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Experiência Mais de Oito Mil – Analisando Beyblade como se fosse um blog qualquer da imprensa especializada (pff)

Um dia desses fiquei me perguntando por que não estou no Genkidama. Achei que era porque eu fazia piadas sem graça, mas aí lembrei que o Leonardo Kitsune tá lá. Então só pode ser porque eu não analiso animes seriamente como a nossa imprensa especializada (pff). Por isso, decidi usar toda a habilidade adquirida lendo reviews de outros blogs e fazer o meu próprio review pedante de anime, no qual eu poderei expor toda a minha cultura superior enquanto estabeleço a minha superioridade sobre todos vocês leitores.

Essa vai ser a minha experiência do dia. Para começar, escolhi um anime fácil. Beyblade. A primeira temporada mesmo, aquela que você fingia que não via mas sempre zoava falando os nomes certos. Então, let it ri…. digo, IKIMASU para a análise!

***


Beyblade é mais uma obra prima da animação japonesa produzida pelo estúdio Madhouse, que é o responsável pelos melhores animes do mundo há vinte anos.  É a história de um garoto espevitado chamado Tyson Granger que participa de ousados duelos envolvendo piões de batalha.

Você leitor não deve ter percebido, mas Tyson não é um nome japonês. Isso acontece porque o anime foi editado e tesourado inescrupulosamente pelos maléficos americanos, porque o nome original dele é Takao. O fracasso do anime com certeza deve estar ligado a isso, tenho quase certeza.


A trama de Beyblade envolve campeonatos disputados com os personagens lutando com seus piões. Tudo não passa de uma forma de pastiche que se refere a uma alegoria da sociedade que se monta nos seres menos pensantes e mais fortes para o erguimento de uma sociedade mais justa, como visto no período Edo da história japonesa. Estes ciclos históricos se repetem constantemente no universo ficcional japonês, e esta constância se mantém até o ponto de virada do plot, que é a vitória de Takao.


Embasando minha opinião nos conceitos da fenomenologia e na variação de perspectiva do filme “Deus e o Diabo na Terra do Sol” do sensacional Glauber Rocha, o anime Beyblade é uma excelente pedida para aquele fim de semana pra você maratonar. É um anime irreverente, com altas doses de aventura, muita comédia e aquela animação linda que podemos esperar da Madhouse. Tem meu selo de qualidade.

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35 comentários em “Experiência Mais de Oito Mil – Analisando Beyblade como se fosse um blog qualquer da imprensa especializada (pff)

  1. Que coragem analisar um anime de profundidade emocional quase abissal como Beyblade. Da próxima vez analise To Love Ru, acho que só você para escrever algo sobre esse anime sem levar em conta toda a putaria envolvida

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  2. Eu admito que até hoje gosto desse anime. Não é tão guilty pleasure quanto eu imaginei que seria.

    Acho que só as temporadas que trocaram o protagonista que não me agradavam.

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  3. Que portal Genkidama o que, escrevendo desse jeito já pode ir pro Maximum Cosmo.

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  4. no final só faltou colocar: “essa turminha se mete em várias confusões, aprontando altas aventuras” xD
    mas sério, tá parecendo q vc tah mais com inveja do que outra coisa…(sendo q vc msm já mostrou q ñ serve pra nada) =/

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  5. Mara acredito q seu blog n esta no Genkidama porque vc sempre se envolve em polemicas quando menos se espera. E esse review falando bem de um anime nem parece vc.

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  6. Faltou a análise do nome americano: Tyson em homenagem ao Mike Tyson e Granger que é a união das palavras “Great Ranger”, evocando a sede de lutar e o poder da vitória.

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  7. É meio óbvio o motivo desse blog não fazer parte de um projeto que é encarado com seriedade.
    Você toca um blog com o intuito de fazer humor, mas as piadas raramente tem graça. Jà foi levantado a questão do motivo, “mais vale um bom post de tempos em tempos, do que uma monte de bosta diária”.

    Concordo que essa é uma pauta boa, diferente daquela bosta de ontem, e olha que eu dificilmente deixo um post sem comentar (claro que isso faz diferença pra você, afinal o blog é seu, e posta o que bem entende, né?).

