É maravilhoso! Conselheiro! Plot twist da política de games!

23 abr

Há algum tempo, surgiu uma associação de games que lutava contra os impostos abusivos dos games. Para a campanha, deram um nome específico. Depois de algumas críticas feitas pelo Mais de Oito Mil, um senhor gentilmente foi pedir que não tivesse seu nome ou de sua associação citados por este blog. Certo, entendo. Mas tivemos um plot twist e ele virou Conselheiro do Governo Federal. Então, por ser uma pessoa pública, posso voltar a falar do certo alguém, embora ainda não possa usar sua imagem ou o logotipo de sua empresa… ou mesmo falar seu nome.

Oito vivas para a liberdade de imprensa!

Vejam o que deu no programa Checkpoint (comecem a ver a partir dos 12 minutos):

Cliquem aqui para ver o vídeo no Youtube, já que não posso mostrar o rosto do senhor lá.

O Senhor, agora já se apresentando como membro do Governo Federal, contou a história de sua tentativa de reunião com o pessoal do Steam. Se você tropeçou na pilha de mangás de Negima, bateu a cabeça na estante dos DVDs da Liberdade, ficou em coma e não sabe o que é o Steam, eu explico: é um lugar onde você pode baixar seus joguinhos, e é muito mais barato que comprar em lojas físicas porque não precisam pagar pela mídia e nem pelo transporte.

Nesta reunião, o Senhor foi ignorado pelo cara da Steam, que disse não ter interesse em vir ao Brasil porque os brasileiros estavam comprando normalmente do servidor estrangeiro. MAS AGORA tudo é diferente, o Brasil é a bola da vez e o Senhor é o grande conselheiro do Governo Federal, e ele quer propor que o Steam venha ao Brasil (ok), tenha uma sede brasileira (hm… ok) e pague devidamente todos os impostos (hm…) porque download de servidor de fora sem pagar imposto é ilegal (mas OI?).

Vamos relembrar sua frase:

Deixa eu ver se a otaka aqui entendeu.

O Senhor diz que o mercado online de games vai prejudicar o mercado das lojas de games, porque este está “iniciando agora”. Engraçado, né, porque aquela associação defende as lojas de games, que COINCIDENTEMENTE precisam lhe pagar taxas de associação, e sua associação também tem no quadro de participantes uma grande distribuidora de games do Brasil e uma grande rede de lojas de games.

Curioso, não?

Legal isso, né? No Brasil muita gente utiliza posições de destaque ou cargos públicos para beneficiar interesses que não são necessariamente do público em geral

Agora vamos deixar um pouco de gracinha e falar um pouco sério.

Não sei se este senhor sabe, mas lojas de games existem desde a geração do Master System, e o que tá todo mundo de olho é no mercado digital. Sou contra falar de politicagem no blog, mas até o ministro Mercadante sabe da importância dos meios digitais e tenta fazer um trabalho para melhorar isso.

Será que é mesmo ILEGAL baixar coisa de fora sem imposto? Posso pedir o número da lei que informa isso? Porque se for assim, baixar aplicativos também tem que pagar imposto? Porque também é software, tipo os do Android Market e do iTunes.

O que tá rolando no Governo é um problema de esquizofrenia GRAVE. De um lado, temos o Governo fazendo negócios com a Apple porque reconhece a importância do mercado digital, e do outro alguns conselheiros… taxando o mundo do online para beneficiar os lojistas.

Oito vivas para a coerência de discurso!

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87 Respostas para “É maravilhoso! Conselheiro! Plot twist da política de games!”

  1. Marco-kun 23/04/2012 às 20:34 #

    Adorei a citação histórica de “Antonio Conselheiro” nas tags, muito digno.
    Sobre o post… Por favor, falar que lojas de games estão surgindo agora? Acho que ele quem tropeçou na pilha de mangás de Negima e ficou em coma por um loooooooongo tempo.

  2. Panino Manino 23/04/2012 às 20:35 #

    Viu isso agora? Passei um link sobre isso tem mês já.

    Pra mim, o que ele disse sobre o Steam prova que é louca.
    Em primeiro lugar querer aplicar imposto no Steam é pedir para ser estuprado em um corredor escuro, e em segundo e mais importante é que os jogos comprados pelo serviço, e outros, já tem impostos cobrados que são os das transações financeiras, cartão de crédito, Paypal, o que for.
    Não tem como eles cobram por jogos digitais assim, com vão cobrar por bits? Ninguém nunca pensou em cobrar importo de rádio online..ops.

    Se ele quer usar a distribuição digital para incentivar o mercado interno, fazer o dinheiro circular aqui dentro, gerar emprego, ele tem que trabalhar para acabar com os impostos abusivos dos consoles e daí que apareçam serviços de venda digital nacionais como o Nuuvem para competir.

    Ganhou importância para fazer coisas sem importância.

  3. Senseinoção 23/04/2012 às 20:44 #

    Após o exemplo do dark room…

    É engraçado que este senhor diz que os consumidores vão ficar dependentes das redes de comercialização digital e, exatamente por isso, ele quer fazer com que os consumidores fiquem dependentes das lojas físicas!

    Muito inteligente.

  4. Luiz Fernando 23/04/2012 às 20:45 #

    Pois é. Desde a primeira aparição já estava bem óbvio qual era o projeto de poder do cidadão, mas agora a máscara caiu de vez.

    Com o defensor dos gamers querendo obrigar as lojas virtuais a terem um servidor no Brasil, pagando os impostos do Brasil, aquele país que tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, esse senhor faria o valor dos jogos triplicar.

    Pra quem dizia lutar por um jogo mais barato no Brasil, esse elemento está fazendo justamente o oposto. Queria ver agora a cara dos fãs e puxa-sacos desse cidadão.

    Ainda bem que, além de mal intencionado, o carinha aí é burro pra cacete já que a compra dos jogos em servidores estrangeiros não é ilegal. E olha…. a bicha é vingativa hein? Só porque ignoraram o idiota na primeira vez? Mal sabe ele que será ignorado outras tantas.

  5. Senseinoção 23/04/2012 às 20:49 #

    Outra coisa super interessante.

    O museu que ele deu o exemplo usa emuladores para manter (keep) a memória de uma determinada época dos videogames. Considerando que muitas empresas não mais existem e que ainda não passaram (ou passou?) 50 anos, esses jogos ainda podem ser propriedade intelectual “ativa”…

    Que engrçado, enquanto todo mundo se informatiza, se digitaliza, ele quer que a gente continue comprando disquetes, discos e dvds em lojas, via balcão, apenas pq o vendedor conhece a área?

    Perfeito.

  6. Mônica 23/04/2012 às 22:34 #

    Você não vai fazer uma edição extraordinária do Rola ou Enrola de ontem, não? O Eduardo Delícia/Caio Castro voltou!!!!! Teremos homem se camisa no post.

  7. Ninguém 23/04/2012 às 22:58 #

    Bom, pessoal do governo há tempos está querendo fechar a internet, poderiam aproveitar agora e jogar o comércio internacional quinze anos pra trás no tempo. Esse discurso não faz sentido, o cara tá lá é pra ganhar dinheiro como servidor público e quer fazer seu lobby particular pra tentar ganhar mais. Tem gente vendo tudo isso.

  8. Senseinoção 23/04/2012 às 23:03 #

    Tem uma coisa que eu acho muito importante ser verificada. A tal pessoa não é servidora, não passou por concurso público. Se ele faz parte de alguma comissão ou conselho, deve existir – obrigatoriamente – registros dos atos administrativos que o nomearam.

    Creio que uma consulta ao ministério da cultura ou justiça seja necessária, afinal, ele está se pronunciando como membro do governo federal e emitindo opiniões como se fossem propostas de regulação.

  9. gwy 23/04/2012 às 23:31 #

    “para gerar imposto aqui para o Brasil…”. Achei que lutasse contra a taxação dos games!

  10. aberopeba 23/04/2012 às 23:35 #

    Se esse ano o pilantra não lançar campanha pra vereador em 2014 tenta pra deputado.
    E o pior é que corre o risco de ganhar =/

  11. Sandra Monte (@papodebudega) 23/04/2012 às 23:48 #

    Eu estava no Game World quando este senhor foi apresentado como conselheiro.

    A questão é bem simples, para quem não acompanha cultura. Ana de Holanda só está como ministra ainda porque assim é a vontade de nossa presidente.

    Todo o meio artístico quer a saída dela. Quando ela sair, uma pá de gente sai junto… Logo…

    É só uma questão de tempo.

    Sandra Monte
    http://www.papodebudega.com

  12. Gabriel Mourão (@gamourao) 24/04/2012 às 01:33 #

    Só pra constar, acredito que o correto, mesmo, é que sobre downloads pagos de softwares (jogos ou aplicativos) incida o ISS (imposto sobre serviço), porque é assim que a licença de softwares é tributada.
    Não sei como essa cobrança funciona na prática.

