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Games são cultura, toma aqui um Final Fantasy

15 mar

Sabem o que é mais impressionante que este ser o quarto dia seguido com pauta no Mais de Oito Mil? O nível como os nerds, em geral, são bitolados com suas coisas. Caso você não acompanhe nenhum site e não tenha nenhum amigo gamer chato na sua timeline do Facebook, é capaz de não saber que os jogadores estão em pé de guerra com a Marta Suplicy. Será que é porque a Marta se veste melhor que a Ada Wong? Não, é porque a ministra deu a infeliz declaração que games não são classificados como cultura e, por isso, não poderiam ser comprados com o vale-cultura.

Embora uma ou outra matéria na imprensa especializada tenha exposto o assunto de maneira sensata, toda a imprensa marronzista saiu atirando controles de PS3 engordurados na cara da mulher só porque ela não acha que games são cultura.

Nem vou entrar no mérito de o que é e o que não é cultura, porque para isso já tem outra dezena de posts horríveis espalhados pela internet, no lugar prefiro mostrar a coisa mais bizarra que fizeram nessa história.

Preparados? Então INVENTÁRIO ABERTO e IKIMASU ver a imagem que deu na página Final Fantasy Aces do Facebook:

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Será que isso é a foto no Instagrão de um gamer que comprou produtos derivados de uma série em decadência que só sobrevive com spin-offs pretensiosos? Não! Olhem o texto que se segue:

ffmarta02

Tudo isso está tão gostoso que até nem vou jantar hoje. Tá, é mentira, mas é fato que isso é uma delícia.

Não pensem que esse é um post para criticar certos movimentos, até porque não posso criticar algo que está mais sumido da mídia que a Márcia Goldschmidt, e sim para elogiar a lógica maravilhosa da Square Enix e dos envolvidos no presente à Marta.

Olha que lógica linda: a ministra falou que games não são arte, por isso vamos convencê-la mandando de presente um livro ilustrado e um CD orquestrado de Final Fantasy. Adorei isso de convencê-la que games são arte mandando tudo, MENOS UM JOGO para ela.

Não que mandar um jogo fosse mudar alguma coisa, mas esse desespero em tentar autoafirmar games como cultura parece coisa de pré-adolescente tentando justificar que é adulto já e merece respeito.

Mas essa história toda serviu para mostrar algo que todo mundo deveria imaginar:

ffmarta03

Gente que pensa pouco e dá muita declaração infeliz está em todos os lados das discussões.

(E recomendo fortemente esse texto do IG, que é o melhor sobre o assunto)

É maravilhoso! Conselheiro! Plot twist da política de games!

23 abr

Há algum tempo, surgiu uma associação de games que lutava contra os impostos abusivos dos games. Para a campanha, deram um nome específico. Depois de algumas críticas feitas pelo Mais de Oito Mil, um senhor gentilmente foi pedir que não tivesse seu nome ou de sua associação citados por este blog. Certo, entendo. Mas tivemos um plot twist e ele virou Conselheiro do Governo Federal. Então, por ser uma pessoa pública, posso voltar a falar do certo alguém, embora ainda não possa usar sua imagem ou o logotipo de sua empresa… ou mesmo falar seu nome.

Oito vivas para a liberdade de imprensa!

Vejam o que deu no programa Checkpoint (comecem a ver a partir dos 12 minutos):

Cliquem aqui para ver o vídeo no Youtube, já que não posso mostrar o rosto do senhor lá.

O Senhor, agora já se apresentando como membro do Governo Federal, contou a história de sua tentativa de reunião com o pessoal do Steam. Se você tropeçou na pilha de mangás de Negima, bateu a cabeça na estante dos DVDs da Liberdade, ficou em coma e não sabe o que é o Steam, eu explico: é um lugar onde você pode baixar seus joguinhos, e é muito mais barato que comprar em lojas físicas porque não precisam pagar pela mídia e nem pelo transporte.

Nesta reunião, o Senhor foi ignorado pelo cara da Steam, que disse não ter interesse em vir ao Brasil porque os brasileiros estavam comprando normalmente do servidor estrangeiro. MAS AGORA tudo é diferente, o Brasil é a bola da vez e o Senhor é o grande conselheiro do Governo Federal, e ele quer propor que o Steam venha ao Brasil (ok), tenha uma sede brasileira (hm… ok) e pague devidamente todos os impostos (hm…) porque download de servidor de fora sem pagar imposto é ilegal (mas OI?).

Vamos relembrar sua frase:

Deixa eu ver se a otaka aqui entendeu.

