Arquivos | agosto, 2011

Dona Flor e seus Mais de Oito Mil Maridos

31 ago

Sei que otaku tem vocabulário limitado, então vamos ver uma palavra nova? IKIMASU para o Houaiss:

Legal essa nova palavra, não é mesmo? Mas sem um exemplo ela não é nada. Por isso vamos ver alguns exemplos recentes (todas de Agosto de 2011) tirados de jornais para vermos o uso dessa palavra que indica “algo que tem primeiro lugar de importância”:

Eu acho o Governo Brasileiro fantástico. Mesmo com a reforma política que tá em andamento desde 1988, os preparativos da Copa de 2014, da Olimpíada de 2016 que o Jairo vai participar, os problemas de moradia, emprego, saúde, sucateamento dos transportes e das rodovias… mesmo com tudo isso ele arranja mais espaço para colocar prioridades, coisas que eles dizem que estão entre as mais importantes.

O que foi, produção? Tem mais um print que não entrou? Pode mandar! Pode mandar!

Acho que se PRIORIDADE fosse uma pessoa e tivesse um nome, se chamaria Cláudia.

E de tantas Cláudias no Brasil, não se tem mais lugar para sentar.

(Obrigada aos muitos leitores que sugeriram a pauta)

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Ué, cadê o post que deveria estar aqui?

31 ago

Como muitos notaram e me mandaram perguntas, venho informar que a última análise de eventos foi retirada do site a pedido da organização do evento, que julgou o conteúdo publicado como ofensivo.

 Fazer o quê, né? Mas vocês podem acompanhar o que aconteceu no evento através da comunidade no Orkut.

 Bola pra frente e até mais tarde com outro post!

Grande Debate – A Melhor Exibição para Nana

29 ago

Estamos de volta com a seção que não é o Harry Potter, mas que sempre levanta as visitas. Para quem não conhece, nessa seção do blog discutimos grandes notícias mundiais e suas afetações no mundo. Tá, é mentira, mas aqui é um lugar para discussão. IKIMASU para o tema de hoje!

Até o seu Rakuraku Dino-Kun tá sabendo que a MTV Brasil comprou os direitos de exibição do anime Nana, mas nem Mãe Dinah sabe dizer quando isso vai estrear. Eu até colaria a notícia que um certo site que fala sobre animes, mangás e babaquices que dizia que ia estrear em Junho com 100% de certeza porque eles tinham contatos, só não fiz isso porque não quero copiar conteúdo de ninguém. A questão é que não sei como seria a melhor exibição para Nana aqui no Burajiru, por isso decidi promover o debate.

Há duas maneiras de Nana passar na MTV: ser exibida ou não ser exibida dublado ou legendado. Até o pai do Light Yagami, que é sempre o último a saber das coisas, já tá sabendo que a MTV vai passar o anime legendado, assim como seus outros animes, mas será que essa é a melhor maneira?

Há muito tempo, a PlayTV passava animes nas noites da TV UHF. A gente tinha Ranma 1/2, Love Hina e outras tranqueiras. E a programação era toda dublada, e isso tinha seu público. Para competir, a MTV estreou alguns animes, como Desert Punk e Afro Samurai, mas todos legendados. Não dá pra dizer quem teve a melhor estratégia, pois as duas exibições foram tiradas do ar, mas dá pra debater qual foi a melhor opção.

Preparei um quadro no inovador e descontraído programa PowerPoint com as vantagens da dublagem e da legendagem:

Depois dessa pequena amostragem de opiniões, percebemos que dublagem está um pouco relacionada a “popularização” ou “orkutização” e legendagem está relacionada a “conservadorismo”. Isso porque eu tô excluindo o fator saudosismo, porque tem muita gente que jura de pés juntos que a dublagem de Dragon Ball Z é melhor que a japonesa, e o motivo é porque a primeira que viu foi a brasileira.

Até uma pessoa tapada como a Sawako sabe que o mercado de animes anda tão bom quanto o preço dos meio tankos da JBC. Não temos nenhum lançamento, os animes estão sendo tirados da TV Aberta e a grande esperança do ano, que era Dragon Ball Kai, foi cancelado depois de 20 dias e agora vai voltar nas madrugadas. Se isso é estar na melhor… Olhando assim, Nana parece uma grande tentativa de voltar com algo interessante na parte da TV aberta que precisa de palha de aço na antena para funcionar decentemente.