  13. Tiago Mezzofanti 24/04/2012 às 04:45 #

    Uma curiosidade. Fui dar uma pesquisada no perfil do Moacyr no site do jogo justo e olha o que eu achei:

    “Olá, meu nome é Moacyr Alves Jr., tenho 37 anos, sou formado em Administração e POSSUO BACHAREL em contabilidade.”

    Eu não sei onde ele se formou, mas aparentemente lá não ensinaram a diferença entre possuir um BACHARELADO e ser um BACHAREL…

    E esse é o cara que lidera a luta por menor tributação de jogos… AUMENTANDO a tributação de jogos. É, ok. Na cabeça de quem possui bacharel talvez isso também faça sentido. Se ele possuísse bacharel (sic) em direito, talvez o dito também soubesse a diferença de “ilegal” e “não regulamentado”.

    Vamos ver até onde vai essa iniciativa de se proteger o mercado de distribuição física contra a distribuição digital, claramente em crescimento. Eu acredito que ele não consigará implantar nenhuma das mudanças advogadas. Entretanto, ainda que consiga, acho que seleção natural do mercado vai limar essas lojas físicas da evolução. Como eles vão competir contra a prórpria distribuidora vendendo os jogos sem intermediários?

  14. Kurama 24/04/2012 às 05:22 #

    O imposto já é pago quando é comprado algo de fora, IOF manda lembranças.

    Sobre o Nuuvem citado por Panino, antes de fazer uma compra por lá, fiz uma procura em alguns foruns sobre a confiabilidade do serviço, bem só tinha maravilhas sendo dita, pois bem, fiz a compra, coloco para fazer download do game, que velocidade de merda, download iria demorar 24 horas, pra minha sorte, o game é da EA, Need for speed shift 2, então pude ativar o serial no Origin e fazer meu download em 1 hora e pouco.

    Pra mim mídia física nunca mais será adquirida, além de ser uma economia de espaço, tenho games originais que já pediram arrego, meu precioso clássico Medal of Honor Allied Assault não funciona mais, ou seja, apesar de ter sido feliz com ele na época, se quiser jogar novamente, preciso comprar outra vez, já no steam/origin, esse problema está sanado.

    Quanto ao mencionado na pauta de hoje, só quero que esse câncer seja aniquilado.

  15. Marskel 24/04/2012 às 09:43 #

    Oportunista do cacete, já não basta montar em cima da molecada preguiçosa fingindo que ajuda, agora ele quer FODER com quem se vira honestamente?

    Pior é que eu não tô nem um pouco surpreso.

  16. Marskel 24/04/2012 às 09:57 #

    Eu estava no Game World quando este senhor foi apresentado como conselheiro.

    Nossa, foi uma punhetagem em cima da presença desse senhor… estavam fazendo um QUIZ “de games” onde a pergunta era o nome completo do “gamer que mais trabalha no Brasil”…

  17. Ruendo 24/04/2012 às 11:11 #

    Como o panino disse já pagamos imposto sobre transação internacional ao comprar pelo steam, que alias subiu muito apesar de ainda ser um imposto relativamente barato, então esse senhor tem que parar de falar besteira e de fazer looby de lojista. Quanto ao steam ele ta perfeito do jeito que está, para quem tem cartão de credito basta comprar direto e pronto, para quem não tem, basta jogar créditos na sua conta paypal com cartão nacional e converter para dólar.

  18. Expedito Paz 24/04/2012 às 11:47 #

    Além da maluquice de querer meter impostos goela abaixo do Steam, o nosso amigo presidente não deve conhecer os similares nacionais Nuuvem e Xogo, que… adivinhem! Vendem jogos via distribuição digital mais barato que nas lojas físicas (na maioria dos casos)! E pagando impostos:)

    E o cara tb devia saber que a gente paga IOF a cada vez que compra no Steam… tolinho.

  19. husermarcio 24/04/2012 às 12:13 #

    PORRA, Moacir. Sério? Eu que apoiei tanto a campanha do Jogo Justo e agora quer me aprontar uma dessas? Não quero outra Origin BR, que é careira e insipiente. Tá certo que temos o Nuuvem aí para nos mostrar que loja BR de venda digital pode dar certo, mas daí a querer atrapalhar os negócios do Steam por aqui, não dá.
    E ser ilegal baixar software de fora? PORRA, seu Moacir, importação de software é ISENTO POR LEI! Só pagamos IOF porque há uma transação internacional de conversão de moedas, mas fora isso, não devemos nada a ninguém.
    Putz grila, heim, se vendeu ao sistema mesmo :P

  20. Heitor Polidoro 24/04/2012 às 12:38 #

    Só um parênteses, o que deixa mais barato a compra de jogo no Steam não é a ‘não compra da mídia’ e sim o fato que não paga os impostos absurdos que o Senhor você-sabe-quem estava lutando contra, ou pelo menos foi isso que achei que fosse. Diablo III por exemplo, custa R$99 na battle.net e R$99 na Saraiva, e na Saraiva é a mídia física. Então não é a mídia/transporte que faz a diferença no preço e sim os impostos.

  21. husermarcio 24/04/2012 às 12:40 #

    @Heitor Polidoro,
    Jogos de PC sempre foram bem “pareados” com os lançamentos lá fora. Se lá sai por $49,99 ou $59,99 aqui sai por R$99,90. 99% das vezes, pelo menos. O problema mesmo é com os jogos de console, que sei lá porque cargas custam 2x mais, sendo que supostamente são indistinguíveis dos jogos de PC, no que se refere à tributação por importação.
    De qualquer forma, esse pronunciamento do Senhor Moacyr foi extremamente infeliz

  22. Heitor Polidoro 24/04/2012 às 12:51 #

    Sim, sim. Eu sei que os jogos de PC estão “pareados” (não tenho certeza se sempre foram, mas não vem ao caso) é que foi citado no texto que “é muito mais barato que comprar em lojas físicas porque não precisam pagar pela mídia e nem pelo transporte.” e não é o caso, o que (parece que) acontece é que jogos de consoles são taxados de forma diferente de jogos de PC, por isso custam absurdamente mais mesmo sendo o mesmo jogo.

    Mas enfim, foi um pronunciamento, de fato, extremamente infeliz

  23. Heitor Polidoro 24/04/2012 às 13:19 #

    UPDATE: Acompanhando o twitter do Moacyr, pelo o que eu entendi, com a Steam vindo ao Brasil deixaremos de pagar IOF e passaremos a pagar imposto, e o valor proposto é menor que o IOF, então, em teoria, pagaremos menos.

  24. husermarcio 24/04/2012 às 13:23 #

    Em teoria, sim, porque na prática isso significaria mais gastos com taxas municipais, estaduais, federais, encargos trabalhistas, etc e tal. Reduzir o imposto, mas aumentar o custo para poder operar aqui. O que se ganha? Seria realmente prático poder já pagar direto em R$ para o Steam, mas se isso significar que os jogos custarão mais caro que a conversão do dólar + IOF, então eu prefiro que fique do jeito que está

  25. apocaliptico2 24/04/2012 às 13:43 #

    Me enche de orgulho Moacyr o querido Pc Engine Fan do Neoseganet. O mais legal é que ele é a favor do Jogo Justo. Imagina se ele fosse contra? Mais um que se vende no Merdil.

  26. fallyrion 24/04/2012 às 14:51 #

    Sobre a diferença de preços entre jogos de PC e console:

    Jogos de PC são taxados da mesma forma que softwares como Windows, Office e etc. Os impostos sobre software são bem mais realistas que os aplicados sobre jogos que por razões históricas recai apenas sobre jogos de console.

  27. Felix Augusto 24/04/2012 às 16:03 #

    Vocês tem inveja do Moacyr porque ele é um cara de sucesso com uma história de vida digna de livro. Inveja mata.

    Como grande colecionador de PC Engine e autoridade representante dos video games no Brasil, ele deveria ser mais respeitado. Vocês não sabem absolutamente nada do que estão falando, e é algo realmente muito complicado para explicar para vocês, então ele teve que resumir essa parte, e mesmo assim foi mal-interpretado. Então eu digo: pra quê perder tempo explicando pra essa gente birrenta, se a única coisa que dizem é “Diminui imposto, diminui taxação”.

    Concordo plenamente com a posição do Sr. Conselheiro, pois temos que lembrar que as lojas de games são um setor que está iniciando no Brasil, e ao contrário do eba eba do Steam e outras plataformas digitais, essas lojas físicas tem que arcar com custos como atendentes treinados, conhecedores do ramo, além de estrutura física. Garanto para vocês que a estrutura nas lojas de games é de um local climatizado, e os jogos são acondicionados com todo o cuidado. E pra isso vocês tem que pagar um preço. É caro? É. Paciência. Mas pra vocês a única coisa que importa é o preço. Então vai lá comprar no Steam, e quando o serviço ficar offline, e o Sr. Gaben fugir com todos os seus dinheiros, quero ver onde vocês vão comprar jogos. Provavelmente no camelô mais perto de casa, já que a essa altura as lojas de games que trabalham na legalidade já teriam fechado as portas.

