Aleatoriedades

OH WAIT News! Governo de São Paulo apóia Animecon!

Alguém tire as exclamações do meu teclado, por favor.

Se você é uma pessoa iluminada e não lia o Mais de Oito Mil no ano passado, não deve se lembrar do post que fizemos contando que o Anime Friends de 2012, aquele que será compacto e mais caro, terá o apoio da prefeitura do município de São Paulo.

Mas nem só de Anime Friends vive os otakus, porque tem o Animecon. Para quem não sabe, era o maior evento do Burajiru e foi sendo esquecido porque tinha ainda menos inovações que o Anime Friends. Em 2011 não teve edição (sem maldade, não havia percebido isso… juro!), então ninguém esperava um plot twist carpado na edição de 2012, só que


Viram algo impressionante, além das mascotes que miraram no Alex Ross e acertaram no wallpaper genérico de anime?

HAI! Estou falando daquele negócio indicando a participação do governo do Estado de São Paulo e do PROAC no evento. Não vou falar que a ajuda do GOVERNO é uma sambada na cara do Anime Friends e seu apoio da PREFEITURA, porque não vejo muita diferença entre ser apoiado pelo picolé de chuchu e pelo prefeito que não é casado e nem tem filhos.


(Essa foto é de quando o Anime Friends ganhou apoio dos vereadores)

Vocês leitores vão reclamar, como bons otakus, e dizer que acham um absurdo esses eventos serem apoiados pelo poder público. Mas vocês não vêm as vantagens. Como o poder público pode sofrer constantes ataques, todos esses eventos têm que ficar transparentes como as páginas de Kobato nº1. E sem nenhuma falcatrua.

Assim, é certeza que tanto o Animecon quanto o Anime Friends terão profissionais treinados trabalhando no evento, contarão com espaço adequado, não aceitarão produtos piratas, terá segurança profissional e seguirão todas as regras relacionadas à meia-entrada.

Com certeza tudo isso SERÁ cumprido!

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12 comentários em “OH WAIT News! Governo de São Paulo apóia Animecon!

  1. Se não tiver, sempre existe o Ministério Público pronto para receber as denúncias dos fãs insatisfeitos…

    Acho que acabei de criar a piada do ano!

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  2. Não existem mais diferenças.
    Todo mundo que mamar nas tetas do estado e aproveitar.
    Mangácon da Abrademi era bancado do próprio bolso da Abrademi. ( Quem lembra desse? )
    Animecon também.
    Anime Friends também.
    Isso tudo é passado.
    E lá vamos nós, de novo, ver eventos ruins, com atrações ruins, preço caro e relevância nula ao nosso mercado. De boa, o Jedicon pelo menos é mais sincero.
    ( E bem mais interessante! ).

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  3. Assim, é certeza que tanto o Animecon quanto o Anime Friends terão profissionais treinados trabalhando no evento, contarão com espaço adequado, não aceitarão produtos piratas, terá segurança profissional e seguirão todas as regras relacionadas à meia-entrada.

    HAUHEUAHUEHUAHEUHAUHEUHAUEHUAHUEHAUHEUHA… xD

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  4. Nossa Animecon mais uma vez revolucionando o mercado dos eventos e vai fazer melhor do q a Yamato e zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz…

    Vai continuar ruim como sempre, so sorry =S

    PS: se antes eu só achava que a Mara lia Macaco Simão, agora tenho certeza… picolé de chuchu é a glória! =D

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  5. Então … há diferenças sim, Mara.
    O Animecon teve que apresentar um projeto para poder conseguir apoio do Proac. Pelo que entendi, é o Proac ICMS: http://www.cultura.sp.gov.br/portal/site/SEC/menuitem.555627669a24dd2547378d27ca60c1a0/?vgnextoid=b787a2767b3ab110VgnVCM100000ac061c0aRCRD

    No caso, uma organização só pode participar dois (ou três) anos do PROAC… não é algo “ad eternum”.

    Diferente do que acontece com o Anime Friends. Não houve um edital, não houve concurso… Que eu lembre, não houve nada. Foi algum tipo de conchavo, já que o evento tinha apoio de um vereador…

    Parece que é a mesma coisa… Mas, sério, não é.

    Sandra Monte
    http://www.papodebudega.com

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  6. A questão não é a diferença entre esferas de governo. A grande questão que se deve discutir é qual o volume de recursos envolvido e o que é feito com ele. A Lei de Acesso à Informação deve ajudar, uma vez que todas as esferas de governo devem dar esse tipo de informação, uma vez solicitado.

    Uma vez que existe algum tipo de recurso ou auxílio público, renúncia fiscal ou o que seja, é essencial que haja o controle sobre as atividades. Que não exista nenhum tipo de atividade ou “comportamento” que seja contrário ao disposto em lei.

    Isso significa, como a Mara colocou, que existe uma estrutura segura, que os limites da estrutura sejam respeitados, que os bens comercializados lá sejam de legítima procedência, que exista – quando cabível – a emissão de notas fiscais (digo cabível pois os microempreendedores individuais não tem a obrigação de emitir nota fiscal de venda para consumidores finais) e por aí vai.

    Caso um destes eventos utilize instalações que ofereçam risco, permitam atividades não legítimas em suas dependências, o governo poderá ser acionado, uma vez que estaria – nesta hipótese – financiando atividades ilegais ou contrárias a lei.

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  7. Me segurei para não rir alto desse final!!
    Tudo nessa vida tem que ser transparente como as paginas do volume 1 de Kaboto! uahsuahsuhaus

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