo, pra mim, não é nada saudável.
    Mas se ele aguenta o tranco, beleza!

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