    Se eu estivesse na posição do Sr. Moacyr, eu faria ainda mais: criaria uma lei que equiparasse os preços dos jogos por download aos de mídia física. Quer vender aqui? Tem que ter um escritório aqui, pagar imposto e tudo bonitinho. Mas vai ter que vender pelo mesmo preço da loja, pois iso é uma opção. Senão seria um verdadeiro massacre da ilegalidade (serviços online) contra a legalidade (lojas de games).

    Não acho que “a máscara caiu”, poque simplesmente, vocês estavam inebriados pela idéia de não pagarem impostos nos seus joguinhos, mas depois viram que o Moacyr está trazendo idéias muito mais maduras do que vocês estão acostumados a ver. Idéias amadurecidas com o passar do tempo, e que hoje dão frutos.

    Vim só deixar o depoimento de um gamer feliz em finalmente ter um representante no governo, que abra os olhos para a nossa indústria e que dê a César o que é de César. Não voltarei aqui pois provavelmente só verei comentários imaturos, e vocês ficarem esperneando não vai adiantar nada. Nunca adiantou. Vocês são voto vencido, é hora de se deixar levar pela maré e abraçar a nova era dos games no Brasil.

    Abraços, Félix

  28. Luiz Fernando 24/04/2012 às 16:19 #

    Acabei de ver o cidadão comentando sobre isso no twitter, dizendo que a intenção é reduzir os impostos para a Steam pra algo em torno de 5% sendo que o IOF pra quem compra jogos por eles hoje é pouco mais de 6% e quer fazer com que eles tenham um SAC no Brasil.

    Puro blablablá. Só na cabeça oca dele que os caras abririam uma filial aqui no bananão (com todos os gastos e impostos que isso requer), criariam um SAC, contratariam e pagariam funcionários (pagando todos os impostos que isso envolve), ficariam sujeitos as dezenas de impostos estaduais e municipais como ICMS e ISS e não repassariam o custo disso para os compradores brasileiros.

    Pra se ter uma idéia, a alíquota do ICMS em São Paulo é de 25% para jogos ou video jogos. E isso é só UM imposto.

    Na boa, esse cara é louco. E o pior é que teve um monte de gente que caiu na conversa fiada dele.

  29. haruhi_chan_10 24/04/2012 às 16:30 #

    Por isso a pirataria rola solta nesse país.

  30. Lola 24/04/2012 às 17:01 #

    Invejosa! No mais alto escalão de inveja! É isso aí tio Moacyr continue fazendo essa gorda escrota morrer de raiva!!! E vamos lá tio nuvem, se junte a nós. Ni-sama já está do nosso lado, nessa luta contra a sucubus e a 69. Só falta você. Se você não estiver do lado da 69, é claro.

  31. Heitor Polidoro 24/04/2012 às 17:19 #

    Amigo Felix, você disse que não voltaria aqui porque só haveriam comentários imaturos, bem espero que leia essa minha resposta ao seu comentário e pense um pouco.
    Primeiro, ele como um servidor público tem que deixar tudo MUITO bem explicado sim, não pode deixar margem para ser mal interpretado, aliás qualquer um que vá a público tem que tomar esse cuidado.

    “temos que lembrar que as lojas de games são um setor que está iniciando no Brasil”
    Quero lembra-lo que loja de games existe desde o Atari, ou pelo menos SNES, que eu lembro de ir na loja comprar o meu.

    “lojas físicas tem que arcar com custos como atendentes treinados, conhecedores do ramo, além de estrutura física”
    Concordo, assim como as lojas virtuais tem custos com servidores para armazenar e suportar a grande taxa de transferência, segurança para transferência de dinheiro entre outros custos. Loja virtual não é só criar um site e pronto.

    “Garanto para vocês que a estrutura nas lojas de games é de um local climatizado, e os jogos são acondicionados com todo o cuidado.”
    Que lojas você freqüenta? As lojas que vou ter ar condicionado pros clientes, e olhe lá.

    “criaria uma lei que equiparasse os preços dos jogos por download aos de mídia física.”
    É isso que queremos, mas queremos que os impostos absurdos que recaem sobre os jogos de console (lembrando que jogos para PC tem preço equivalente tanto na mídia física quanto nos serviços online, vide Diablo 3 R$99 na Saraiva e o mesmo preço na battle.net, como já disse num comentário acima, assim como a Origin vende seus jogos a R$99, sim em Reais). A solução é classificar jogos de video game para console na mesma categoria dos softwares de PC e não aumentar o preço dos softwares para equiparar os jogos de console.

    “ilegalidade (serviços online) contra a legalidade (lojas de games).”
    Gostaria que me mostrasse onde diz que é ilegal comprar softwares online? Porque se realmente for, a Microsoft e Blizzard (que já comprei online) também estão ilegais. Aliás, a Blizzard e Microsoft tem serviço no Brasil, já precisei de ajuda e liguei num 0800.

    “vocês estavam inebriados pela idéia de não pagarem impostos nos seus joguinhos”
    Aqui mostra quem é o ‘imaturo’, alguém que quer sua opinião levada a séria falando sobre jogos JAMAS deveria se referir aos jogos como ‘joguinhos’.

    Para resumir, sim quero parar de pagar imposto nos meus ‘joguinhos’ e não só nos meus ‘joguinhos’, em qualquer coisa, o Brasil tem uma das maiores taxa tributárias do mundo. Tudo isso para financiar a palhaçada que é nosso governo. Deputado ganhando R$26mil (sem contar benefícios) enquanto professor ralando com cerca de R$1mil.

    E acabei de confirmar com o Moacyr via twitter. Hoje pagamos 6% de IOF para compras no exterior e a sugestão é um imposto de 5%, ou seja, pagaremos menos. Foi uma questão de má interpretação do comentário do Moacyr, que de fato foi mal colocado e mal explicado.

    Bom, Felix, espero que você tenha lido isso e tenha uma opinião mais madura do que “vocês têm inveja”

  32. Shinichi 24/04/2012 às 17:26 #

    “Como grande colecionador de PC Engine e autoridade representante dos video games no Brasil, ele deveria ser mais respeitado” – SAUSHAUSHAUHSUAHSUAHSUAHSUHAUHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHUSHA
    SAUSHAUSHAUHSUAHSUAHSUAHSUHAUHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHUSHA
    SAUSHAUSHAUHSUAHSUAHSUAHSUHAUHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHUSHA
    SAUSHAUSHAUHSUAHSUAHSUAHSUHAUHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHUSHA
    SAUSHAUSHAUHSUAHSUAHSUAHSUHAUHSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHUSHA – Faleci.

  33. Ruendo 24/04/2012 às 17:36 #

    Por favor felix augusto antes de falar besteiras desses tipos leia aqui

    http://jovemnerd.ig.com.br/jovem-nerd-news/games/chefao-da-valve-fala-que-pirataria-e-culpa-do-servico-nao-do-preco/

    Por esse motivo que eles nem deram ouvidos ao sr em questão, já que uma das proposta do sr em questão é justamente o que ele combate que é o lobby das lojas.

  34. Ânderson (@andersonperoty) 24/04/2012 às 17:54 #

    Nunca fiquei tão triste por ter apoiado um projeto.

  35. Marskel 24/04/2012 às 18:01 #

    Eu ia responder à declaração do Félix, mas paciência; nego sabe que aqui ele vai encontrar argumentos coerentes que o tio Momô não conseguiria rebater, então já avisa que não dará o ar da graça novamente.

    Mas o pessoal já respondeu basicamente o que eu falaria:

    -Ser um puta colecionador de console antigo não confere competência administrativa a ninguém.

    -O cara agora serve à população num país onde corrupção já é característica de seus administradores. É ÓBVIO que ele não deve deixar nada aberto a dupla interpretação, e caso isso aconteça, o mínimo que ele deve fazer é esclarecer. O que custa? Isso sem contar que ele afirmou que a distribuição online é ilegal, o que é simplesmente calunioso.

    -Ninguém aqui acha que a solução é sumir com os impostos, isso é simplesmente inviável. O lance é adequar os muitos tributos que já temos, não criar novos empecilhos que não favorecem ao prestador de serviço ou ao consumidor.

    -Trabalho com consultoria de gestão de varejo. A realidade de uma loja de games não é tão “marginal” quanto você pensa, amigão. Vide seu exemplo de custo de mercadoria e margem de lucro: conheço lojas que praticavam preços MENORES que a queima de estoque promovida pelo Jogo Justo o ano todo (todos os produtos com Nota, antes de vir com o exemplo da recente apreensão). Tem lojas e lojas, com preço variando desde o fornecedor até o corredor comercial onde ela se encontra.