Nana pode ser uma boa chance de mostrar que dá pra ter animação para adolescentes e jovens adultos. Ainda mais: uma boa chance de ter uma série que é para adolescentes e jovens adultos e que não é apenas um banho desnecessário de sangue com violência gratuita. Nana tem uma boa história e a MTV é o local perfeito para essa exibição, mesmo tendo o Colírios Capricho na programação.

Mas será que a exibição legendada é a melhor coisa para esse “renascimento” do anime na TV do Burajiru? Será que o idioma japonês não vai afastar as pessoas? Mais ainda, será que a interpretação japonesa não vai afastar as pessoas? Ah, você não sabe como é a interpretação da Grande Nação Japonesa? É só conversar por 5 minutos com qualquer otaku na fila do Anime Friends. É falar com aquela voz esganiçada e forçar em todas as reações.

E as mesmas perguntas se aplicam para a dublagem, ou você acha que a dublagem brasileira é perfeita? Temos repetição das mesmas vozes constantemente, trocas de vozes no meio da série, dubladores que colocam imitações de Silvio Santos no meio do negócio, traduções porcas… Não tá fácil pra ninguém.

E nessa grande indecisão, é você que terá um papel importante pois, embora eu leia todos os comentários do blog, não vou participar da discussão. Então vamos lá:

Bem, como diz a Daniela Albuquerque, “É com você!”. Espero que todos os cinco leitores desse blog discutam nos comentários a seguinte pergunta:

“Vocês são #TeamDublagem ou #TeamLegenda? Ou nenhuma das duas? Afinal, como vocês gostariam que fosse a exibição de Nana no Burajiru?”

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Mais magra e com tapa-olho de pirata

28 ago

Deu no Anime Blade:

Então anunciaram que no final do ano que vem vai estrear o terceiro filme de Evangelion? Olha, não é por nada não, mas se o Anime Blade tivesse uma parte de “notícias relacionadas”, eu até sei que link apareceria com essa notícia:

De um filme de uma série requentada do Hideaki Anno, não espero menos que um GRANDE DESASTRE.

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Sensação de “Forever Alone”

28 ago

Você é uma pessoa que lê esses memes e não entende nada? Pois eu vou te explicar qual a sensação de um “forever alone”.

Deu no CavZodíaco:

Pronto.

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Melhor Release de Todos os Tempos

27 ago

Um release é a coisa mais chata de se ler, mas quando o site muda todo o texto a coisa fica muito divertida. E fica ainda melhor quando é um site que não fala sobre mangá ou anime.

IKIMASU ver o que esse blog do O Globo falou sobre Bakuman?

Olha se um garoto que quer ser autor de mangá e que namora a menina sem o menor contato físico só pelo romantismo da coisa não é considerado uma criatura perdida e com risco de extinção, não sei mais o que seria.

Para quem não viu, essa é a minha opinião sobre Bakuman.

(Dica do leitor Mario)

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Raio Azul para todos

27 ago

Deu no Jbox:

A falta de pauta da imprensa especializada (pfffff) tá tão grande que agora até inclusão de áudio brasileiro em bluray gringo tá virando notícia, como se essa característica fosse SUPER INÉDITA.

Imagina quando descobrirem que tem bluray gringo que tem até dublagem em português brasileiro

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Sua opinião não serve pra nada!

26 ago

Oi, minna! Como toda sexta feira, podemos esperar um post com uma análise de mangá, não é mesmo? Como o mangá que eu tinha escolhido pra esculhambar eu acabei gostando, só me falta ocupar esse pedaço com um post ainda sim divertido e questionador. Sim, minna, porque eu só saio de casa pra fechar negócio! Queria discorrer sobre um tema que é muito comum na nossa interwebs, que é a questão da opinião.

Hoje em dia, qualquer pessoa pode ter acesso a um computador, então qualquer pessoa pode ir numa comunidade do Orkut mostrar sua opinião, num fórum, nos comentários de um blog irrelevante como o Mais de Oito Mil… e isso quer dizer que todos temos direito a uma opinião, não é? NÃO!

