Arquivos | Games Medonhos RSS feed for this section

Games Medonhos: Pokémon Black & White (DS)

5 out

Com um peso na consciência do tamanho de uma cosplayer de Hatsune Miku, meu kareshi querido me deixou o DS dele com uma cópia de Pokémon Black. E qual foi a primeira coisa que eu fiz? Apaguei o save dele, obviamente, e comecei a jogar um novo mundo de aventuras. Meus amigos gamers falam muito bem desse jogo de Pokémon, e de tanto que falavam eu pensei que era praticamente uma Revolução Francesa compactada em um cartucho de DS. Porém, jogar esse negócio me fez ter uma visão diferente dele. Então vou ressuscitar uma seção do blog do ano passado e fazer uma análise de game!

(Olha só o que a falta de pauta não me faz).

IKIMASU PARA A ANÁLISE!!!

Pokeblackwiki1

 Vamos ambientar o jogo para você que está acostumado aos jogos Pokémons antigos em que você escolhe um treinador, um Pokémon inicial e tem que rodar o mundo irresponsavelmente sem qualquer intervenção de um adulto. Em Pokémon Black & White, você controla… um treinador que pega um Pokémon Inicial e tem que rodar o mundo irresponsavelmente sem qualquer intervenção de um adulto.

Enquanto eu reclamo isso, a orelha de meu amigo homossexual fã de Pokémon começa a coçar e ele larga o single novo da Katy Perry para argumentar comigo:

“Mas Mara, sua gorda que explodiu em Saramandaia, dessa vez o jogo tem um negócio chamado HIS-TÓ-RIA! E o personagem principal não é mais uma criança de dez anos, pela primeira vez controlamos um treinador mais velho”

Pokeblackwiki2

Em primeiro lugar, velho por velho temos aí esse senhor idoso de Pokémon Colosseum provando que a maturidade no protagonista é tão proveitosa para um jogo Pokémon quanto uma bursite. E em segundo lugar, por que fã de Pokémon tem essa necessidade de procurar coisas maduras nos jogos, será que é porque eles mesmos têm vergonha de jogar um jogo infantil e gostar?

Mas uma coisa que o meu amigo homossexual e fã de Pokémon falou e tá certo: Pokémon Black & White tem uma história. Enquanto você continua sendo um treinador pau no cu com tantas falas quanto o leitor que não comenta em nenhum post do blog, um personagem aparece e te surpreende sambando no salto 16:

Pokeblackwiki3

N, cuja magnitude no jogo é inversamente proporcional à criatividade de nomeá-lo, é o vilão principal que prega que os Pokémon são escravos dos seres humanos. O pior é que os argumentos dele são tão embasados que a sua vontade é de parar o jogo, vestir uma roupa colada e sair por aí saqueando cidades e tirando todos os bichos do mundo das bolas.

E esse jogo merece um 10 por causa do N? CLARO QUE NÃO. Porque tirando o vilão estiloso e tão bishonen quanto um fanfic do Clamp, Pokémon Black & White falha miseravelmente em todas as coisas propostas.

Para guiar a nossa discussão, veremos uma lista de inovações nesse jogo presente no gabaritado website Wikipédia:

Pokeblackwiki

Vamos quebrar cada uma dessas inovações e provar que esse jogo é tão vantajoso quanto os novos 1/3 de tanko da JBC!

Em primeiro lugar, temos sprites animadas. Em primeiro lugar, o autor dessa bagaça tem um conhecimento tão bom dos jogos da série quanto o tradutor que inventou que o nome do fotógrafo é Snap só para ajudar a vender aquele jogo tosquíssimo de N64 que os fãs de Pokémon pedem remake  para desencalhar o Wii U. Sprites animadas estão na série esporadicamente desde o lindíssimo Pokémon Crystal, fora que as animações de Black e White são ridículas, páreas apenas às animações do incrível Brasil Animado, o primeiro filme brasileiro em 3D!

Pokeblackwiki4

Depois o artigo tenta convencer que há mais elementos em 3D no cenário. Isso é verdade, a câmera afasta e se aproxima para mostrar grandes pontes construídas superfaturadamente por prefeitos gananciosos que evitam manifestações com baderna usando um pólo cinematográfico para ser o pão e circo da população pokemônica.