    Mas sei lá porque tô perdendo o meu tempo. Acho que equiparar preço de jogo digital ao de mídia física em loja (que tem TROCENTOS intermediários) foi a idéia mais estúpida que eu já vi prá melhorar a situação. Mas não me espanta vindo de onde veio.

  36. Fabio Sooner 24/04/2012 às 18:12 #

    Mais um ótimo exemplo de como funciona a mentalidade do empresariado brasileiro: correr atrás e competir honestamente pra quê, se eu posso pedir pro governo para aprovar alguma coisa que proteja o meu negócio e onere o concorrente?

    Vocês estão perdendo tempo discutindo se vai ficar mais barato ou não comprar no Steam, mas isso na verdade é o de menos. O problema maior é a justificativa dele. Deixa claro que o comprometimento dele é com os lojistas locais acima de tudo, inclusive da concorrência, e é claro que eles ficam incomodados com a existência de um Steam e de lojas digitais – e devem mesmo, porque até Mass Effect 3 já saiu na PSN no mesmo dia do lançamento físico por um preço muito mais barato para nós.

    A diferença é que nos EUA e na Europa as lojas SE ADAPTAM. A Gamestop comprou um serviço de venda por download, então se um dia os lançamentos em disco não sustentarem a loja física, ela continuará operando de outra forma. O Shop.to também já está vendendo versões PC para download, assim como a Amazon.

    Aqui no Brasil? Os lojistas pegam um Moacyr da vida, criam um movimento “simpático”, arrumam uma brecha no governo e já querem “regulamentar” a venda digital no país.

    Isso é Brasil, sempre foi assim e ainda será por muito tempo. Não é só nos games isso, ACORDEM.

  37. Fabio Sooner 24/04/2012 às 18:51 #

    Outra coisa. Por que diabos vocês estão concordando com a ideia de que os preços da mídia fisica e digital “precisam ser equiparados”?

    Não precisam coisa alguma. Isso é progresso. Você encontra uma maneira mais eficiente, em termos de custos, de entregar o seu produto ao cliente, tem o direito de repassar essa economia no preço final. Não cabe ao governo coibir o progresso. Cabe à concorrência encontrar maneiras de se adaptar à nova realidade.

    Governo se metendo em preço nunca acaba bem. Sempre acaba em mancumanação entre empresários e políticos enquanto todo o resto paga mais por isso. Se a Nuuvem consegue vender o Deus Ex a R$ 20 e a Live Brasil a R$ 79, ótimo para elas e para todo mundo, e os outros que se virem para equiparar. Chega de esmola do governo! De saco cheio dessa mentalidade brasileira de que todo mundo tem que ter ajudinha do governo, seja Bolsa Família, seja isso!

  38. Ruendo 24/04/2012 às 19:04 #

    outra coisa esse “bloguinho de merda” como muitos chamam da espaço para as pessoas debater o assunto, já não vejo isso no site da pessoa citada, já que todo comentário que questione algum ponto ou que seja contra o projeto é devidamente apagado.

  39. Just a Tokuku. 24/04/2012 às 19:47 #

    “Então vai lá comprar no Steam, e quando o serviço ficar offline, e o Sr. Gaben fugir com todos os seus dinheiros, quero ver onde vocês vão comprar jogos. ”

    Você realmente acha que uma empresa séria feito a Valve, que sempre fez o máximo pra oferecer o melhor dos serviços pros usuários vai simplesmente sumir como um trambiqueiro qualquer? Tenha dó.

  40. Senseinoção 24/04/2012 às 20:28 #

    Gente, uma coisa é essencial:

    Ele não é servidor público! Sugiro que uma consulta seja feita ao Ministério da Cultura, via site (pode ser feita até de forma anônima, com acompanhamento via protocolo) perguntando quais atos administrativos conferem a ele a personalidade de conselheiro do Governo Federal.

    Qualquer conselho, comissão ou coisa do tipo deve ser criada e sua criação, seus representantes, suas eleições e atos (sejam administrativos, sejam decisórios, sejam resoluções ou sugestões) devem constar em documentos oficiais, publicados no Diário Oficial da União ou então em “Boletins de Serviço”, como ocorre nas Universidades Federais.

    Ora, falar que ele é servidor público é incorreto e se ele utiliza esta designação para ele, ou ele terá que comprovar ou estará cometendo um grave crime. Assim, acredito que ele deve apresentar as credenciais devidas para verificação nos meios pertinentes.

  41. João Paulo 24/04/2012 às 21:10 #

    Acidgames está para os jogos assim como a Anfavea está para os veículos.
    Só quem é burro como o Felix para acreditar nesse papo furado de “representante gamer no governo”.
    Se por um lado essas entidades lutam por menor carga tributária em sua área de atuação, por outro tentam ao máximo se protegerem da concorrência internacional através de lobby que fazem junto ao meio político.
    Por trás do aumento do IPI sobre os veículos importados estavam as montadoras, temerárias em perder mercado devido as importações principalmente da China e da Coreia do Sul, enquando a produção nacional nos enfia carroças automotivas a preço de um olho da cara.

  42. shiniwright 24/04/2012 às 22:51 #

    To achando um PUTA sacanagem a galera negativar o vídeo dos caras…. O vídeo está ótimo, a idéia do programa é super bacana, o trampo foi muito bem feito. Infelizmente eles entrevistaram a besta do Moacyr, mas isso não faz com que o vídeo deles seja ruim… Muita mancada isso…

  43. Raikouken 25/04/2012 às 00:52 #

    Vamos dar nomes aos bois: Estamos de olho sr Marcos Khalil
    As lojas UZ games dos shoppings com os preços mais altos do mercado né
    A parceria com o tio Moacyr vai bem?

  44. Marskel 25/04/2012 às 09:14 #

    @shiniwright Também pensei nisso, mas como se a repercussão em si não fosse suficiente, os próprios comentários mostram que os negativos são em relação ao “conteúdo” prestado pelo oportunista. Prejudicial seria se o pessoal sinalizasse o vídeo como impróprio.

  45. paranoid44 25/04/2012 às 09:40 #

    Seu post foi excelente. E fez barulho já que o camarada tá em modo damage control até agora.
    Além do que todos já falaram, acho importante destacar a forma arrogante que ele fala quando diz que a Steam tem que procurar ele. Mostrando que levou a coisa bem pro lado pessoal quando tudo se trata de negócio e há bem mais que o interesse dele envolvido.

    Maluquice dele atacar Steam. Acho que ele não tem noção da (sem exageros) admiração que o pessoal tem por ela.

    Enfim, as intenções desse indivíduo ficam cada vez mais claras.

  46. Cheffcris 25/04/2012 às 10:46 #

    Porra, e não é que a Mara estava mesmo certa sobre ele?

  47. apocaliptico2 25/04/2012 às 10:46 #

    Engraçado é que os Gamers tomaram bonito. Agora ele vai enriquecer as custas dos gamers. São tão ingênuos quanto os Otakus.

  48. Cheffcris 25/04/2012 às 10:46 #

    Idiota mesmo foi quem acreditou nele.

  49. Valter Pando 25/04/2012 às 11:20 #

    Reblogged this on Tudo Junto e Misturado.

  50. Erick Mendonça 25/04/2012 às 11:50 #

    Caramba, ainda vem gente aqui comentar que os preços dos jogos em mídia digital DEVIAM SER CONTROLADOS PELOS VAREJISTAS DE MÍDIA FÍSICA?! Tá maluco, cara, só pode. Pois é, tenho inveja. #NOT

  51. Luiz Fernando 25/04/2012 às 12:51 #

    Querer equiparar preço de mídia digital ao de mídia física é coisa de quem parou no tempo ou de quem faz lobby pra lojista.

  52. Felix Augusto 25/04/2012 às 14:44 #

    Voltando aqui, vejo que o nível dos comentários não melhorou muito. Prometi não voltar, mas dada a repercussão do caso, com matéria até na Kotaku, decidi me manifestar mais uma vez.

    Como sempre, todos só querem ver o seu lado, e esquecem o que é do outro. Vocês apedrejaram o Moacyr, nosso digno representante nacional dos video games, por causa de uma única declaração dele, que foi totalmente mal-interpretada. Já estão até usando declarações anteriores do Moacyr para “engrossar o coro” dos que são contra ele. Como se empilhando todos os maus do mundo sobre o Moacyr, este pudesse ser varrido para debaixo do tapete. Eu digo que está havendo sim, uma perseguição. Perseguição essa, partida de invejosos que não admitiram que o Moacyr estivesse tendo tanta notoriedade na cena gamer. A nomeação do Moacyr para conselheiro foi a gota d’água para estes indivíduos invejosos, que agora começaram uma campanha para desmoralizar o Moacyr. Eles estavam só esperando uma declaração pública do Moacyr, um simples deslize, para caírem matando em cima. E conseguiram, pois a declaração do Moacyr soou aos ouvidos desses vendidos como “patriotismo exacerbado”. Eles estão apenas com inveja do sucesso dele. Comentei isso ontem sem citar nomes, mas hoje todo mundo pode ver os nomezinhos: vloggers de youtube que querem usar o Moacyr de escada, sites de quinta categoria que ganham mais uns trocados de AdSense por postar uma matéria polêmica, você escolhe.