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  8. Parei de ler no primeiro parágrafo.
    Parabéns, já está no caminho certo da imprensa especializada (pfff)

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  9. Eu concordo com o Kurama. Mas eu nem entro nos sites “especializados” porque nas raras vezes que entro já sei exatamente o que vai estar escrito. Não suporto ler um texto que só confirme o óbvio e jogue panos quentes pra evitar discussões. Mas me divirto com qualquer coisa que tente ser autêntica, mesmo se for uma porcaria sem graça.

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  10. e essa gente que não entende que a mara maravilha está sendo irônica quando fala que quer participar do genkidama? po manolos, isso é apenas outra piada sem graça (segundo a própria)

    pq todo mundo se acha crítico quando está na internet, mas na vida real tem medo até de responder um não quando perguntam ‘tudo bem?’ ¬¬

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  11. Pauta tá fácil pra ninguém.

    Bora analisar as capas dos novos volumes de Vitral e blabla Best Seller, que faz tempo que não tem treta aqui -q

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  12. Ficaria melhor se dividisse em mini-postagens.Ficaria melhor se dividisse em mini-postagens.

    v1:

    “Beyblade e a cultura do consumo:

    Fiquei deveras contente e entusiasmado quando adaptaram esse mangá conhecido como Beyblade(Bakuten Shūto Beiburēdo, no original). O mangá, de Takao Aoki(ironicamente o mesmo nome do protagonista), era publicado originalmente na revista CoroCoro Comic e possue 14 volumes e é destinado a todas as idades.

    Porque eu fiquei feliz? Pois lhe direi a seguir.

    Beyblade vai contra toda a ideologia desse público neo-otaku japonês moezeiro de Akihabara que dorme agarrado com travesseiros de anime(dakimakuras). Vai contra também o que as fujoshis querem, que é ver homens bonitos se atracando, sem falar que não tem nada daqueles haréms que só servem pra adolescentes se masturbarem e sonharem que sua waifu vai cair do céu.

    Beyblade ao invés disso é uma história muito bonita de amizade e superação. Mesmo que seu propósito capitalista seja vender brinquedos, isso não importa. Gostaria que esse tipo de abordagem acontecesse mais vezes, e que caso ocorresse salvaria a indústria que está em decadência desde The End ofEvangelion e que tenta se recuperar com os novos filmes, pelo estúdio Khara. Isso tudo contrapondo o movimento do super flat, como pode conferir nessa minha postagem anterior.

    Muitos reclamam da adaptação americanizada que fizeram, trocando nomes de personagens. Mas não entendem que era necessário, pois ao ocidentalizar o anime ele fica mais acessível a um público de massa.


    etc”

    v2:
    “Muito mais que um jogo de piões

    +imagem do 4chan
    +1 milhão de caracteres

    Enfim, após assistir o anime inteiro, não tenho a menor vergonha de dizer: Let it rip!

    v3:


    Beyblade, um pokémon genérico mas divertido

    Dirigido por Toshifumi Kawase, o mesmo do divertido battle shounen Tenjou Tenge e com roteiro feito por Kazuhiko Soma, mesmo do genérico de garotas mágicas Super Doll Licca-chan em parceria com Tatsuhiko Urahata, de A-channel, aquele Azumangá Daioh genérico, bem underrated.

    Essa combinação não seria nada sem o character design característico de Takahiro Umehara, que trabalhou também em Tenjou Tenge. É importante ter 2 membros da equipe que já trabalharam juntos antes, pois isso só tem a adicionar a consistência do produto final.

    Muitos torcem o nariz dizendo que Beyblade é só mais uma cópia de Pokémon, dessa vez com monstrinhos saindo de piões. Mas é inegável que esse anime tornava nossas manhãs assistindo tv globinho(ou era Angel Mix) muito mais divertidas.

    v MDOM:
    “Nessa cena podemos ver uma homenagem a lady gaga, e logo após somos presenteados com Tyson fazendo a coreografia do último clipe da Jennifer Lopes.

    Isso é fácil, agora quero ver fazer um MI sem aquecer!

    Tags: pião do baú, roda a roda jequiti, Leonardo Kitsune brincando de pião, Naoko Takeuchi despreza piões, pegação, azaração, volta bachan”

    v1:

    “Beyblade e a cultura do consumo:

    Fiquei deveras contente e entusiasmado quando adaptaram esse mangá conhecido como Beyblade(Bakuten Shūto Beiburēdo, no original). O mangá, de Takao Aoki(ironicamente o mesmo nome do protagonista), era publicado originalmente na revista CoroCoro Comic e possue 14 volumes e é destinado a todas as idades.