É um pouco estranho que, nesse período em que todos têm espaço igual, sua opinião valha tanto quanto a credibilidade da Editora Conrad com a Shueisha. Então quer dizer que no mundo virtual você tem tanta irrelevância quanto no mundo real. Estamos falando a mesma língua agora.

Esse pensamento me veio outro dia quando eu estava com o meu querido kareshi e ele, mais uma vez, veio tentar me fazer jogar aquele Ocarina of Time do 3DS. Se é pra ficar com dor de cabeça, eu prefiro ir a um show do The Kira Justice, porque pelo menos posso ter a chance de tacar um bottom na testa de um otaku sem noção. Ele não consegue entender que eu não gosto do 3DS e muito menos de ports preguiçosos. Quando eu falei “port preguiçoso”, ele veio com o argumento mais nerd do mundo:

- Mas esse jogo tirou 40 na Famitsu quando saiu para o Nintendo 64.

E aí ficou me olhando com cara de “Ganhei? Ganhei?”. E isso me fez pensar. Primeiro eu pensei por que eu estou com esse animal que eu amo tanto, e depois pensei a respeito do que isso quis dizer. Meu querido namorado me falou que minha opinião não é relevante porque quatro japoneses virgens e frustrados com suas vidas deram nota máxima para esse jogo.

SÓ DE BRIMKS, vamos ver a lista de jogos que ganharam essa nota máxima de 40 pontos na Famitsu? Esconde o estilhete (sic) e IKIMASU!

Então, se meu kareshi querido acha que a opinião deles é relevante, então ele também tem que achar que Nintendogs, Final Fantasy XII e Metal Gear Solid 4 são OS MELHORES JOGOS DO MUNDO? Acho que agora já tem meio mundo procurando outras referências para justificar seus gostos, não é minna?

Mais que isso, será que essa opinião se mantém até hoje? Imagine o japonês virgem que recebeu o Nintendogs pra avaliar durante, sei lá, uma semaninha. Naquela semaninha ele achou o jogo merecedor de uma nota máxima, mas será que ele não se arrependeu ao ver que o jogo é mais ralo que os fios de cabelo do Nappa?

Mas isso não acontece só nos games, e já fui muito vítima de bullying nesse site (como se eu ligasse pra isso). Tudo porque eu já falei mal de séries excelentes. Falei mal de Ao no Exorcist e me tacaram uma cruz falando que era uma heresia falar mal desse anime. Ok, se você gosta de filler no primeiro episódio, acho que você vai AMAR uma série chamada Bleach.

Mas o caso recente foi quando eu dei a minha opinião sobre Bakuman. Ouvi tanta coisa, mas uma me chamou a atenção: “você não faz parte do público alvo.”. Tá, e daí? Por eu ser mulher eu não posso comentar um mangá de menino? E você sabia que quase metade dos leitores da SHONEN Jump é composta de mulheres? E que, provavelmente, grande parte dos leitores de Bakuman são essas mulheres? E meu teclado está com algum problema para eu só escrever frases com interrogação?

O maior problema da internet é que a sua opinião não vale nada. Eu não posso falar que o Ocarina of Time é agradável quanto ser personal stylist do Dabura porque quatro japoneses que escreveram para uma revista conceituada falaram que é o melhor jogo do mundo. Como eu, como vocês, como sua mãe (#Serra), a não ser que você seja relevante, a sua opinião não é considerada.

E a primeira coisa a ser levada em consideração é se a opinião formada pelas pessoas relevantes realmente mostra a idéia de uma maioria. E a segunda coisa a se considerar é se essa opinião oprime a pessoa. Nos comentários do post do Bakuman, recebi vários comentários falando “achei que só eu era estranho, porque eu não gosto de Bakuman”, então várias pessoas, que não concordam com a maioria, nem expressavam suas opiniães (Esse plural é tão mais bonito, né? E o MEC aceita) porque é contrária a opinião dos outros.

Minha mensagem, além de mandar que use filtro solar, é que expresse sua opinião. Sua opinião é SIM importante e mesmo que vá contra o que a pessoa acredita. Então pode ir nos comentários do MBB Anikenkai falar que acha Genshiken um lixo, pode ir no Video Quest falar que Black Rock Shooter é o melhor anime da década etc. O que importante é que COMENTEM!

Mas use filtro solar.