O Senhor diz que o mercado online de games vai prejudicar o mercado das lojas de games, porque este está “iniciando agora”. Engraçado, né, porque aquela associação defende as lojas de games, que COINCIDENTEMENTE precisam lhe pagar taxas de associação, e sua associação também tem no quadro de participantes uma grande distribuidora de games do Brasil e uma grande rede de lojas de games.

Curioso, não?

Legal isso, né? No Brasil muita gente utiliza posições de destaque ou cargos públicos para beneficiar interesses que não são necessariamente do público em geral

Agora vamos deixar um pouco de gracinha e falar um pouco sério.

Não sei se este senhor sabe, mas lojas de games existem desde a geração do Master System, e o que tá todo mundo de olho é no mercado digital. Sou contra falar de politicagem no blog, mas até o ministro Mercadante sabe da importância dos meios digitais e tenta fazer um trabalho para melhorar isso.

Será que é mesmo ILEGAL baixar coisa de fora sem imposto? Posso pedir o número da lei que informa isso? Porque se for assim, baixar aplicativos também tem que pagar imposto? Porque também é software, tipo os do Android Market e do iTunes.

O que tá rolando no Governo é um problema de esquizofrenia GRAVE. De um lado, temos o Governo fazendo negócios com a Apple porque reconhece a importância do mercado digital, e do outro alguns conselheiros… taxando o mundo do online para beneficiar os lojistas.

Oito vivas para a coerência de discurso!

Hey Listen News – Novo Zelda ganha nota perfeitzzzzzz….

16 nov

Deu no site Nintendo Blast:

Então o novo Zelda tirou uma nota máxima na Famitsu, igual ao celebrado Ocarina of Time. A não ser pra você, que precisa ficar pegando notícias deste tipo para embasar e defender seus gostos em fóruns na internet, essa nota não faz muita diferença.

Estamos em uma época em que não se pode apenas gostar de um jogo ou de um anime. As revistas especializadas precisam gostar também, ou então aquilo se torna algo que você curte, mas não assume. Assim como assistir a Fina Estampa, ler uma scan de Naruto ou achar clássico o primeiro Live Action de Street Fighter.

Então, a opinião de quatro japoneses virgens sobre um jogo novo conta muitos pontos. E se essa nota for a mesma do overrated Ocarina of Time, ganha mais pontos ainda. Agora, se você acha que isso é sinônimo de qualidade, vamos ver os OUTROS jogos que TAMBÉM ganharam nota máxima na Famitsu, mostrando que só podem ser obras-primas.

Obras de arte…. só que ao contrário.

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Grandes Mistérios da Humanidade – O nome do novo Mario Kart

9 nov

Eu sou fã de um grande mistério, afinal tive meu caráter formado por reprises do Scooby Doo. E um grande mistério surgiu para mim quando fiquei sabendo o nome do novo jogo do Mario Kart, que vai sair para aquela bomba do 3DS.

A Nintendo tinha revelado que o nome do jogo era… Mario Kart 7. Mas, por que sete? Nenhum jogo da série tinha sido numerado até então.

Por que sete? Será uma alusão às sete cores do arco-íris, que representam a visão e demonstram que esse jogo utilizará ao máximo nossos sentidos? Ou será uma referência aos pecados capitais, mostrando que a Nintendo está empenhada em subverter sua imagem e lançar um jogo maduro? Por que sete? Por que sete?

Mas não se aflija! O site Nintendo Blast trouxe a solução do enigma do milênio. IKIMASU a very well mister yo averiguar o mistério?

É nessas horas que ficamos em dúvida se os habitantes da Grande Nação Japonesa são gênios ou apenas babacas.

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Obrigado/Caipirinha/Mulata News – Presidente da Nintendo no Burajiru!

4 nov

Que emoção, minna! Nunca imaginei que iria noticiar a vinda de um presidente ao Burajiru. Tá, é o presidente da Nintendo, mas é melhor que nada, não é? Reggie Fils-Aime, além de um nome estranhíssimo, é o presidente da Nintendo do Império do Capitalismo e o completo oposto do presidente da Nintendo da Grande Nação Japonesa, que parece um Kirby de tão fofuxo.

Reggie fez o roteiro de turismo tradicional de São Paulo, indo conhecer a Avenida Paulista, o Ibirapuera e dando uma passada na Santa Ifigênia para comprar uma lembrancinha pros familiares… E NÃO ESTOU MENTINDO! Pelo menos não sobre o roteiro.

A Equipe do Uol Jogos esteve com Reggie, mostrando que conseguem ter mais contatos que associações de prestígio internacional, e ele deu uma entrevista riquíssima, daquelas que se você passar um pano e torcer começa a sair gotas negras de orgulho e falta de humildade em assumir erros.