    Porque eu fiquei feliz? Pois lhe direi a seguir.

    Beyblade vai contra toda a ideologia desse público neo-otaku japonês moezeiro de Akihabara que dorme agarrado com travesseiros de anime(dakimakuras). Vai contra também o que as fujoshis querem, que é ver homens bonitos se atracando, sem falar que não tem nada daqueles haréms que só servem pra adolescentes se masturbarem e sonharem que sua waifu vai cair do céu.

    Beyblade ao invés disso é uma história muito bonita de amizade e superação. Mesmo que seu propósito capitalista seja vender brinquedos, isso não importa. Gostaria que esse tipo de abordagem acontecesse mais vezes, e que caso ocorresse salvaria a indústria que está em decadência desde The End ofEvangelion e que tenta se recuperar com os novos filmes, pelo estúdio Khara. Isso tudo contrapondo o movimento do super flat, como pode conferir nessa minha postagem anterior.

    Muitos reclamam da adaptação americanizada que fizeram, trocando nomes de personagens. Mas não entendem que era necessário, pois ao ocidentalizar o anime ele fica mais acessível a um público de massa.


    etc”

    v2:
    “Muito mais que um jogo de piões

    +imagem do 4chan
    +1 milhão de caracteres

    Enfim, após assistir o anime inteiro, não tenho a menor vergonha de dizer: Let it rip!

    v3:


    Beyblade, um pokémon genérico mas divertido

    Dirigido por Toshifumi Kawase, o mesmo do divertido battle shounen Tenjou Tenge e com roteiro feito por Kazuhiko Soma, mesmo do genérico de garotas mágicas Super Doll Licca-chan em parceria com Tatsuhiko Urahata, de A-channel, aquele Azumangá Daioh genérico, bem underrated.

    Essa combinação não seria nada sem o character design característico de Takahiro Umehara, que trabalhou também em Tenjou Tenge. É importante ter 2 membros da equipe que já trabalharam juntos antes, pois isso só tem a adicionar a consistência do produto final.

    Muitos torcem o nariz dizendo que Beyblade é só mais uma cópia de Pokémon, dessa vez com monstrinhos saindo de piões. Mas é inegável que esse anime tornava nossas manhãs assistindo tv globinho(ou era Angel Mix) muito mais divertidas.

    vesão MDOM:

    Ai se eu te pego, let it rip!

    Nessa cena podemos ver uma homenagem a lady gaga, e logo após somos presenteados com Tyson fazendo a coreografia do último clipe da Jennifer Lopes.

    Isso é fácil, agora quero ver fazer um MI sem aquecer!

    Tags: pião do baú, roda a roda jequiti, Leonardo Kitsune brincando de pião, Naoko Takeuchi despreza piões, pegação, azaração, volta bachan”

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  13. Quanto recalque com o Igor Costa, menin@s! Girls just wanna have fun, ok?! hahahahaha

    Mara, chama o jasque quando você ficar doente de novo, não seu kareshi!

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  14. Vou dar uma de Dexter, pra honrar a referência ao Beakman: Ok, senhora sarcasmo…mas é muito fácil ser irônico com um anime como esse! Se fosse pelo menos Madoka… huahuahauhahahauha

    Essa experiência mostrou que a imprensa especializada (pff) seria muito chata sem o estilo MdOM.

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  15. teag0

    Você não pegou o espirito do que foi dito.

    Não importa se a Mara quer o não ser daquele projeto, o que foi dito, é que é possível um blog de humor fazer parte, nem que seja em uma parte separada, como descontração. A crítica foi ao modo em que ela cria uma tonelada de conteúdo que muitas vezes é totalmente irrelevante e arrastado, simplesmente pra ser a pauta tapa-buraco do dia, no fim das contas ela perde tempo com bobagens, não cria nada realmente interessante com uma periodicidade curta.

    O que posso dizer sobre seu segundo parágrafo é o seguinte:
    O fato de existir pessoas covardes em todas as áreas da sociedade, não é suficiente pra determinar como todas as pessoas agem, críticas e discussões são necessárias, desde que apresentem argumentos. Porém, aquelas pessoas que simplesmente sabem escrever argumentos idiotas “Lixo”, “Se mata”, é bom que nem abram a boca, além de não agregar nada, só fará com que todos em volta vejam o quão ridículo é.

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