    Vi a discussão acerca do emparelhamento dos preços de mídia física e digital. É claro que tem haver! Senão as lojas de varejo acabam! Nós demos muito suor e lágrimas para iniciar esse mercado agora no Brasil, e quando vem alguém e te diz que você está vendendo o seu produto por um preço muito maior, só para ter um lucro maior, dá vontade de abandonar tudo e partir para outra. Para terem uma idéia, em um console que vendemos aqui na loja, de R$ 1.500 (PS3 versão mais nova), só tiramos R$ 20 de lucro. Isso mesmo, 20 REAIS. Para onde vai todo o resto? Pagar funcionários, impostos de importação, entre outros encargos. Isso não sai de graça, e é injusto que um serviço de venda online ganhe mais do que nós, vendendo na quantidade ao invés da qualidade. Pois sim, os preços deles são baixos, e enquanto eles vendem 10 unidades, nós vendemos 1. Mas essas 10 unidades tiveram acompanhamento especializado de vendedores treinados? Não. Foram vendidos em uma loja climatizada? Não. No máximo pagaram um funcionário para embalar e pronto. Não olharam na cara do consumidor, não perguntaram o que ele queria, não explicaram nada a ele. Foi o simples: “Pega isso e não pergunta nada, e não reclama depois”. O suporte pós-venda também, os serviços online não tem, enquanto as lojas físicas sim.

    Sobre a taxação absurda de impostos, fazer o quê? É a lei, e serve para subsidiar a nossa grande indústria nacional de games, que ainda está em franca ascensão. Permitir que estes serviços online operem livremente aqui, é sufocar a nossa indústria, nossos profissionais e os produtores de conteúdo. Como eu disse antes: cada um só está pensando no seu, nesse caso, e não no quadro completo. Pegaram o Moacyr de judas só por força da ocasião, como fizeram com o Guilherme Gamer antes. Me pergunto quem será o próximo bode expiatório nessa história toda?

  53. Felix Augusto 25/04/2012 às 15:04 #

    Sobre os comentários que teceram ontem e hoje pela manhã ao Moacyr, comentários cheios de ódio e rancor, respondo que a questão aqui é que vocês estão vendo apenas o lado de vocês, e só por ele ter apresentado uma idéia mais madura, mas diferente do que vocês esperavam, fez com que se virassem contra ele.

    O que mais me fez rir nesse caso todo foram as pessoas dizendo “Eu já sabia, nunca confiei nesse Moacyr”. Vocês são hipócritas, pois 1, 2 anos atrás, estavam lá apoiando o Moacyr com todas as forças, elevaram ele a um patamar acima de outros. Por isso essa hipocrisia. NENHUM de vocês realmente pensava isso, só estão desgostosos porque se dizem “enganados”, e então inventaram essa de “nunca acreditei nele”. Se nunca acreditaram nele, onde estão os posts, blogs, vídeos com essas opiniões, que sejam anteriores a uma semana atrás? Vocês tiveram 2 anos para se expressarem sobre o assunto. Mas sabe onde está essa opinião contrário ao Moacyr, nesses dois anos? Em lugar nenhum, pois não existia. Era uma atitude 100% apoiada pelo cenário e indústria gamer brasileiros, Então como explicam um simples comentário mal-interpretado ter mudado a opinião pública tão radicalmente? Simples. São os invejosos que se escondem nas sombras, pessoas que não são do bem, que se ressentem da exposição que o Moacyr tinha na mídia, que as idéias do Moacyr eram ouvidas e as deles não. Foi graças ao “trabalho” desses invejosos escondidos nas sombras que uma declaração fora de contexto teve tamanha repercussão negativa. Vocês reclamaram que foram enganados pelo Moacyr, mas a verdade é que vocês estão sendo enganados é agora. Como eu disse no post anterior, vocês são massa de manobra, são voto vencido, e só se deixam levar pela maré do momento. Será que tudo que o Moacyr fez pela indústria gamer vai ser desabonado só por causa de uma declaração mal-interpretada? Uma tempestade feita em copo d’água, por esses oportunistas e invejosos, é o que isso é.

    Eu apoio totalmente a atitude tomada pelo Moacyr. Eu apenas que ele deva realmente se preparar mais antes de conceder entrevistas e declarações, pois nunca se sabe quando vão usar uma declaração dele para motivos excusos, como o fizeram agora. Talvez ele estivesse despreparado no dia, mas ele é um ser humano. Vocês, que outrora o apoiavam, e agora o escarniçam por uma mera situação interpretada dubiamente, deveriam rever seus conceitos. Quanto à declaração sobre o Steam, acho que ele está totalmente certo. Não é porque o serviço é do exterior, que é melhor do que o que temos aqui. Aposto que nossa indústria nacional dá de 10 a 0 em qualquer Steam e Origin que aparecer. O que falta é apenas união. E então, quando finalmente aparece uma figura que pode realizar tal união entre diversos setores tão díspares, vocês o escorraçam? Nesse caso, perdoem-me as palavras, mas vocês são traidores da pátria. Se venderam ao modo de vida de povos estrangeiros, e não mais possuem orgulho de serem brasileiros. Seus avôs e avós sentiriam pavor de ler as palavras que usaram para acusar o Moacyr. Se eles entendessem a situação claramente, se perguntariam porque seus netos estão maltratando um homem que era um herói para eles e para tantos outros, um salvador, por assim dizer. Tentem ver essa situação por esse lado, e vão entender o que eu disse.

    Digo também, que mecanismos de controle e taxação são necessários para o desenvolvimento do nosso país. Ao negarem o pagamento de impostos, importando jogos do exterior, ou comprando-os por serviços online, vocês estão negando o desenvolvimento de nosso país. Me arrisco a dizer que cada jogo que compram em um serviço desses, estão tirando um prato de comida da frente de uma criança necessitada. Isso é algo que me causa ojeriza e estranhamento. Vocês não tem coração? Se não tivéssemos controle sobre os produtos que entram e saem deste país, isto seria o caos, a balbúrdia.

    Termino meu argumento, desejando força ao Moacyr, e que ele ainda dará a volta por cima depois dessa. Qualquer coisa estamos aí.

  54. Kimono Vermelho 25/04/2012 às 15:29 #

    Vem cá, quem disse que eu apoiei o Moacyr não sei quantos anos atrás? Meu amor, o único Moacyr que conheço é o Moacyr Franco. #justsaying
    Nunca vi esse “digno representante nacional” mais gordo e muito menos se prontificando a ajudar de fato o mercado de games. O que eu vejo é um brasileiro usando seu típico jeitinho para tirar uma grana com imposto.
    Falar da Steam e falar que vai cobrar imposto dela é tão absurdo quanto proibir a união homoafetiva e as mulheres de abortarem bebês anencéfalos. #FrasespraComeçarBriga

    Beijos na alma de quem ficar enfezado. >:D

  55.   25/04/2012 às 15:33 #

    “Aposto que nossa indústria nacional dá de 10 a 0 em qualquer Steam”
    Sim, da mesma forma que o Submarino e a Americanas possuem um atendimento muito melhor, mais organizado e possuem mais respeito ao consumidor do que a Amazon, né. ;)

    Na boa, se a SUA loja física não tá dando certo, aprenda a INOVAR e se moldar ao novo formato de mercado.
    Deveria ser papel da loja se adaptar ao desejos dos clientes e não o contrário.

    Se bem que entendo o seu lado, você já deve ter gasto uma grana com o tio Moacyr e não quer correr o risco de ter seu investimento perdido, caso o lobby venha a falhar.

  56. Heitor Polidoro 25/04/2012 às 15:36 #

    Eu tinha até abandonado de acompanhar os comentários pois tem muito comentário inútil aqui. Mas resolvi ler o seu, acreditando que teria uma defesa coerente, então vamos aos fatos.

    Você reclama que nós só pensamos no nosso lado, certo? E você? Afinal VOCÊ esta defendendo que aumentem os preços das lojas digitais para que as lojas físicas (a qual VOCÊ tem uma) não afundem, e nós, os consumidores, que nos explodam?

