
Vamos começar mais aquela pincelada nas notícias da semana? Agora com um novo estilo de imagem, que copia DESCARADAMENTE as imagens do Jbox? Então segura na mão da Lady Rosas e IKIMASU para a universidade!

Deu no Subete Anime que o famoso site Crunchyroll vai ganhar uma filial nacional com a ajuda da Editora JBC. Mas, mesmo com um grande trabalho investigativo, que teve quebra de sigilo bancário das faxineiras da editora e monitoração do que Marcelo Del Greco assiste na televisão de sua cozinha, ninguém conseguiu uma confirmação oficial de quem pintou as zebras.
O Crunchyroll funciona da seguinte forma: com o pagamento de uma mensalidade de aproximadamente dez reais, você tem acesso a dezenas de animes que acabaram de sair no Japão com uma legenda muitas vezes falha. Ou seja, é exatamente a mesma coisa que você faz hoje em dia ao pagar sua banda larga e gastar sua banda baixando animes no seu sub favorito.

Deu na Folha de São Paulo que a Microsoft decidiu por meios próprios evitar a pirataria de seu Xbox 360 no Burajiru e vai começar a produzir seus jogos aqui. Desde 2006 as mídias eram feitas no México, aí eram trazidas e montadas aqui, algo parecido com as novelas da Rede Record.
Com a produção nacional, os jogos lançamentos passarão a custar 129 reais, o que fez a grande produtora sambar na cara de pessoas que acreditavam que os jogos eram caros porque eram importados, e que uma produção nacional faria o jogo ter um utópico preço de 99 reais.

Deu no Jbox que, para comemorar dez anos de roteiros mirabolantes e uma fluência em idioma estrangeiro invejável, a série Bleach vai ganhar uma reedição apenas da Saga da Soul Society em seis volumes.
Então o presente para o leitor de Bleach é apenas uma lembrancinha da época que o mangá não era o samba do criolo doido.
Procurada pela equipe jornalística do Mais de Oito Mil, a Shueisha afirmou que não fez o mesmo presente com Naruto no aniversário de 10 anos porque não achou uma saga boa para reeditar.

Deu no Animepró que Ken Akamatsu, autor daquele catálogo de calcinhas infantis chamado Negima, veio na imprensa falar que se lamenta o filme da série ter ficado uma bosta e disse que tudo seria diferente se ele tivesse participado do projeto.
Provavelmente o autor não percebeu que a participação dele não ajudaria muita coisa, basta lembrar dos dois mangás que ele participou e que saíram uma bosta: Love Hina e Negima.
Chateado com as críticas à baixa profundidade de suas obras, Ken Akamatsu começou a esboçar a sua nova série. Uma história séria sobre uma mãe de família batalhadora que enfrenta os desafios do dia a dia e o desprezo do marido… até que recebe a ajuda de oitenta fadinhas de 14 anos, todas mostrando lingerie.
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