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Afinal, o que querem as otakas? – Trabalhando de Psicóloga

25 ago

Recebemos mais um email carinhoso de leitor pedindo dicas sobre uma alimentação saudável e sobre relacionamentos. IKIMASU palpitar sobre a vida alheia?

Começando do começo mais resumidamente, sou uma pessoa solitária. Sabe daqueles tipos isolados bicho do mato? Então, isso. O problema não é esse, o problema é que tive uma infância normal, e isso foi ruim. (…) um dia eu acabei criando uma amiga imaginária (…), o problema nisso é que eu esqueci de “matar” ela. Com o tempo, essa ficção se misturou com a realidade.

(Comentário da Mara: Alguém registra essa idéia para fazer uma história.)

Essa amiga imaginaria seria hoje meu conceito de mulher, ou parceira ideal. Só que, ela não existe né, então fudeu. Como não posso me fuder eu mesmo, e nem gostaria disso, essa amiga imaginária é só uma amiga, ou, reconhecidamente, parte de mim. Afinal, os pensamentos dela, toda ela, vem da minha cabeça, sou eu.

Eu = homem.

Ela = mulher.

(Comentário da Mara: Olha, pra quem usa a mãe como conceito de mulher ideal, até que você saiu no lucro.)

(…) No mundo real, tive meus casos aqui e ali com algumas pessoas.

Hoje em dia, saio por aí raramente, e acabo conversando mais com os conhecidos através da internet. (…) Brinco com todas as garotas com quem mantenho contato, mas a verdade é que tenho sim um interesse real por duas delas. (…)

(Comentário da Mara: Não é por nada não, mas quando alguém fala “pessoas”, já suspeitamos de muita coisa. E o brincar é no sentido Macunaíma?)

Só que, aqui que fica estranho.

(Comentário da Mara: Não tava estranho ainda? O_O)

Quando você vai para a internet, você precisa de um nome que não precisa ser o seu real. Aproveitando isso, eu dei vida a essa minha amiga imaginária. (…) Eu pensava que seu eu separasse bem as coisas (…) tudo ficaria bem. Só que, por separar bem a personalidade dela, acabei dando muitas liberdades, as quais ela usou para brincar com alguns homens como eu brinco com as mulheres.

(Comentário da Mara: Deixa eu ver se a otaka aqui entendeu. Você aproveitou a anonimidade da internet para fazer um fake da sua amiga imaginária, que seria seu lado feminino?)

E aqui que entra a peganha pra mim, ela sou eu. Ela é uma parte de mim. Quando ela dá corda para algum garoto, sou eu quem está dando corda. (…) E da mesma forma como eu tenho algumas garotas por quem me interesso, ela tem garotos por quem se interessa.

(Comentário da Mara: Nunca fizeram um anime com essa história? Chamem o Hideaki Anno, ele não faz uma história de profundidade rasa desde Evangelion!)

(…) Onde eu preciso de conselho é aqui. Eu conheço e falo com essas pessoas, a otaka e o otaku pela internet, até agora. As pessoas se encontram, e eu posso encontrar os dois pessoalmente dentro em breve. Chamaria de lado para jogar a real? Com a ela? Com ele? Com os dois?!

(Comentário da Mara: Agora falando sério. O que você está fazendo é enganando uma dessas pessoas, mais especificamente o menino. Porque, a não ser que eu tenha interpretado errado a sua cartinha, ele conversa com o seu lado feminino, e não com você.)

Não estou nem considerando a possibilidade de ser rejeitado, o problema não é esse. Sou doido? Viado? Ou gay? Porque, o mesmo amor que tenho pela menina, sinto igual pelo menino. (…) Esse foi meu momento de constrangedora sinceridade e desabafo.

(Comentário da Mara: Doido? Sim. Gay? Provavelmente. Tenho duas teorias para o seu caso. A primeira é que você realmente gosta tanto de homem quanto de mulher, então fazer essas coisas te torna apenas um pouco louco. A segunda teoria é que você é exclusivamente gay e que “acha” que gosta de meninas porque você não aceita a condição de apenas gostar de meninos. E também notei uma certa frustração, pois você acha que com a internet você conseguiu coisas que você não conseguiu na sua vida real.

A minha sugestão para você é tentar ficar com uma garota, com um garoto, se descobrir, se aceitar, ver o que você gosta de verdade e ser feliz num plano menos idealizado que o de conversas por MSN e das filosofias de anime.)