    Você disse: “O suporte pós-venda também, os serviços online não tem, enquanto as lojas físicas sim.”
    Bom, pelo visto você se importou mais em ler os comentários ‘haters’ do que de alguém ‘neutro’, se for lá no meu comentário vai ver que a Blizzard tem suporte por telefone, gratuito e em português, precisei um dia desses e foi o melhor super EVER que já tive, resolveram o meu problema, literalmente, na hora. Portanto, serviços online tem suporte pós-venda SIM, e muito melhor que de algumas lojas físicas por ai (ps: perdi R$2,500 numa TV comprada na FAST Shop que o suporte foi PÉSSIMO)

    Você disse: “é injusto que um serviço de venda online ganhe mais do que nós, vendendo na quantidade ao invés da qualidade.”
    Eu não sou do ramo, mas acho que existe uma balança ai e quem manda é o mercado, olhe a China, crescendo absurdamente com produtos de má qualidade, mas em uma quantidade comparável à quantidade de chinês no mundo, você também é a favor de taxar produtos só porque vêm da China?
    Se o preço a mais dos seus produtos não estão compensando, para o consumidor, os serviços que você oferece, você tem que baixar o preço, mas ai fica sem lucro nenhum e não rola. Agora porque um produto que custa U$299 nos EUA custa R$1.500 aqui, só se o dólar estivesse a R$5 o que não é o caso, isso são os impostos absurdos, que comentarei a seguir.

    Você disse: “Sobre a taxação absurda de impostos, fazer o quê? É a lei, e serve para subsidiar a nossa grande indústria nacional de games, que ainda está em franca ascensão.”
    Desculpa, mas nessa hora não consegui segurar a gargalhada. Desculpa se te ofendi mas “serve para subsidiar a nossa grande indústria nacional de games” foi A piada. Primeiro porque os jogos de console são taxados na mesma categoria de caça-níqueis (até onde eu saiba, se não for são em categorias diferentes de softwares, o que explica a diferença de preço de uma mesmo jogo para console e para PC) por isso tem esse imposto absurdo, e em segundo, me mostra quantos % do dinheiro do imposto sobre os jogos são direcionados à indústria de games e eu retiro o comentário.

    Você disse: “Permitir que estes serviços online operem livremente aqui, é sufocar a nossa indústria, nossos profissionais e os produtores de conteúdo.”
    Se isso fosse realmente verdade, se só esse fosse o problema, porque o Submarino não quebrou as lojas físicas? Os produtos que comprei no Submarino não olhei na cara de nenhum vendedor, não me perguntaram nada, nem me explicara. Só paguei e o produto chegou em casa, o que diferencia tanto o Submarino do Steam?

    Você disse: “cada um só está pensando no seu, nesse caso, e não no quadro completo.” Agora nisso eu sou obrigado a concordar, você só está pensando no SEU lucro e não em nós, os consumidores.

    Você disse: “Ao negarem o pagamento de impostos, importando jogos do exterior, ou comprando-os por serviços online, vocês estão negando o desenvolvimento de nosso país. Me arrisco a dizer que cada jogo que compram em um serviço desses, estão tirando um prato de comida da frente de uma criança necessitada. ”
    Quem compra em U$ daqui do Brasil para IOF, portanto JÁ pagamos imposto por comprar no Steam

    Por fim, não faça como o Moacyr, pesquise antes de afirmar algo (ele próprio disse que não tinha certas informações), tem lojas digitais com suporte em pt-br sim. (já usei Microsoft e Blizzard e fui ). E mais, você ataca os serviços online como se eles atrapalhassem a indústria brasileira, certo? Esqueça o Steam e a Origin, o que me diz do Nuuvem e do Xogo, que são serviços de venda digital brasileiros, também estão ‘afundando’ a indústria brasileira de games? Você quer que eles pagam mais taxas pra venderem no mesmo preço que você cobra na sua loja? Quem está pensando somente em si agora?

  57. Julia Rubra 25/04/2012 às 15:37 #

    Felix, vc quer um post de 2 anos atras falando mal do Moacyr?

    http://maisdeoitomil.wordpress.com/2010/09/22/pedido-de-desculpas-%E2%80%93-jogo-justo-ou-%E2%80%9Caquele-post-em-que-a-mara-pede-perdao-por-ser-tao-infantil-e-intransigente%E2%80%9D/

    Espero q esse sirva. Eh aqui msm do Mdom e eh de 2010.

  58. Panda Sama 25/04/2012 às 15:42 #

    @Felix Augusto e pessoal me corrigem se eu estiver errado mas:

    “De acordo com a Receita Federal, toda a mercadoria que entra por importação no Brasil deve ser classificada conforme uma nomenclatura universal. Na Norma Comum do Mercosul (NCM), o videogame possui a classificação fiscal de número 9504.10.10, o que permite à Receita calcular o imposto sobre o aparelho.

    Quando uma empresa traz um videogame para o Brasil, ela deve pagar, sobre o valor do produto, 20% de imposto de importação, 1,65% de Pis, 7,60% de Cofins, 50% de IPI e mais 25% de ICMS caso o produto entre pelo Estado de São Paulo – cada Estado possui um valor de ICMS.

    Com estas tarifas, um produto que custa R$ 100 acabará custando R$ 264, com 164% do seu valor em impostos. De acordo com a Receita Federal, essa série de impostos que são cobrados para trazer produtos importados visa manter uma “competição saudável” entre as mercadorias nacionais e estrangeiras.

    Ainda, para conseguir chegar ao valor no qual o videogame é comercializado oficialmente no Brasil, é necessário levar em conta outros custos que Sony, Microsoft e Nintendo pagam. Existem valores da operação de importação, que envolve embarcar produtos em navios e trazer para o país, o valor aduaneiro, seguro, custo da manutenção das lojas e margem de lucro para os lojistas.

    Segundo Marcos Khalil, dono da rede de lojas especializadas em games UZ Games, a margem de lucro praticada no Brasil para a venda de consoles varia entre 9% e 11%. “Para o console essa margem sempre foi apertada, mas isso é um padrão mundial”, disse. Para jogos, a margem sobe para 27 e 30%. Para fechar o valor do videogame, ainda deve ser levado em conta o valor do dólar na conversão no dia.”

    Fonte: http://www.depositonaweb.com.br

    20 reais, né?

    Sei não se esse Felix, não está dando uma de Minheirinhooo, e não é um disfarce do “Conselheiro”…

  59. Marskel 25/04/2012 às 15:46 #

    @Moacyralves mas teoricamente não precisa trazer os servidores dos caras pra cá, porque o efeito no fim das contas é o mesmo, né

    @own1e Verdade mas a questão dos servidores é justamente para ter um melhor serviço, assim eles teriam que ter um SAC como a Blizzard tem.

    @Moacyralves @own1e Eles já tem um SAC de qualidade. Muito melhor que qualquer SAC br, diga-se de passagem. Opinião de ex técnica do PROCON

    @Moacyralves @own1e Eles têm suporte em português também.

    @natchy @own1e isso eu não sabia. Realmente muito bom.

    Oh, my…

  60. Heitor Polidoro 25/04/2012 às 15:49 #

    Aaaaaaacho que quando ele disse R$20 ele já tirou os custos de manutenção e funcionários. os R$20 seria o que vai pro bolso dele. Pelo menos foi isso que eu entendi.

  61. Ruendo 25/04/2012 às 15:54 #

    Ta explicado Felix Augusto é um lojistas. Quanto a qualidade do serviço digital que você diz ser ruim, cara para de falar besteira por favor steam tem melhor suporte que eu já vi, os caras dão mais atenção que os suportes nacionais fajutos.Sem contar que bugs dos jogos são postados no próprio fórum da comunidade do jogo, no qual sempre tem um developer de olho para tirar algumas duvidas e postar possíveis bugs. Fala serio vendedores treinados? faça me rir cara 90% dos vendedores de loja de game só sabem o que está na sinopse do jogo e olhe la. Se a sua loja tem vendedores capacitados, parabéns mas a grande maioria ta poco se ferrando para isso ate porque com o salario baixo que vocês pagam ao sujeito não vão arranjar gente capacitada mesmo. E o mais importante antes de falar besteira como se o steam fosse um grande vilão, vá estudar um pouco da historia do mesmo, ate porque se o senhor não sabe eles lutaram muito para serem o que são hoje, e antes mesmo do seu amigo vir com esse projeto fuleira ,que eu sempre disse que era fuleira, a valve(dona do steam) já vendia alguns jogos delas por aqui a 50 nas lojas físicas por aqui.

  62. aberopeba 25/04/2012 às 15:55 #

    Na real achava que esse Felix Algusto era só um fake tentando trolar geral. Mas acho que me enganei. Se for fake é dos bons

    “Nós demos muito suor e lágrimas para iniciar esse mercado agora no Brasil, e quando vem alguém e te diz que você está vendendo o seu produto por um preço muito maior, só para ter um lucro maior, dá vontade de abandonar tudo e partir para outra”
    Quem ta vendo só o seu lado mesmo?

    “Aposto que nossa indústria nacional dá de 10 a 0 em qualquer Steam e Origin que aparecer”
    Steam e Origin estão ai já e nenhuma empresa brasileira consegue bater neles. O que o vendedor tem que oferecer é preço, qualidade e facilidade de compra e isso o Steam cumpre. Pós venda também já que eles possuem suporte em Português.