Não entendo como os fãs babacas de Pokémon fapam tanto por esses incríveis cenários que não prestam pra nada. Peguem como exemplo aquela cidade grandona cheia de ruas: para quê serve aquilo? De que adianta ter 200 mil habitantes se você vai falar coisas com eles e ouvir um “Eu adoro Pokémon.”, provando que os habitantes desse mundo têm tanto traquejo social quanto um gordinho que se comunica por placas no Anime Friends? Fora que a cidade tem muita coisa legal, porém está tudo espalhado em andares genéricos de prédios tão distantes entre si quanto a distância entre o senso do ridículo e o cérebro de um otakinho. Se não presta pra nada, por que tá lá?

Câmera dinâmica nas batalhas, que legal, né? NÃO! Seria legal se eu quisesse ver aquelas coisas ultrapixelizadas de perto. As sprites dos Pokémon são tão pixelizadas que eu me sinto numa partida de picross, e as lutas tão tanto zoom para ser dinâmica que acaba acertando aquela clássica brincadeira do Gugu:

Sério que essas são as inovações de Pokémon Black e White? O jogo é feio, tem Pokémons ridículos, parece que foi feito às pressas, promete inovação e entrega o mesmo de sempre e devo considerá-lo excelente como aquela revista japonesa Famitsu que deu nota máxima só porque esse é o primeiro Pokémon com história? CLARO QUE NÃO!

A nota que eu dou é 2, e o choro é livre!

***

Regras para o mimimi- Vocês podem comentar à vontade nos comentários, mas quem usar os seguintes argumentos vai ter uma diarréia e todo o seu cocô vai sair no formato do Garbodor:

1- “Os primeiros 150 pokémons eram melhores que esses lixos” Supera a nostalgia, otaku trouxa.

2- “Você tá certa, Mara. O melhor jogo mesmo é o Pokémon X e Y!” A não ser que você seja o fodão que já tá com o jogo, você não é ninguém pra falar que algo que não saiu é melhor.

3- “Faz melhor então!” ¬¬

Games Medonhos: Dragon Ball Kart

17 set

Em tempos de ushis magras, ou a gente busca novos rumos ou precisa tirar pauta do cu. Por isso, vou aproveitar a sugestão do leitor Lucas (Luk é você?) e analisar um jogo. Quando falei que iria fazer a análise de um jogo pro meu kareshi, ele falou “legal, você pode falar sobre Darksiders 2 que é muito foda”. Pena que eu parei de prestar atenção logo quando ele abriu a boca, mas é porque eu já tinha um jogo em mente.

Então coloca esse seu joystick empapado da laranja que você chupou no almoço IKIMASU começar o nosso primeiro Games Medonhos com o jogo:

É tudo tão errado que não sei nem por onde começar. Dragon Ball Kart é um jogo usando o poderoso processador gráfico conhecido como FLASH e que coloca os personagens de Dragon Ball Z em corridas de kart.  Eu só pergunto por que os personagens precisariam de um carro de corrida se eles voam? É tipo o meu kareshi que achou um bonequinho do Homem-Aranha motoqueiro.

quatro personagens? Até minha sogra, que só sabe fazer frango de mistura, oferece mais variedade que esse jogo. Mas tem o Vegeta Divo, então o jogo já vai ganhar 9,5 de masculinidade!

Nesse jogo você, assim como os mangás na sua estante, só vê de ladinho. Você tá lá pilotando um kart que pula obstáculos reaproveitados do jogo do Mario. Cada personagem tem um poder. O Goku tem o kamehameha, o Piccolo tem o macacão sapão makkankosappo e o Mister Satan tem um canhão de risadas.

Tirou 6,5 na escala Gangnam Style de randominade.

E a música fica repetindo desde o momento que você liga o jogo. Nesse caso, ganha 10, porque é que nem a abertura de Dragon Ball Z: é uma merda, mas todo mundo fica compartilhando imagem no Facebook dizendo que é impossível ler os versos sem cantar.

Nota final do jogo? Nota 9,9, vale muito mais a pena do que ler mangá sobre vidros quebrados. Se você quer aproveitar, jogue de graça aqui. E mandem suas sugestões de jogos medonhos!

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 3.119 outros seguidores