***

Essa foi a cartinha do leitor que não enviou o nome com medo que eu deixasse escapar o nome dele. E qual a coisa mais legal do mundo, depois de Rodízio de Temaki? É PALPITAR A VIDA ALHEIA! Os comentários estão abertos para sugestões amorosas!

E se você quer participar dessa seção que apenas ocupa o espaço quando não temos pauta, é só mandar um email para maisdeoitomil@gmail.com.

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Análise de fotos – Gamecom 2011

24 ago

Saudades das análises de fotos de eventos? NEM EU! Aconteceu em algum canto do mundo que eu não tô afim de pesquisar o Gamecom 2011, que trouxe as novidades desse mundo que entendo pouco e que prefiro não conhecer. Na verdade eu entendo o suficiente, é que meu namorado entende mais então não questiono ele. Deixando de lado os namorados e voltando aos virgens, o UOL publicou um álbum de fotos riquíssimo do evento, então pare de tentar convencer seu priminho que o controle do PS Move não é um sorvete e IKIMASU ver essa grande festa e seus cosplayers!

Duas meninas aproveitando a orkutização dos jogos de dança em que vemos avatares psicodélicos fazendo coreografias forçadas, limitadas e repetitivas. Sim, minna, não agüento mais festas dos meus amigos com aquela bosta de Just Dance.

Os visitantes conferiram em primeira mão o Age of Empire Online na feira? Grande bosta, tem amigo meu que já tá conferindo em primeira mão o jogo no computador há eras graças à locadora Bit Torrent.

Trailer do novo Dance Central, que agora é jogado no metrô que é cenário do Zorra Total. A música termina quando aquela gordinha que faz a Dilma freia o trem e faz o povo encoxar a Valéria.

Também anunciaram um Kinectimals para celular. Ou seja, tiraram o Kinect e deixaram apenas a tela de toque, fazendo esse jogo ser fonte de renda para um futuro processo da Nintendo por comparações com aquela tranqueira que é o Nintendogs.

Achei o loiro da frente muito bonito. Traria para minha casa para mostrar o que é fazer esforço em atividades físicas repetitivas… ou seja, iria jogar o “Mario & Sonic at the Olympic Games 2008” com ele. Pensaram que eu ia fazer o quê?

No estande vergonha alheia da Sega, só duas pessoas testavam o novo Sonic Generation: um gordo velho, que provavelmente teve seu caráter formado por Sonic 2 e que fica postando em fóruns o quanto esse jogo é mágico, e um jovem de mente volúvel que lê os posts do gordo e passa a acreditar que Sonic era uma coisa boa.

E você se pergunta onde vão parar ex-BBBs.

Boa, Sony, vamos incentivar o uso do Move mostrando um cenário de praia, para nos lembrarmos das barangas, dos tios com pochete na sunga, da areia entrando no seu rego e daquela segunda pele nojenta feita de protetor solar. Para tudo que estou indo AGORA comprar um Move.

O estande da Nintendo foi um dos mais procurados? Só se for o mais procurado pelo Oxigênio e pelo CO2, que ocuparam grande parte do espaço com o divertido jogo do Kirby.

E teve boatos que a fila do Anime Friends era uma zona. Essa também é, mas prefiro estar aí no meio desses loiros europeus que dos otakus fedendo a salgadinho e Muppy aqui no Burajiru.

Como UOL narra a cena: Jogando Move Like a Boss

Como MdOM narra a cena: Jogando Move Like a Virgin

“Ai Mara, sua gorda que não gosta de sorvetes coloridos, o PS Move é SUPER COOL, muito melhor que os brinquedinhos que são o Wiimote e o Kinect.”

Respondo isso com suas próprias palavras:

NEXT!

Essa é a Mulher-Wiimote, aquela que é mais barata que as outras, mas só permite coisa casual. Ou seja, é tipo a piriguete do seu bairro.

Até o gordinho ficou impressionado com o Ki de comedor do cosplayer gostosão. Cadê essa foto maior, Uol? Temos que ver essa maravilha com a qualidade de fotografia de um MP15?

Todas gorda anota a dica de pintar um tanquinho na barriga com pintura corporal ao invés de ir pra academia. Ilusão de Óptica >>>>>> Academia

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