    “Nesse caso, perdoem-me as palavras, mas vocês são traidores da pátria. Se venderam ao modo de vida de povos estrangeiros, e não mais possuem orgulho de serem brasileiros”
    Isso é ser burro. Não é só porque é brasileiro que temos que apoiar. Vivemos num mundo gloabalizado e ficar com esse patriotismo exagerado é ridículo.
    Acho que todos nós gostariamos de ter um serviço brasileiro igual ao Steam mas enquanto o Nuuvem não decola fica dificil tentar proteger ele. E a rede varejista tem que se adaptar, o mercado funciona assim, se não evoluir morre (como acontece na industria da música)

    “Digo também, que mecanismos de controle e taxação são necessários para o desenvolvimento do nosso país. Ao negarem o pagamento de impostos, importando jogos do exterior, ou comprando-os por serviços online, vocês estão negando o desenvolvimento de nosso país. Me arrisco a dizer que cada jogo que compram em um serviço desses, estão tirando um prato de comida da frente de uma criança necessitada. Isso é algo que me causa ojeriza e estranhamento. Vocês não tem coração?”
    Quem tem que estimular a compra em território nacional é o governo e isso se faz baixando os preços. Não é mimimi é fato. As pessoas sempre comprar onde o custo/benefício é melhor e por enquanto o melhor é Steam e importação.
    Se o governo fizer a reforma tributária que prometem a mais tempo que e me posso lembrar pode ser que a coisa mude

    “Se não tivéssemos controle sobre os produtos que entram e saem deste país, isto seria o caos, a balbúrdia.”
    Esse caos e balbúrdia já acontece em brasília e a culpa não é dos produtos importados.

  63. Marskel 25/04/2012 às 15:55 #

    Valeu Heitor, por mais esclarecimentos. É incrível como nego não rebate NENHUM deles, fica só na base do “mimimi isso tudo é inveja do sucesso do Momô!”

    Vocês apedrejaram o Moacyr, nosso digno representante nacional dos video games

    SEU representante, colega. Moacyr, Palerma Gamer (outro imbecil que ATÉ AQUI tme gente pintando de COITADO, não acredito)… esse povo adora chamar prá si a responsabilidade de ME representar, só que eles não falam por mim – e pelo visto por ninguém em sã consciência. E não, não estou vendo apenas o lado da minha carteira, mas o de consumidor que ESTÁ muito mais satisfeito com o serviço prestado pelas empresas gringas. Tá feio pro lojista? É uma pena, mas ou nego se adapta, ou entra em extinção, só não rola repassar o custo dessa bucha pro consumidor sustentar essa categoria (que não está começando coisíssima nenhuma, e tampouco atua no mesmo canal de distribuição prá reclamar de concorrência desleal).

  64. Luiz Fernando 25/04/2012 às 16:46 #

    Juro que eu me racho de rir quando vejo esses caras tentando justificar o injustificalvel.

    Quer dizer então que o consumidor que exerce o seu DIREITO de procurar o melhor preço por um produto, além de estar atuando contra a economia nacional e traindo a pátria, também está sendo egoísta pra caramba? Hahahaha. Por favor camarada, largue a loja de games e vá plantar batatas.

    Se procurar por um preço mais baixo me faz mais egoísta e menos brasileiro, que seja então, nada me faria mais feliz. Quer coisa mais brasileira do que ser patriota e pensar no bem próximo, mas com o bolso dos outros?

  65. MiniMário 25/04/2012 às 16:54 #

    O que tem por trás é a tentativa de transformar a compra de conteúdo digital estrangeiro em uma modalidade de importação, cabendo aí o tratamento de acordo (entenda tributação). Evidentemente que a compra de conteúdo digital até então não é ilegal, pois para isso deveria haver legislação regulamentando isso, o que, pelo que sei, não tem nesse sentido.

  66. Heitor Polidoro 25/04/2012 às 17:02 #

    Em defesa do @Moacyralves https://twitter.com/#!/Moacyralves/status/195116065104203776

  67. Marskel 25/04/2012 às 17:12 #

    Momô é coitado, no fim das contas… um bode expiatório… um Cristo… ô dó!!!

    Prevejo vídeo com o Palerma Gamer em breve.

  68. Josefino 25/04/2012 às 19:12 #

    O pessoal já vem com pedras para cima do Moacir. Não se trata de pagar mais nos jogos da Steam . E sim que esse valor e seus devidos impostos (que já existem na steam) sejam destinado ao nosso governo e não ao governo americano .Resumindo … Para quem compra na Steam dá na mesma .

  69. Melke Arikis 25/04/2012 às 19:28 #

    Não adianta ele baixar o ios pra 5% se for enfiar taxas nas empresas q vierem pro Brasil. Esse aumento vai ser repassado pro produto final, fazendo com q paguemos preços mais altos do q os primeiros 6%. Esse senhor é um fanfarrão.

  70. Roberto Oliveira 25/04/2012 às 19:31 #

    O que eu acho engraçado é essa de dizer que a venda de jogos começou agora. Santo mimimi. Cara, quando eu comprava cartuchos na mesbla vinha o quê dentro? Vinha mocotó? Santa ignorância hein.

    Esse Jogo INJusto aí é, foi, e sempre será uma furada. E como sempre, ninguém pensa no consumidor, que é o cara que fomenta de verdade a industria.

  71. Marskel 25/04/2012 às 19:41 #

    E sim que esse valor e seus devidos impostos (que já existem na steam) sejam destinado ao nosso governo e não ao governo americano .Resumindo … Para quem compra na Steam dá na mesma .

    Nope, não continua, a começar porque isso mudaria uma situação já existente em relação a comércio de software. Ao invés de criar OUTROS encargos, porque não cobrar o governo de distribuir corretamente o que já é arrecadado? Sim, porque querendo ou não, já tem IOF na transação (conforme previsto, não tem NADA de ilegal aí como o tio Momô afirmou).

  72. Sailor Paulino 25/04/2012 às 19:56 #

    Então sejamos mesmo patriotas e só compremos jogos produzidos no Brasil e por brasileiros!!! Nada mais de ir a lojas para sermos muito bem atendidos (#not!) comprar jogos produzidos por americanos ou japoneses, ou crianças brasileiras passarão fome!!!!
    Oh wait! Não tem nenhuma produtora brasileira e todos os jogos são feitos pelos inimigos da nação tupiniquim??? Puxa….

  73. Marskel 25/04/2012 às 22:12 #

    Ô Mara, fica esperta que agora o Sr. Presidente está afirmando em seu site oficial que ele não foi procurado por nenhum dos delatores para esclarecimntos, tampouco que lhe cederam espaço prá resposta.

    Como se os comentários não estivessem à disposição e o vídeo em si não fosse suficiente prá que cada um formulasse uma opinião a respeito.

  74. Maju 25/04/2012 às 23:49 #

    Se eu tiver aar condionado em casa e comprar pelo Steam, isso conta como loja climatizada?

  75. Senseinoção 26/04/2012 às 00:22 #

    E desde quando direito de resposta é algo que tem que ser oferecido? Quem se sente ofendido é que deve procurar e exigir o seu direito de resposta.

    E direito de resposta sobre o que? Ele quer ter o direito de responder sobre as coisas que ele já disse e em diferentes veículos? Ele quer um direito de resposta contra ele mesmo?

  76. João Paulo 26/04/2012 às 02:37 #

    Esse Felix é uma piada, pelo menos agora já sabemos que não passa de um comerciante lutando contra a livre concorrência.
    A evolução tecnológica vem, não tem como evitá-la.
    Com a popularização da TV em cores e dos aparelhos de VHS foram p/ o saco a maioria dos grandes cinemas de rua. Décadas depois seria a vez das locadoras sofrerem com a expansão da TV á cabo/satélite, e com a vinda de DVDs, internet e serviços como do Netflix.

    Então quer dizer que só por que o CONSUMIDOR ESTÁ PREFERINDO comprar o jogo digitalmente justifica-se implementar um taxação extra para salvar os comerciantes de mídia física?
    VSF RAPAZ!

    É VOCÊ QUE PRECISA SE ADAPTAR AO MERCADO NÃO O CONTRÁRIO.

    O consumidor parece que se está se cagando para suposta qualidade superior das lojas físicas, até porque na minha opinião é a mesma coisa.
    A gente quer preços menores, e a grande maioria talvez comodidade também, adquirir o produto sem sair de casa e sem pagar frete.
    É óbvio que sempre existirão aqueles que gostam de ter as caixinhas, ou até mesmo a edição de colecionador. Não seria o grosso do mercado, e certamente as lojas que não fossem diferenciadas iriam minguar igual já aconteceu como os setores que mencionei. Quem não tem capacidade de agregar valor ao seu comércio tem que falir mesmo.