Dei uma cortada nas respostas para ficar mais claro, mas a integral está aqui. IKIMASU para o melhor da entrevista?

OLHEM A SUBLINHADA DA DISCÓRDIA!!!

O Burajiru é um mercado importante, tão importante que ACABAMOS de receber o Wii (que é de 2006) oficialmente por aqui.

Sabe quando alguma emissora decide entrevistar o Kageyama durante um Anime Friends, pergunta o que ele acha do Burajiru e ele precisa pensar muito pra achar algo legal pra falar sobre esse país de bosta? É tipo isso!

O presidente de uma grande empresa multinacional tá há oito anos conversando com o Governo e tem gente aí que com algumas promoções na bagagem já tá se considerando o Messias dos impostos e se achando BFF do Mercadante.

Isso não me desce nem com 3 Mupys com vodka.

Depois da pergunta maldosa do Uol Jogos, Reggie ligou o modo “ignore a pergunta e defenda sua própria empresa”.

Parabéns e boa sorte na sua conquista pelo público brasileiro com um videogame mais caro e com capacidade inferior. Alguém avisa pra ele que a concorrência é com o Xbox e o PS3, e não com o Master System e o Zeebo?

Enquanto o presidente japonês da Nintendo corta o próprio salário e pede desculpas aos jogadores por ter lançado um portátil que ficou aquém das expectativas, Reggie usa o cheat das Desculpas Argumentativas Infinitas para nos convencer de que o 3DS vendeu bem e teve poucos problemas por falta de jogos.

PARABÉNS A TODOS OS ENVOLVIDOS!

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Folha de São Paulo faz descoberta BOMBÁSTICA

8 out

Deu na Folha Online:

Posso não entender muito de games, mas existe desbloqueio LEGAL?

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Dona Flor e seus Mais de Oito Mil Maridos

31 ago

Sei que otaku tem vocabulário limitado, então vamos ver uma palavra nova? IKIMASU para o Houaiss:

Legal essa nova palavra, não é mesmo? Mas sem um exemplo ela não é nada. Por isso vamos ver alguns exemplos recentes (todas de Agosto de 2011) tirados de jornais para vermos o uso dessa palavra que indica “algo que tem primeiro lugar de importância”:

Eu acho o Governo Brasileiro fantástico. Mesmo com a reforma política que tá em andamento desde 1988, os preparativos da Copa de 2014, da Olimpíada de 2016 que o Jairo vai participar, os problemas de moradia, emprego, saúde, sucateamento dos transportes e das rodovias… mesmo com tudo isso ele arranja mais espaço para colocar prioridades, coisas que eles dizem que estão entre as mais importantes.

O que foi, produção? Tem mais um print que não entrou? Pode mandar! Pode mandar!

Acho que se PRIORIDADE fosse uma pessoa e tivesse um nome, se chamaria Cláudia.

E de tantas Cláudias no Brasil, não se tem mais lugar para sentar.

(Obrigada aos muitos leitores que sugeriram a pauta)

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Estratégia digna de um eliminado na primeira semana de “O Aprendiz”

23 ago

Alô macacada! Alô gente diferenciada! Fiquem atentos porque o ENEM tá chegando e se você quer tentar aquela mamata de estudar em universidade federal você precisa se matar de estudar como se não houvesse amanhã. Cansada de perder a audiência para vestibulandos, decidi fazer algo de diferente e vou postar UM TESTE SURPRESA DO ENEM!!!

Estojo embaixo da mesa, preencham os quadradinhos no gabarito correspondente à cor da sua prova e IKIMASU!

(ENEM-2011) Você é o grande fundador de uma grande campanha no campo dos jogos eletrônicos que visa a diminuição dos exarcebados impostos em seu país local. Após segunda investida de uma grande campanha nacional de um dia em que os jogos com generosos descontos são vendidos em lojas associadas, você precisa manter-se na boca do povo. Você então decide apoiar que um novo jogo, baseado numa série de animação japonesa sobre cinco adolescentes com armaduras com poderes baseados na astrologia, seja dublado no idioma deste país que você reside, e escolhe uma pessoa para ser a responsável pelo plano. Sabendo que você precisa provar para a empresa japonesa que produz este jogo que uma versão brasileira teria procura, qual seria a melhor maneira dessa pessoa nomeada como responsável conseguir seu objetivo?

(a) Reunir a sua equipe e preparar um grande plano de negócios.

(b) Usar seus contatos, como o da maior distribuidora de jogos eletrônicos do país, e prospectar a procura de um jogo destes.