    é injusto que a Steam lucre mais do que vocês? HAHAHAHAHAHAHAHA
    se a Steam lucra mais do que vocês é porque O CONSUMIDOR ASSIM QUIS!
    O CONSUMIDOR ACHOU MAIS VANTAJOSO COMPRAR DIGITALMENTE do que nas maravilhosas e com ar-condicionado lojas de game.

    Injusto são essas associações canalhas tipo ACIGames!
    Na realidade vocês não lutam pela legítima redução da carga tributária, vocês só querem obter vantagens para manter um modelo de negócio que pode estar fadado ao fracasso daqui alguns anos.

  77. Diotupi 26/04/2012 às 16:49 #

    Mara, parabéns!
    Você desmascarou um pilantra!! Com a sua ajuda o país tá um pouco menos pior.
    Parabéns mesmo!

  78. Luiz Fernando 26/04/2012 às 18:35 #

    huahua MdOM acabou com a “farra” do conselheiro. O cara tá peregrinando em tudo quanto é canto pra dizer que não era bem aquilo que ele quis dizer etc e tal.

    Pior é que ele foi dar uma entrevista pro techtudo e ao invés de se explicar soltou mais algumas pérolas…

    http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2012/04/entenda-a-polemica-com-o-criador-do-jogo-justo-e-a-distribuicao-digital.html

    Tem bastante coisa lá, segue um trecho.

    “Nosso objetivo é gerar uma regulamentação. A empresa estrangeira quer vender no Brasil, existem outras empresas que fazem o mesmo negócio que ela e o processo precisa ser equivalente. Agora se no processo for necessário novos impostos ou taxas, já será algo da nossa cultura, pois somos um país que desde quando nos entendemos por gente, somos taxados em tudo.”

  79. Marskel 26/04/2012 às 19:24 #

    HAUHEUHAUHEUAHUH!!!

    http://i46.tinypic.com/1zp33af.gif

  80.   26/04/2012 às 19:25 #

    Outra pérola da entrevista é isso aqui:

    “Moacyr Alves: Eu tenho informações de que o governo está ainda mais em cima dessa importação ilegal, e ela é considerada ilegal. Isso porque a lei diz que quando compramos um produto no exterior por menos de US$ 50, ele não é taxado pois é considerado um gift (presente).”

    Pelo que eu saiba essa lei não existe, porque quando compramos coisas de fora, o governo pode sim tributar o item independente do preço.

    Pode até haver uma aparente “vista grossa” em relação a itens pequenos, mas o governo pode sim tributar sem problemas aquele single de paquitas japonesas que você comprou por R$20.

    Só o que não é cobrado por lei, seriam os produtos enviados de pessoa física para pessoa física e que foram realmente presentes de até esse valor… então se você comprou, não estaria amparado pela lei (ao contrário do que o tio Moacyr falou).

    .

    E parabéns para a Mara, pois apesar do vídeo ser de várias semanas atrás, o assunto só bombou depois do MdOM acender o pavio e agora virou barraco em uma porrada de sites grandes. ;D

    Outra coisa querida Maroca, se for fazer mais um post sobre o assunto, bem que você poderia usar também o gif que ilustra as ações da grande associação que foi postado no gamesfoda, ri horrores com aquilo.

  81. Marskel 27/04/2012 às 11:28 #

    Mulacyr insiste em usar o termo “ilegal” de forma errada. Táquipariu.

  82. Chris Galford 29/04/2012 às 01:45 #

    Eu já sabia que o seu Moacyr iria aprontar uma dessas. Depois que eu vi sobre o que a campanha do Mineirinhooo em defesa do tokusatsu no brasil se tratava, eu sabia que o tal “Jogo Justo” seguiria pelo mesmo caminho.

    Agora, sinceramente, ter inveja de gente mau-caráter, que se promove às custas de pessoas querendo se divertir, atacando irracionalmente um serviço digital por ter uma excelente gestão de qualidade, simplesmente por tomar um não na cara?

    Na boa felix, para de ser puxa-saco, cara. Hipocrisia? Ter as suas expectativas esmagadas porque o sujeito resolveu colocar uma máscara de troll face e dizer “chupem trouxas, tô no governo graças à ingenuidade de vocês, nerds babacas” é hipocrisia na sua cabeça oca.

    E que indústria nacional temos aqui? Jogos simplesinhos pra celular? Joguinhos em flash da turma da mônica? Quando você fala de indústria, você está falando de geração de empregos, mão de obra, capital, tem todo um sistema envolvido nisso.

    Se você espera que alguém concorde com as suas palavras, é melhor dividir a grana do suborno em partes iguais, porque tem que ser comprado pelo Moa171 ou muito idiota pra concordar com todo seu texto prolixo e sem sentido.

  83. Heitor Polidoro 02/05/2012 às 15:40 #

    Carta aberta do Moacyr http://www.canalprogramadoresdejogos.com.br/2012/05/carta-aberta-moacyr-alves-jr.html (não achei em outra fonte)

    Acho que seria interessante você meio que divulgar isso. Não estou pedindo para você ser a favor do Moacyr e etc, mas acho justo que, já que foi um dos sites que levantou a polêmica (criada por ele), nada mais justo que publicar a ‘resposta’ dele.

    Abraços

  84. Senseinoção 02/05/2012 às 15:49 #

    Nossa, essa carta é ainda pior do que a primeira. Além de ele admitir que ele é o culpado de tudo, ele mesmo diz que estava agindo por sua própria cabeça, sem pensar nos seus associados ou nos gamers.

    E esse negócio de democracia, nada mais é do que uma tentativa de dizer que AGORA!!!!! ele estará efetivamente ao nosso lado. Perdão, mas eu acho que essa carta aberta (2 carta aberta e que contradiz a primeira e todas as entrevistas dadas oficialmente) deveria ser lida e destrinchada, pois existe muita coisa aí que pode ser compreendida (e não digo interpretada, mas sim verificada de acordo com o próprio autor e o uso de suas palavras).

    Enfim, só acredita nisso quem realmente não possuir senso crítico o suficiente. E é esse pessoal que vai desligar o pc e ir fazer algo bem culto, como ler a VEJA…

  85. Heitor Polidoro 02/05/2012 às 16:12 #

    Desculpe, mas se você acha pior ele admitir os próprios erros, começo a concordar com o cidadão logista (que não me lembro o nome), que os comentários aqui são só de haters e sem fundamento.

  86. Senseinoção 02/05/2012 às 18:25 #

    Heitor, pense um pouco com lógica.

    Adianta alguém admitir um erro após perder todas as chances anteriores? Será que ele admitiu o erro por perceber que errou ou pq percebeu que a única forma de calar os outros seria assim?

    Você percebeu na carta que ele diz, muito claramente, que ele seguia a prórpia cabeça, suas próprias idéias e vontades? Que ele não estava a representar nem a sua associação e nem aos gamers?

    Você verificou que essa nova carta aberta, como vc mesmo disse, aparece em 1 vídeo log específico e em um portal (que foi um que rompeu laços com a acigames)?

    Você percebe que essa nova carta aberta vai contra a carta aberta da Acigames, a qual ele também admitiu não ter escrito? E vai contra a entrevista ao Techtudo? Que ele está se contradizendo?

    Que ele está fazendo exatamente aquilo que todos exigiriam dele? Que ele está propondo coisas que não são de fácil realização?

    Você percebe que o cargo no MinC que ele tem é para representar a INDÚSTRIA de games e não seus consumidores? Pela própria atribuição do cargo? E que o que ele deveria ter dito era algo no sentido “ajudando as empresas e tirando os impostos os gamers se beneficiam” mas ele tentou passar a imagem, desde o começo, de defensor dos gamers brasileiros e, com essas novas promessas de democracia geral e irrestrita, ele está fazendo novamente o mesmo?

    Que a proposta de não consultar ou representar os setores que o mantém como presidente da Acigames na verdade é mais uma promessa vazia, ou então um “suicídio”, uma vez que ele está no cargo para defender a indústria nacional de games e não os consumidores e admitir que deixará as indústrias de lado faz com que ele perca (ou possa perder) o apoio financeiro que mantém sua associação?

    Será que vc realmente leu a carta de forma crítica? Utilizando a lógica e a razão, verificando se as propostas são possíveis, se as premissas são verdadeiras? Me parece que não.

    Então, caso você não consiga responder de forma adequada, com uma boa argumentação e fundamentação nos escritos do conselheiro, creio que quem você seja um “lover” (condição contrária do hater, mas que tende a agir da mesma forma, sem pesquisar ou conehcer, defendendo seus amores e interesses apenas por serem como são)

  87. Erico Fadel 28/09/2012 às 13:56 #

    Ontem de noite fui comprar um jogo via amazon, preço camarada, cabia no orçamento.
    Quase cai pra trás quando vi o preço pós impostos. O preço que eu deveria pagar era 25% maior que o preço de varejo no país.
    Parece que querem estimular a pirataria.

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