(c) Fazer um estudo em qualquer empresa para conseguir um estudo da importância do nome da série no país.

(d) Procurar antigos detentores dos direitos da série citada e procurar obter números sobre audiência na televisão e venda de bonecos articulados…

(e) Fazer uma petição online.

Parece questão do ENEM mesmo, né? Longa e que não vai direto ao ponto.

Querem saber o gabarito da questão? Então IKIMASU ver o que deu no SUS Cavaleiros do Zodíaco:

Deixa eu ver se a otaka aqui entendeu…

Não, foi fraco demais. Vou tentar de novo.

DEIXA EU VER SE A OTAKA AQUI ENTENDEU!

Para tentar convencer a Namco Bandai de que o jogo dos Cavaleiros do Zodíaco terá uma procura no Burajiru que justifica uma dublagem brasileira, alguém tem a GENIAL idéia de produzir… uma PETIÇÃO ONLINE num site especializado nisso?

Olha, se eu quiser, eu mesma posso produzir uma petição nesse mesmo site pedindo que a Rede Globo tire do ar essa Fina Estampa e coloque Nodame Cantabile no lugar. Mesmo que eu consiga oito milhões de assinaturas, ninguém garante que essas oito milhões de assinaturas vão assistir ao anime na TV. Ou seja, para qualquer pessoa, fazer petição online é assinar atestado de incapacidade administrativa.

Pode até ser que a Namco Bandai fique de saco cheio e mande fazer a porra da dublagem, mas com certeza não vai ser pela manifestação inteligente proposta pelo autor da idéia. E isso só mostra o quão amador é o nosso mercado nacional, seja nos campos dos games, quanto no campo dos animes e mangás.

Se para descobrir se há público o autor já usa uma alternativa que se usa na internetduas décadas, imagino então como será a inovadora estratégia de marketing  quando o jogo chegar nas lojas…

UMA INOVADORA E DESCONTRAÍDA COMUNIDADE NO ORKUT!

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15 reais? Prendam seus namorados! É o canto da sereia!

24 jul

Deu no Uol Jogos:

Mensalidade de 15 reais???

É mais barato passar um mês em Azeroth que fazer um bate-volta no litoral Paulista.

Achei mais justo que muita promoção por aí.

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Uma aula sobre o mercado de games e a influência do cosmo

19 jul

Hoje eu decidi fazer algo de diferente. Ao invés de posts com críticas, pedi a ajuda do meu namorado para escrever um artigo sobre videogames. Na verdade eu pedi ajuda coisa nenhuma, é que nenhum leitor acredita que mulher pode saber algo de games.

Vamos começar com um assunto aleatório… JOGOS BASEADOS EM ANIMES.

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Não sei se você sabe, mas muitos jogos baseados em animes de sucesso e qualidade saem na Grande Nação Japonesa. Não só animes de qualidade, porque Cavaleiros do Zodíaco, Naruto e One Piece of Shit ganham jogos também. A maioria dos jogos sai tudo para Playstation 3, que é o videogame mais famoso do momento, só perdendo para o Mega Drive com jogos educativos na memória.

Naruto ganha um jogo para o PS3, por exemplo. E ele sai na Grande Nação Japonesa só e tem o idioma da cultura mais rica. E como fazemos para jogar então? A gente espera alguma produtora ter interesse de lançar o jogo no Ocidente para que aí sim traduzam. É interessante lançar Naruto no ocidente? Sim, porque ele dá mais dinheiro que a venda de jujubas. Não faz sentido trazer para o ocidente (no caso as Américas) se o negócio não faz sucesso nos EUA.

Vamos falar de outro assunto aleatório? SIIIM! Vamos falar de jogos que recebem tradução para o português!

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Recentemente, muitos jogos ganharam tradução para videogames, e olha que isso era só para jogos de PC. Hoje podemos achar jogos de PS3 com o nosso idioma ou então com uma dublagem portuguesa, que não ganha ainda da dublagem de Dragon Ball Z lusitana. E por que fazem isso? Claro que não tem a ver com o mercado do Burajiru estar em expansão, porque eles estão cagando com isso. O idioma é colocado porque bluray tem espaço até para colocar o que não cabe numa penteadeira, e porque o português é um dos idiomas mais falados do mundo. É uma questão de globalização mais que de “acreditar no potencial do Burajiru”.

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É um assunto complicado, né minna? É cada coisa que quer aparecer, né?

E tem um pássaro azul que me contou que tem gente que disse que traduzirá um certo jogo baseado num anime famoso no Burajiru para o português, com direito até a dublagem.

Aposto 5 jujubas que em uma hora alguém nos comentários mata a charada.

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